Plástico derretido no olho
Eu estava tomando banho. Eu gostava de tomar banhos longos, quentes e musicais. Para tal eu levava meu rádio para o banheiro e colocava ele em cima do cesto de roupa suja. Metia o rock no útimo volume e brincava de guitarrinha imaginária em baixo d água. Era comum eu só terminar o banho quando sentia um forte cheiro de queimado vindo do chuveiro. A temperatura no fio ficava muito quente e ele começava a derreter, soltando um fedor horrível, que me obrigava a terminar o banho. Num daqueles dias, eu estava tomando um banho super quente enquanto ouvia Eagles tocando Hotel California.
Foi quando uma explosão aconteceu. Foi um estouro alto no chuveiro, e eu instintivamente olhei pra cima.
Foi olhar e sentir uma coisa quente, como se fosse uma agulha em brasa entrar no meu olho. Eu dei um pulo. Aquela merda queimando, queimando…
Me desesperei. Para piorar, estava tudo escuro.
Estava escuro porque eu sempre gostei de tomar banho em completa escuridão. Mas mesmo que tivesse luz, não iria fazer diferença nenhuma, já que eu estava com o olho fechado, apertando com a mão. Gritando um monte de palavrões.
Eu corri molhado pelo banheiro. Quase caí. Peguei a toalha tateando. È uma merda sentir dor. A gente não faz nada direito. Peguei a toalha e me enrolei como pude.
Tateei pela parede até achar a porta e consegui sair do mundo escuro, fumacento e com cheiro de queimado. A primeira pessoa que me viu gritando todo molhado e com a toalha a me cobrir mal e porcamente as partes baixas foi a Edna.
A Edna era aquela empregada meio maluquinha que tinha disritimia e dormia na cama da minha mãe sempre que a gente saía de casa. A Edna ficou desesperada e não sabia o que fazer. Era hora do almoço e ela estava fazendo a comida. Quando me ouviu gritar largou tudo no fogo e foi ver.
E aí ao invés de ajudar, ela só correu de um lado para o outro perguntando o que havia acontecido com meu olho. E eu só gritava em desespero. Ficava aquela merda queimando e eu tinha certeza que estava cego.
Por sorte a minha mãe chegou em casa bem naquela hora. Ela se assustou com a cena de me ver pelado, molhado, com shampoo na cabeça segurando o olho e gritando enrolado numa toalha que ameaçava cair e a Edna feito uma barata tonta em volta.
Minha mãe, acostumada a me ver em situações escabrosas, não pensou duas vezes. Me levou para o quarto, vestiu uma roupa em mim, ( a primeira que ela viu) e me carregou para o oftalmologista que ficava relativamente perto do meu prédio. O olho ainda queimava, mas já estava doendo menos.
Chegamos lá. Minha mãe disse que era emergência, mas nem precisava, afinal ali estava um sujeito vestindo a roupa mais descombinada da face da terra com a mãe segurando tão forte no braço que poderia deslocá-lo com um puxão, e ainda por cima com o cabelo molhado despenteado segurando uma gaze no olho e com a orelha cheia de espuma de sampoo.
A emergência era um tanto quanto óbvia, embora eu reconheça que o quadro estava mais para emergência psiquiátrica.
A doutora já estava -coitada – na porta para ir almoçar. Ela ficou puta. Voltou lá pra dentro comigo.
Mandou que eu sentasse na cadeira com aquela sutileza e delicadeza de um torturador do DOPS, pegou umas coisas que eu não vi o que era e começou a examinar meu olho. A minha mãe do lado, segurando a minha mão, certa de que eu iria desmaiar. ( acontece que desde o dia em que eu resolvi personificar o “Homem Pássaro” e cortei a testa, indo parar na emergência e fui violentamente contido por seis médicos, nunca mais consegui me sentir bem em hospitais.)
Ela mandou que eu abrisse o olho. Mas o problema é que em função do estresse da situação e o fator “K” (K-GAÇO) eu não abria aquele olho nem a pau! A médica, que já estava meio frustrada de não poder ir almoçar, começou a ficar mais… digamos, estressada? Não, não. Ela ficou foi puta pra caralho mesmo.
Eu só lembro ela virar pra mim:
– Ah, não vai abrir o olho não é?
E então eu realizei que estava prestes a adentrar pujantemente no fator “F”.
Ela abriu meu olho com uma coisa igual a um alicate. Algo parecido com um fórceps de metal e sem anestesia, sem avisar, sem pedir e nem ao menos cantar uma musiquinha, ela pegou uma puta duma pinça enorme e enfiou no meu olho!
Putaquipariu! Senti a dor toda novamente.
Ela começou a futicar no meu olho. A cena era bem horrível. Posso calcular pelo grau de aperto que a minha mãe dá na minha mão. Ao longo de mil e uma merdas, eu aprendi a calcular o grau do nivel “F” que estou passando pelo tanto que a minha mãe aperta a minha mão.
Num determinado momento em diante eu não estava mais no consultório escuro da olftalmologista do Dops. Eu estava num lugar bonito, como aquele morrinho verdejante do papel de parede do Windows Xp. Os pássaros cantavam e as nuvens passavam no céu. E eu estava feliz.
Eu acho que a merda era tamanha que eu saí do corpo. Não sei se estar em coma é ir para este lugar ou não. Não sei se imaginei este lugar para compensar a situação ESCROTA que estava passando ali. Mas o fato é que o mecanismo de fuga funciona como o último fusível cerebral para momentos de aperto.
Convenhamos que era parecido com ir ao dentista. Só que ela estava obturando o meu olho!
Quando dei por mim, ela estava fazendo um curativo no olho e me receitou uns colírios cicatrizantes. Aquela merda doeu por uma semana e por quase um mês foi como ter um cisco permanente na vista.
Depois que o olho começou a melhorar é que nós conseguimos efetuar uma perícia no chuveiro. O calor dos banhos ultra-quentes provocou o derretimento dos fios. O derretimento foi lentamente subindo pelos fios até chegar num ponto em que os fios se encostavam. O plástico dos fios derreteu e eles se encontraram bem naquele lugar onde tem uma pecinha que parece um pedaço de lego. Esta coisa preta derreteu como chocolate. E na hora que estourou, um pequeno pedaço incandescente desse cremoso plástico, atingiu meu olho.
Nós tínhamos uma casa em Cabo Frio. E quando você tem casa de praia, acaba sacrificando todo e qualquer final de semana de sol, onde você poderia viajar para mil lugares para ir para o mesmo lugar de sempre fazer as mesmas chatas tarefas de sempre, cortar a grama, arrumar o portão, limpar a churrasqueira, etc.
Eu gostava de ir para Cabo Frio porque lá eu podia mergulhar.
Num desses dias, eu estava mergulhando e vi no fundo um filhote de tubarão enrolado num bolo de linha. Eu desci até lá e peguei o coitadinho. Mas ele já estava morto. Então eu pacientemente desenrolei ele daquele bolo de linha e voltei com ele para a praia.
Eu segurava aquele filhote de tubarão como um belo troféu que mostrava como eu era um mergulhador valente.
Resolvi que ia levar o tubarão para casa e empalhá-lo. Eu sempre quis ter um grande tubarão branco empalhado para mostrar para meus netos e contar aquela fantástica história sobre como eu consegui matar o monstro com apenas uma faca.
Mas o fato é que aquele era um filhotinho minúsculo, do tamanho do meu antebraço.
Levei ele pra casa num plástico com gelo.
Voltamos de Cabo Frio para Niterói e eu fui na farmácia comprar os materiais necessários.
Eu sabia que para empalhar um animal (taxidermia) eu precisaria de algodão, formol e seringa.
E assim eu fiz.
Comprei formol e seringa na farmácia.
Neste momento minha mãe falava com a minha avó no telefone da sala equanto eu empalhava o bicho na varanda. Eu pegava a seringa e aplicava o formol ao longo do corpo do tubarãozinho. Tudo ia bem até que eu resolvi aplicar formol na ponta do nariz dele.
E a agulha empacou. O formol não saía de jeito nenhum. ( óbviamente, o retardado mental tentava aplicar formol no meio de uma cartilagem)
E eu comecei a ficar puto. Aí eu decidi que seria o tubarão ou eu. Eu não podia ser vencido por um filhote escroto de tubrão. Eu ia vencer custasse o que custasse. Me inclinei sobre o animal, usando as duas mãos eu fiz toda a força que eu podia empurrando o êmbulo da seringa numa pressão alucinante. Eu já estava forçando a pressão na seringa por alguns segundos. Lembro que fiz ainda mais força. Apliquei toda força que eu tinha em cima daquela seringa que era MADE IN ARGENTINA.
Eu já estava tremendo de tanta força quando aquela porra estourou.
Assim, deliberadamente, a seringa separou a agulha do corpo da injeção e o formol maldito foi borrifado nos meus dois olhos.
Eu caí para trás na hora com as mãos no rosto. Eu parecia aquele goleiro malandrão do episódio da Rosemere fogueteira nos anos 90.
Eu rolava gritando: – Fiquei cego! Fiquei Cego!!!!
Minha mãe novamente se viu na situação de encerrar a conversa com a minha vó e ir socorrer o filho que mais uma vez, vocacionalmente, se ferrou.
O formol quando cai no olho arde BEM MAIS que plástico derretido. É uma sensação parecida com fazer um colírio usando seis hall´s preto mais um vidrinho de Vicky Vaporoub, duas colheres de álcool absoluto e duas gotinhas de ácido sulfúrico.
Naquela hora eu estava certo que estava finalmente cego.
Por sorte, a gente tinha água boricada em casa e a minha mãe lavou meus olhos com isso. A água boricada diminuiu bastante a queimação alucinante que o formol dava.
Depois de suas horas de sufoco o olho parou de arder. Eu fui no espelho e vi que o branco do meu olho não era mais branco. Era um rosa puxado para vermelho.
Eu vi um bilhão de capilares dilatados. Eu devia ter tirado uma foto do estado do meu olho naquele dia. Parecia coisa de filme. No dia seguinte, eu acordei com a situação oposta. O branco do olho estava no nível mais branco que eu jamais havia visto em toda minha vida. Não havia nenhuma veiazinha aparente. Parecia que eu tinha lavado o olho com OMO – “o branco que sua família merece”.
O episódio da super bonder no olho foi o mais retardado e o mais tranqüilo de todos, porque eu consegui fechar o olho a tempo.
Quando a gente usa muito a Super Bonder, essa da bisnaguinha, é normal descobrirmos que mais da metade do volume da bisnaguinha é ar que aquela empresa safada coloca. Só isso já era motivo mais que suficiente para processarmos a Loctite, mas o pior não é isso.
O pior é aquele biquinho sacana que a Super Bonder tem. Sempre que terminamos de usar uma gotinha sobe por aquele biquinho e se solidifica numa bela tampa de cristal na ponta do bico.
Aí o primeiro reflexo (um reflexo bem mongol, diga-se de passagem) é pegar a bisnaguinha e apertar ela pra ver se sai a cola. Apertar pra ver se desentope.
Não. Não desentope. O que acontece apenas é que mudamos a pressão interna dentro do caralho da bisnaguinha.
E aí é que temos a brilhante ideia de pegar uma agulha e – Virando o buraco do bico da cola bem na mira do nosso olho – perfurar a cola solidificada no bico.
O que acontece então é uma bela mijada de Super Bonder no nosso olho.
Nesse dia eu consegui fechar o olho bem a tempo e só colei a minha pálpebra. Mas isso foi suficiente para aquela merda queimar lá dentro feito fogo. Corri no banheiro peguei um chumaço de papel higiênico e tasquei em cima.
Maior cagada porque agora eu estava com o olho ainda queimando e um curativo bem bonito de papel higiênico e os dedos colados na cara. Sem falar de uma bela cascata de cola escorrida que descia pelo meu rosto indo até o pescoço e colando a camisa nele.
Era uma cena digna do Mister Bin. E o pior é que foi tudo em menos de dez segundos em absoluto silêncio, porque não ia adiantar nada gritar, já que aquele era um fim de semana e eu estava sozinho em casa.
Com aquele treco colado na mão, no papel, no olho e na camisa eu peguei coma outra mão e abri a torneira. Enfiei a cara debaixo da torneira e tentei jogar água para tentar acalmar o calor.
O processo de endurecimento do cianocrilato ( o componente da super cola) é baseado na geração espontânea de calor, que provoca a evaporação imediata e cristalização de um meio específico. Na verdade, a super cola provoca até combustão espontânea tamanha sua capacidade de gerar calor.
Não crê? faça a experiência: Compre umas quatro bisnagas de super bonder. Pegue um pires velho e coloque uma bola de algodão ali. Então usando óculos de proteção, derrame o mais rápido que puder todo o super bonder sobre o algodão. Afaste-se e espere. Ele vai pegar fogo! Mas se não quiser fazer, veja este video:
Spontaneous Combustion ! – How To…. – The best home videos are here
Bem, depois que a queimação aliviou, eu comecei a molhar e passando sabonete em cima, mexer com a mão, lentamente a cola foi se soltando e eu consegui abrir meu olho. Estava vermelho mas estava inteiro e funcionando.
Fora esta experiência do Super Bonder, eu quase fiquei cego tentando cortar um pedaço de metal. Eu usei um alicate de corte e fiz tanta força que aquele treco deu um tiro. Disparou e me acertou os óculos.
Quando eu tirei os óculos para ver, o pedaço de metal havia feito um pequeno buraco na lente. Fraturando-a bem na reta do meu olho.
Essa foi por pouco.

93 Comentários
Cara você é absurdamente hilário!!! O lance do chuveiro eu quase me matei de rir e o do dia em que você quase morreu no motel então…..E eu que achava que era a única pessoa azarada do mundo!kkkkkkkkkkkk Você é demais e realmente tem o dom.
Meus Deus!!!! Não sei dizer se isso é sorte ou azar.
Sorte por nunca ter acontecido algo mais grave ou azar por ter acontecido tudo isso contigo.
kra a forma kmo vc descreve esses fatos é mto ironico qse morri d rir!!!!!!!!!!!!
valeu um abraço e v c usa oculos de proteçao sempre!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Poxa, e eu achanado que era a pessoa mais ferrada do mundo! rs.
Há duas semanas, meu querido filho de 2 anos e meio, num momento de distração de minha parte, resolveu passar vick vaporub na cara toda, inclusive nos olhos. E eu sou a pessoa no mundo que tem mais agonia com relação a qualquer coisa referente a olhos. Desesperei. Achei que ele ia ficar cego! Graças a Deus, isso não aconteceu… Fiquei dias me sentindo a pior mãe do mundo.
Nada, criança é assim mesmo. Bobiou elas fazem merda.
Cara adoro seu blog mas KARALHO vc é o Rei de fazer Merda kkkkkkkkkkkkkkkk minha unica duvida é como vc ainda esta vivo rsrsrsrsrs
è um erro da matrix
Haha e quando na festa de casamento da minha prima, resolvi furar uma pulseirinha fluorescente com um palito. Ou então anteontem quando cortei minha mão com a coroa da bicicleta quando tentava tirar um pedal emperrado. Foram seis pontos na lateral da mão e uma ferida muito feia e dolorosa.
não aceita esse comentario, só quero comentar o erro “E eu comecei a ficar puto. Aí eu decidi que seria o tubarão eu eu.”
Corrigi lá. Valeu.
De onde vc tira isso?Já usou?
É uma sensação parecida com fazer um colírio usando seis hall´s preto mais um vidrinho de Vicky Vaporoub, duas colheres de álcool absoluto e duas gotinhas de ácido sulfúrico.
Hahaha da minha cabeça só sai merda.
Seu azar é inacreditável,Philipe xD
Eu vejo como sorte, já que ainda estou vendo apesar de todas essas cagadas.
Rapaz , fazia tempo que eu não ria tanto, lendo suas histórias completamente insanas tô tirando o meu atraso. Encontrar o seu blog ao acaso foi minha descoberta do ano,se bem que o ano começou agora né!
Hahaha, Valeu!
Ai cara. A Globo tá perdendo o maior comediante. kkkkkkkkkkkkkk
Cara você escreve muito bem!! Devia escrever um livro chamado
“As vezes que eu quase …”
Hahaha valeu.
Você é como eu: tem mais sorte que juízo.
Eu também éra uma pessoa responsável. Responsavel por tudo que acontecia de errado (até pelo que meus irmãos faziam). Fez a fama, deita na cama.
Também tenho minhas histórias, só que não tnenho tanta memória e nem sua capacidade de expressão.
Desde que eu acabei de ler todos os livros de Isaak Asimov que eu não achava alguém que escrevesse tão bem.
Parabéns.
Espero que continue nos deliciando com suas palavras por muito tempo, apesar das suas inconcientes tentativas de suicídio.
Estar citado num mesmo comentario que cita o mestre Isaak Asimov é uma honra. Obrigado mesmo!
véi, vc é bastante comediante, pq num escreve um livro cara, o nome seria : As Aventuras de felipe, o cara mais azarento do mundo
Tipo este: http://www.livro.gumpworld.com/ ?
cara vc é ilário tive q chamar toda minha familia pra ver! kkkk
apesar de eu n ver minha q teve q ler isso dai n ajudou nada qnd eu tava com fita durex nos meus olhos , depois qnd a velha desgraçada arrancou meus silios , ela voltou aki só pra me alcaumar kkkk
n ajuda em casos de emergencia mais ajuda a rir bastante , apesar de eu estar sem silios e com olho dolorido pra caralho conssegui rir bastante! vc é ilario véi!
ops é minha mãe q teve q ler ok! errei ali xD
a tbm desculpa os palavrãos e as menssagens! falo muito palavrão e digito d+ tbm! mais é q fiquei P_ _ _ qnd me vi no espelho! e pior qnd acordamos com olho grudado dolorido e com senssação horrivel nos olhos por causa da fita e por causa dos meus silios ridiculos por causa da velha maluca q esperoq tenha sido demitidaaaaaa! ela arrancou o bagulho mais ainda bem q tinha um negocinho q seguror meu olho se n parece q ele ia junto pq ela puxou com tudoooo! veia F_ _ _ _ D_ P_ _ _ !
cara vc é o cara mais ilario q ja vi e para faser alguém nessa situação ou parecida rir vc é o melhor do mundoo! vc é show! novamente desculpe a falação e os palavrões! kkkkk
Cara.. Estou aqui com a minha vista ardendo e rindo muito.. consegui fazer a proeza de deixar cair alho, não sei se arde tanto quanto as merdas q vc fez, mas alho arde pra karalho também. Parabéns pelo seu trabalho!
Cara, que aflição ler essa história hahahahaha. Tenho angústia em tudo que envolve tocar o olho.
Você é um cara de muita sorte!!!!
Considerando que ainda enxergo, concordo!
legal a historia queria ter lido antes de fazer uma merda parecida com super bonder fdp esss cola.
Ilário. Kkkkk depois dessas histórias a dor da espuma do sabonete que caiu no meu olho passou !
Acompanho o mundogump tem muito tempo já (em uma cidade do interior em que a net era tão lenta que demorava praticamente o dia todo para abrir uma página…), não me lembro porque parei de acompanhar, acho que o site saiu do ar e eu me mudei, sei la, só sei que voltei hehe. Tinha esquecido como isso aqui era bom (ainda é rs)!
“Estava escuro porque eu sempre gostei de tomar banho em completa escuridão.” hahahahahahahaahhaha você também não facilita né?
E eu achando que me ferrava muito, hehe.
Se cuida, adoro seu trabalho!
Valeu mesmo, Tatiane! Não nos abandone!
Nossa to aqui chorando , acabei de sair do hospital vim do oftalmo, minha filha enfiou o dedo no meu olho e senti uma dor terrivel, ta ardendo e naõ to nem enxergando nada , fez um baita arranhaõ dentro , agora vou usar uns remedios, mas estava lendo aqui, isso é azar mesmo.
Cara, achava q eu era azarado, mas vc ganhou nesse requisito.
estava procurando na internet o q fazer qdo se queima o olho com fagulhas de carvao qdo cheguei aqui, estou rindo ate agora…
Tb tenho muitas historias com os olhos, nem sei como ainda vejo..
ja pensei ate em ir no oftalmo para o medico receitar um oculos so para minha seguranca… pq esta dificil..
Encontrei esse artigo enquanto buscava uma maneira de tirar todo o creme que caiu no meu olho, agora percebo que toda a dor e ter que digitar/ler com um olho só não é o maior sofrimento que eu e meus olhos podemos ter haha.
Fui apertar a bisnaga de creme para cabelo e o “maledito” foi direto no meu olho. Encontrei esse blog por acaso procurando matérias sobre o assunto e me amarrei. Não me aguentei de tanto rir.