A incrível história da conquista Inca

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Todo o mundo sabe um pouco da forma como os portugueses e os espanhóis se lançaram na conquista e colonização das Américas no século XVI. O que poucos enxergaram bem foi a dimensão da conquista espanhola. Na costa brasileira, os portugueses encontraram tribos cujo sistema de organização política era inferior aos dos grandes estados da América Central e dos Andes. Entretanto, apesar de seu poder e tamanho, esses impérios caíram com grande facilidade.
O império Asteca caiu em dois anos. O império Inca, na América do Sul, demorou 40 anos; contudo, o primeiro episódio da conquista envolveu a captura do imperador inca, Atahualpa, por uma força militar de apenas… 168 homens, poucos meses depois da chegada das tropas espanholas ao centro do império.

Atahualpa

A partir do momento em que o imperador virou marionete nas mãos dos espanhóis, o império nunca mais conseguiu organizar uma resistência forte.

Pizarro e Almagro

Francisco Pizarro

Os generais, aventureiros e conquistadores Francisco Pizarro e Diego de Almagro tiveram tanto sucesso na conquista rápida do império Inca que acabaram virando inimigos. Uma amizade próxima e a confiança mútua levou Almagro a se aventurar no Chile, em 1535; porém, o conquistador não teve o mesmo sucesso nessas regiões do sul e acabou regressando a Cusco. Aí, a conquista espanhola se revelou pequena para as ambições dos dois generais, que acabaram em conflito; Almagro foi vencido e executado por Pizarro em 1538.

Gonzalo Pizarro

Gonzalo Pizarro

Gonzalo, o irmão de Francisco Pizarro, foi um de seus principais generais e também um explorador. Ficou famosa sua expedição em direção às terras desconhecidas do interior do continente, para leste, em busca do El Dorado, um país recheado de ouro. O tema histórico deu até origem um famoso jogo de caça-níqueis online, chamado Gonzo’s Quest.

Pizarro partiu em conjunto com um outro oficial importante, Francisco de Orellana (aquela caveira decrépita que o Indiana Jones encontra no terceiro filme).

Eu já falei dele nesse post aqui: http://www.mundogump.com.br/o-misterio-da-cruz-nazista-e-os-desaparecimentos-na-amazonia/

Depois de muitas dificuldades, em um território desconhecido e hostil, os dois tomaram caminhos diferentes. É por isso que apenas Orellana ficou com a glória de ter descoberto a bacia do rio que depois se chamou Amazonas.

Como foi possível?

Machu Picchu, a cidade Inca perdida nas montanhas

A superioridade militar dos Espanhóis é o primeiro e mais evidente fato. Os Incas desconheciam o uso da pólvora e não tinham qualquer defesa contra os arcabuzes, os primeiros modelos de espingarda utilizados pelos conquistadores. A cada tiro dado, morria um da bala e outros três índios de susto, hahahaha.

Mas a organização militar medieval fez a diferença, com o uso da cavalaria, a utilização eficiente da lança e da espada e a qualidade do aço fabricado na cidade de Toledo.

Mas a relativa insuficiência dos meios militares espanhóis (bem diferente das repetições utilizadas pelos Europeus em África, no século XIX) aponta para outras causas. O Império Inca estava em decadência, afetado pela guerra civil e por crises econômicas e de produção. A chegada dos estrangeiros foi vista pelas fações em guerra como ameaça mas também oportunidade. Principalmente porque os espanhóis eram vistos como deuses – e esse choque cultural foi uma terceira vantagem para os conquistadores. Eles estavam inteiramente vestidos e protegidos, com armaduras eficazes; tinham armas de fogo; cozinhavam animais, dominando o fogo. Dominavam o cavalo (60 dos 168 guerreiros de Pizarro eram cavaleiros). Tudo isso ajudou a desmoralizar os combatentes incas e motivou traições. Finalmente, as doenças. Os incas não tinham defesas contra a varíola e o sarampo, doenças
endêmicas na Europa. Essa foi a principal causa de morte para os indígenas, durante e depois da conquista, enfraquecendo ainda mais a resistência.
A civilização Inca deixou para trás a fantástica cidade de pedra nas montanhas, Machu Picchu. Sua difícil localização acabou contribuindo para que o sítio arqueológico se mantivesse em ótimas condições até a cidade ser “encontrada”. Por muito tempo Machu Picchu foi considerada a “cidade perdida dos incas”, pois até 1911 não se sabia com precisão qual era a sua localização. Sabia-se que sua montanha estava no circuito do chamado “Caminho Inca”, isto é, um caminho de túneis perfurados em rochas que ligava todo o império inca por cerca de 40 mil quilômetros. A descoberta e divulgação de Machu Picchu só ocorreu em 1911, com a expedição do arqueólogo americano Hiram Bingham.

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