• JMou

    Super maneiro

  • Ramón Rodrigues

    Um estádio de futebol do meio do nada!

    • Philipe3d

      Bom que não incomoda os vizinhos, hahaha

  • Rodrigo Cristofolini

    A teoria é legal e relativamente simples, mas bolar isso na prática exige um planejamento complexo (que os alemães devem ter feito à um nível super-sayajin). Este sistema gasta energia para acumular e liberar energia nos momentos corretos em maior quantidade. Para este sistema diminuir a perda ao máximo, deve-se desenvolver um sistema ridiculamente eficiente para ser realmente viável sem grandes perdas. A questão é qual o “custo x benefício” dele: O gasto que ele gera é menor do que o benefício que ele traz gerando mais energia em momentos de pico? O estudo pra viabilizar isso é tremendo. Sem pesquisar nada (sendo que eu nao sou entendido desse tema), eu arrisco dizer que é um ótimo negócio e poderia ser algo a ser pensado no Brasil para substituir o uso das obsoletas e poluentes termoelétricas.
    Boa discussão, Philipe! Texto e tema muito top!

    • Philipe3d

      Eu tenho um amigo da Ampla que estuda essas tecnologias o tempo todo.

  • Muito massa mesmo.

  • Muito bom, mas um detalhe importante, que o texto não cita explicitamente, é que o sistema consome mais energia (para o bombeamento) do que gera. Ele serve para acumulo de energia para e suavizar os picos como citado, mas não substitui as usinas tradicionais.

  • eduardo carvalho

    O problema aqui no brasil é outro, aqui tem imposto absurdo nas placas fotovoltaica para importação e o sistema de energia eólica tbm, temos o mar que tem como aproveitar as ondas para produzir energia que é a base de tudo para nossa fabricas produzir mais barato e conseguir concorrer com o mercado exterior