34 Comentários


  1. velho, está é uma ótima solução, como você citou, para casos de catástrofe, realocando famílias em situação emergencial, ou até alguns solteiros hehehe

    *é eu procurando apartamento em São Paulo, pra morar sozinha, está difícil, uma casinha de isopor ia vir bem a calhar :B *

    Responder

    1. Pois é. Acho que o governo podia investir em coisas tipo o premio jovem cientista, também na área da arquitetura, para que os estudantes tivessem projetos humanitários como este aí. Acredito que existam milhares de possibilidades para resolver situações emergenciais, usando inclusive materiais naturais e ecológicos.

      Responder
  2. Priscila

    essas casinhas de isopor são mais bonitas e parecem mais confortáveis que meu apartamento, e eu ainda tenho que pagar aluguel por ele…

    Responder
  3. Fernando Martini

    Nossa velho, mas será que isso aí resiste? Não quebraria com uma trombada?

    Responder

    1. Eu acho que este isopor é aquele de alta densidade, que mais parece uma madeira. E o material é composto de uma substância antichama. Ou seja, não propaga o fogo.

      Responder
  4. Giovanna

    Também lembrei dos Hobbits rs.
    Brincadeiras a parte, como estão as coisas por aí Philipe?
    Lembro que você falou em algum post que mora em Niterói.
    Moro em Curitiba, mas minha família por parte de mãe mora aí…liguei pra minha vó, e pedi que ela não saísse de casa…pois a previsão agora é de chuva de roubos…
    Meu tio teve a casa invadida pela água em Maricá, por sorte não estavam em casa…muito triste.
    Gostaria de sugerir um assunto, não precisa ser de um post, mas apenas para pensar:
    Depois do terremoto do Haiti, teve até regravação do sucesso “We are the world”, milhões foram arrecadados e o povo ainda está passando fome…apareceu no programa profissão repórter…os caminhões com ajuda humanitária tem dificuldade de entrar no país.
    Agora vamos ao Rio, R$ 200 mi já foram liberados, posteriormente virão as ajudas….mas as pessoas continuarão sem casa, sem ter aonde morar!!! Os políticos continuarão enchendo a barriga, ops meia de dinheiro.
    Meu Deus, é tão triste pensar que tudo o que estão doando, seja em alimentos ou dinheiro, nem um terço chegará ao seu destino?
    Lembram das pessoas em Santa Catarina que desviavam caminhões de donativos e vendiam as roupas na garagem de casa?
    Pois é, depois disso tudo descobrimos que o orçamento destinado a esses desastres foi para a Bahia. A Bahia precisa de ajuda, mas aonde chove e caem barrancos é no Rio. Não votei no Lula, mas admirava ele…até a frase de hoje, algo assim: “É mentira que a maior parte do dinheiro foi para a Bahia”
    Hoje entendo porque os suíssos vivem bem…nosso dinheiro está lá…
    Não queria pensar assim, mas parece utopia o governo disponibilizar um terreno e infra estrutura para montar casas assim de isopor, ou tantas outras casas vencedoras de prêmios como os que você citou, que tem baixo custo e montagem rápida…
    É Philipe, admiro você, postar uma idéia tão bacana…Quem sabe o governador não passa por aqui e se inspira? Seria bom não é?
    Abraços!!

    Responder

    1. A política brasileira só me envergonha.
      Aqui em Niterói as coisas estão mais para Haiti. Ontem a Nivea voltou mais cedo da marinha para poder conseguir chegar em casa. Durante as quase quatro horas que levou do centro até minha casa, na região oceânica, ela viu muita correria nas ruas, pessoas armadas e ouviu tiros. Até os shoppings fecharam as portas e alguns comércios foram saqueados. Em diversas partes da cidade ocorreram arrastões, com roubos a veículos parados nos mega-engarrafamentos. O comandante da Pm foi no radio dizer que é tudo boato, que não havia arrastão. É a tática avestruz. A única saída que resta para a uma policia corrupta, despreparada e ineficiente para lidar com um caos enorme. Negar o problema é mais fácil que resolvê-lo.
      Aqui ao lado da minha casa, minha vizinha de porta perdeu tudo. A casa dela é abaixo do nivel da rua e a água chegou a 2m na casa dela. A Nivea foi lá ver e disse (tirou fotos tb) que tinha UM COQUEIRO dentro da sala da dona.
      Tivemos que socorrer a infeliz, que por sorte não estava em casa quando a enxurrada entrou na casa dela.
      Nesse último desabamento de anteontem onde morreu um galerão ali no Viçoso Jardim, a casa da minha empregada foi uma das que desabou. Por sote ela havia sido removida pela Defesa civil e está viva.
      Mas é isso. Aqui em casa tá tudo bem, porque a casa é alta. Acho que foi a única da rua que não entrou água. Triste de ver a enorme merda que se abateu na minha cidade. Virou o Haiti. :/

      Responder
  5. Beth

    Excelente para uma alternativa temporária, para uma emergência, mesmo sendo um isopor de alta densidade, pois todos sabemos que, o que não trás lucro para investidores, não pega, né Philipe? E as licitações para um empreendimento desses, visando tão somente auxílio comunitário e solidário? Será que existe um “governo”, ou empresário patrocinador, que poderia se interessar? Duvido!!! Bom, mas aqui venho também para dizer que lamentamos, e muitíssimo, por todas as ocorrências tristes dos últimos dias nessa cidade tão maravilhosa. Queremos, desejamos, que recaia sobre essa parte tão importante do nosso Brasil, uma infinidade de bênçãos do Universo e que tudo se resolva o mais rápido possível, para o bem dos menos privilegiados e para o bem de todos. Força Rio de Janeiro!!!!! Força a todos vocês!!! E contem conosco, brasileiros!!! Um abraço imenso, do coração, a todos vocês!!!!

    Responder

    1. Pois é. Mas sabe que eu acho que isso aí é altamente lucrativo? O isopor é uma formulação de poliestireno expandido. Há um custo muito alto de maquinário e equipamentos (fôrmas) para o início da produção. Mas se isso fosse subsidiado pelo BNDES, seria factível sim.Se o brasil tem dinheiro para perdoar dívida de outros países como Cuba e Líbia, tem que ter para coisas assim que resultem em benefício público.
      O isopor tem um custo muito baixo, e cidades em situação de emergência são dispensadas de licitação. Falando em grana, não vejo como isso não dar dinheiro, hehehe.

      Responder
  6. Beth

    Philipe, aquela primeira foto, onde é? É algum projeto ou já é o projeto colocado em prática? Ou é essa tal computação gráfica?? Achei bárbaro!!!

    Responder

    1. É de verdade mesmo. Este lugar aí é tipo um resort no japão. Se chama Farm Land resort village e fica em Kyushu.

      Responder
  7. Roberta

    Realmente, lembra o Condado, mas a 1º coisa que me veio na cabeça foram aquelas aldeias de Dragon Ball, onde as casinhas são assim.

    Responder

    1. Lembra também as casas de Mos Eisley, terra onde cresceu Luke Skywalker. O condomínio fica igual a uma colônia lunar.

      Responder
  8. O Porco

    Nossa, que lixo….
    Só um retardado pra achar que o governo deve investir nessa porcaria…

    Responder
    1. Marcelo

      Pode me responder por que? Se você tem casa,pense em quem não tem ou perdeu a sua moradia… :/

      Responder
      1. O Porco

        tá, … dentro de uma casa de isopor..
        Isso além de caro, no país em que vivemos ia acabar virando solução definitiva, como aquelas escolas de lata (feitas de conteiners) que existem até hoje.
        E fora que isso não é nada Gump!!
        Cade os ET’s???
        E a criptozoologia???

        Quero coisas guuuuuuuuuummmmps!!!

        Responder

        1. No japão, as casas de isopor são mesmo definitivas. Elas recebem um revestimento interno e externo de massa, o que aumenta sua resistência e durabilidade. Eu propus como alternativa emergencial, mas nada impediria que casas de isopor sejam adotadas como soluções definitivas para a alta demanda. Sobre ser caro ou não, eu não sei dizer. Por exemplo, uma única casa é realmente caro. Mas e milhares? O sistema fordista de fabricação em série mostra que quanto maior o volume, menor o custo. Como o Brasil tem uma demanda astronômica por moradias populares, é factível que o preço seja absurdamente reduzido em função da demanda.

          Sobre a questão ambiental, é um engano dizer que o isopor é um poluente. Ele é inerte, não contamina o solo nem a água e nem o ar. O problema dele é apenas um: Ocupa espaço.
          O Isopor é um tipo de plástico, obtido do petróleo. Tecnicamente é conhecido como EPS que é a sigla internacional do Poliestireno Expandido. Foi criado na Alemanha, em 1949. É um plástico celular rígido expandido por gás. Neste processo de expansão, células de 3 mm são aumentadas 50 vezes e o produto final possui 98% de ar e 2% poliestireno. O gás utilizado não contém CFC, que causa danos à camada de ozônio.
          A princípio o isopor não agride e não contamina o meio ambiente, por ser em tese totalmente reciclável, mesmo não se decompondo na natureza e não sendo atacado por bactérias ou fungos. É possível a sua reutilização como matéria prima para fabricação de outros produtos, inclusive transformando-se novamente em isopor. Há muitas aplicações para o isopor, mas uma das mais significativas e importantes é o seu aspecto de isolante térmico. Em Curitiba funciona uma usina que utiliza o isopor na construção civil. O produto substitui a pedra britada na fabricação de concreto leve (mistura de cimento, areia, cola e isopor). O EPS também será utilizado no processo de compostagem no solo em outro projeto desenvolvido em Curitiba.
          Logo, como podemos ver, o isopor já é usado na construção civil.
          O problema do isopor, na verdade, não é que ele seja poluente. É que ele não se decompõe. Como o Brasil carece de uma coleta seletiva para este material (por razões meramente econômicas, já que o produto é 90% ar, mas ocupa um volume enorme) ele se acumula nos lixões, reduzindo espaço que deveria ser ocupado por lixo e detritos, contribuindo para a redução do volume útil dos aterros sanitários.
          Assim, pegamos um produto cuja principal característica é sua durabilidade e colocamos onde as pessoas precisam da durabilidade. Nas casas.
          Outra coisa, se compararmos o processo de construção de uma casa de isopor com uma casa de alvenaria padrão, veremos que a casa de alvenaria consome um volume de recursos naturais enorme, como a água e a madeira. O que não ocorre na fabricação de casas de isopor. Como as casas feitas de isopor não se decompõe naturalmente, isso significa que elas existirão por muitos e muitos anos, até que sejam recicladas, talvez pelos próprios fabricantes, e usadas como materia prima para novas casas.

          Responder
          1. O Porco

            Mas vc ainda não me respondeu sobre os ET’s… os de verdade é claro….

      2. O Porco

        Esqueci de dizer que o isopor ainda polui ( e muito ) tanto na sua fabricação quanto no descarte…

        Responder

  9. Hey, Philipe!
    Vc ou a 1ª dama não conhecem ninguém do governo a kem vcs pudessem encaminhar esse post aí não?

    De repente algum político tomava vergonha na cara e fazia alguma coisa…

    falow!
    bração!
    té +!

    Responder
  10. Mr. Óbvio

    Eu viveria em uma casa destas. Adeus aluguel! Achei a ideia interessantíssima.

    Responder
  11. gilmar costa de melo

    as casas de isopor sao viaveis sim e tem vantagens sobre as outras construçoes por exemplo voce nunca tera infiltraçoes ou tinta estourando  mas as casas de isopor aqui do brasil sao melhores pois tem malha de ferro dos dois lados da parede e formato identico ao das casas convencionais por isso tem resistencia igual ou melhor porem nao aquecem e nem esfriam  imternamente  façam uma pesquisa e ficarao imprecionados

    Responder
  12. Sergio Fernandes

    essa Farm land resort ficou bem bonita visualmente , parece a cidadezinha dos smurfs ( pra quem quiser achar no google earth : 32°53’46.33″N – 131°00’17.98’L) o isopor alem de ser um bom isolante térmico poderia contribuir tambem numa construção de ar condicionados mais baratos usando aqueles esqueminhas de fazer ar condicionado com caixas de isopor muito mostrados no youtube , ainda daria pra acoplar alimentos nas proprias paredes economizando bastante dindin,mas isso é coisa pra engenheiros. 😀

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.