Descubra o Sorvete que brilha no escuro

É… Acho que chegamos no futuro mesmo. Agora até os SORVETES brilham no escuro, mermão! Não tem como isso não ser nossa Foto Gump do dia, tem?

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Você sabe que as águas vivas e alguns dos peixes bizarros que vivem nas profundezas abissais podem brilhar no escuro, porque eles produzem proteínas que liberam fótons quando excitadas.

O que talvez você não saiba (pelo menos eu não sabia até agora) é que se tornou possível extrair essas proteínas mágicas de animais e plâncton luminescente. Hoje acredite se puder, dá pra comprar pó orgânico que brilha no escuro (olha a diquinha GUMP aí para quem faz bolo de festa e precisa duma novidade!) para dar um tchã na comida.

Qualquer pessoa pode comprar o potinho de proteína bioluminescente e usá-los para fazer sorvete que brilha quando você lamber. Ok, pode ser seguro, mas certamente não é barato. A brincadeira custa cerca de US$ 225 POR COLHER do pó mágico que brilha no escuro. (precisa de uma luz negra)

Agora a pergunta que não quer calar: ONDE DIABOS COMPRO ESSE PÓ DE ÁGUA-VIVA QUE BRILHA NO ESCURO QUANDO É EXCITADO???

Aqui.  ou  Aqui

Para saber mais sobre o pó comestível e bioluminescente de água viva:

 (GFP) é uma proteína verde fluorescente,  de 27 kDa derivado da Aequorea victoria água-viva, que emite uma luz verde (pico de emissão em um comprimento de onda de 509 nm) quando excitados por luz azul (pico de excitação no comprimento de onda de 395 nm).

Proteína verde fluorescente (GFP) tornou-se uma ferramenta valiosa na investigação em biologia celular, desde a sua fluorescência intrínseca podem ser visualizados em células vivas. Fluorescência da GFP é estável sob condições de fixação e adequado para uma variedade de aplicações. GFP tem sido amplamente utilizada como um repórter para a expressão do gene, permitindo aos investigadores a visualizar e localizar proteínas GFP dentro de células vivas, sem a necessidade de uma alteração química. Outras aplicações incluem a avaliação da GFP de interações proteína-proteína através do sistema híbrido de levedura dois e medição da distância entre as proteínas através de protocolos de transferência de energia de fluorescência (FRET). GFP é utilizado para medir a metástase de células isoladas e bem sucedida proliferação de células estaminais. Dessa forma, a tecnologia GFP tem contribuído para uma maior compreensão da biologia celular e bioquímica.

 

Ao que parece, dá pra fazer um sorvete que brilha no escuro sem o uso de luz negra. Pra isso é preciso primeiro matar um predador e tirar o sangue dele de luciferina e luciferase. A proteína denominada luciferina reage com a enzima luciferase e é isso o que faz a bunda do vaga-lume brilhar no escuro. No entanto, não sei duas coisas: Se luciferase é seguro para alimentos. E onde se consegue luciferase. (talvez aqui)

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Também não dá pra usar o liquido que vem nas pulseirinhas de neon. Ali tem água oxigenada e um reagente chamado luminol. Ambos são tóxicos e tem gosto ruim (adivinha só como que eu sei?)

 

 

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2 comentários em “Descubra o Sorvete que brilha no escuro”

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