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Eu nunca gostei muito da vírgula. Sempre achei que a vírgula é um tipo de ponto final “emo”. Quero dizer, olha ela aqui. Note como o ponto final é másculo e determinado.

Ele acaba com a questão.

A vírgula, essa não, essa não se garante e muitas vezes, nos obriga a ficar dando essas respiradinhas afetadas no meio do texto, de modo que assim que passamos pela primeira, já desejamos de cara que a próxima morra, mas elas continuam vindo, e vindo, e vindo como zumbis, até que finalmente surge o ponto, este redentor e a frase gigantesca, enfim, acaba. Além do mais, ela é, como todo emo, problemática no seu sentido implícito e explícito. Veja por exemplo o catatau de leis e regras de uso e não uso dessa maldita. Parece até a constituição federal de tanto “pode, não pode”.

E o que dizer do maldito ponto e vírgula? O ponto e vírgula é algo ainda pior que o ponto emo, a vírgula, porque nem é uma coisa, nem é outra; Pra certas coisas, é ponto. Para outras é vírgula. Separa numerais, muda de assunto… Frisa até o sentido adversativo de uma conjunção (seja lá que merda for isso!)

O ponto e vírgula nem emo não é. Ele é poser!

É esta coisa assim, meio fruta que não quer dizer que é fruta, como um tipo de galã gay que precisa manter as aparências para viver. Sendo assim, sabemos que o ponto e vírgula no fundo é uma vírgula louca, mas é dado a ataquinhos para mostrar que manda, então, tão logo vemos este sinal que não sai do armário, já mudamos logo de linha,  como quando atravessamos a rua para não dar de cara com um maluco;

E note a bichice da situação, porque tão logo mudamos de linha com o ponto e vírgula;

O texto já começa a ganhar ares de poesia;

E por mais que a gente se esmere na datilografia;

O leitor olha pra frase ali em cima;

Pior ainda quando ela rima;

porque fica até parecendo proposital;

Em prosa que se preze, essas coincidências pegam mal.

E assim o ponto nos liberta mais uma vez, e mesmo a vírgula, esta exibida,  teimando em reaparecer das cinzas, como uma fênix purpurinada, não podemos nos esquecer que ela, coitada, tão insignificante que é, causou grandes problemas na história da humanidade. Se a vírgula ingrata permitir, e o ponto e vírgula não esculhambar, pretendo aqui sobre estes casos dissertar;

Mas lá vem outra rima desgraçada pra aborrecer;

E só me resta como recurso fazer;

Já que a exclamação, aspas e reticências se negam a ajudar;

Aos dois pontos preciso apelar;

Pois se a vírgula é um ponto Emo, os dois pontos são machos xipófagamente ligados. Macheza dupla que impõe tamanho respeito que nenhum outro sinal ousará atrapalhar. Então, lá vai:

A VÍRGULA FATAL

A czarina russa Maria Fyodorovna certa vez salvou a vida de um homem, apenas mudando a vírgula de sua sentença de lugar. Muito inteligente, ela que não concordava com a decisão de seu marido, Alexandre II, usou o artificio a seguir.

O Czar enviou o prisioneiro para a prisão e morte no calabouço da Sibéria.

No fim da ordem de prisão vinha escrito: “Perdão impossível, enviar para sibéria”

Maria ordenou que redigissem nova ordem, e fingindo ler o documento original, mudou uma vírgula,  transformando a ordem em: “Perdão, impossível enviar para Sibéria” e o prisioneiro foi libertado.

A VÍRGULA DE UM MILHÃO DE DÓLARES

Pode parecer incrível, mas uma única vírgula causou uma confusão e prejuízo terrível para o governo dos EUA. A história é a seguinte: Na lei de tarifa alfandegária aprovada pelo congresso em 6 de junho de 1872, uma lista de artigos livres de impostos incluía: “plantas frutíferas, tropicais e semi-tropicais”.

Na hora de escrever o documento, um funcionário público distraído acrescentou sem perceber uma nova vírgula, deixando o texto assim: “plantas, frutíferas, tropicais e semi-tropicais”

Isso fez com que todos os importadores de plantas americanos pleiteassem o direito de importação livre de impostos. Isso causou uma fortuna em impostos aos cofres dos EUA, e a lei só foi reescrita em 9 de maio de 1894. O desastrado funcionário público, ao que parece, não foi demitido.

A VÍRGULA DA DIETA DOS PANDAS

O fascínio popular com erros de gramática valeu a Lynne Truss vários milhões de libras, quando seu livro sobre pontuação, “Eats, Shoots and Leaves” – Uma frase encontrada num comentário sobre a dieta dos pandas – chegou ao topo da lista de best sellers n Reino Unido e nos Estados Unidos nos anos de 2003 a 2004. (nosso leitor Igor esclarece: .”Eats, Shoots and Leaves” com a virgula, significa “Come, Atira e Vai Embora”. No documentario sobre Pandas, eles provavelmente queriam dizer sem a virgula (Eats Shoots and Leaves). O que significaria “Come Brotos e Folhas”.)

A VÍRGULA DA BLASFÊMIA

A vírgula já causou embaraço também para os religiosos. Em várias edições da Bíblia do rei James, Lucas 23:32 é alterado inteiramente pela maldita vírgula. Não por ela, mas sim pela falta dela. Na passagem que descreve os outros homens crucificado com Cristo, as edições erradas dizem: “E havia mais dois outros malfeitores.” A falta da vírgula colocou Cristo como malfeitor na própria Bíblia. O correto seria “E havia mais dois outros, malfeitores.”

É isso. Cuidado com ela. Ou com a falta dela.

Ps: Antes que alguém queira usar os comentários para me dar aula de gramática, dava pra explicar com mais detalhes, eu sei.  Mas o texto ficaria sem graça.

As mais incríveis confusões causadas pela vírgula

Comments

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30 ideias sobre “As mais incríveis confusões causadas pela vírgula

  • 15 de agosto de 2008 em 2:59
    Permalink

    Tem aquela outra clássica: João toma banho quente e sua mae diz ele quero banho frio.

    Nessa frase tem que colocar pontuações pra ela fazer sentido.

    Resposta
  • 15 de agosto de 2008 em 9:52
    Permalink

    Acho que a parte do Panda nao deve ter sido muito bem entendida pelos nao-fluentes da lingua inglesa.”Eats, Shoots and Leaves” com a virgula, significa “Come, Atira e Vai Embora”. No documentario sobre Pandas, eles provavelmente queriam dizer sem a virgula (Eats Shoots and Leaves). O que significaria “Come Brotos e Folhas”.

    Resposta
  • 15 de agosto de 2008 em 10:49
    Permalink

    [quote]…e a frase gigantesca, enfim acaba[/quote]

    Está errado, não tem essa vírgula aí porque entre sujeito e predicado não há vírgula. Poderia haver se a expressão “enfim” estivesse circundada por vírgulas e não apenas precedida: “…e a frases gigantesca, enfim, acaba”.

    Já que o post foi sobre vírgulas, achei importante comentar… 😉 E não precisa dizer que eu sou chato. Eu já sei disso.

    Resposta
  • 15 de agosto de 2008 em 11:19
    Permalink

    Filipe, certa vez recebi um e-mail que considero apropriado para postar aqui. Segue:

    “REDAÇÃO DE ALUNA DA UFPE Vai ser culta assim lá longe! Leiam até o final, é muito legal! Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa. Redação: Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.”

    Resposta
  • 15 de agosto de 2008 em 14:57
    Permalink

    Cara, adorei teu texto. Ri demais, huahuahua
    Fora que, não foge da idéia. Adorei mesmo.
    Enquanto eu lia, meu irmão me contou uma história sobre a vírgula.
    Agora não me lembro direito, mas peço pra ele me contar depois e comento aqui, pode ser? É parecida com a da czarina e talz…^-^

    Resposta
  • 15 de agosto de 2008 em 16:09
    Permalink

    Daniel, cara este texto da menina não é uma crônica do Stanislaw Ponte preta não?
    Seja como for, é genial.

    Resposta
    • 10 de junho de 2011 em 19:46
      Permalink

      Felipe,sou seu fã e conheço uma desas frases que a virgula muda tudo:

      Se homem soubesse o valor que tem,a mulher sairia de quatro a sua proucura

      agora com a virgula em outro lugar:

      Se homem soubesse o valor que tem a mulher, sairia de quatro a sua proucura

      Resposta
      • 10 de junho de 2011 em 22:28
        Permalink

        Hahahaha pior que ambos são verdade

        Resposta
  • 15 de agosto de 2008 em 16:10
    Permalink

    [quote comment=”29471″][quote]…e a frase gigantesca, enfim acaba[/quote]

    Está errado, não tem essa vírgula aí porque entre sujeito e predicado não há vírgula. Poderia haver se a expressão “enfim” estivesse circundada por vírgulas e não apenas precedida: “…e a frases gigantesca, enfim, acaba”.

    Já que o post foi sobre vírgulas, achei importante comentar… 😉 E não precisa dizer que eu sou chato. Eu já sei disso.[/quote]

    Hehehe. Corrigi.

    Resposta
  • 15 de agosto de 2008 em 22:18
    Permalink

    Adoro a nossa língua e suas regras! E fiquei encantada com seu texto! 😉

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 15:51
    Permalink

    Outra frase bem interessante e que deverá somar-se às demais com relação à virgula é esta: UM FAZENDEIRO TINHA UM BEZERRO E A MÃE DO FAZENDEIRO ERA TAMBÉM O PAI DO BEZERRO.
    Frase pontuada: Um fazendeiro tinha um bezerro e a mãe.Do fazendeiro, era também o pai do bezerro.

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 16:58
    Permalink

    gostei do post
    mas nao gostei do modo como você falou dos emos
    eles não são todos gays nem afetados
    maior preconceito isso
    nao sou emo, mas já tive colegas assim

    Resposta
    • 28 de dezembro de 2010 em 14:07
      Permalink

      eles ñ são todos gays,pq tbm existem as “emas”(que já nesceram mulheres),mas quanto o fato de serem todos afetados…isso é indiscutivel.

      Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 17:02
    Permalink

    Tem uma do Napoleão também… mas esqueci.

    aeuaehuaeheauihaie

    Parece com a do Alexandre.

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 17:32
    Permalink

    Alguém pod me dzr o que significa “xipófagamente”

    ????????????????

    F-U-I

    fuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 18:18
    Permalink

    Você ter mencionado o texto bíblico de Lucas 23:32, me fez lembrar de outro exemplo, também no capítulo 23 de Lucas, na ocasião em que Jesus faz uma promessa a um dos malfeitores.

    Algumas traduções vertem o versículo 43 assim: “… ‘Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso. ’”. A vírgula antes da palavra “hoje” faz parecer que Jesus disse ao malfeitor que estaria no Paraíso naquele mesmo dia.

    Outras traduções vertem assim: “… ‘Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no Paraíso ’”. Essa tradução dá a entender que Jesus dizia que o malfeitor estaria com ele no paraíso, mas não necessariamente no mesmo dia. Esta tradução é a mais coerente, pois, Jesus não foi ressuscitado no dia em que morreu, mas no terceiro dia de sua morte, e ainda passou mais 40 dias na terra antes de subir ao céu. De modo que não podia ter entrado no seu reino no dia de sua morte. Também a análise de outros textos nos mostra que esta promessa de um paraíso é para o futuro (por exemplo: Apocalipse 21:3,4).

    Esses erros na pontuação acontecem porque os escritores das Escrituras Gregas do Novo Testamento não usavam pontuação naquele tempo. Coube então aos tradutores da Bíblia entender o sentido, por analisar o contexto e também outros textos.

    Mais um exemplo então de como a pontuação pode mudar bastante o sentido de uma frase.
    🙂

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 18:19
    Permalink

    Muito bem esclarecido, quando adquadamente pontuado um texto, fantástica a Gramática! Muito boa as suas observações!

    Resposta
  • 17 de agosto de 2008 em 19:24
    Permalink

    [quote comment=”29656″]gostei do post
    mas nao gostei do modo como você falou dos emos
    eles não são todos gays nem afetados
    maior preconceito isso
    nao sou emo, mas já tive colegas assim[/quote]

    Verdade. Foi mal aí. Peço desculpas aos Emos. Inclusive tem um post aqui que defendo eles. Não me lembro qual é. Acho que é num que eu falei que queria ser playboy quando era guri ou algo assim.
    Nem todo emo é gay nem afetado. Mas tem muito emo que é, bem como gente de todo tipo que é. Até blogueiros. :lol2:

    Resposta
  • 18 de agosto de 2008 em 9:21
    Permalink

    tem uma q a minha mae falava :nero imperador de roma falou :nao queime roma!dai um engraçadinho foi la e pos uma virgula.nao,queime roma! e o resultado vc pode imaginar sozinho tacaram fogo na pobre cidade

    Resposta
  • 25 de setembro de 2008 em 21:03
    Permalink

    Essa frase é foda tbm (já que estamos falando sobre vírgula)

    Eu como você quero ser dentista
    olha como poderia ficar:
    Eu como você, quero ser dentista
    ou
    Eu, como você, quero ser dentista.

    tem outra frase tbm:

    Eu se morrer quero dar meu dinheiro ao meu sogro mais que minha sogra mate o gato ou o cachorro não querendo nem saber oque vai acontecer estrague tudo. Que o Joãozinho estude no inferno eu tenho certeza que vou por enquanto daqui por diante morram todos os malfeitores se darão bem os espertos que se ferrara0, os fracos serão os fortes que viverão neste mundo
    olha o efeito da virgula:
    Eu, se morrer, quero dar meu dinheiro ao meu sogro, mais que minha sogra mate o gato ou o cachorro, não querendo nem saber oque vai acontecer, estrague tudo. Que o Joãozinho estude no inferno, eu tenho certeza, que vou por enquanto, daqui por diante morram todos, os malfeitores se darão bem, os espertos que se ferrara0, os fracos serão os fortes, que viverão neste mundo.

    agora veja esta:
    Eu, se morrer, quero dar meu dinheiro ao meu sogro mais que minha sogra, mate o gato, ou o cachorro, não querendo nem saber oque vai acontecer, estrague tudo. Que o Joãozinho estude, no inferno eu tenho certeza que vou, por enquanto, daqui por diante, morram todos os malfeitores, se darão bem os espertos, que se ferrara0 os fracos, serão os fortes que viverão neste mundo.

    XD essa frase é meio tosca mais fais sentido! 😆 :lol2:

    Resposta
  • 20 de junho de 2009 em 0:04
    Permalink

    bom, eu adorei os textos e se possível queria
    ver + textos sem vírgulas e corrigidos…..

    por favor coloquem ….. :curious:

    Resposta
  • 12 de novembro de 2009 em 23:02
    Permalink

    Dobrado, lá vai a resposta:

    João toma banho quente e sua. Mãe- diz ele- quero banho frio.

    João toma banho quente e SUA ( do verbo SUAR)

    Mãe é o vocativo.

    Resposta
  • 24 de outubro de 2010 em 18:08
    Permalink

    Oi

    Gostaria de parabenizá-lo. Como você é criativo e divertido!!! Só tem um “defeitinho nesse texto: nao sou do sexo masculino… mas sou determinada! Perae.. será que eu sou??? huummm to me sentindo uma vírgula. 😉

    Um abraço

    Resposta
  • 1 de janeiro de 2011 em 22:29
    Permalink

    adorei esse blog meu! eu tinha uma professora que falava sobre uma historia mais ou menos assim e que matavam as pessoas da oração por falta ou pela colocação da virgula

    Resposta
  • 24 de janeiro de 2011 em 8:22
    Permalink

    Gostei, cara. Eu sou “virgulino” e queria ficar livre desta maldição! 🙂 Queria sugerir que você escrevesse sobre os “gerundinos”. Faça isso por mim! 😀

    Resposta
  • 17 de maio de 2015 em 14:29
    Permalink

    Adorei o seu blog. Acho que temos a mesma paixão pelas letrinhas. De A a Z (rs). Posso colocar este seu texto lá no meu blog VÍRGULA citando VÍRGULA claro VÍRGULA a sua autoria?

    Resposta

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