Realidade sintética

O Guilherme deu a dica outro dia e com o lance da escultura do John Locke, não tive tempo de postar. Então agora vai.
Realidade sintética é basicamente uma pesquisa em andamento para gerar uma espécie de massa inteligente. Cada molécula desta massa teria sua própria unidade de energia, comunicação, e processamento individual. Juntas elas formariam um objeto inteligente. è meio difícil de explicar. Talvez a melhor analogia seria a seguinte:
Lembra do T1000 aquele robô de metal líquido do Exterminador do Futuro? Pois é. Aquilo pode acabar se tornando realidade antes do que podemos imaginar.

A pesquisa está em andamento e segundo o Guilherme, os resultados já se mostram promissores. Será que vai acontecer mesmo? Não sei. Pode até ser, mas não creio que será exatamente como aí no vídeo. Me parece meio exagerado isso. Porém, com o avanço da nanotecnologia, tudo é possível. Vamos torcer. O mundo não será mais o mesmo depois dessa parada ser inventada.

The goal of the claytronics project is to understand and develop the hardware and software neccesary to create a material which can be programmed to form dynamic three dimensional shapes which can interact in the physical world and visually take on an arbitrary appearance. Claytronics refers to an ensemble of individual components, called catoms—for claytronic atoms—that can move in three dimensions (in relation to other catoms), adhere to other catoms to maintain a 3D shape, and compute state information (with possible assistance from other catoms in the ensemble). Each catom contains a CPU, an energy store, a network device, a video output device, one or more sensors, a means of locomotion, and a mechanism for adhering to other catoms.

The power and flexibility that will arise from being able to “program” the world around us should influence every aspect of the human experience. In our project we focus in on one particular aspect of the human experience, how we communicate and interact with each other. Claytronics is a technology which can serve as the means of implementing a new communication medium, which we call pario. The idea behind pario is to reproduce moving, physical 3D objects. Similar to audio and video, we are neither transporting the original phenomena nor recreating an exact replica: instead, the idea is to create a physical artifact that can do a good enough job of reproducing the shape, appearance, motion, etc., of the original object that our senses will accept it as being close enough.

6 comentários em “Realidade sintética”

  1. Phillipe
    Acho dificil é nao acontecer, visto que até hoje a máxima de que “o que o homem imagina ele faz mais cedo ou mais tarde” continua valendo.
    Vi uma palestra sobre nanotecnologia na faculdade que assustou muita gente no aditório, pros malucos que vivem viajando na maionese como eu nem foi tanta surpresa, mas muitos se surpreenderam com os avanços na área de medicina e biônica, aquele filmezinho velho da sessao da tarde que miniaturizam um submarino e injetam no corpo do cara já já vai ser alcançado, guardada a parte de miniaturizar os tripulantes, mas sondas nanometricas já estão sendo testadas e são capazes de identificar tumores por exemplo e liberar o remédio somente em cima das células doentes. Quanto ao T1000 não sei ainda se vai dar, afinal ele engloba diversas tecnologias que terão que se desenvolver muito e em sintonia perfeita, algo nem sempre possível, mas algo próximo acredito que sim.
    Já pensou um carro ou avião feito com esse material que ao detectar uma eminente colisão, fosse alterando sua forma a fim de diminuir o impacto da colisão e suavizando os danos oriundos da queda ?
    Muitas aplicações poderiam ter algo assim, é só imaginar…

    Ah por falar em avião, um offtopic aqui, to com umas fotos sinistras aqui do acidente da TAM, mas meio na dúvida se posto ou não no blog, sei lá, o que vc acha ?

    []´s
    Parabellum.

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