Videogame mata? 10 mortes ligadas aos videogames

Voc√™ acha que videogame mata? Eu como f√£ de videogames, n√£o gosto da id√©ia de algu√©m pensando que o mesmo pode matar algu√©m. Mas de fato, tenho que reconhecer que existem mortes diretamente associadas aos videogames. Vejamos: 1- Morreu por jogar Starcraft Em 2005 um homem sul coreano chamado apenas como “lee” jogou tanto o …

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Os melhores filmes dos anos 80

Eu fui uma crian√ßa dos anos 80. Juntamente comigo, milhares de pessoas se lembram com saudades dos filmes que passavam nessa √©poca. Pensando nisso, eu resolvi elaborar uma nova lista dos melhores filmes dos anos 80. S√£o filmes que mais me marcaram. N√£o necessariamente feitos nos anos 80, mas que pegaram aquele per√≠odo de inf√Ęncia …

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Uma f√°brica de brinquedos na China

O tão esperado dia das crianças vem chegando e com ele, o sonho de brinquedo de muitos bacuris se aproxima da realidade, ou da decepção, em certos casos.

√Č ineg√°vel que os pais, pelo menos os da classe m√©dia, s√£o altamente afetados por este tipo de marketing que gerou o dia dos pais, dia das m√£es, dia das crian√ßas, e agora quer implantar o “dia da sogra” como uma data presente√°vel.

Como se j√° n√£o fosse suficiente a p√°scoa e seus ov√Ķes de chocolate (a m√≠dia e o marketing querem que voc√™ pense que quanto maior o ovo, maior seu amor pelo presenteado) o natal e seus milh√Ķes de comerciais com velhinhos de √≥culos sorrindo com panetones ou chester bolinha nos bra√ßos, o ano novo e suas roupas brancas com detalhes em prata, e as cores da moda para atrair de tudo, menos desgra√ßa, o carnaval e a cerveja, e seus pacotes de viagem, seus hot√©is com traslados, os ingressos, os abad√°s e as lembrancinhas de lugares long√≠ncuos o in√≠cio das aulas e os materiais, cadernos, mochilas, livros. As √©pocas de gastan√ßa se espalham pelo ano.

O fato, meus amigos é que somos engrenagens de uma maquina que não se sustenta. Uma bicicleta gigante que está em permanente pedalar para não cair. Somos forçados pela lei do consumo capitalista. Bem, isso não é necessariamente uma constatação tão ruim, uma vez que, sob certos aspectos, até na natureza o consumo é praticado. Pelos menos nós já saímos da fase de consumir uns aos outros.

Aí vem a pergunta fatídica : Será?

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Cart√£o de visitas – Criatividade sem limites

Volta e meia eu recebo um cart√£o de visitas daqueles do tipo mais nauseabundo, que basta a primeira olhada para ver que foi feito no Word usando a impressora jato de tinta com um papel de quinta e aquela maldita serrilha nos quatro cantos do cart√£o n√£o negam a economia.

Quando questionados, 99,9% dos portadores deste tipo de merda, digo, de cart√£o, alegam que o fizeram por motivos econ√īmicos.
Isso √© cl√°ssico. O cara tem grana para sair todo fim de semana. Para viajar para cidade de praia. Para fazer churrasco com os amigos da pelada. Mas na hora de investir na imagem, no neg√≥cio, √© a√≠ que o feladaputa resolve fazer economia. √ą como no site da firma que ele pediu para que o guri, o afilhado da mulher dele fizesse na ‚Äúamizade‚ÄĚ em troca de um chopp.
Salvo algumas exce√ß√Ķes o empres√°rio brasileiro guarda ainda alguns resqu√≠cios de tempos mesquinhos, onde cada economia de um centavo conta. O governo nacional funciona na mesma l√≥gica. Economiza no que n√£o pode e gasta garboso no que tamb√©m n√£o deveria.
Nada pode destruir uma imagem t√£o r√°pido quanto um cart√£o de visitas mal feito.
Bem, talvez s√≥ aquela sua foto no churrasco de fim de ano, dan√ßando “cara-caramba-cara-cara√ī” em cima de uma mesa, completamente b√™bado usando apenas uma tanguinha enfiada no r√™go. Mas fora isso, o dano provocado por um cart√£o de visitas vagabundo √© quase t√£o terr√≠vel quanto praga de m√£e e de madrinha.
Outro tipo detest√°vel √© aquele que voc√™ recebe e v√™ que ele foi feito num papel fotogr√°fico. Um papel fino. ( n√£o na qualidade mas na gramatura) coberto com aquela superf√≠cie lustrosa que ilumina as cores. E que cores! Uma profus√£o delas em imagens quase sempre chupadas de bancos de imagens. Muitas vezes at√© mesmo com as marcas d¬ī√°gua. Ou ent√£o, Sob aquele belo letreiro cheio de sombra do Corel Draw, a cara – for√ßosamente s√©ria – do dono do cart√£o. Desses ent√£o d√° vontade de Rauuuuuuuulgu√©√©√©√©√©√©√©√©…( Isso foi minha onomatop√©ia para “ter um filho pela boca”)
Tem certas coisas que a gente fica at√© impressionado. Eu j√° recebi cart√Ķes de visita de muita gente, e uma vez eu recebi um que era com um materail de primeira. Impress√£o boa, papel bom… Mas o design, meu irm√£o… Esse sim era de “catiguria”.
Num √ļnico cart√£o, naqueles nove cent√≠metros, estavam nada menos que seis fontes diferentes, todas incompat√≠veis entre si. Ao fundo, uma bela coisa sem forma. Uma arte moderna vetorial com milhares daqueles del√≠rios de Ilustrator que se baixa aos borbot√Ķes e que s√£o a marca registrada do p√≥s modernismo do design gr√°fico. Nada como uma merda cara para exibir o quanto sua empresa pode torrar sem se preocupar com o qu√™.

Este tipo de cartão dá uma mensagem simples: Meu dono é um mane que se acha esperto, mas é um otário que cai em modismos. Por favor, tire dinheiro dele! Chamem o Hans Donner!
√Č intrigante pra mim como pode uma empresa negligenciar a pr√≥pria imagem ao ponto de fazer certas trapalhadas.
Outra coisa que n√£o pega bem em cart√£o de visita, (pelo menos eu n√£o gosto) √© “dizer evang√©lico”. S√£o v√°rios. Tem do pequeno, do grande, do aparentemente sem sentido. S√£o aquelas mesmas frases que tem na porta da casa do cara. Bem como nos vidros (todos eles) do carro, num adesivo na B√≠blia dele, no livro caixa da empresa e por onde ele passa. A vida do cara √© lotada de ‚Äúdizer evang√©lico‚ÄĚ para todo lado.
Quando pinta a necessidade de fazer o cart√£o da firma, ele tem a brilhante id√©ia de inovar e… Taca um ‚Äúdizer evang√©lico‚ÄĚ bem no cart√£o de visitas.

Olha, nada contra os evang√©licos. Cada um leva a vida que quer e eu n√£o tenho nada com isso. Mas eu n√£o gosto. Eu acho que f√© √© uma coisa, propaganda religiosa √© outra. J√° pensou se os satanistas come√ßam tamb√©m a colocar coisas do chifrudo nos cart√Ķes? E os indianos? Onde ficaria o nome com mais de mil deuses diferentes?
Outro dia, um cara me deu um cart√£o. Na frente era normal, mas atr√°s… Atr√°s, meu, era um dizer evang√©lico t√£o grande que me senti na aula de catecismo.
A√≠ √© fogo. Ou voc√™ vai vender a si mesmo, sua companhia, seu trabalho, ou vai vender a sua igreja. Mas venda em cart√Ķes diferentes, porque dizer evang√©lico em cart√£o de visita n√£o fica bem nem mesmo para cart√£o de pastor. Se voc√™ tem f√©, √≥timo. A f√© √© sua, inabal√°vel e inalien√°vel. Parab√©ns.
E ela não aumentará e nem diminuirá sem isso no seu cartão. A menos que sua idéia seja estampar um rótulo social de honestidade e benevolência, malandramente se aproveitando da sua religião para vender este conceito subliminar. E isso não é nada bonito.
Um cart√£o √© uma poderosa arma de marketing. Em geral, um cart√£o de visitas tem como objetivo lembrar a seu interlocutor com quem ele falou. Quem era voc√™ e de que empresa, bem como deixar seus contatos. Nada √© mais escroto que deixar seus contatos naquele guardanapo borrado de gordura do restaurante. Tirando mo√ßoilas apaixonadas por galalaus rom√Ęnticos, ningu√©m guarda guardanapos com n√ļmeros de telefone de empres√°rio fundo de quintal, meu chapa.
Seu nome, seu tel, sua empresa. Objetivamente é isso. Mas na prática, como tudo na vida, é bem mais, muito mais.
Um cartão pode transmitir valores inconscientes para seu interlocutor. Ele funciona como um discurso velado que diz quem você ( e sua companhia) são em menos de um segundo. Menos de meio segundo. Na hora. Vapt-vupt.
A maioria dos objetivos valorais de um cart√£o s√£o os mesmos. √Č o “arroz com feij√£o”. Todo mundo quer que o cart√£o transmita:
‚ÄĘ Confiabilidade
‚ÄĘ Seguran√ßa
‚ÄĘ Honestidade
‚ÄĘ Compromisso
Mas existe uma outra parada. Uma percepção de valor indireta que pode ser adequada a cada companhia, cada perfil pessoal ou de empresa. E isso que funciona para uma pode ser um desastre total para outra. Quer ver?
Uma ag√™ncia de publicidade pode ter um cart√£o feito num material pl√°stico semi-transparente, com bolinhas de cores c√≠tricas e uma fonte divertida. Pega bem. √Č uma coisa jovem, transgressora na medida certa para impor a sua criatividade, sagacidade e inova√ß√£o.
Agora imagine usar este mesmo cartão para um antiquário, uma joalheria chique de Frankfurt, um banco suíço de 200 anos ou um hotel para pessoas podres de ricas na Bavária?
Pega mal, claro.
Empresas assim querem transmitir as mesmas id√©ias de confiabilidade, seguran√ßa, honestidade e compromisso da ag√™ncia, mas a percep√ß√£o de valor √© outra. Por isso, o cart√£o provavelmente ser√° algo em papel tradicional, usando uma fonte serifada cl√°ssica com cores s√≥brias e – quando muito – alguma beiradinha dourada para ressaltar a elitiza√ß√£o da empresa, exalando em ouro seu lastro econ√īmico.
Então é importante pensar sobre a natureza do seu negócio. A imagem que você quer que seja transmitida. Esta é uma poderosa comunicação. Invisível, mas altamente pregnante.
Estude seu alvo. Não copie um cartão só porque achou bonito. Contrate um designer.
Mas n√£o fique s√≥ nisso. Entenda a import√Ęncia do seu cart√£o (e de todo o resto) da imagem da sua empresa para seu neg√≥cio. Isso √© fundamental, porque um cart√£o sempre vende. SEMPRE.
Se o seu cartão é feito no Word, com aquela merda de impressora matricial toda falhada do seu sobrinho, com tudo centralizadinho, seu cartão vai vender essa imagem. E essa imagem vai grudar de tal modo em você que atrapalhará seus negócios. Vai manchar o conceito da companhia. O cliente ( que naturalmente já viu um cartão 1000 vezes melhor do seu concorrente) vai olhar e pensar: Se ele cuida da própria imagem assim, o que dirá com os clientes! E eles logo fugirão de você como só os políticos fogem das auditorias contábeis.
Bem, eu escrevi isso tudo s√≥ para servir de pre√Ęmbulo introdut√≥rio para uma galeria de interessantes e curiosos cart√Ķes de visita do mundo todo. Mas aviso logo que s√£o muitas imagens e que se sua conex√£o √© “meia-boca” sugiro pensar duas vezes ates de clicar aqui √≥:

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Aprenda a dançar disco music

Ok, voc√™ deve aprender a dan√ßar disco music para n√£o ficar parad√£o naquela festa para o qual voc√™ entrou de penetra e n√£o tem nada a perder depois que acabaram-se as bebidas alcoolicas.Ou caso voc√™ v√° na R√ļssia e acabe se perdendo em meio a neve e caso logo depois o peneu do seu carro …

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