A câmera-pistola do Japão

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on pinterest
Pinterest
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on whatsapp
Categorias
Night mode

Esta é a câmera pistola – da Doryu 2-16 do Japão, modelo 1955. Essa câmera possuía uma lente de 30 mm de f 2.7 ou, em alternativa, um conjunto mais sofisticado de lentes Nikkor de 25 mm de f 1.4. O suporte era uma réplica muito realista do corpo de uma pistola. Na parte da frente, onde seria o cano da arma, era colocada a câmara propriamente dita, com as lentes e as mini-bobinas com o filme, acionada pelo gatilho, obviamente.


A ideia dessa câmera surgiu como uma arma extra para a polícia, caso fosse preciso registrar o meliante cometendo o crime e assim justificar a alão policial no processo. Essa câmera foi uma melhoria da primeira, a Doryu K.K, ou Doryu 1.

A Doryu K.K.

O primeiro modelo, a DORYU 1, produzido em 1952, utilizava película de 9,5 mm mas logo foi abandonado por falta de robustez e pelo formato pouco comum da película. A firma desenhou então uma nova versão para película de 16 mm, que veio a ser a DORYU 2-16.

O detalhe mais gump dessa arma, é que ela usava um sistema engenhoso para o flash: no punho do aparelho entrava um carregador não de munições mas de… cartuchos de magnésio! Estes cartuchos, acionados pelo gatilho como numa arma comum, lançavam o pó de magnésio para o ar e acendia o pó. Ao queimar ele liberava uma potente luz que atuava como um flash que iluminava até 20 metros. Depois de usados, os cartuchos eram ejetados como uma vulgar munição.

 

Todo o processo era um pouco perigoso para o utilizador, que podia queimar-se. A DORYU 2-16 nunca chegou a ser adotada pela polícia (para quem ela foi projetada), que preferiu um produto idêntico da Mamiya. De fato, há alguns relatos de testes ao aparelho nada favoráveis, referindo a má qualidade das lentes e a pouca funcionalidade dos sistemas mecânicos, o que talvez tenha sido o motivo da sua rejeição. Mesmo assim algumas foram vendidas ao publico e ter uma dessa no japão é um puta simbolo de status.

O senhor Ryu Koakimoto, hoje o feliz proprietário de um objeto tão raro como fantástico

fonte fonte fonte

Comments

comments

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on telegram
Telegram

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

© MUNDO GUMP – Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução sem autorização.