5 Comentários

  1. Alarico Caiser Soze

    Pela frase destacada, acho que ele quis assim, exatamente desse modo, então só se pode lamentar mesmo. Mas que é um puta saco uma obra virar “apelo à causa”, isso é mesmo, seja qual for a causa. .

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  2. ElGloriosoRangerRojo™

    Poxa cara, ainda bem que você fez esse post. Já tinha até adicionado o documentário na minha lista pra assistir depois. Vou tirar de lá…

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    1. Philipe3d

      Eu sugiro que vc veja. Apesar que não é o que eu esperava, penso ser um documentário valido sobre um homem que teve um grave problema com o luto do filho e decidiu “morrer junto” de uma maneira simbólica, e que geraria um belo estudo psicanalítico. A dor por trás do que parecem meras escolhas é absolutamente palpável.

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  3. Morrigan

    Sou mulher e muito me incomoda isso de se identificar como uma aos 60 anos de idade.
    Nem sei o que é me sentir mulher, nasci assim.
    Já me aconteceu tanta merda por ser mulher (insira aqui agressão física, sexual e moral) que parece absurda a ideia de que “basta você se sentir que você é”. Não funciona assim.
    Ainda bem que Laerte mesmo não se diz transexual, no máximo gosta de performar o estereótipo feminino, mesmo.

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  4. Raphaela

    Concordo muito com o texto do Felipe Lima que publicou pelo face e gostaria de reforçar algumas afirmativas dele , mesmo achando que vc Philipe, não vai mudar muito de ideia.

    Cara eu amo o conteúdo que você produz aqui no blog, acompanho há muuuuuuuuito tempo —-> Também acompanho o blog há muito tempo, hoje estou com 29 anos mas leio desde os 19 (talvez). Não sei quanto tempo tem que vc escreve, mas sempre quando lembro dou uma passadinha por aqui. Já tive vontade de comprar um Alien que vc fez, mas vc não me respondeu o e-mail falando o preço rs.

    […] talvez seja hora de repensar e estudar algumas questões que provavelmente você nunca dispertou interesse para assim compreender o documentário e principalmente as questões abordadas nele —-> No seu post vc bate muito na tecla de chamar a Laerte no masculino. Você copiou um trecho em que ela se trata como mulher. Pra que teimar? “Só chamarei “o” Laerte de “a” Laerte se ele bater lá na minha casa e me pedir.” (???). Pôxa, é tão penoso pra vc isso? Sério? Pra eles isso é muito, mas muito importante.

    Mas encare esse documentário como um start para você aprender e criar empatia para essas questões que ainda são obscuras em sua mente ——> É importantíssimo para esse público (transgêneros) que exista um documentário de uma cartunista famosa falando apenas sobre sua identidade de gênero. Muitos suicidam pq não aguentam o tranco da falta de aceitação social, outros tantos tomam porrada todo dia por pura transfobia e nessa leva muita gente não sobrevive. É humilhação e rejeição o tempo inteiro. Então, mais empatia com quem ta sofrendo pra caralho com algo que eles não tem controle na rédea: a própria identidade.

    Um abraço!

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