4 Comentários

  1. Luiz A. Ceron

    Boa Phillipe, gosto muito desse tipo de idéia e sempre guardo uns arquivinhos com coisas parecidas… aqui do blog mesmo já tenho alguns exemplos bem bacanas!

    abraço

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  2. Luiz Morais

    Philipe, a ideia é boa, porém (sempre tem um porém), não é possível comprar terrenos minúsculos, pois, a legislação na maior parte das cidades não permite. No Brasil o modelo urbanístico adotado na maior parte das regiões é composto por um terreno base de 250m² sendo possível dividi-lo em 2 de 125m². Existe ainda uma regra para fugir deste loteamento que é de poder dividir o terreno base em 3 desde que cada parte tenha 3,33m de frente. O terreno de 250m² normalmente seria um terreno com 10x25m portanto seria impossível fazer uma divisão com e x 3,33m. Assim somente em alguns casos particulares seria possível um terreno menor do que 125m².
    Claro que em casos de emergência como acontece com catástrofes naturais pode-se empregar os kits em arranjos emergenciais e temporários, mas para a casinha de praia é difícil.
    O kit seria legal por se tratar de uma construção de maior agilidade e menor custo, desconsiderando o custo do terreno que seria o mesmo de uma construção convencional. Existem alguns casos mundo afora que estão usando impressoras 3D para construírem kits residencias para esses fins.

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  3. BEZALEL

    A ideia é muito boa, é verdade mas aqui no Brasil, você já deveria saber que não ia dar certo., porque os “caras” que mandam ver nessa área querem mais é ganhar dinheiro e mesmo em época de desástres e calamidade não abririam mão de ganhar algum. Mesmo em situações catastróficas como você disse. Justamente nessas horas é que os “FDP” iriam se aproveitar para explorar a população sem DÓ NEM PIEDADE . Infelizmente!

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