Olhar das estrelas

Olha, veja lá em cima
Essa obra-prima
Os pontos do firmamento
brilhando em espalhamento
rebordando a noite em cacos
esfera de luz em estilhaço
preenchendo a imensidão do espaço
Trago a certeza em desalinho,
No manto infinito da noite preta
que nosso minúsculo planeta
Não há de estar sozinho
Nesse perpétuo e bonito balé espacial,
espetáculo que mais lembra um carnaval.

Lá em cima,
Em algum lugar,
deve haver um orbe.
Longe duma estrela,
mas nem tão distante
que o faça congelar.
Lá, neste pequeno mundo,
no preto mais profundo,
Deve ter um pequeno ser,
com seus olhos esquisitos
observa o infinito
Indagando sem sorrir
se eu também estou aqui.

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