A semana das bizarrices

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Essa semana foi bem louca. Teve um pouco de tudo.

Eu fiquei super doente (cheguei a chamar a ambulância, que por putaria da UNIMED não veio me pegar) com (suspeito) rotavirus. Todo mundo aqui em casa pegou, até a Eliane que trabalha aqui, coitada. O Davi e a Nivea baixaram hospital e eu fiquei tão moribundo que nem pro hospital consegui ir. Aliás, nem falar eu conseguia. Tava quase num pre-coma e temi ir parar na “caixa”.

Parece que geral tá pegando esta porra aqui em Niterói… Talvez o fato de a bosta de companhia de Àguas de Niterói ter deixado a água limpa ser contaminada com esgoto tenha culpa no cartório.

O cara paga agua em dia para abrir a torneira e escovar os dentes com esta água de cocô.
O cara paga a conta de água em dia para abrir a torneira e poder escovar os dentes com esta água de cocô.

Certamente que isso nos EUA ou Europa acabaria em processo criminal ou multa, aos culpados ou negligentes, mas aqui nessa esculhambação do cacete que é o Brasil, lógico que não vai dar em nada.

Bom, ainda nessa semana teve a situação incomum da mulher que tava na praia e resolveu ir na água enquanto uma tempestade se formava. Rogério Soares, fotógrafo, registrou a cena e conseguiu um inusitado clique no momento exato em que ela foi fulminada com um raio. As chances de ser fulminada com um raio no estado de SP é de uma para dois milhões. Mas a chance de ser fulminada e fotografada bem no exato segundo, deve ser o que? Uma para duzentos milhões? Talvez até mais. É uma sequencia fotográfica incrível, mas infelizmente, mostra alguém morrendo.

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A outra notícia estranha, é a da mulher que foi outra que também levou literalmente na cabeça (grande azarada). Só que não foi raio, mas sim um PORCO ESPINHO!

Imagina qual é a probabilidade de cair um porco espinho de costas na sua cabeça enquanto você passeia com seu cão numa área urbana de uma das maiores cidades do Brasil? Não sei o que você acha, mas pra mim isso é uma chance infinitesimalmente menor que ganhar sozinho na megasena da virada.  O animal teria caído de um poste, em plena Gávea, no RJ e acertou em cheio Sandra Nabuco. Olha a notícia:

Porco-espinho cai de poste e atinge cabeça de mulher que fica com cerca de 200 espinhos cravados

Um porco-espinho despencou de um poste e feriu a cabeça de uma moradora da Gávea, na Zona Sul do Rio, na noite da última quarta-feira. A dona de casa Sandra Nabuco, de 52 anos, estava passeando com seu cachorro quando o incidente aconteceu. Ela teve cerca de 200 espinhos fincados em seu couro cabeludo e precisou ser encaminhada para o hospital Miguel Couto, no mesmo bairro, para receber ajuda médica.

– Foi um susto enorme. Eu estava caminhando com meu cãozinho na Avenida Marquês de São Vicente, na Gávea, perto do Instituto Moreira Salles, quando, do nada, senti um baque na minha cabeça. Olhei para o chão, vi um bicho. Coloquei a mão na minha cabeça e senti os espinhos. A dor era enorme – lembra Sandra.

Em seguida, a dona de casa conta que pediu ajuda a um porteiro de um prédio próximo. Nesse momento, eles viram o porco-espinho que a havia atingido passando por uma das grades da construção.

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Depois, ela pegou seu animal de estimação e foi para casa.

– Eu pedi ajuda de vizinhos para procurar ajuda médica. Como na minha rua sempre tem um carro da Polícia Pacificadora estacionado, pedimos ajuda e os agentes me levaram até o hospital Miguel Couto.

Sandra diz que, na unidade de saúde, todos ficaram impressionados com o que havia acontecido com ela.

– Eu ainda estava meio desorientada. Fui atendida por cirurgião do plantão, que tirou os espinhos do meu couro cabeludo com uma pinça. Tudo sem anestesia. Eu e o médico paramos de contar a quantidade de espinhos quando chegamos em 150. Foram cerca de 200.

Depois de atendida, ela foi liberada e voltou para casa. Ela, agora, está tomando medicamentos, como antibióticos e antialégicos, para acelerar a cicatrização dos furos em seu couro cabeludo e evitar que esses infeccionem.

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Através do Facebook, Sandra publicou uma foto de sua cabeça cheia de espinhos e impressionou internautas. Ela afirma ter feito isso para avisar ao filho que mora longe, e para alertar aos moradores da Gávea sobre possíveis acidentes como o dela.

– Eu sou uma mulher forte, se fosse um idoso ou uma criança, matava. Eu também me preocupo com os animais. Já haviam me contado que havia um casal de porcos-espinhos pela região, mas, até então, nunca o tinha visto.

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Por ser uma região muito arborizada, a Gávea costuma ter animais silvestres, como pequenos micos e gambás, passeando por sua vegetação.

De acordo com informações da Secretaria Municipal de Saúde do Rio, que confirmou o caso, nos incidentes com ferimentos causados por esses animais, a orientação é que o paciente procure uma unidade de atendimento para ser medicado.

fonte

Fora isso teve aquela porra do BBB que não acompanho porque acho muito repetitivo, todo ano é a mesma merda, aquelas mulheres, aquelas provas, aquelas babaquices, fantasias, festas, bêbados batendo boca, saradões na piscina, Pedro Bial sem piedade para com sua própria biografia fazendo poesia de pinguço…

BBB - Todo ano é a mesma merda, mas se o povo não cansa nem de VOTAR nas mesmas merdas, que dirá assistir passivamente...
BBB – Todo ano é a mesma merda, mas se o povo não cansa nem de VOTAR nas mesmas merdas, que dirá assistir passivamente…

Eu não tenho nada contra quem tem saco, assiste e curte, e ainda paga extra para ver no pay per view. Não me cabe julgar o gosto alheio. Se não tivesse publico o programa não estaria no ar. E além disso, não tem coisa mais repetitiva que novela, né minha gente? E é o que sustenta a globo.

Parece-me que a inovação desse Big Brother foi uma tal de Valdirene. (ideia de colocar a personagem da novela como participante). Se isso é o máximo de criatividade… Imagina o “piloto automático como deve ser modorrento”.

Bom, o assunto do momento é o rolezinho, a moda de um monte de gente se juntar num shopping para “zuá”.

Rolezinho nos shoppings acaba em tiros, pancadaria e fusuê
Rolezinho nos shoppings acaba em tiros, pancadaria e fusuê, levantando discussões do naipe “Apartheid no Brasil”

A mídia deu um grande destaque para o lance do Rolezinho, o que me deixou meio pensando se isso não estaria sendo usado (como sempre) para disfarçar outras questões aí nas costas do povo. É a arte de colocar a cenourinha para onde você quer que o jumento olhe. Sabe como é?

Seja como for, essa foi uma semana estranha, e que mostra que 2014 começou Gump.

 

 

28 comentários em “A semana das bizarrices”

  1. Esse ano comecou cedo msm.. e as babaquices crescendo em ritmo exponencial, a comecar por essa frescura institucionalizada denominada de ROLEZINHO que se alastra pelo país mais rápido q doença contagiosa.. imagina o que vamos ter aturado até dezembro!… EITA QUE ESSE ANO PROMETE

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  2. Essa semana foi esquisita memo…hehehe…cê vê né ? As muié sortuda hein ? A do porco espinho pode jogar que ganha na mega…infelizmente a outra nem poder jogar vai…pois já foi contemplada…e olha que é quase a mesma probabilidade…hehehe…

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  3. Mas se realmente foi uma ligação clandestina que "bostalhou" a rede de água a culpa é de quem?

    Da empresa (que não tem como descobrir antes), do governo, do mané que fez a ligação "de merda"?

    No vídeo não da para saber se a empresa realmente arrumou a rede e ressarciu (pelo menos na parte física), os danos dos moradores…

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    • Acho que a culpa é da empresa. Entender isso é relativamente fácil. Quando vc estoura um cano de água o que acontece? Não explode água pra todo lado? Isso acontece pq o cano de água tem pressão positiva. A pressão positiva no cano faz com que a água saia, e reduz muito a chance que água suja entre. Mas o que acontece em Niterói – e este é um problema recorrente naquela área e eu sei pq minha irmã mora bem ALI, falta água direto. Quando o morador reclama, a empresa calhordamente diz que não, que não falta. Mas na verdade falta sim, muito, e a prova disso é que quando um zé ruela faz uma ligação clandestina tão mal enjambrada que liga o esgoto na água limpa, a água limpa não invade o esgoto, é o contrário. Não precisa ser engenheiro para constatar o óbvio. Isso PROVA que a água não tem pressão. Mesmo que não seja culpa da empresa que um sujeito faça uma ligação clandestina, é responsabilidade direta da companhia a falta de pressão na tubulação que permitiu essa contaminação fosse adiante. Logo, a empresa constrói uma rede que é facilmente adulterável, acho que a culpa é dela.

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  4. Philipe, melhoras para vc. e família. Virose é “soda”, mesmo e a cura é a reação do organismo.
    – Quanto às demais “gumpices” da semana, a mulher que morreu na praia (sem trocadilhos) foi uma infelicidade gigante: se procura um merecido descanso e acaba-se encontrando o descanso eterno; a outra, do porco-espinho, coitada, vá ser azarada assim lá na casa do “carvalho”.Quanto ao “BBB”, sem comentários!
    – Já em relação aos “rolezinhos”, aqui no meu interior paulista, as pessoas gostam de shoppings justamente por oferecerem mais segurança, seja em relação aos veículos, no estacionamento, seja na vigilância interna, e também pelo ambiente climatizado. Sabidamente, não vão por causa dos preços, pois nesses locais tudo é mais caro, por conta do conforto.
    – Agora, se alguns “coitados” de algum tipo de “minoria opirmida” passa a usar o local para promover bagunça e se aproveitar para “passar a mão” no patrimônio alheio, não dá para aceitar isso como “prática normal”.
    – Shoppings são visados como ponto de encontro de pessoas que tem gra 20 metrosana para gastar. Não necessariamente ricos (estes preferem as baladas). Agora, ainda não entendi a finalidade dessa “manifestação”: seria aceitação; seria uma forma forçada de aparecer (os tais quinze minutos de fama a que todo mundo tem direito); seria uma forma de fisfarçar o vandalismo? Só o tempo vai dizer.
    – Mas num país em que as pessoas decentes estão sendo obrigadas a se trancarem dentro dos presídios em que transformaram suas casas, para tentar se livrar de bandidos que perambulam livremente pelas ruas, numa total inversão de valores, não é de admirar que alguns defendam essa prática.
    – Como no caso curioso da rebelião do compelxo penitenciário de Pedrinhas, no MA. A OAB já se posicionou no sentido de cobrar do governo indenização pela morte dos presos (que também são pessoas, segregadas, mas ainda são). Curioso é que tais presos, além do fardo social, não contribuem em nada para a manutenção próprio, de seus familiares, ou na compensação de sua vítimas. Agora, fosse um cidadão de bem, trabalhador, ou então um policial, mortos na onda de violência, seria que a mesma OAB iria exigir dos chefões dos sindicatos do crime indenizações para os familiares? Nunca vi isso acontecer. Mais uma “gumpice” para a conta das outras, nesne início de ano.

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  5. Ano passado foi bem gump. Renúncia do papa Bento XIV, meteorito pipocando na rússia e causando estragos, protestos estourando pelo país, políticos corruptos no xilindró… Pelo visto, 2014 promete também!!

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  6. kkkkk você citou algo que gostaria de comentar.. o tal de rolezinho? cara, a mídia tá tão sem assunto, que reunião de pivete é motivo pra uma matéria de 20 minutos no jornal nacional e um hora no fantástico….

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  7. A pergunta que faço ao povo de Niterói, vocês não vão se manifestar sobre a situação da agua na cidade?. Sei que não moro ai, mais aonde moro, fizemos umas barricadas de pneu e fomos ao ministério publico com uma porrada de ações contra a empresa de saneamento, em uma semana, a parada tava resolvida… bem, não sei se cabe a realidade de vocês, mas fica a dica.

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  8. Po velho, pra que essa revolta toda? Na moral, nao sei se voce já viu, mas tem um "X" no canto da tela. Sim, ele é vermelho. Sim, é é diferente. e sim, se você clicar, seus problemas estarão resolvidos. Muito mais simples do que denegrir o trabalho de uma pessoa não acha?

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  9. Quem caga pela boca aqui é você. O sujeito tem esse blog a muitos anos, e o trabalho dele é excelente. Sempre tem um hater pra encher o saco…. ¬¬

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  10. Fato! Não sei porque a galera está dando tanta atenção pro ‘rolê’ das crianças. Isso sempre aconteceu, porque agora virou motivo de tumulto?

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    • Eu acho que isso nunca aconteceu. Também não são crianças. Mas sobre o tumulto, talvez te explique. Leia todos os links, e preste atenção às datas.
      http://www.bocaonews.com.br/noticias/politica/politica/78201,rolezinho-pode-virar-pesadelo-da-presidente-dilma.html
      http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2014/01/16/noticiasjornaleconomia,3191617/dilma-convoca-reuniao-sobre-rolezinhos.shtml
      http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,dilma-ja-usa-rolezinho-contra-a-oposicao,1119348,0.htm
      http://www.cidadeverde.com/presidenta-dilma-rousseff-usa-rolezinho-contra-oposicao-153242
      http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2014/01/17/interna_politica,488890/dilma-apoia-e-usa-rolezinhos-contra-a-oposicao.shtml
      Nunca li uma notícia dizendo que uma pessoa foi impedida de entrar num shopping. É sabidamente um local democrático, na maior parte das vezes, limpo, seguro e confortável. Só virou motivo de tumulto porque politizaram, e só fazem isso na cara larga, porque a maioria da população não vai conhecer a verdade. É simples conta se compensa ou não, politicamente. Não dão a mínima pras pessoas.

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  11. Fala Philipe!!
    Cara, eu tb achei essa do raio bem bizarro…mas acho que é muito vacilo estar em um lugar descampado quando uma tempestade está se formando. A probabilidade de um raio cair em uma pessoa realmente é muito pequena…porque isso não acontece muito. Li uma vez que o raio é “atraído” para o ponto mais alto de onde ele cai…ou seja, se vc está em um lugar descampado, vc literalmente vira o “para-raio” do lugar. Um raio que cair ali certamente será atraído pra vc. Então essa chance de uma em dois milhões cresce consideravelmente dependendo das condições…é o que eu acho.

    Quanto aos rolezinhos, acho que tem os dois lados. Não podemos proibir a entrada nos shoppings das pessoas, mas também temos que pensar no dono de loja, que não paga barato para manter sua loja ali. Sabe o que seria bom? Teve rolezinho? Limita a entrada de pessoas na loja.
    Por exemplo, viu que teve rolezinho lá, fecha as portas da loja (e não do shopping), e estipula que somente de 10 em 10 pessoas vão entrar. Assim que uma sair, mais uma pode entrar. Eu preferiria ganhar menos ao agir desta forma, porém minhas chances de ser roubado diminuiriam e muito. Na minha loja mando eu, não estarei discriminando ninguém se estipular um limite para entrada de pessoas. Não seria uma boa?

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    • Realmente não sei. Não creio que aja uma solução facil. O problema do rolezinho não é uma exclusividade do rolezinho. è um problema da Natureza. E ele se chama “saturação”. Vamos aos exemplos: Bebger água faz bem. 100% das pessoas concorda com isso, e quem não concorda ou é louco ou está morto, ja que sem água a gente morre e nosso corpo é formado em grande parte pela água. POrém, se você beber água demais, baldes, de água de uma vez, você morre. (tem post disso aqui no blog).
      Logo, água demais mata, mas água em intervalos e com certa regularidade dá a vida.
      Novo exemplo: Dinheiro. O dinheiro, todo undo sabe, é uma coisa boa. Olhando economicamente, o ideal é que o dinheiro esteja espalhado pela sociedade. Assim ela cresce como um todo. è tipo o adubo, que espalhado pelo jardim ajuda o jardim a crescer de um modo uniforme. Mas se um cara só concentra todo o dinheiro teremos um milionário e o resto de miseráveis. O que isso resulta é algo como o Brasil, um país de grandes desigualdades sociais e mazelas. O dinheiro concentrado é como esterco concentrado. Vai feder, vai oxidar as plantas ao redor, e vai ferrar o jardim.
      Novamente, podemos ver que a concentração produz saturação. A saturação é ruim sempre. Até a saturação de dinheiro é ruim.

      O rolezinho é um fenômeno de saturação. Chega um volume de gente acima do esperado, e sem poder gerir essa massa o sistema entra em colapso. Ao meu ver, não se trata dessa ideia de apartheid, ou nada assim. É um monte de consumidor que chega do nada. E agrupados por questões de grupo social único, começam a se comportar homogeneamente, e isso amplifica a saturação. Se um começa a cantar, todos cantam. Se um corre, todos começam a correr. Eles todos estão identificados, e comportam-se às vezes como um organismo único. Vemos isso em comportamentos e estudos de cardumes, bandos e enxames. Por isso controlar torna-se difícil. A massa tende a convergir para certos pontos. No fundo, gerir um rolezinho é basicamente similar a gerir uma manada. Se ela estourar, sai da frente, vai ter gente pisoteada e o caralho. Este é o maior perigo. O lance é que as redes sociais propiciam justamente a criação de núcleos de afinidade, redes de influencia se agrupam, e isso pode gerar um volume exponencial de indivíduos afetados por “evento”.
      Por conta de tudo isso, os rolezinhos deveriam ser realizados em locais abertos, que facilitem a dispersão.

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  12. Aldo Frederico Costa de Araújo – o cara usa foto de quepe de Go-go Boy. É só procurar na internet, ou seja, é um perfil falso de algum moleque solitário e infeliz que faz de sua medíocre existência um lamaçal de comentários inúteis na internet.

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  13. Olá! Eu sou a vítima do porco espinho! Agora estou bem! Foi um susto e uma dor muito grande!!! Mas consegui salvar a vida do meu cachorrinho que é um poodle micro toy de 13 anos e a vida do porco espinho que amorteceu a queda dele na minha cabeça!!! Abraços!!!

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  14. Essa do porco-espinho me lembrou uma que aconteceu com minha mãe certa ocasião. só que foi com um gambá.
    Foi asssim: nós tinhamos um cachorro que corria em um fio de arame preso à uma corrente por toda a extensão lateral da casa que ficava a dois metros do muro.Provamelmente ele acuou um gambá durante a noite ou madrugada (isso era na cidade) e o bicho para escapar do cachorro escalou a porta da cozinha e ficou lá agarrado na fresta de cima até que bem cedo, quando minha mãe abriu a porta para ver porque o cachorro não parava de latir (e não viu nada) o bicho aproveitou e subiu em cima da porta. E qual naõ foi o susto da minha mãe quando ela fechou a porta e a porta não queria fechar, então ela bateu com mais força e quanse morreu de susto quando começou a pingar sangue nos pés dela. Então ela olhou para cima e lá estava o bicho imprenssado contra o batrente. Então ela percebeu porque é que a porta não fechava. Esse foi um acontecimento inédito e inesquecível para todos nós.

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