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O Vômito – Episódio I ( uma história real)
Esta é uma história real. Não aconteceu comgo, pois vocês sabem que eu não tenho a menor vergonha de contar essas merdas que me acontecem. Mas como eu tô de bobs aqui enquanto os computadores renderizam um comercial que tá encalacrado, vou contar procês. Edu tinha ido numa conferência. A conferência acontecia num famoso ( e caríssimo) hotel do Rio. Quando ele chegou no hotel, as palestras não haviam começado ainda. Estava aquele clima de início de coisa chata, sabe como é? Aquelas mesmas pessoas, os risinhos amarelos, as perguntas de sempre. Edu é assim. passou mal vomita logo e tão logo sai o canapé do capeta ele volta a ficar bonzinho. Como se nada tivesse acontecido. Quisera eu ser assim. Se eu vomito – e quando vomito, porque prefiro passar mal a noite toda a vomitar – é caso pra mais de dois dias me recuperando. Voltou como se nada tivesse acontecido e assistiu atentamente as apresentações. Ainda fez até perguntas. Fim da parte I
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Veja bem caro Philip. Eu também não gostava de vomitar. Tomava ar, respirava fundo, água gelada na nuca e etc e tal. Mas ai, um dia, tomei um piléquinho e passei mal. O único jeito foi idolatrar o deus de porcelana para continuar aproveitando a festa (e suas bebidas). Depois desse dia, nunca mais tive problemas em chamar o hugo.
Em todo o caso, para quem tem problemas como esse, de estômago, minha mãe recomenda infalivina. Toma umas 20 gostas que é pá-bum.
Hahahaha! Então aqui vai uma historia de outro Edu, neste caso eu mesmo, Eduardo De Luca.
Na noite em que isso aconteceu, estávamos reunidos entre amigos, na casa de um deles. Eu levei o rum, outro levou vodka, havia cachaça, vinho e smifnoff (é assim que escreve?). Pois bem, a noite passava e eu, socialmente, como sempre, bebia.
Pelo que me lembro, foram: 2 doses de rum puro, 1 cuba libre (rum+coca-cola), uma taça de vinho e parei por ai. Parei? Bem, tentei.
Mais tarde rolou o carteado e quem perdia virava o copinho de cachaça. Eu não havia participado deste jogo até tal momento, e momento qual um dos participantes recusou-se a beber o castigo. Eu corajosamente me castiguei e bebi a dose de cachaça no lugar do perdedor. Daí não parei mais. Sugeri um outro jogo: O de dados. Claro, mas que idéia genial. Muito mais rápido e dinâmico do que uma partida inteira de carteado. Jogou o dado, entre os amigos, tirou o menor número, virou o copo. Neste momento eu que sempre fui muito com dados no RPG, me vi em uma maré de azar. Perdi várias vezes e encarei minha punição. Então o palhaço apareceu… sim, o palhaço. Aquele que aparece para as pessoas que bebem muito e as fazem rir descontroladamente. Eu não era o único a ver o palhaço e todos riam descontroladamente comigo, pois a graça estava no ar… no ambiente e nós mesmo.
Bem, mas eu ia falar de vômito né? Isso, lembrei. Após a barriga doer de rir, cada um procurou seu canto, banheiro, ou sofá. Eu sentado no sofá esperava o banheiro desocupar, pois algo iria sair, porém não desocupavam o banheiro. Meu amigo também chamado Eduardo ofereceu-se para me auxiliar e solícito arranjou uma panela da cozinha para eu despejar meu vigoroso caldo quente, a base de álcool. Eu me recusei a vomitar na panela da cozinha e tentei segurar mais um pouco. Até que não deu. Chão ou janela do apartamento? Janela, claro. Ao me debruçar no para-peito dela avistei lá em baixo o porteiro subindo a rampa da garagem. Eu neste momento vi que o pobre homem seria banhado pela chuva alcoólica. Vomitei sem pensar, mas como era o sexto andar e o vomito demorou a chegar no chão o porteiro consegui se abrigar debaixo da marquise do prédio. Sorte, porque ele não sabia q acima dele se aproximava enxurrada. O andar natural dele para entrar no prédio o salvou a tempo. Claro, quando o vômito bateu no chão ele ouviu e voltou para ver de qual apartamento se tratava. Então eu subitamente segurei a segunda dose, assim dizendo, de vômito. Esperei ele sumir e vomitei mais uma vez, agora com tranqüilidade, pois aquela janela era só minha.
[quote comment="1015"]Hahahaha! Então aqui vai uma historia de outro Edu, neste caso eu mesmo, Eduardo De Luca. Na noite em que isso aconteceu, estávamos reunidos entre amigos, na casa de um deles. Eu levei o rum, outro levou vodka, havia cachaça, vinho e smifnoff (é assim que escreve?). Pois bem, a noite passava e eu, socialmente, como sempre, bebia.Pelo que me lembro, foram: 2 doses de rum puro, 1 cuba libre (rum+coca-cola), uma taça de vinho e parei por ai. Parei? Bem, tentei. Mais tarde rolou o carteado e quem perdia virava o copinho de cachaça. Eu não havia participado deste jogo até tal momento, e momento qual um dos participantes recusou-se a beber o castigo. Eu corajosamente me castiguei e bebi a dose de cachaça no lugar do perdedor. Daí não parei mais. Sugeri um outro jogo: O de dados. Claro, mas que idéia genial. Muito mais rápido e dinâmico do que uma partida inteira de carteado. Jogou o dado, entre os amigos, tirou o menor número, virou o copo. Neste momento eu que sempre fui muito com dados no RPG, me vi em uma maré de azar. Perdi várias vezes e encarei minha punição. Então o palhaço apareceu… sim, o palhaço. Aquele que aparece para as pessoas que bebem muito e as fazem rir descontroladamente. Eu não era o único a ver o palhaço e todos riam descontroladamente comigo, pois a graça estava no ar… no ambiente e nós mesmo. Bem, mas eu ia falar de vômito né? Isso, lembrei. Após a barriga doer de rir, cada um procurou seu canto, banheiro, ou sofá. Eu sentado no sofá esperava o banheiro desocupar, pois algo iria sair, porém não desocupavam o banheiro. Meu amigo também chamado Eduardo ofereceu-se para me auxiliar e solícito arranjou uma panela da cozinha para eu despejar meu vigoroso caldo quente, a base de álcool. Eu me recusei a vomitar na panela da cozinha e tentei segurar mais um pouco. Até que não deu. Chão ou janela do apartamento? Janela, claro. Ao me debruçar no para-peito dela avistei lá em baixo o porteiro subindo a rampa da garagem. Eu neste momento vi que o pobre homem seria banhado pela chuva alcoólica. Vomitei sem pensar, mas como era o sexto andar e o vomito demorou a chegar no chão o porteiro consegui se abrigar debaixo da marquise do prédio. Sorte, porque ele não sabia q acima dele se aproximava enxurrada. O andar natural dele para entrar no prédio o salvou a tempo. Claro, quando o vômito bateu no chão ele ouviu e voltou para ver de qual apartamento se tratava. Então eu subitamente segurei a segunda dose, assim dizendo, de vômito. Esperei ele sumir e vomitei mais uma vez, agora com tranqüilidade, pois aquela janela era só minha.[/quote]
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Ecaaaaaaaa…Muito vômito acumulado!
Valew!