Escultura Viking Warrior – Parte 1

Pessoal, acabou o jejum. Eu já  estou trabalhando no Viking Warrior e amanhã começo a postar o andamento. Fiz umas alterações conceituais na idéia do monstro e do Viking, mas mantive a idéia geral que é a pancadaria em cima da montanha. Eu estou me amarrando neste projeto. Fica a dica aí. Quem não leu, …

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Viking Warrior conceito novo II

Estou estudando posições legais para o próximo boneco. Acho que assim ficaria bem dramático. O que vocês acham? Clique para ver maior Se por acaso você não sabe do que eu estou falando, leia aqui.   Veja também Arte Estatuas macabras Aqui esta uma pequena seleção de estatuas macabras que decoram cemitérios e parq… Arte …

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Viking Warrior I – O concept

Aqui está o concept da escultura que eu fiz no Photoshop . Tirei o Viking das costas do urso e coloquei ele num tipo de mata-leão, preste a tomar umas belas garras no tórax. Espero que vocês gostem. Para ver maior é só clicar na imagem. Veja também Arte Estatuas macabras Aqui esta uma pequena …

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Boneco – Lobisomem Sinistro Parte IV

Olá pessoal. Aqui estou eu novamente com a quarta e última parte do passo-a-passo da construção do boneco “Lobisomem Sinistro”. Se você chegou agora, não se preocupe. Clique aqui e acompanhe a parte I. Para ver a parte II, clique aqui, e para ver a III clique aqui.

Só lembrando que devido a alta quantidade de imagens eu vou usar o clássico “leia mais” e vou hospedar as imagens no Photobucket, o que vai obrigar quem não conseguir visualizá-las a usar nossa gambiarra: Clique aqui e depois entre com o endereço www.mundogump.com.br no campo lá e pronto. Elas deverão aparecer.

Bom, conforme vimos na parte I, eu resolvi esculpir um boneco de um lobisomem. Estruturei e comecei a esculpir. Na parte II vimos a blocagem dos músculos, a cabeça, a criação do detalhamento e acabamento da pele e tal na parte III eu assei o boneco no forno e pintei.

Agora na parte IV eu vou dar o acabamento no boneco já pintado. A peça está quase pronta. Só falta colocar os pêlos que recobrem o boneco.

Esta parte é crucial para o projeto, porque ele foi concebido justamente para testar a técnica de aplicar pelos num boneco.

Inicialmente eu planejava colocar pêlos de coelho no lobisomem. Depois de peregrinar pelo centro do Rio (saara) em busca de pêlos, eu finalmente encontrei um lugar que vendia isso. è uma loja que fica na Rua da Conceição, perto da esquina com a Senhor dos Passos. A loja chama-se “Casa da pelúcia” ou algo assim. Fica no numero 19. Lá, eu descobri que esta loja vende até cabelo humano! Se você quer fazer uma roupa de chewbacca é lá que tem que procurar. Tem pelúcia de todos os tipos, cores e tamanhos que você puder imaginar. Bem legal, apesar de ser espremida e tumultuada. Eu dei azar de ir lá na véspera do carnaval, quando a loja tem o maior movimento.

Bom, eu descobri que lá tem o pelo de coelho, mas era caro pra dedéu. As conclusões que eu tirei a partir disso foram:

Só tem duas peles de coelho na loja e são caras demais para o que eu quero, que é fazer teste: 39 reais cada. (por este preço eu compro três coelhos, minha vó mata eles e cozinha, eu como, ela seca a pele, me dá e ainda sobra uma grana pra comprar a sobremesa!)

De qualquer forma é lá que tem.
A conclusão que eu cheguei é que:
1- Trabalhar com pêlo de verdade só compensa para peças comissionadas ou com garantia de retorno que suplante o custo. (tipo vender no ebay para o mercado internacional)
2- Dependendo da escala, não compensa, já que os pêlos de coelho são compridões pra danar. Isso é problemático, porque vai dar diferença na espessura do pêlo com relação a escala do boneco. Assim, compensa fazer o boneco grande.
3- Existem pelos mais finos. Como o pêlo de chinchila e arminho e que funcionam melhor para peças menores. Porém, quanto mais fino o pêlo, mais caro é.
4- Toda estrutura de pêlos (todos os animais de pêlo em geral) possuem dois tipos de pêlo: O pelo comum e o subpêlo.
O pelo comum é o que vemos. O subpêlo é um pelo mega-ultra-fino que fica por baixo. É ele que realmente isola o frio. O subpêlo é que é ideal para colocar na miniatura. Mas é bem mais difícil de trabalhar com o subpêlo, uma vez que ele é muito, muito fino mesmo.
5- Em função do custo e da dificuldade, achei melhor tentar com pelúcia para ver se rola. O problema é que pelúcia é um pêlo acrílico. Com isso, ele (eu acho) vai derreter no forno. Assim, ele tem que ser aplicado APÓS assar a peça. Mas no caso de pêlo de verdade, eu acho que ele suportaria o calor do forno. Mas não tenho certeza. Tem que fazer testes e experimentos antes. Meu medo é o pelo acrílico iniciar uma ignição e pegar fogo na peça. Talvez usar um soprador térmico seja mais garantido.
6- Tive uma idéia sobre onde obter pêlo legal para cobrir esculturas. No brechó. Todo brechó tem estolas e casacos de pele do tempo do onça. Alguns em péssimo estado de conservação, com mofo, rasgados, sujos, etc. Como estão em mal estado, talvez a pessoa tope te vender. É bem capaz de sair mais barato (pela quantidade e tipo de pêlo) do que comprar o pelo de coelho lá da casa das pelúcias; Mas acabei não indo, porque a idéia de usar pelo de seres vivos me pareceu meio cruel. Vamos tentar o pelo sintético. Aí se não der certo, a gente tenta algo real.
– Só um adendo: Eu sou totalmente, absolutamente, contra a morte de animais para a retirada dos pêlos. A parada de matar os coelhinhos pra isso foi brincadeira, valeu? Sobre usar casacos de pele velhos e comidos por traças em bechós eu acho valido porque é um destino bem mais honrado usar os restos mortais dos animaizinhos em uma obra de arte do que deixar estragando no fundo de um baú de brechó. Mas mantenho minha posição de que matar animais para retirar o pêlo é uma filhadaputice sem tamanho e todos os que usam casacos de pele feitos de filhotinhos de foca, arminho, raposa e etc mereciam perder um bom naco de pele para ver se é bom. A começar pela Gisele Bunchen que embora não precise de mais dinheiro do que já tem, aceita desfilar roupas de pele verdadeiras para os figurões das maisons francesas.

De volta ao lobisomem:

Como o pelo de bicho de verdade era caro demais, resolvi dar uma chance ao destino e comprei um pedaço de pelúcia mista. Até que engana bem, saca só:

Boneco - Lobisomem Sinistro Parte IV

Isso tem quase um metro e me custou 8 reais.

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Boneco -Lobisomem Sinistro Parte III

Olá galera. Aqui estou eu novamente com a terceira parte do passo-a-passo da construção do boneco “Lobisomem Sinistro”. Se você chegou agora, não se preocupe. Clique aqui e acompanhe a parte I. Para ver a parte II, clique aqui.

Só lembrando que devido a alta quantidade de imagens eu vou usar o clássico “leia mais” e vou hospedar as imagens no Photobucket, o que vai obrigar quem não conseguir visualizá-las a usar nossa gambiarra: Clique aqui e depois entre com o endereço www.mundogump.com.br no campo lá e pronto. Elas deverão aparecer.

Bom, conforme vimos na parte I, eu resolvi esculpir um boneco de um lobisomem. Estruturei e comecei a esculpir. Na parte II vimos a blocagem dos músculos, a cabeça, a criação do detalhamento e acabamento da pele e tal.

Agora na parte III, eu começo colocando o boneco no forno para assar. A polyclay, o material do que é feito o lobo, é um tipo de massa que parece massinha e praticamente não seca. mas quando você está satisfeito com sua peça e quer imortalizar ela, você apenas coloca o boneco no forno da sua casa e ele assa, ficando um boneco de um plástico bem duro e bastante leve.

Bom, aqui está nosso amigo lobo entrando na sauna.

Boneco -Lobisomem Sinistro Parte III

Depois de um tempo que não sei dizer quanto foi, porque estava distraído ( eu fico assistindo o boneco assar. Geralmente sei que ele está bom porque certas extremidades como as pontas dos dedos e orelha começam a escurecer) e não marquei o tempo.

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Boneco – Lobisomem Sinistro parte II

Olá pessoal, aqui estamos nós dando continuidade ao lobisomem sinistro. Se você não viu a primeira parte, clique aqui e veja na ordem que é bem mais legal.

Mas se você já acompanhou aqui o processo de construção do modelo na parte I, espero que goste da parte II, já que me deu um trabalho do cacete, hehehe.

Antes de começar quero lembrar os leitores que posts com muitas imagens como este, me obrigam a usar o recurso do “leia mais”, para não ferrar de vez com o download da pagina pra quem tem conexão mais lenta (que é um problema que vem se reduzindo rapidamente no Brasil). Outra coisa, o alto volume de imagens me impede de hospedá-las manualmente, o que me obriga a enviá-las em lote para o photobucket. Isso implica no fato de que alguns leitores em sistemas corporativos podem não conseguir ver todas as imagens porque o firewall bloqueia as mesmas (por algum motivo besta, já que imagem não pode estragar sua maquina) a menos que usem um recurso de tunnel. Se for este seu caso, clique aqui e preencha o campo de busca com www.mundogump.com.br e então as imagens deverão abrir.

Bom, na parte um eu fiz o crânio, os dentes, a estrutura metálica que suporta a massa e cobri com durepoxi. Nesta etapa agora eu começo a construir de fato o lobisomem.

Esculpir é meio que uma caixinha de surpresas. Eu nunca sei se vai dar certo ou não e a sombra do fracasso sempre ronda meu processo de trabalho. Isso é natural, até porque com pouco tempo, e por afobação, eu acabo correndo e “colocando o carro na frente dos bois”.

Músculos

Digo isso porque logo que comecei a fazer a peça, pensei em reproduzir o mais fielmente possível o modelo do conceito, mas a medida em que coloquei massa e mais massa para fazer aquele físico do Hulk, comecei a achar a peça meio falsa. O que estava funcionando bem no concept mostrou a não dar muito certo na minha criação 3d. O tórax do monstro tava gigante. Ele tava batatudo demais para pernas finas. Quase que como o Faustão.

Resolvi dar um passo atrás e retirei um montão de massa daquele tórax. Fiz isso porque entre seguir fielmente o concept e a peça ficar feia e deixar rolar e ela ficar melhor, eu optei pela segunda opção. O meu objetivo passou a ser “um lobisomem sinistro” e não “aquele” lobisomem sinistro em específico, que parecia o incrível hulk com cinturinha de pilão.

O primeiro passo foi usar super sculpey para ir blocando a estrutura muscular básica.

Boneco - Lobisomem Sinistro parte II

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Boneco – Lobisomem sinistro – Parte I

O Fabio Sousa me perguntou cadê os posts de modelagem. Só então eu caí na real de que tinha abandonado esse segmento do Mundo Gump desde o fim da promoção do boneco do John Locke. Pois bem, aqui está um post de boneco. eu vou colocando os updates a medida em que for terminando as …

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Uma fábrica de brinquedos na China

O tão esperado dia das crianças vem chegando e com ele, o sonho de brinquedo de muitos bacuris se aproxima da realidade, ou da decepção, em certos casos.

É inegável que os pais, pelo menos os da classe média, são altamente afetados por este tipo de marketing que gerou o dia dos pais, dia das mães, dia das crianças, e agora quer implantar o “dia da sogra” como uma data presenteável.

Como se já não fosse suficiente a páscoa e seus ovões de chocolate (a mídia e o marketing querem que você pense que quanto maior o ovo, maior seu amor pelo presenteado) o natal e seus milhões de comerciais com velhinhos de óculos sorrindo com panetones ou chester bolinha nos braços, o ano novo e suas roupas brancas com detalhes em prata, e as cores da moda para atrair de tudo, menos desgraça, o carnaval e a cerveja, e seus pacotes de viagem, seus hotéis com traslados, os ingressos, os abadás e as lembrancinhas de lugares longíncuos o início das aulas e os materiais, cadernos, mochilas, livros. As épocas de gastança se espalham pelo ano.

O fato, meus amigos é que somos engrenagens de uma maquina que não se sustenta. Uma bicicleta gigante que está em permanente pedalar para não cair. Somos forçados pela lei do consumo capitalista. Bem, isso não é necessariamente uma constatação tão ruim, uma vez que, sob certos aspectos, até na natureza o consumo é praticado. Pelos menos nós já saímos da fase de consumir uns aos outros.

Aí vem a pergunta fatídica : Será?

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