|
|
The fourth kind – O filme
O Rodrigo Trovão me deu a dica. Vem aí um filme que parece ser maneiro. (pelo menos pra mim) É mais um filme de aliens, e dessa vez parece uma mistura de o sexto sentido com contatos imediados e intruders. E o que é melhor, (ou não) Segundo o Rafael Ramos, o esquema de dizer que o filme se baseia em fatos reais foi uma tentativa da Universal de promover o filme, plantando evidências falsas e tudo mais. Tem mais informações sobre isso na wikipedia. Confira. (não achei legendado ainda) Legendado (dica do Fausto) Para quem ficou curioso com o título, os contatos com alienígenas são divididos em graus para melhor cassificação e estudo. Assim estes são os graus existentes até o momento: É a observação do óvni a grande distância. É onde a grande maioria dos casos de avistamentos está classificada.
A observação é realizada a curta distância, o que permite captar alguns detalhes do óvni, como janelas, pontos de luz, anexos, etc. Contato Imediato do Segundo Grau (CI-2) Ocorre quando o óvni pousa ou sobrevoa um determinado local, deixando indícios fortes de sua passagem (como vegetação queimada, marcas no solo, fragmentos, etc.), além de provocar perturbações em pessoas e animais
É possível observar tripulantes do óvni (dentro ou fora dele), sem que haja, no entanto, qualquer tipo de comunicação com eles Contato Imediato de Quarto Grau (CI-4) Ocorre quando, além da observação de tripulantes do óvni, há algum tipo de comunicação – palavras, gestos, telepatia – com os seres, como se viu no filme E.T., de Steven Spielberg Contato Imediato de Quinto Grau (CI-5) É o contato mais íntimo entre humanos e extraterrestres. O observador chega a entrar no óvni, voluntariamente ou não. Se for à força, fica caracterizado um seqüestro, chamado na ufologia de abdução. Um caso famosos que seria supostamente de quinto grau é o do agricultor brasileiro Antônio Villas Boas, que foi forçado a fazer sexo no interior de um ufo, e morreu jurando o fato. Post it, do fracasso ao sucesso
O ano era 1968 e um cientista chamado Spencer Silver que trabalhava na 3M pesquisava uma cola para fita adesiva. O experimento com a cola mostrou-se um grande fracasso, uma vez que a cola criada por Silver não aderia bem, e a fita adesiva se soltava facilmente. Spencer Silver sabia que a qualidade de uma fita adesiva está em sua capacidade de aderência. E a experiência com a cola dava resultados bastante frustrantes. Ao microscópio, Spencer percebeu que a sua cola transformava-se automaticamente em pequenas esferas com diâmetro de uma fibra de papel, as quais não se dissolviam, não derretiam e eram extremamente adesivas, mas não se fixavam com muita força quando aplicadas nos suportes das fitas.
Após refletir sobre a estranha propriedade, Spencer começou a sentir que “atirou no que viu e matou o que não viu”. Mas apesar de saber que tinha feito uma descoberta importante, o cientista ainda se questionava quanto a utilidade do tal adesivo. À primeira vista, uma cola que de fato não cola, só pode ser chamada de produto fracassado. Para sorte de Spencer Silver, ele conversou com Geof Nicholson, diretor de desenvolvimento de novos produtos da 3M, a quem apresentou a sua descoberta. Geof também teve a mesma sensação de Silver. Ali estava um produto em potencial. Spencer Silver havia feito algumas palestras onde falava de seu trabalho com as pesquisas e mencionava a tal cola que não colava bem. Art Fry, um investigador de desenvolvimento de novos produtos que tinha assistido a um dos seminários de Silver, também ficou intrigado com o tal adesivo. Acontece que Art Fry, cantava no grupo coral da igreja e usava pedaços de papel para marcar as páginas do seu livro de cânticos, mas cada vez que o abria, estes caíam frequentemente. Foi Art Fry que sacou que seria possível usar a cola que não cola bem de Spencer Silver nas folhas e assim conseguir marcadores eficientes. Art estava trabalhando em um bloco de recados e teve a idéia de usar uma pequena quantidade da cola de Spencer Silver nele, unindo duas idéias pra criar uma terceira. Foi assim que nasceu o Post it. Mas nem tudo são flores, pois dentro da empresa 3M, muitos se mostraram céticos durante as tentativas de lançamento do produto. Quando Fry começou a falar em Post-It, ninguém entendia, pois as pessoas nunca tinham ouvido falar em recados autocolantes e mostravam-se reticentes no que dizia respeito à utilidade do produto. Foi então que Fry distribuiu amostras pelas pessoas para que pudessem experimentar e aprender como funcionava. Finalmente, em 1981, o produto foi lançado e um ano depois era considerado o melhor novo produto da 3M. Foi assim que o Post-it, pequenas folhas de papel auto-adesivo de várias dimensões, formas e cores, se transformou numa solução simples, ágil e eficiente em todo o mundo, fruto da união de uma experiência inicialmente “fracassada” de um cientista com a necessidade pessoal de um inventor. Este caso do post it nos mostra uma curiosidade interessante. Muitas vezes, a fronteira entre um erro e um acerto é tênue, cabendo às condições ambientais definir o quê é o quê. Não é raro que soluções venham a surgir antes que o problema se configure. Existem muitos inventores com boas soluções em busca de problemas, na contra-mão do que acontece naturalmente. A capacidade de inovação de uma pessoa está em perceber o potencial de certas coisas e idéias e encontrar onde elas podem ser aproveitadas. Mas eu estou falando do Post it porque hoje eu tive uma surpresa feliz. Bateu na minha porta um homem da DHL com uma caixa enorme. Na embalagem estava escrito o meu nome e o nome aqui do Blog. Ao abrir, eu descobri envolta em um mundo de plástico-bolha, praticamente toda a linha de produtos da post it! Olha só que legal:
O mais interessante de tudo era um poster, com o nome do meu blog escrito para ser “desenhado” com post it.
Eu achei a idéia o máximo. Mas quem gostou realmente é a primeira dama, pois como professora, ela é completamente ALUCINADA com esses produtos da post it. Ela ficou igual a pinto no lixo, olhando cada um dos produtos e querendo todos para ela. Falando em usar o post it para criar desenhos, aqui estão alguns belos desenhos usando este produto sensacional:
Para fechar o post, eu gostaria de dizer a vocês que a Post It da 3M está lançando uma promoção super interessante que promete dar vários prêmios bons, como notebook, Iphone, ipod, etc. Dá um confere. Vai que você ganha, né? Aproveito o fim do post para a gradecer ao pessoal da agência que bolou esta idéia sensacional, e mais ainda ao gênio que teve a idéia de me incluir na lista de blogueiros agraciados com o kit. Onde hospedar um site? Eu sei!
Com esse lance de blog, muita gente volta e meia me pergunta onde que eu sugeriria que a pessoa hospedasse um site, blog ou algo assim. Responder essa pergunta não é fácil e eu me sinto sempre meio constrangido de responder, pois isso leva tanto tempo que é como falar com um doutorando sobre o tema da tese dele. O universo da internet, sobretudo o dos blogs, como este, é marcado por migrações periódicas entre servidores. À medida em que um site cresce, você começa a descobrir que no gigantesco amontoado de empresas de hospedagem de sites potenciais, são realmente poucas as que prestam. Acho que a maioria quase absoluta dos caras que resolvem criar um blog ou site pessoal estão mais preocupados com a questão da grana do que com outras questões, como aquele monte de siglas que algumas empresas oferecem e outras não. Este é um dos maiores e mais dolorosos erros que um novato pode cometer. Achar uma empresa de serviço de hospedagem de sites é fácil. Basta escrever isso no google e imediatamente aparecem milhares delas. Mas a questão que não quer calar é: Você realmente tem como diferenciar o joio do trigo? Páginas bonitinhas, cheias de firulas não significam que o servidor será seguro, estável e com uma taxa aceitável de uptime (no ar). Eu já penei muito com isso e os leitores antigos sabem bem a minha via crucis em busca de um servidor que fosse estável, seguro e aguentasse o meio milhão de leitores mensais entrando e saindo do Mundo Gump. Uma coisa que eu aprendi foi que hospedar o blog no exterior algumas vezes compensa, outras não. Eu explico: Quando hospedei pela primeira vez o Mundo Gump no exterior eu entrei num daqueles planos ultra-baratos que te oferecem mundos e fundos lá do DreamHost. Não vou negar. Funcionou por um bom tempo e eu até hoje gosto bastante da Dreamhost, porque foi lá que o Mundo Gump começou a crescer. O problema é justamente este. O blog começou a crescer, e à medida em que crescia, eu vi minguar a velocidade de acesso. O blog começou a sair do ar constantemente. Depois eu descobri que como a hospedagem era compartilhada, os caras haviam colocado o meu blog junto com um outro blog com uma taxa de acesso monstruosa. Como resultado, o cara ocupava todo o processamento do servidor (isso é algo para se preocupar) deixando uma miséria pra mim. Os leitores reclamavam dos quatro minutos (sério) que a pagina levava para abrir. Tirando este problema, hospedar nessas empresas internacionais, que oferecem hospedagem ilimitada por um custo baixo é um bom negócio – desde que o site tenha pouca visitação, algo meio difícil de prever para blogs. Você também precisa saber inglês, pois certamente ninguém jamais tratará com você no nosso vernáculo. Além disso exige-se um cartão de crédito internacional. Outra coisa em que eu apanhei bastante foi em entender como funcionava o painel de administração. Nem todo servidor te oferece um Cpanel, e a DreamHost é famosa por seu painel de administração meio complicado de usar. Depois de um tempo penando lá, um amigão meu, o Carlos Carvalho do blog IFTK, que tem um servidor em casa me ofereceu para morar lá por um tempo. O Mundo Gump ficou hospedado no server do IFTK por um tempo, até que eu senti que estava ficando grande demais, comendo muito processamento do cara, abusando da boa vontade e paciência dele e já tava na hora de picar a mula. Eu comecei a pesquisar um bom servidor para o blog e achei a resposta no Vilago, do famoso blogueiro Cris Dias. O Mundo Gump migrou de novo, dessa vez para o Vilago onde permaneceu rodando rápido e aguentando o tranco por vários meses. Por estar hospedado no Brasil, de onde vem mais de 70% dos acessos, o blog passou a responder incrivelmente rápido. O que foi muito bom para aumentar a taxa de acessos, uma vez que a maioria dos leitores da net não tem saco de esperar um site carregar toda vida. O Vilago foi então vendido para o HostGator e finalmente chegamos onde eu queria. Eu me impressionei com a migração, pois não imaginava que o blog pudesse carregar tão mais rápido. O HostGator é uma das 10 maiores companhias de hospedagem dos Estados Unidos e ele veio para o Brasil com uma estratégia de “chegar chegando”. Só no suporte os caras tem mais de 210 malucos pra te atender, meu. Todo o contato que eu tive com o suporte foi excelente. Os caras são rápidos, eficientes e efetivos em te ajudar. É por isso que eu resolvi escrever um post ao invés de apenas responder que “Host Gator é bom”. Para hospedar seu blog no hostgator clique aqui Os caras tem vários planos, cada um pensado para um perfil de usuário. Servidores rodando linux ou windows. Eu não vou dizer que o HostGator é o melhor empresa de hospedagem do Brasil, até porque eu não conheço todos. Mas conheço muitos – alguns bem famosos – que não chegam nem aos pés do que o Hostgator oferece. Eu posso dizer que como cliente, eu estou bem feliz. Como dono de um site que consome muito, que não se encaixa em quase empresa alguma, eu estou muito feliz mesmo. O que eu sugiro é que você que quer uma empresa para hospedar um site escolha sabendo que sites podem explodir em visitas de uma hora para outra. Então esteja sempre preparado. Escolher pela facilidade de uso também é uma boa, já que se der algum galho sério, e isso pode acontecer com qualquer um, basta um plugin dar problema, um código mal projetado ou coisa do tipo, para você precisar falar com o suporte, você terá como se comunicar mais facilmente e entenderá melhor o que deve fazer para solucionar o problema. Fique ligado também pois tem muita picaretagem por aí. Contratos mal redigidos que dão poderes além do necessário aos caras do servidor. Ofertas pega-trouxa onde você tem contas ilimitadas, quase tudo ilimitado mas na hora H descobre que os caras sobretaxam numa nota preta cada bit acima da banda contratada. Banda não é banda de rock não, meu. Banda é quantidade de megabytes que sai do servidor dos caras por mês para atender aos usuários. Assim, um leigo pode se impressionar ao ver que um site oferece incríveis 1GIGA de banda… Mas quem entende do assunto sabe que um gigabyte pode se esvair em pouco tempo, basta seu site sair num Digg da vida ou ser citado por um blog grande, ou ainda ter uma imagem pesada chupada por outro site. Outra coisa que você deve ficar ligado pra não se ferrar é que muitas empresas oferecem mundos e fundos, mas não falam abertamente das inúmeras taxas escondidas. A malandragem é pra te fazer gastar. Você quer colocar PHP? Seu plano tem, mas tem que pagar a taxa de liberação do php. Quer mais um email? Tudo bem, pague a taxa de configuração do email. Quer Asp, SSL? Mysql? Pague! Pague! Pague! Quer configurar o servidor? Pague! Isso é uma das coisas que se vê por aí. A outra e talvez mais comum armadilha é o cara dizer que o site está sempre no ar e não está. Eu tive uma página que era hospedada na casa de um conhecido do meu primo e dizia ser uma empresa de hospedagem eficiente. Pois bem. Caí igual um trouxa. Eu paguei uma grana e o site ficava no ar dia sim, dia não. O cúmulo foi quando o cara viajou por 15 dias e deixou o servidor desligado! Imagina só. E ainda ficou puto quando eu liguei para reclamar. Então, meu amigo. Abra teu olho. Cuidado com as pechinchas que aparecem nos emails: “site pré configurado, tudo fácil, barato e seguro. Loja on line embutida, tudo quase de graça”.Isso é o que eu chamo de “aumente seu pênis” na área de hospedagem de sites. As chances de se dar mal são amplas. Se estiver na duvida, experimente o Host Gator. Os caras tem um plano lá que custa R$ 16,90 por mês e te dá tudo que você tem direito, sem taxas extras, sem letras miúdas, sem frescuragem. O Hostgator está oferecendo uma promoção onde você entra e coloca seu site no ar e fica em degustação por 45 dias. Se nesse período você achar coisa melhor, mais estável, mais rápido ou tiver qualquer problema e quiser sair, eles devolvem toda sua grana numa boa. Tá aí minha dica. Eu penei muito até achar a HostGator e estou gostando. Se quiser tentar, vai fundo. Se quiser correr o risco com os zezinhos da esquina, boa sorte pra você. Não seja burro de achar que eu estou te dando esta dica de graça. O Hostgator tem um programa de afiliados onde eles pagam comissão por cliente. Então, falando francamente e sem hipocrisia, eu ganho dinheiro para cada pessoa que se cadastra após ler isso aqui. Óbvio que se eu faço isso é porque confio na empresa. O Mundo Gump está hospedado lá e eu estou gostando. Sugiro que você vá lá e tente. O máximo que pode acontecer é você não gostar e pedir sua grana de volta. Só que eu duvido que você não goste. Tá feita a dica de onde hospedar um site. Agora sempre que me perguntarem isso eu mando pra este post.
Dica: Bom macete para recorrer de multa
Sabemos que a idéia por trás dos pardais (radares de velocidade) nas cidades deveria ser educar o motorista, mas a verdade dos fatos é que a indústria das multas tornou-se um belo e perverso negócio, que movimenta milhões de reais. Pardais escondidos, pardais sem sinalização, horários de desligamento que mudam sem aviso à população, enfim, são mil e uma artimanhas que os governos conseguem inventar para morder mais um pedaço do seu dindim. Pouca gente sabe, mas os radares precisam ser aferidos anualmente pelo IPEM. Assim, se você foi multado num radar, antes de pagar a multa, entre neste site e verifique se o tal radar foi aferido. É bem possível que não tenha sido. – O radar que te multou deve ter sido aferido até a data da INFRAÇÃO, não do recurso, ok? Então você imprime o resultado da aferição, anexa num recurso de multa e dirija-se à JARI do seu município munido dos documentos necessários: Habilitação do condutor e doc. do veículo para protocolar seu recurso. Obs: Esta dica funciona no Rio de Janeiro. Em outros estados certamente o órgão de aferição deve ser outro. Mas eu acho que a regra é a mesma.
Como não pagar multa de trânsito Gente, essa eu não tenho certeza se funciona, mas pra não perder dinheiro vale tudo. Saca só:
Meu depoimento sobre Porto Cai na Rede
Como vocês sabem, eu vou me esbaldar lá em Porto de Galinhas graças a promoção Porto Cai na Rede. Estou tão animado com isso que resolvi gravar um pequeno depoimento sobre minha participação no evento. ou/e Faça um (ou mais) post sobre seu desejo de querer ir a porto de galinhas. Confira as dicas de como fazer o post aqui.
Energia limpa: Quantos painéis solares são necessários para alimetar o mundo?
Muito interessante a descoberta deste site, que fez contas para estimar quanto de espaço seria necessário para instalar fazendas solares, cobertas com painéis para gerar energia suficiente para alimentar todo o mundo, de modo que pudéssemos eliminar todas as usinas atômicas, de carvão, termoelétricas, petróleo, gás natural e até hidroelétricas. Eu imaginei a princípio algo como a área de um país inteiro. Algo impossível. Mas veja só o que seria necessário para alimentar o planeta energeticamente de forma praticamente gratuita, a partir do sol. Se o ser humano parasse de desperdiçar tempo em guerras santas idiotas, e disputas boçais por poder, nós poderíamos realizar este tipo de sonho utópico que seria bom pra todos.
Nova tecnologia 3d promete revolução nos efeitos especiais
O Mario me deu a dica de um video que possui uma tecnologia revolucionária. A parada seria tão impressionante que o próprio James Cameron cogita refilmar Titanic para usar isso. Bizarro!
A criatividade, a educação e o futuro
Não vou perder tempo escrevendo. Assista e pense. |
Pesquisa Google
Pesquisa personalizada
O melhor do Mundo GumpFragmentos da vidaA brincadeira do copo e minha primeira experiência sobrenatural A festaAs vezes em que eu quase fiquei cego Águia de Aço - Minha aventura no cinema O dia em que eu marretei o tanque A história do apontador -fragmentos da escola Minha aventura no assalto - Combo LOST- Minha lua de melMinha inesquecível viagem a Manaus Como que eu quase levei um tiro Guardas, Propinas e um pouco de malandragem Com ou sem - Minha noite no pior hotel do mundo A mulher pelada sob a cama da minha avó O dia em que os marines apontaram seus fuzis pra mim Os aventureiros da torre proibida Como descobri que eu tinha uma solitária O dia em que eu roubei um cadáver Uma história inacreditável até pra mim Como lidar com um impertinente de lotação Improve the web with Nofollow Reciprocity.
|
Posts |
Comentarios |
Extras |