4 Comentários

  1. fabio

    Cara na boa, eu ate pagaria a mais na TV a cabo, para nunca mais ver aquele comercial Trivago, aquilo enche o saco!

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  2. Luciano

    Philipe,
    Na minha visão, o fato de ser crime (ou não) é menos importante. O que deveríamos considerar, é se do ponto de vista ético, é correto usar subterfúgios para acessar de graça um conteúdo que quem produz cobra pelo acesso. Não é necessário uma lei para dizer o que é certo e o que é errado, quando já temos isso moldado ao nosso caráter.

    Um caso hipotético: Se um cinema cobra ingresso, mas não possui um sistema de controle de acesso confiando na honestidade do público, vc pagaria ou veria o filme de graça?

    As “justificativas” usadas por quem usa serviço pago “de graça” ( má qualidade do serviço, propagandas, etc) na verdade não justificam nada, a não ser que acredite que um erro justifica o outro. A psicologia explica isso de forma clara: quando alguém comete um “desvio ético” e pretende justifica-lo, o cérebro se agarra a uma explicação que parece plausível, pois isso é o mais confortável. Não significa que esteja certo, mas que apenas achou a desculpa que precisava.

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    1. Eu acho que você tem razão. Vai da consciência de cada um. Mas não vamos misturar dois assuntos num só. Uma coisa é a má qualidade do serviço prestado. Esse elemento não deve ser desculpa ou justificativa para usar um sinal pirata. A má qualidade e o excesso de propagandas, os 171, tudo isso faz com que as operadoras percam clientes. Já a popularização das Tvbox é um fator que vem à reboque da disseminação de banda larga e acontece em função do preço praticado pelas empresas do setor ser alto demais. Eles poderiam, reduzir o preço e aumentar a base de clientes – o que por tabela baixaria a inadimplência, por exemplo, mas não o fazem (como faz o netflix). Creio que seja o maior erro estratégico das empresas e toda a industria do sinal pirata deita e rola nesse vacilo.

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      1. Luciano

        Realmente, o NETFLIX é um case de sucesso. Eu chutaria que existe resistência a mudança no modelo de negócio existente, que deve partir também dos canais. Lembro que quando a Warner comprou o EI, houve um “briga” para incluir esses canais nas grandes operadoras, coisas de reserva de mercado e tal. E se uma operadora passasse a funcionar como o NETFLIX, suponho que haveria pressão dos concorrentes nas produtoras para não disponibilizar conteúdo para eles. É um mundo cão.

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