38 Comentários

  1. Antonio Reinaldo

    Putz!!! Texto Muito bom!
    Deu pra ficar na pele do sujeito, e confesso que na hora de soltar os cabos… quase suei frio também!!

    Parabéns Felipe, mais um ótimo texto!

    Ps. Curto muito o teu blog =]
    Abçs

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  2. Patola

    Que mania nova é essa de usar “há” pra distâncias? “mesmo eu estando entrincheirado há 20 km de distância“, “Aqui no blockhaus, há 20 km do ponto central“, “capaz de aniquilar a vida instantaneamente há vários quilômetros da torre“, “Lá longe, há 20 km de distância“, etc… Tá errado! É preposição (“a”) que se usa nesses casos, não verbo!

    Mas fora isso, conto jóia, mais terrível por sabermos ter sido real. A sensação de terror deve ter sido arrebatadora.

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  3. Pertence

    Que mania chata e velha essa de ficar corrigindo as pessoas ! Com toda certeza o autor do texto sabe a forma correta de se usar o há e o a .
    Tá errado sim, porém vc está se passando por um intelectual, corrigi-lo dessa forma.

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    1. José Geraldo Gouvêa

      Tá errado sim e é obrigação de quem posta um texto literário estar aberto a críticas, especialmente críticas quanto ao BÁSICO. Apontar um erro não é “se passar por intelectual” e mesmo que seja, ser intelectual não é defeito. Defeito é ser ignorante.

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      1. Philipe3d

        Eu estou sempre aberto a criticas e a correções. Eu produzo muito, e por isso mesmo, erro muito também. O patola sabe disso, né cara? Eu agradeço os que apontam os erros e me ajudam a deixar o blog cada vez melhor. Errar não é vergonha. Vergonha é saber que errou e não corrigir.

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  4. UDany

    Phew, fiquei tenso com a história, tinha que comentar, muito boa mesmo!

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  5. Arthur

    Confesso que fiquei tenso também, esperando a bomba explodir a qualquer hora. :*(

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  6. Patola

    @Pertence, não desejo nenhum tipo de conflito aqui não. Mas, especialmente para um escritor, escrever em português correto faz diferença – menos distrações no texto, fluxo mais macio. Não sei qual é o problema. De vez em quando cometo meus erros também, sou corrigido por eles (às vezes em público), aprendo com isso e toco em frente, sem imputar qualquer tipo de característica à pessoa que me corrigiu. Talvez você até tenha se sentido incomodado enquanto o autor do texto não.

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    1. Pois é. Não tenho vergonha nenhuma de errar. Nossa língua é foda. Até o presidente erra… Vergonha não é errar. É não corrigir. Minha obrigação é fazer direito. Se eu não faço podem meter o malho.

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  7. peraí, em que ano se passa o texto?

    se a bomba tem 81 kilotons, com certeza é uma bomba pós segunda guerra (a fat man tinha 13), mas ele menciona a guerra contra os japoneses e o desembarque na normandia (1944).

    teve esse erro histórico aí.

    E antes que me xinguem por ter corrigido, que nem o cara do português, isso não é pedantismo meu. Só gosto de ver as coisas certas.

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  8. Renan

    Tanto faz se tem erro histórico ou de português. Ficou muito foda!
    Parabêns.

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    1. Valeu. Não sei se tem erros. ainda não li todos os comentários. Pode ser que tenha. Se tiver eu corrijo.

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  9. liliane

    Foda-se os erros, esse Patola se acha o dono da razão, gente assim é melhor ignorar.

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    1. Não Liliane, o patola é um leitor antigo e meu amigo. Ele dá as sugestões de correção quando está certo e eu vou lá e arrumo. O intuito, meu e dele é melhorar o blog. Minha obrigação é corrigior os erros.

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  10. Joao

    Vc escreve muito bem, consegue passar as sensações da situação pelo texto absurdamente bem. PARABÉNS!

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  11. Ale Doga

    Já disse isso uam vez.
    Seu maior trunfo são seus textos 🙂

    Parabéns.

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  12. Cássio Godinho

    Muito bom o texto, me lembrou um conto do Asimov que não lembro o nome mas a situação era parecida. Um cara tinha que desativar uma parada numa nave lá… =p

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  13. Aecio

    acho que tem lgo de errado no texto, esse episódio se passa antes do fim da guerra, mas numa parte do texto voce diz “Nós dois devemos ter instalado cerca de 30 bombas nucleares de potências diversas entre 1945 e 1948” . Isso já seria após a guerra…

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  14. Piero

    Realmente…sem comentários para o texto e para o Philipe(perdoe-me se estiver errado)e o título também rsrsrs.

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  15. thiago wandson

    eu tenhu uma bomba armada com relogio contador regressivo pronta pra esplodir em cima de uma balança, que com a muddança de pesoa da bomba aproximadamente de 50 % ela explode! como eu posso dessarmar??????????

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  16. Matheus 15 anos

    Só uma observação Gump, se ”vocês” já tinham armado mais de 30 bombas entre 1945 e 1948,
    como queriam que essa Guerra acabasse logo?
    O desenbarque na normandia foi durante 2º Guerra Mundial.

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  17. Jair-sabino

    ja li esta historia num dos livros lançados pela revista seleçoes pena que eu nem era nacido ainda naquele tempo pois se me chamassem eu iria com prazer desarmar aquele artefato só para sentir a adrenalina fluindo forte pelas veias ja passei por situaçao semelhante estava trabalhando numa pedreira quando um grande bloco de pedra desceu da rocha com cinco minas de deinamite sem explodir ui la e arranquei as espoletas uma a uma nao me pagaram nenhuma cerveja e na hora eu nao pensei em nada nessa epoca eu tinha dezenove anos .jair .

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  18. Edson Godoy

    Li esse texto no Livro da Juventude mencionado… realmente eletrizante!
    Esta procurando esse texto mesmo. legal gostei muito de reler.

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