The fourth kind – O filme

O Rodrigo Trovão me deu a dica. Vem aí um filme que parece ser maneiro. (pelo menos pra mim)

The fourth kind - O filme

É mais um filme de aliens, e dessa vez parece uma mistura de o sexto sentido com contatos imediados e intruders. E o que é melhor, (ou não) o filme é baseado em fatos reais.

Segundo o Rafael Ramos, o esquema de dizer que o filme se baseia em fatos reais foi uma tentativa da Universal de promover o filme, plantando evidências falsas e tudo mais. Tem mais informações sobre isso na wikipedia.

Confira. (não achei legendado ainda)

Legendado (dica do Fausto)

Para quem ficou curioso com o título, os contatos com alienígenas são divididos em graus para melhor cassificação e estudo. Assim estes são os graus existentes até o momento:
Contato Imediato de Zero Grau (CI-0)

É a observação do óvni a grande distância. É onde a grande maioria dos casos de avistamentos está classificada.


Contato Imediato de Primeiro Grau (CI-1)

A observação é realizada a curta distância, o que permite captar alguns detalhes do óvni, como janelas, pontos de luz, anexos, etc.

Contato Imediato do Segundo Grau (CI-2)

Ocorre quando o óvni pousa ou sobrevoa um determinado local, deixando indícios fortes de sua passagem (como vegetação queimada, marcas no solo, fragmentos, etc.), além de provocar perturbações em pessoas e animais


Contato Imediato de Terceiro Grau (CI-3)

É possível observar tripulantes do óvni (dentro ou fora dele), sem que haja, no entanto, qualquer tipo de comunicação com eles

Contato Imediato de Quarto Grau (CI-4)

Ocorre quando, além da observação de tripulantes do óvni, há algum tipo de comunicação – palavras, gestos, telepatia – com os seres, como se viu no filme E.T., de Steven Spielberg

Contato Imediato de Quinto Grau (CI-5)

É o contato mais íntimo entre humanos e extraterrestres. O observador chega a entrar no óvni, voluntariamente ou não. Se for à força, fica caracterizado um seqüestro, chamado na ufologia de abdução. Um caso famosos que seria supostamente de quinto grau é o do agricultor brasileiro Antônio Villas Boas, que foi forçado a fazer sexo no interior de um ufo, e morreu jurando o fato.

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15 comentários em “The fourth kind – O filme”

  1. Já tinha ouvido falar do filme, parece ser bem interessante. No aguardo.

    Falando em filmes de terror, vai a dica: Paranormal Acitivty.
    Tá agora no cinema, feito em meados de 2007; MUITO bom.
    Não é filme de susto no melhor estilo Pânico, com as técnicas manjadas de aumentar o som depois do silêncio e mostrar uma criatura desfigurada em um lugar inóspito. É terror terror.
    Quem tem paranóias com coisas sobrenaturais, em especial fantasmas, vai gostar. O tipo de filme que, embora, você não tome nenhum susto, você vai chegar em casa e ficar reparando na mesma, cuidando pra ver se nada se move misteriosamente ou em busca de um barulho estranho.
    Isso, de fato, foi outra coisa que eu gostei muito: o sobrenatural do filme é “real”. Nada de aparecer monstrões, assassinos deformados e capetas, o sobrenatural do filme aparece de forma bem sútil; móveis balançando, sons de passo, portas fechando misteriosamente etc. Além, claro, do “handcam”, que virou moda agora.
    Gostei muito, embora quem vá ver se decepcione, pensando ser algo estilo terror trash, com muito susto e sangue.
    http://www.youtube.com/watch?v=OSSqxrh5kp8
    PS: Até porque o trailer engana.

  2. Só um outro PS.
    Quanto ao 4th kind. Diz no filme, que o “contato de quarto grau” é o que o Phillipe(é assim?) descreveu como quinto. Qual informação procede?

    • Essa descrição dos tipos de contato é a reconhecida pelo centro brasileiro de pesquisas de discos voadores, Infa, CBU e outros grupos. Acho que o filme deu umas mexidas aí.

  3. A-D-O-R-O filmes assim….. ou de cataclisma snaturais ,,como maremoto,,vulcanicos,,terremoto,,,chuva,,vento .enfim!
    mas de Aliens tbem… pois sei q nao estamos sozinhos na galaxia nem no Univrso!
    e isso alimenta cada vez mais a imaginação..
    e ter a Mila Jojovitch na telinha nao precisa de Legenda nao!
    merci beaucoup!

  4. Fico pensando que existe o bom e o ruim em todo lugar. Já li tanta coisa sobre grays, reptilianos, pladianos, etc… mas uma coisa é ler e outra é viver a situação. Apesar dos inúmeros relatos que já li e ouvi, nunca, na verdade, conheci pessoalmente, ao vivo e a cores, alguém que tenha sido abduzido, que tenha feito contato. No ano e 1996, numa praia do litoral de São paulo, fiquei por mais de 20 minutos observando as manobras transloucadas de 3 naves. Acho que brincavam com quem os observava, como brincamos com ratinhos em viveiros. O final do filme “Missão Marte” sempre foi meu sonho de consumo. A minha vida inteira sonhei com isso. Mas como ter certeza, com o parco conhecimento que temos, eu pelo menos, que esses nossos companheiros intergaláticos são absolutamente do bem? Se algum deles foi nosso criador ou, pelo menos, serviu de inspiração para a criação da nossa espécie, penso que esse não seria um contato muito salutar, haja vista nosso instinto belicoso e destrutivo. É, o jeito é esperar.

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