Não tem pra onde correr: Desmistificando o saudável

Todo mundo se cansa de ouvir mensagens diárias dizendo os benefícios de uma vida saudável, a começar pela dieta.

A alimentação das pessoas vem sofrendo alterações profundas desde o último século. A verdade dos fatos é que seja onde for, em que época do mundo você quiser, uma coisa sempre foi verdade: O pobre sempre come mal. Claro, já foi muito pior que hoje, como na idade média, quando o pobre só podia comer o que a lei lhe permitisse.

Em uma época em que a fome era comum e as hierarquias sociais eram muitas vezes brutalmente forçadas, o alimento era um importante indicador do estatuto social de forma que não há equivalente hoje na maioria dos países desenvolvidos. À parte da indisponibilidade econômica dos luxos, como especiarias, decretos declaravam ilegal o consumo de certos alimentos por determinadas classes sociais, e leis suntuárias limitavam o consumo conspícuo entre os nouveaux riches (francês: “novos ricos”), pessoas que se tornaram ricas, e que não faziam parte da nobreza. Normas sociais também impunham que o alimento da classe trabalhadora fosse menos refinado, já que se acreditava que havia uma semelhança divina ou natural entre o trabalho e os alimentos das pessoas; assim, trabalho manual requeria alimentos mais vulgares e mais baratos. fonte

Se antigamente o pobre comia pão embolorado, hoje são as coxinhas e outros salgadinhos, repletos de sódio e coisas alienígenas dentro, que dormem nas vitrines de biroscas sujas até serem devidamente embrulhados num guardanapo de papel de seda e levados até uma boca ávida por sorver sua existência e transmutá-lo em uma tora de cocô prestes a submergir para sempre na água turva do sanitário.

Nada contra a coxinha dormida, ou o pão com apresuntado. Nada contra ovo colorido, batata encharcada de óleo ou podrão da madrugada. Esses alimentos podem te fazer mal, mas são honestos quando se trata disso. Ninguém come um podrão de esquina sem cogitar que pode estar trabalhando na pré-produção de uma diarreia-vomítica épica que estreará no seu banheiro algumas horas depois. O que é espantoso no Brasil, um dos maiores produtores de alimentos no mundo, é como comemos mal!

Seja rico seja pobre, se é brasileiro, tá ferrado! Come mal até quando pensa que come bem. Até quando paga caríssimo, em refeições a peso de ouro que alimentariam dezenas de famílias africanas com seu preço exorbitante e (como com quase tudo no Brasil) fora da realidade.

Este post tem por objetivo desmistificar a utopia da alimentação saudável. Mas não estou aqui para defender o indefensável! “Você é o que você come”, já dizia o ditado. O alimento é uma série de coisas que colocamos dentro do nosso organismo, que vai pegar essas coisas e jogar pra lá e pra cá, injetando enzimas e então vai absorver o que estiver ali. Duvida? Coma veneno pra ver o que te acontece!  

Não! Claro que não! Você não é burro o suficiente para ingerir veneno! Né?

Bem… Vamos voltar a esta pergunta ao final deste post. Antes, que tal pararmos para pensar num belo prato de salmão grelhado com ervas finas? Olha que delícia:

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Você resiste? Eu não!

Olhando assim, ele ali, aberto no prato, embebido em azeite da melhor qualidade e com ervas em cima, você pode pensar que se trata do supra-sumo da alimentação saudável, até porque custa caro bragarai! Agora vem a decepção:

O salmão considerado um dos peixes mais benéficos à saúde, sendo aclamado por aí por nutricionistas e médicos que simplesmente parecem ignorar ou desconhecer sua verdadeira origem. Entre os argumentos para o seu consumo, declaram que o salmão carrega uma grande quantidade de ômega 3, vitaminas A, D, E e do complexo B, magnésio e ferro. OK. Seria bom, se não fosse por um enorme porém: o salmão encontramos nas prateleiras do supermercado não é tão benéfico assim. Encontramos aqui o salmão criado em cativeiro, vindo do Chile, que é diferente do salmão selvagem encontrado na América do Norte.

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Em termos de alimentação, este cara aqui está indo bem! Você não.
Damos como certo de que a carne do peixe é rosa-alaranjada – ou ‘salmão’. Porém, esta a regra se aplica somente ao peixe de alto-mar, que passa a vida em liberdade no oceano para subir os rios na época da reprodução e morrer em seguida. Esse peixe é raro, caro, delicioso e belamente colorido por conta de sua dieta à base de camarão e krill.

No total, ele representa míseros CINCO POR CENTO do salmão vendido nos Estados Unidos, e praticamente não chega ao Brasil. A maioria esmagadora do peixe encontrado nos mercados de todo o mundo é criado em fazendas subaquáticas, e tem uma cor que vai do cinza ao bege-claro, passando no máximo por um rosa-pálido. Para ficar com o mesmo tom do salmão selvagem ele recebe uma ração com aditivos sintéticos, derivados de petróleo. Além disso, estudos apontam que consumir mais de 200 gramas desse pescado, numa média mensal, apresenta riscos cancerígenosNãããããããão! inaceitáveis.

 

A verdade é que este peixe, que recebeu a fama de super alimento, repleto de Omega 3, que combate o colesterol ruim, é antiinflamatório e traz inúmeros benefícios para o consumidor, não passa de um produto fake. Para piorar a situação, muitas vezes os peixes são criados em ambientes anti-higiênicos, recebem antibióticos, tem o dobro de gordura – em sua maioria de gordura saturada (péssima) e quase nada de Omega 3 (boa).

Por conta disto, os peixes recebem altas doses de antibióticos e fungicidas. Ou seja: mais contaminação na sua carne. E vocês sabiam que quase todo o salmão vendido no Brasil vem do Chile?! fonte

Preciso dizer que apesar de citar o texto acima, discordo de duas coisas dele: Não há provas contundentes e científicas que o corante usado para colorir o “salmão paraguaio” seja de fato veneno cancerígeno. A outra é a alegação que o “salmão de cativeiro” não tem grandes quantidades de Omega 3. Discordo totalmente disso, mas a questão aqui não esta no valor alimentício do animal, mas sim o fato de que te vendem uma coisa dizendo que é outra, o que em tese, viola seu sagrado direito de saber o que está comprando e consumindo.

A grande parte dos peixes que se vende no brasil como sendo salmão, é truta!

Trata-se da truta salmonada, que é tipo “denorex – parece, mas não é”. O maior problema com a truta salmonada é que com a explosão da demanda por “salmão” dos últimos vinte anos, sobretudo por causa da culinaria japonesa, que virou moda, ela é criada num esquema fabril, onde em função da demanda, nego liga o foda-se para alguns aspectos importantes, eu diria cruciais, como a… Higiene. Pra piorar, estamos falando dum peixe que neguinho vai pagar caro para comer cru!%name Não tem pra onde correr: Desmistificando o saudávelO salmão e a truta fazem parte da família dos salmonídeos.

Eles são classificados como “pescado branco”. Mas, a truta salmonada, possui uma carne alaranjada que é a cor típica do salmão, e por isso, recebeu esse nome. No seu ambiente natural, o salmão possui a cor alaranjada porque consome pequenos animais (crustáceos e moluscos), com elevada concentração de substâncias carotenóides.

Esses carotenóides são os mesmos pigmentos naturais que também estão presentes nos vegetais como no caso do tomate, da cenoura, da laranja, do mamão, da abóbora e em muitos outros. Já na criação de cativeiro, tanto o salmão como a truta, são alimentados com uma ração que possui uma substância que dará a coloração alaranjada à carne do peixe. A truta e o salmão possuem a capacidade limitada para re-sintetizar os carotenóides fracionados durante o processo digestivo.

Sendo assim, eles transferem, sem modificações, os carotenóides presentes em sua dieta para os tecidos e músculos, de forma que a coloração resulta da deposição desses carotenóides na carne do peixe. Porém, para conseguir a coloração alaranjada, o criador pode também adicionar à ração substâncias sintéticas (astaxantina e cantaxantina) que, quando ingeridos em quantidades elevadas, podem ser prejudiciais à saúde. Assim, fora o 171 descarado do restaurante te dizer que vai servir salmão e te servir outro peixe que parece salmão sem de fato ser, o treco pode estar repleto desses químicos que vão parar direto dentro de você. Claro que isso é um problema maior se você é um viciado em comida de japonês e come o treco todo santo dia. fonte

Outro aspecto desse problema alimentar, envolve uma questão tipicamente brasileira, mas que não se restringe ao salmão. Vou falar dela agora: Se chama “economia do 171”. Você não vê o problema claramente, a menos que seja relacionado com pessoas de transportadoras ou tenha parentes que trabalham com logística (como é meu caso) e converse com essas pessoas sobre “problemas endêmicos da cultura do Brasil”. Basicamente o lance é o seguinte: O produtor rural cria dois tipos de gado. O gado de consumo interno e gado de corte para o mercado internacional. Qual o melhor? Óbvio, nem preciso dizer que é o que vai ser exportado. Isso acontece com milho, com café (com café é até dramático o negócio) e com um MONTE de outras coisas.

O brasileiro se habitiuou ao longo de décadas a comer coisas de segunda linha. Assim, nosso café moído é repleto de milho torrado para “encher” e baixar o custo, enquanto o café que vai para o exterior é puro. Se não for, eles não compram. A regra é simples.

Guarde esta informação: Se não é bom, eles não compram. Ela é importante neste post.

Bom, voltando ao boizinho, criado com todo cuidado e carinho para o mercado internacional que realmente quer comer coisas de qualidade vindas daqui, o boi é abatido, é limpo, sua care é processada com todo cuidado e higiene máxima. Então ele vai ser armazenado em caminhões frigorífico, que seguirão um looongo caminho até o porto, onde essa carne será embarcada e segue para seu destino no mercado europeu ou americano. Aí entra a “brasileirisse” no negócio.

No meio do caminho, o carreteiro, que é só um sujeito mal educado e mal pago, oprimido por uma companhia que exige jornadas sub-humanas, suga todo seu trabalho, exige como só um feitor de novela de escravos faz, cobra dele a gasolina, o desgaste do veículo, o pedágio e multas, tem a brilhante ideia de DESLIGAR O MOTOR da refrigeração para economizar no combustível! E assim ele faz. Desliga a refrigeração e transporta a carga pelo meio do caminho inteiro, debaixo do sol que a gente ja conhece.

Quase chegando no destino, ele malandramente religa a refrigeração, e três horas depois está aparecendo na porta do porto, com sua carga que será inspecionada e se verificará que está gelada na temperatura certa. O embarque é realizado, o transporte em contêineres frigoríficos… Tudo segue perfeito até o destino, quando a carne será descarregada e segue uma amostra dela para testes. Daí o gringo analisa e…

OPA! A AMOSTRA TÁ PODRE!

Daí, o LOTE TODO é cancelado, a carne toda não é comprada e segue o tramite onde ela é incinerada e destruída. O lote contaminado é então cobrado do Brasil, onde a carne, que aumentou mais de cem vezes de preço desde que saiu da fazenda, por causa de uma economia de vinte e seis reais do pela-saco que se acha o gênio prejudica gravemente a nossa imagem de maiores exportadores de carne mundial. Agora este pequeno exemplo, baseado num caso real que foi abafado com muito custo, para não queimar o filme do Brasil, é só um mísero caso num mar de tentativas de golpe.

Um dos golpes mais clássicos em cima do gringo que eu me lembro, ocorria aqui na Amazônia na época do ciclo da borracha.

Naquele tempo, os maiores compradores de Borracha brasileira eram os ingleses. A borracha era obtida nas árvores de seringueira e enroladas em troncos em grandes bolas de borracha. Essas bolas eram exportadas e pagas a peso pelos ingleses.

Aí alguém muito “ixxxperto” teve a brilhante ideia de botar uma pedra no meio da bola! Não tardou, TODOS os lotes de bolas de borracha iam com pedras dentro. Chegando na Inglaterra, quando seguiam para a fabrica e a maquina metia a guilhotina na bola: Pá! Estourava a maquina. A lâmina batia na pedra, o prejuízo era monumental. Isso chegou num ponto tão grave de 171 que o inglês avisou que pagaria “a pedra” a parte, mas não podia ter pedra na bola. Veja a que ponto chega a malandragem, o gringo tinha que comprar A PEDRA, o 171 por fora!

Hahaha isso aqui é complexo, meu.

Voltando à comida, o cara que tem a ideia de desligar a refrigeração do caminhão é só uma parte da história trágica de como o alimento brasileiro é negligenciado em função do dinheiro. Tem um mercado perto da minha casa que eu sempre que vou observo que as caixas de lasanha (de papelão coberto com plastico) estão moles. Isso é algo que indica uma coisa: Baixa refrigeração. Quando vou lá, verifico com cuidado que as caixas de baixo da pilha também estão completamente úmidas em todos os seus lados.

Como eu não sou burro, (e minha esposa já comprou vários iogurtes podres e sorvete que foi recongelado) eu sei que isso significa que o mercado malandramente, desliga a refrigeração na madruga, para religar horas antes do mercado abrir. Ou seja, a instituição comercial faz O MESMO que o malandrinho do caminhão. Como 90% das pessoas que consomem produtos de lá são burros estúpidos que não podem nem imaginar como que as coisas estão geladas, eles vão levando assim.

Até porque, como nós que não nascemos ontem sabemos todos, o Brasil (o Rio então!) é prolífico em “fiscais” que não fiscalizam, recebem bola para não ver nada. A carne neste mercado é quase sempre escura com bordas pretas nos cantos, o que indica ressecamento. Dado que eles colocam preços bem baratos, isso também me indica que o mercado compra carne velha, talvez de outras filiais que atuam em bairros mais chiques, e vende a carne já quase passada como carne boa e com desconto. Porém, quando isso acontece acintosamente em locais onde os ricos e os fiscais compram sua comida, aí o bicho pega! E se pega, é claro… É porque acontece!

CARNE PODRE APREENDIDA NO SUPERMERCADO ZONA SUL

Foi um choque para os consumidores a notícia de que o supermercado Zona Sul do Leblon, um dos mais lotados da rede, lançava mão de um expediente criminoso ao misturar carne fora da validade com outras de “qualidade”Leia a reportagem completa aqui. Esta rede sempre transmitiu uma imagem de seriedade, honestidade e muito profissionalismo. É possível que se fosse outro estabelecimento não nos causasse tanta estranheza. Durante a primeira campanha eleitoral o então candidato Eduardo Paes chegou a citar nominalmente duas redes de supermercados que, segundo ele, não cumpriam as suas obrigações com o fisco.

Ele se elegeu por duas vezes e a acusação se perdeu por aí pelo espaço. Este setor supermercadista, a exemplo dos ônibus, não é fiscalizado com o rigor necessário. Entre os supermercados mais visados por práticas, diríamos, estranhas, não estava na lista o Zona Sul. Ao contrário, o Zona Sul sempre foi um exemplo de qualidade.

Esperamos sinceramente que a empresa supere este grave procedimento que redundará numa multa superior a R$ 7 milhões. Só que desta vez houve uma avaria séria na credibilidade desta “marca”. Vamos aguardar como os proprietários conduzirão este processo. As provas reunidas pelo Decon e Procon são contundentes. As fotos da carne estragada, os depoimentos de funcionários, as testemunhas, o processo fraudulento… tudo isso coloca o consumidor na defesa.

Cuidado com tudo o que você compra e onde você compra. A velha máxima romana está de volta mais forte do que nunca: “Não basta parecer sério, se tem que ser sério”. fonte

  Truques com carne tem desde que o mundo é mundo. O mais comum é o de misturar umas carnes velhas com as novas e vender as porcarias velhas e cheias de pelanca para consumidores que pareçam bocós (como eu). Outra é bem nojenta e pouca gente imagina: O recondicionamento da carne. Carne recondicionada é o seguinte:

Em muitos açougues, quando uma carne começa a ficar esbranquiçada por causa da decomposição natural – em outras palavras, quando está apodrecendo – a carne pode ser submetida a um “banho de carmim.” Com isso, a carne volta a ficar com cor avermelhada. Isso mesmo: a carne é imergida em corante carmim de cochonilha,  que é feito literalmente de insetos esmagados. E isso é feito para enganar o consumidor, que pensa que a carne está com aspecto saudável. Não sei dizer, contudo, se isso é lícito ou não pela legislação vigente. Mas, considerando que também se faz algo parecido com o peito de peru defumado, não me surpreenderia. Nem todo açougue faz isso, portanto é preciso investigar, para se ter a certeza de que não se está comendo carne podre […] e evite comer sem saber a procedência. fonte

Sim, é isso mesmo que você leu. O cara pega um INSETO ESMAGADO E ESFREGA NA CARNE PODRE PRA ELA PARECER BOA! E você come!

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Isso é uma colchonilha, um inseto que ao ser esmagado libera um poderosos corante avermelhado.

Esta é uma pratica hiper comum. Só trouxas podem achar que é um caso isolado. Quer ver outro exemplo de 171 no freguês? Motel!

Procon-RJ multa motéis e hotéis do Rio por diversas irregularidades 02.04.2013 – 19:05

O Procon-RJ realizou nesta terça-feira (02) grande fiscalização nos principais motéis e hotéis do Rio de Janeiro. Denominada “Belle de Jour”, a operação – determinada pela Secretária Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor – vistoriou as condições de higiene, o prazo de validade dos alimentos e o cumprimento da lei 2929/98, que obriga a fixação de cartazes sobre a prevenção contra a Aids e a venda de preservativos a preço de custo. O caso mais grave foi verificado no motel Te Adoro, em Vila Isabel, que armazenava mais de 20 quilos de carne, peças de frango e peixes com validade vencida.

O responsável pelo estabelecimento foi encaminhado à 19ª DP por crime contra o consumidor. No Lips Hotel (Centro), a operação também encontrou graves irregularidades: além de produtos fora do prazo de validade, os fiscais encontraram baratas na cozinha e extintores de incêndio vencidos desde setembro de 2008. Além da multa, o hotel recebeu uma notificação do Procon e terá prazo de 10 dias para adequar as condições de higiene na cozinha e trocar os extintores de incêndio.

Durante a ação, que durou todo o dia, as equipes de fiscalização percorreram os principais motéis e hotéis das zonas Sul e Norte e Centro do Rio. OEscort Motel (Gávea), Hotel Villa Régia, Hotel Fênix, Motel Snob (ambos no Centro), Serra Mar (Barra), o Corinto Motel (Vila Isabel) e o conceituado Vips Motel (Leblon) foram multados por armazenarem na cozinha alimentos vencidos ou sem informação. Carnes, frangos, postas de peixes,salaminhos, pães, pastéis e diversos molhos foram alguns dos alimentos encontrados fora do prazo de validade.

Os motéis também foram reprovados na fiscalização por não disponibilizarem preservativos femininos e não vendê-los a preço de custo, e por deixarem de fixar cartazes sobre a prevenção contra a Aids. “Quem vai ao um motel não está muito preocupado com esse tipo de comida. Mas o Procon tem de se preocupar, e por isso é que realizamos essa operação. É um absurdo que no motel Te Adoro tenha sido encontrado cerca de 20 quilos de carne imprópria para o consumo, entre outras coisas, e ainda que não se respeite a lei que obriga a venda de preservativo no local pelo preço de custo. O Procon tem de agir em defesa do consumidor em todos os lugares, e desta vez a operação foi nos motéis e hotéis.

E voltaremos aos asilos, restaurantes, peixarias, barcas…”, avisou a secretária estadual de Proteção e Defesa do Consumidor, Cidinha Campos. leia mais e veja a lista dos motéis onde ” a carne é fraca” aqui. 

“Ah, mas só em motel de quinta categoria, né?”

Não, meu amigo! Não tem pra onde correr!

Veja só o que os caras acharam em hotel de rico em Copacabana:

Comida podre no Copacabana Palace

RIO DE JANEIRO – A Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro (Procon-RJ) apreendeu nesta quinta-feira mais de cinco caixas de alimentos vencidos que estavam nas três cozinhas do hotel Copacabana Palace, um dos mais conceituados da cidade, situado na orla de Copacabana, na zona sul do Rio.

A fiscalização não decorreu de nenhuma denúncia, mas fez parte de uma série de visitas iniciada em janeiro que já flagrou irregularidades em mais de 130 bares e restaurantes cariocas. Fabio Motta/AE Hotel terá de pagar multa de cerca de R$ 240 mil Segundo o Procon-RJ, foram encontrados pães árabes vencidos em abril de 2012, leite vencido em janeiro de 2013 e vários tipos de carne também com validade expirada e em processo de decomposição. Alguns alimentos estavam estocados e outros eram utilizados no momento da vistoria, conforme os fiscais, nas três cozinhas de que o hotel dispõe.

Os oito fiscais que participaram da fiscalização também visitaram o bar da piscina, mas não encontraram irregularidades. O gerente do hotel foi conduzido à 12ª DP e poderá responder por crime contra o consumidor. As cozinhas não foram interditadas, mas o hotel será multado em 100 mil unidades fiscais de referência do Estado do Rio (Ufirs-RJ), o que corresponde a R$ 240.660. O hotel terá 15 dias para contestar o valor (mas não terá direito a negar a infração).

Segundo o Procon-RJ, a multa poderia variar entre 200 e 3 milhões de Ufirs-RJ, o que representa de R$ 481,32 a R$ 7.219.800. Para definir o valor são levadas em consideração a natureza da infração e a condição econômica da empresa multada, entre outros aspectos. Em nota, o Copacabana Palace afirmou que “algumas irregularidades foram encontradas e todas as medidas corretivas já foram colocadas em prática”. “O hotel tem como objetivo ser exemplar em todos seus procedimentos” e “reafirma seu compromisso com a excelência dos seus serviços”, diz a nota, que conclui: “Apoiamos a iniciativa das inspeções realizadas pelos órgãos oficiais”. Inaugurado em 1923, o Copacabana Palace tem 241 quartos e é o hotel mais famoso do Rio.

A diária mais barata para um casal é de R$ 1.446,50, segundo o site do estabelecimento. Existem dois restaurantes abertos inclusive ao público que não esteja hospedado. No Pérgula, o prato salgado mais barato é a omelete (R$ 28) e o mais caro, a peixada à brasileira (R$ 94). O Cipriani, onde só é permitido ingressar para almoço e jantar vestindo traje esporte, tem preços mais altos.

fonte 

Ora bolas, se até um dos hotéis mais renomados DO MUNDO serve carne podre para os ricaços, imagina o restaurante da padaria perto da minha casa!

Mas veja que o negócio, no fundo,  é a economia em cima do otário (eu e você).

Por exemplo, ontem de manhã, após acordar com uma sucessão interminável de tabefes na cara (o Davi ta fazendo estagio para delegado ou agente do Bope) fui ver Globo Rural.

Lá mostrou que os produtores de laranja brasileiros estão deixando as laranjas apodrecerem no pé.

Achei estranho aquilo. Apostei minhas fichas em supersafra enquanto esperava o programa voltar do comercial.

Para minha surpresa, os produtores alegaram que POR SORTE A SAFRA foi baixa. Ou seja, tem pouca laranja!

Mas como isso pode ser sorte? – Você se pergunta.  Isso aumenta o preço, lógico, graças a lei da oferta e demanda. Ocorre que a laranja esta apodrecendo na árvore, porque se o produtor catar e vender, vai dar excesso de laranja para consumo interno, e o preço cai.  A caixa de laranjas que antes valia doze reais caiu pela metade, chegou a três reais e continua seu mergulho…  E então, porque não exportamos?

Aí que está o problema!!! Lembra da frase que eu te mandei memorizar lá em cima? SE NÃO ESTIVER BOM, ELES NÃO COMPRAM!

E não compram nossa laranja, sabe porque? TEM VENENO NO SUCO.  É isso!

Na safra 2011/2012, tivemos produção recorde de laranja. Nesta nova, teremos de novo uma superprodução. As empresas de suco de laranja estão com os estoques bem fornidos. Como vem mais um monte de suco por aí, elas não precisam se preocupar em garantir o suprimento a preço bom.%name Não tem pra onde correr: Desmistificando o saudávelE o mercado externo está em queda.

A responsabilidade principal é do governo americano. Mais da metade do suco de laranja consumido nos EUA é produzido no Brasil. Mas os Estados Unidos decidiram barrar a entrada de cargas de suco com Carbendazim, um fungicida muito usado em outros países, inclusive no Brasil.

Isso espantou o consumidor americano. As vendas de suco brasileiro nos EUA caíram. Os citricultores brasileiros pediram um ano e meio para se adaptarem a estas novas exigências. Basicamente, vão ter que trocar por agrotóxicos mais caros. Com os quais os americanos não encrencam. Por enquanto. Ironia – os produtores brasileiros gastam uma boa grana em agrotóxico para aumentar a produtividade, e agora que ela cresceu muito, a super oferta jogou os preços lá embaixo.

Que frescos esses gringos, hem? Bem, testes em laboratório indicam que altas doses de Carbendazim podem causar infertilidade.

Os testículos dos ratinhos de laboratório basicamente explodiram. Na Austrália deu escândalo – tinha peixe nascendo com duas cabeças, todo tipo de deformidade. Altíssimas doses têm consequências seríssimas. Há caso de criança nos Estados Unidos que nasceu sem olhos, após a mãe ser exposta a uma dose alta de Benlate, parente do Carbendazim.

Os países ricos decidiram que seu sucão de laranja, amigo, está envenenado.

fonte 

Se você acha que a solução para o problema do suco está no consumo do suco de caixinha, você está muito enganado.

Uma coisa curiosa que pouca gente sabe é que o suco de caixinha contém até mais açúcar que o refrigerante (que já tem açúcar pra caralho!) O suco sempre foi apontado como uma das melhores opções de bebida para quem quer ter uma alimentação saudável e controlar o peso – ganha até do refrigerante zero calorias.

É verdade que ele é mais calórico do que a bebida gaseificada light, mas é rico em vitaminas e minerais que trazem bem mais benefícios do que os refrigerantes, que são poucos nutritivos e por isso classificados na categoria de alimentos de “caloria vazia”. Em média, os sucos vendidos em caixinha têm mais açúcar do que os refrigerantes.

Dependendo da marca, um suco de uva, por exemplo, pode ter até 70% a mais de açúcar do que um guaraná. Essa é uma das conclusões de um estudo divulgado nesta quinta-feira (18) pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que comparou a quantidade de açúcares, sódio e gorduras em diversos alimentos industrializados de várias marcas.

O estudo completo está disponível no site da agência.

Ao todo, 76% dos adultos bebem esses produtos pelo menos uma vez por semana e 27,9%, cinco vezes ou mais na semana. O consumo quase que diário aumentou 13,4% em um ano. Entre os jovens de 18 a 24 anos, a popularidade dos refrigerantes é ainda maior: 42,1% tomam refrigerantes quase todos os dias.

Apesar de o mercado oferecer cada vez mais versões com menos açúcar, como os diet e os light , somente 15% dos brasileiros optam por eles. fonte

O Brasil é fogo, não tem pra onde correr. Enquanto somos um dos maiores produtores mundiais de alimento, ostentamos um nada bonito recorde: O PAÍS QUE MAIS USA AGROTÓXICOS.

Isso significa: veneno na comida! Os impactos à saúde pública são amplos porque atingem vastos territórios e envolvem diferentes grupos populacionais, como trabalhadores rurais, moradores do entorno de fazendas, além de todos nós que consumimos alimentos contaminados, tipo eu e provavelmente você aí. A gente aqui chega a aplicar veneno com avião!

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“Os pilotos, as associações que acabam prestando esse tipo de serviço às empresas, acabam muitas vezes desrespeitando por completo o que está na legislação quanto a distância dos mananciais de água, em relação a distância que deve ser mantida das comunidades rurais”

O caso de intoxicação na escola de Rio Verde aconteceu após uma aeronave da empresa Aerotex pulverizar a área externa do prédio com o agrotóxico Engeo Pleno, da Syngenta. Entre os atingidos pelo veneno, 38 crianças e alguns funcionários apresentaram sintomas mais intensos de intoxicação, como vômito, dor de cabeça, falta de ar e desmaio. O incidente na escola Rio Verde  devia servir de alerta… Mas sabe como é!

O uso indiscriminado de agrotóxicos é um atentado contra a vida, contra os seres humanos, contra os direitos universais. Para a gente essa tragédia não pode se repetir tanto do ponto de vista de contaminação dos seres humanos quanto aos problemas causados ao meio ambiente ali na região. fonte

Se você é um daqueles que acha que a única escapatória é só comprando (pagando muito mais caro) por alimentos orgânicos, pode cair do cavalo quando souber que muita coisa vendida como orgânica não é! Sim, lembra que eu te falei da terra do 171? Pois bem. Outra coisa, o fato de um alimento ser orgânico não te garante!

Se você só consome orgânicos, segure a peruca, porque ela vai arrepiar:

O ESTADO DE S. PAULO, 22-11-2006

 

A VOLTA DOS ALIMENTOS CONTAMINADOS

Aqueles que compram comida em supermercados têm pouca vivência dos ambientes nos quais os alimentos são produzidos.

O solo contém uma infinidade de vírus, bactérias e fungos nocivos à saúde humana. Os principais vilões são as toxinas produzidas por bactérias e fungos, em especial a ergotamina produzida pelo Claviceps purpúrea, a fumosina, pelo Fusarium e as toxinas, por algumas formas de E. coli. Fungos e bactérias contaminam os grãos e as verduras que produzimos e acabam por se reproduzir se as condições de colheita, armazenamento e processamento não são cuidadosamente controladas.

O resultado é que as toxinas aparecem nos alimentos. Além de poderem matar, elas, mesmo em doses minúsculas, contribuem para o surgimento do câncer de esôfago. A fumosina tem a peculiaridade de inibir a absorção de ácido fólico, o que pode causar malformação nos fetos.

O ataque por insetos infectados é uma das maneiras como os grãos são contaminados. Durante todo o século 20, com a utilização de fungicidas e inseticidas e a introdução de plantas transgênicas resistentes a insetos, as contaminações em larga escala se tornaram muito raras.

No caso das bactérias, a utilização de adubos químicos em vez de adubos feitos com fezes de animais ou restos de plantas reduziu o número de envenenamentos.

ORGÂNICOS

Recentemente esse quadro se modificou com a introdução dos alimentos ‘orgânicos’. Em setembro, centenas de pessoas nos EUA foram envenenadas devido à presença da bactéria E. coli O157:H7 em lotes de espinafre fresco.

Uma morte, 50 casos de falência renal e centenas de hospitalizações foram causadas por um produtor orgânico descuidado. Na Inglaterra, o governo testou alimentos orgânicos e industriais para verificar a presença de fumosina. O resultado foi que todas as amostras de produtos orgânicos apresentavam níveis inaceitáveis de fumosina e foram retirados do mercado. Os resultados mostram que a decisão dos consumidores de voltar às formas primitivas de produzir alimentos implica em um aumento no risco de sofrermos envenenamentos.

Isso não quer dizer que seja impossível produzir alimentos orgânicos de maneira segura, mas somente que sua produção tem que ser mais cuidadosa e que o consumidor deve ser alertado dos riscos envolvidos, não só dos benefícios. A conseqüência mais interessante desses episódios são os desdobramentos legais. Em diversos países, o produtor de bens de consumo tem o dever de utilizar a tecnologia mais segura em seus produtos. Caso não o faça, acidentes deixam de ser considerados acidentes e passam a ser classificados como desleixo, o que implica em altas multas e condenações.

Muitos advogados de vítimas de envenenamento por alimentos estão movendo esse tipo de ação contra as indústrias de alimentos orgânicos e até mesmo de alimentos industriais que deixaram de utilizar tecnologias mais seguras para satisfazer os consumidores.

O divertido é que esse risco legal está fazendo muitas indústrias se questionarem se não é arriscado demais excluir transgênicos de receitas ou prometer que só usam ‘produtos orgânicos’.

Mais informações: Why spurning food biotech has become a liability, na Nature Biotechnology volume 24, página 1075, de 2006, e http://www.fda.gov/bbs/topics/NEWS/2006/NEW01474.html.

Se os alimentos são fonte de preocupação, imagina então a água!

No caminho entre as estações de tratamento e as torneiras das casas, a água pode perder qualidade e se tornar fonte de intoxicação.

Supostamente, água fornecida pela Cedae é (ou devia ser) tratada e de boa qualidade. Por lei, as caixas e reservatórios de água dos condomínios têm de ser limpos a cada seis meses. Nas residências, o uso de filtros e até de purificadores é prática comum. O que ocorre então para que casos de intoxicação por água contaminada ainda sejam registrados?

Ao sair das estações de tratamento da Cedae a água está clorada, ou seja, tem um teor de cloro residual que é um agente bactericida.

Uma proteção garantida, mas com limites, pois no caso de contaminação da água, esse cloro vai ser consumido, perdendo seu efeito. Nos extensos e tortuosos caminhos percorridos pela água até chegar às nossas torneiras, infiltrações e vazamentos, nas tubulações da rua ou do prédio, provocam a perda da qualidade da água.

A proximidade entre as instalações de esgoto e de água facilita a contaminação, que pode também ocorrer quando os reservatórios não são vedados corretamente. O chefe de Laboratórios da Feema conta casos de contaminação por este motivo.

Corpos de animais e de seres humanos em estado de decomposição, vez por outra, polui caixas d’água. Reservatórios são contaminados por atos de vandalismo. Há até casos de bóias, cuja base de mercúrio se rompe, e o metal pesado mistura-se à água. São casos excepcionais, mas alertam para os cuidados que se deve ter com as caixas d’água: Síndico e condôminos devem estar atentos às condições de higiene ao redor dos depósitos de água. Mas talvez algo bem mais assustador que micróbios nadando na sua água seja o Flúor!

Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe dissessem que, sem o seu conhecimento, administram regularmente medicamentos com uma substancia mais venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, que é o componente principal das drogas que alteram o cérebro.

Isso é o que alguns médicos qualificados e conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de pessoas no mundo inteiro.

Que substância agressiva é essa? O flúor na água potável.

A maioria de nos conhece o flúor como preventivo das cáries. Por isso foi acrescentado à maioria dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas ao dentista das crianças. Contudo, na historia do uso do flúor há um aspecto muito ameaçador. Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície dos dentes, porém, também trata-se de um elemento altamente tóxico relacionado com um grande número de doenças físicas e mentais. Estudos publicados recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável do Reino Unido pode produzir danos genéticos.

Desde a Segunda Guerra Mundial não se realizou nenhuma pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da campanha anti-flúor dos Países Baixos, estão convencidos de que em muitos países da Europa Ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro esquema de medicação massificada que foi usado na Alemanha nazista.

Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de inocentes foram exterminados nos campos de concentração alemães. A morte por doenças, inanição e extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era complementado com o emprego de drogas e produtos químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um clima de temor tinham encontrado um método simples de controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos.%name Não tem pra onde correr: Desmistificando o saudávelJovens sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz, esperando pela libertação.

Os nazistas “ministraram” flúor na água dos campos de extermínio, que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda é promovido em diversos países. O flúor também é empregado como componente ativo de poderosos tranqüilizantes.

Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao abastecimento d’água.

Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente os serviços de inteligência. Consideraram que a água fluorada era o meio ideal para controlar as populações depois de seus países terem sido invadidos. Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos químicos I. G. Farben, instalada em Frankfurt, foi a encarregada da produção massificada de flúor destinado aos campos de extermínio e a outros futuros usos possíveis. O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da ordem de 1,5 ppm.

  •  Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: “Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas”.
  •  Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água com a ocorrência graves doenças dentárias.
  •  No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de pessoas bebem água fluorada artificialmente.
  •  A US Food and Drug Admistration considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o consideram como um nutriente essencial nas dietas.

Apesar das angustiantes provas, a British Medical Association (BMA) mostra-se inflexível em relação a ideia de que a adição de flúor na água e nos produtos dentários não é nociva. A BMA também pressiona o governo para que convença mais companhias de água do Reino Unido a acrescentar o flúor em seus abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica entre os médicos, que continuam divididos sobre os benefícios do uso do flúor na água potável. fonte 

Bom, eu não sei se realmente o flúor é este perigo todo. Gostaria de saber ao certo, mas a verdade é que eu não sei.

No Brasil, a fluoretação das águas de abastecimento público é obrigatória, por lei federal, desde 1975, onde há estação de tratamento da água (ETA). Contudo, dados os benefícios que a medida proporciona, ela é feita mesmo em municípios que não contam com ETA, e cujo sistema de abastecimento de água é misto com poços artesianos, ou exclusivamente com base em poços.

A fluoretação é a medida preventiva da cárie dentária de melhor custo-benefício (Frias 2006). Manter um indivíduo beneficiado por água fluoretada, durante toda a sua vida, custa o equivalente à metade do custo de uma restauração dentária.

Se a água é um risco, imagina só o leite!

Quando eu trabalhava projetando vagão de trem, certa vez trabalhei com um cara que era consultor na área de maquinário de laticínios.

Ele me disse que na casa dele era PROIBIDO BEBER LEITE.

Veja, o cara só faz mexer com leite. Ele trabalhava para grandes empresas de produtos lácteos. Quando um cara que vive do leite te diz que proíbe os filhos de beberem leite, tem uma coisa errada aí. Ele me contou que o troço mai comum no Brasil (lembra do 171 do cara do caminhão?) é o produtor fazer economia, batizando o leite. O que ele faz é botar água no leite. Aí isso altera o Ph, e como que ele faz pra corrigir? Ele coloca junto o MIJO DA VACA! Sim, URINA NA PORRA DO LEITE! E para consertar a coloração usa-se produtos químicos tóxicos na mistura.

A Operação Leite Compen$ado, deflagrada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) em parceria com o Ministério da Agricultura no começo de maio, revelou a adição de ureia para aumentar o volume do leite por empresas transportadoras do produto. Com o crime, transportadores lucravam 10% a mais do que os 7% já recebidos sobre o preço do leite cru, em média R$ 0,95 por litro. O total de leite movimentado pelo grupo, no período de um ano, chega a 100 milhões de litros. Mais de 100 toneladas de ureia foram compradas pelos envolvidos na fraude.

Sim, se você ta desconfiado que essa tal “uréia” que eles “compram” é o mijo, provavelmente está certo.

Ou você acha mesmo que o golpista que quer faturar batizando leite vai gastar dinheiro comprando ureia química quando uma vaca mija de dois em dois minutos de graça?

Tá horrorizado? Veja aqui essa notícia. 

Casos de adulteração na China levam os golpistas à morte por tiro na nuca. Aqui não acontece nada, e talvez por isso aconteça tanto ao ponto de um cara expert em leite proibir o consumo dele por seus filhos.

Some a isso tudo o problema crônico da falta de tempo para comer direito nos grandes centros urbanos. É uma tragédia silenciosa. O excesso de sal matou mais de 2 milhões de pessoas no mundo, em 2010; . Esse cenário é reflexo direto do excesso de tarefas do dia a dia, restringindo, dessa forma, a adoção de uma alimentação mais equilibrada.

Com isso, muita gente acaba adotando o hábito de comer fora de casa, optando muitas vezes por lanches rápidos, e investindo em comidas industrializadas, que têm preparo mais prático, mas com frequência são recheadas de alto teor de gordura saturada e sódio.

Claro, as empresas de alimentação querem vender. E como fazer para vender? Gerando bombas alimentares que funcionam dando ao corpo o que ele mais quer: Açúcar e gordura, e sódio avontê.

Estudos demonstram que uma alimentação pobre em fibras, com altos teores de gorduras e altos níveis calóricos (hambúrguer, batata frita, bacon etc.), está relacionada a um maior risco para o desenvolvimento de câncer de cólon e de reto, possivelmente porque, sem a ingestão de fibras, o ritmo intestinal desacelera, favorecendo uma exposição mais demorada da mucosa aos agentes cancerígenos encontrados no conteúdo intestinal.

Em relação a cânceres de mama e próstata, a ingestão de gordura pode alterar os níveis de hormônio no sangue, aumentando o risco da doença. Há vários estudos epidemiológicos que sugerem a associação de dieta rica em gordura, principalmente a saturada, com um maior risco de se desenvolver esses tipos de câncer em regiões desenvolvidas, principalmente em países do Ocidente, onde o consumo de alimentos ricos em gordura é alto.

Já os cânceres de estômago e de esôfago ocorrem mais freqüentemente em alguns países do Oriente e em regiões pobres onde não há meios adequados de conservação dos alimentos (geladeira), o que torna comum o uso de picles, defumados e alimentos preservados em sal. Atenção especial deve ser dada aos grãos e cereais.

Se armazenados em locais inadequados e úmidos, esses alimentos podem ser contaminados pelo fungo Aspergillus flavus, o qual produz a aflatoxina, substância cancerígena. Essa toxina está relacionada ao desenvolvimento de câncer de fígado. Os alimentos preservados em sal, como carne-de-sol, charque e peixes salgados, também estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de estômago em regiões onde é comum o consumo desses alimentos.

Nem preciso mencionar que alimentos que contêm níveis significativos de agentes cancerígenos podem te matar. Por exemplo, os nitritos e nitratos usados para conservar alguns tipos de alimentos, como picles, salsichas e outros embutidos e alguns tipos de enlatados, se transformam em nitrosaminas no estômago.

As nitrosaminas, que têm ação carcinogênica potente, são responsáveis pelos altos índices de câncer de estômago observados em populações que consomem alimentos com estas características de forma abundante e freqüente.

E os adoçantes? O mais comum deles, é o Aspartame.

Gente, o aspartame é um troço que eu acho que vou evitar neste post (que já ta virando livro).

Todo mundo que ta na net desde os anos 2000 já deve ter recebido aquele email sobre o perigo mortal que é o aspartame.

O típico email de histeria e tal, que diz que o aspartame foi inventado pela Monsanto – que também tem o mérito bizarro de ser quem inventou alguns dos venenos mais mortais do mundo além do Agente laranja da guerra do Vietnã.

Dizem que o aspartame é derivado do formaldeído parte de venenos famosos, como cianeto e arsênico… Mas aspartame faz mal mesmo? A Anvisa diz que não… Mas sei lá, meu. Eu não estou aqui para dizer que tudo naquele email é falso.

Eu tenho o pé atras com formaldeídos nos alimentos. O fato da Anvisa dizer que não faz mal, não garante porra nenhuma (pelo menos no meu ponto de vista) esses órgãos que entubam por exemplo a Coca Cola não revelar sua formula e continuar a ser vendida livremente… Suspeito.

É meu direito suspeitar. Até porque casos antigos como o que aconteceu com a talidomida, amplamente receitada a gestantes na década de 50 e que produziu efeitos teratogênicos. São muitas as pessoas, em todo o mundo, que sofreram e ainda sofrem as conseqüências dela. Se uma bosta como a talidomida já foi considerada “segura”, é bom a gente “botar as barbas de molho” com o que dizem esses órgãos. Até porque… Sabe como é.

Fiscalização no Brasil. Pffffff.

Eu vou parar o post aqui porque estou cansado e com fome.

Vou ali comer um podrão com Kissuco e já volto. Até lá.

Comments

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49 comentários em “Não tem pra onde correr: Desmistificando o saudável”

  1. Mais uma coisa errada no Brasil, como se fosse novidade. Digo: na verdade, coisa errada com o brasileiro. A gente que faz esse país uma sanita usada por uma multidão de corintianos com os intestinos prestes a explodir ânus a fora. O pior nesta situação é que nós, os filhos da “portentosa” nação Brasileira, não temos alternativas para os alimentos nojentos que são regurgitados em nossas mesas. Vômito bem caro, aliás. Acho que a única alternativa viável é começar a viver de luz. Sentirei falta do podrão =(

  2. Tomei coragem e li tudo, parabens pelo post se puder continue
    ele.

    obs:eu te pedi para postar mais aventuras reais suas e até hj vc nao postou, gosto muito de suas aventuras ate acho a parte mias legal do seu site hehe

  3. Nossa,que post ALTAMENTE INFORMATIVO ein Philipe?Cara,muito bom MESMO! Parabéns! 🙂

    Obs: não é por nada não,mas toda “notícia” que vem da Globo e seus “derivados”,eu não considero conviável de jeito nenhum.Acho que você já sacou o que eu estou querendo dizer… Abraços.jpg

  4. Ok, mas seria toda essa informação real? Não duvido mais da “malandragem” brasileira (ainda que a custo da saúde alheia), mas ao menos o caso do salmão, pelo que sei, não procede, não como algo tão prejudicial à saúde.

      • Faz alguns dias que vi esse “alerta” sobre o salmão e fiquei chocada. Fui buscar mais informações e encontrei este post, que diz que o fato de o salmão ser “colorido artificialmente” não o faz prejudicial à saúde: http://alimentandoadiscussao.wordpress.com/2013/05/31/salmao-com-corante/

        Bom, é difícil saber no que acreditar. Mas também já fiquei sabendo de supermercados que desligam a refrigeração à noite. É lamentável que esse tipo de coisa aconteça.

        • O “salmão” não se torna prejudicial a saúde. Ele só não é a mesma coisa que os nutricionistas recomendam, pois trata-se de outro animal. Os corantes artificiais em excesso são cancerígenos, de modo que (como eu disse no texto) isso só é um problema mesmo para quem come truta salmonada todo dia. O risco maior está na má conservação, que é problema crônico do Brasil. Há uma ampla gama de malandragens envolvendo peixes aqui, um dos mais comuns é vender peixe panga como sendo filé de linguado.

  5. Excelente post, Philipe!
    A procedência dos alimentos que chegam a minha cozinha e daqueles que chegam ao restaurantes é praticamente a mesma, mas eu evito comer fora. Trabalho no Centro da cidade, e a oferta de “bons” alimentos aqui é realmente escassa. Triste isso. Trabalho e estudo tanto… O mínimo que eu merecia era alimentação de qualidade.

  6. Li tudo… comentários:

    1)- “Faça você mesmo seu barril”. Ou seja, crie e plante tudo o que vai comer. Para uns é mais fácil, para outros nem tanto, mas a regra é essa. Já tenho evitado ao máximo coisas industrializadas tipo “hamburguer de caixinha”, que é muito pior do que comprar a carne, mandar moer na hora e fazer o próprio hamburguer (apesar de não confiar na origem da carne também, mas enfim). Sucos também, de preferência direto da fruta, nada de caixinha (que além de tudo são caríssimos).

    2)- Agora eu sei porque o povo brasileiro é bundão e submisso: flúor na água! 😛

    • Tenho muita vontade de plantar o que eu vou comer tb. Foda é que isso num apê de dois quartos é meio difícil. Ainda mais com uma pessoa que junta tanta tralha igual eu. Mas eu sou louco com jardim, com plantas… Tudo que eu planto vai bem, se eu fosse fazendeiro eu acho que ia me dar bem, hahaha.

  7. Realmente é podre a índole brasileira em vários setores, não só nos alimentos.. mas isso não desmistifica a alimentação saudável. Ainda q as artimanhas de marketing vendam uma alimentação saudável falsa, a informação nos salva. Sempre analisar a tabela nutricional e a composição dos produtos é fundamental, além de tentar escolher a melhor procedência. Essa do salmão eu já sabia há uns 2 anos, e o suco de caixinha, desde q li os ingredientes pela primeira vez, nao tomo mais. Claro q nem todo mundo possui interesse, tempo e conhecimento necessário pra ficar atento a tudo isso, mas isso já leva a outro problema, o da educação básica no Brasil, que leva a outra problema, o da falta de investimento, corrupção, descaso.. um círculo vicioso sem fim.. Resumindo, achei o título do post inadequado hehe.

    • Ué, eu não vejo por aí. O post mostra que muitas coisas consideradas saudáveis, na verdade podem até fazer mal. Claro que não se trata de mostrar que coisas saudáveis são ruins, (eu acho que ate disse isso no texto), mas um blog é como um jornal, o título tem que despertar a curiosidade, se não despertar, o cara nem começa a ler. E num post monstro desses, eu fiquei com dificuldade de pensar um titulo que abrangesse tudo.

  8. Sou leitor do seu blog desde uns 6 meses antes de você ir no Jô Soares, fato que marcou pois eu falei “nossa blogueiro com nome esquisito está no jô” e até mostrei pra minha namorada. Fico feliz com evolução do blog, que agora não só trata da bizarrice natural do mundo como também de temas sérios, aquele texto seu sobre Galeão e vai chutando o pau da barraca até o fim foi favoritado aqui, e esse também será. Por favor, continue seu trabalho e parabéns.

  9. Cara, muito bom. Esse lance do Salmão eu nem fazia ideia. Ainda bem que não gosto mesmo! Hehe.

    Olha só ali no meio tem um trecho
    “Essa é uma das conclusões de um estudo divulgado nesta quinta-feira (18) pela Anvisa”

    A ultima quinta feira 18 foi em abril, e ficou meio estranho isso no texto, remenda lá se puder.

    Por isso, pra mim as baratas estão no topo da cadeia alimentar. Elas comem qualquer coisa e tão “firmonas”! Apesar de meu repudio total absoluto inumano estratosférico por baratas, eu tenho que admitir que elas são foda!

    • Boa pergunta! Meu conhecimento de alimentação de outros países é bem limitado. Eu acho que o pior de todos é a China. Lá nego ta falsificando até o ovo com produtos quimicos! Nego falsifica até o bife!

  10. Até fico mal de ler umas reportagens como essa, essa cultura da malandragem do povo brasileiro é uma desgraça.
    Tenho um tio que cria frangos e a tal cama de frango (que são os dejetos dos frangos+alguns cadáveres de frangos) ele vende a preço de ouro. Em tese a utilização só é permitida para uso como adubo, mas na prática os compradores usam para a engorda do boi, o que é proibido e perigoso, pois estão dando alimentação carnívora para um bicho vegetariano (vide vaca louca). Meu tio me disse que isso é a coisa mais normal do mundo.

    Obs: Por essas matérias que o Mundogump é sensacional!

  11. A indústria alimentícia muitas vezes parece um show de horrores, mas há muito tempo penso que isso é um mal necessário, ou seja, se a indústria não produzir em massa nesse esquema assustador, acho que não será possível produzir alimento suficiente para todo o planeta.

    Claro que me refiro aqui apenas às práticas legais quanto ao uso de agrotóxicos, aditivos químicos, misturas diversas, etc e não aos 171…

  12. O Mundo Gump é o blog mais bem-feito que já vi. Matérias assim, tão caprichadas e esclarecedoras, são raras de encontrar mesmo nas melhores revistas. Parabéns, Philipe.

  13. otimo post. sobre esse assunto eu ja to careca de saber.mas fiz questao de ler esse no seu site pra poder lembrar e nunca esquecer essas coisas.

    tem um documentario que ta postado no Youtube chamado:
    O VENENO ESTA NA MESA

    passo o link aqui: http://www.youtube.com/watch?v=_YyUN-g-iR0

  14. E o que dizer de restaurantes e mercados em que a cozinha ou o açougue mais parece um banheiro de boate?
    O chão que já foi branco agora é cinza, funcionários cortam alimentos sem luvas e cabelos soltos. Lembro-me até hoje da vez em que fui a cozinha do Mc Donald’s da minha cidade, senti vontade de correr para o banheiro e vomitar tudo o que tinha comido, até insetos eu via passando pelo chão imundo. E nós, alunos de 4º série que estávamos correndo por horas lá fora, suados e sujos entramos ali descalços, com os cabelos soltos…
    Pelo menos eu sei que no mercado onde meu pai trabalha isso não acontece, lá o açougue é lavado todos os dias antes da loja fechar, faltando 2 dias para o produto vencer eles já estão fora das prateleiras. O dono as vezes irrita, de tanto que manda revisar toda a mercadoria que chega. O problema é que poucos são assim.

  15. Oi Philipe,

    Depois desse post e outras coisas que ando lendo por aí, só mesmo vivendo de luz! rsrs
    Aliás, vc podia fazer um post sobre aquela comunidade brasileira que vive de luz, teve uma moça que foi até no Jô Soares há um tempo pra falar sobre a vida dela e das outras pessoas que viviam dessa forma, a entrevista dela é bem legal, embora o Jô faça piada de muita coisa, eles tem um site tb, e o depoimento das pessoas que tentaram e conseguiram é muito interessante, embora tenha gente que tentou de uma forma mais radical e acabou morrendo.

    Beijos
    Juju

  16. O que eu acho mais surpreendente. É que nossos produtos que são exportados, tem uma melhor qualidade e o consumidor gringo paga mais barato. do que nós pagamos por um produto de terceira mão. Isso é a coisa mais ridícula do mundo. Por isso que eu sempre digo, o Brasil não passa de uma colonia gigantesca. Não da para acreditar que o europeu como algo com melhor qualidade e paga mesmo. e o Brasileiro como algo de terceira qualidade e paga mais. Não da pra acreditar cara.

  17. Vou falar a verdade para vocês, estou terminando minha faculdade, faço Tecnólogo em Agronegócio (FATEC) Um professor nos mostrou dados e gráficos de como anda a demanda por alimento e a produção de alimento. Hoje, se fosse para alimentarmos os 7 bilhões de habitantes, com o tanto de alimentos que o mundo produz, não seria suficiente. Mesmo amenizando a questão do disperdicio, que ocorre desde a produção, logística, mercado e consumidor, as percas pelo caminho é inevitável. Não tem como produzir sem usar transgênicos e agrotóxicos. hoje graças a ciência, a produtividade de produtos essenciais como milho, soja e também ao melhoramento genéticos pra aumentar a produção de leite e diversos produtos que fazem parte de nossas vidas, nos permitiram a amenizar a fome no mundo. Então não adianta. Todo mundo sabe que o final de tudo isso é nós desenvolve-nos doenças como câncer e outras bizarras que aparecem. infelizmente. o pior de tudo isso é saber que pessoas como eu, dependem do SUS (MORRA BRASIL).

  18. PHILLIPE, você disse tudo! Fica até dificil comentar!
    Só relembrando a questão do leite…com formol…com espessantes qúimicos etc. Dias atras eu resolvi (depois do escandalo do leite adulterado com formol) comprar uma caixa de cada marca de leite pra determinar qual era o que apresentava melhor aspecto, sabor e consistencia. Cara é muito diferente um de outro. Uns são com água, outros grossos, uns doce outros salgados. não dá pra saber qual é o melhor. A gente tem que comprar equele que melhor atende o nosso paladar e necessidades e torcer para não estar comprando algum veneno!(eu consumia na minha casa uma das marcas denunciadas no caso do formol. PAREI)
    É muito dificil para o consumidor saber se o que está comprando reflete a realidade. Disso se aproveita o produtor.
    Agora, sai dessa de querer produzir o seu próprio alimento orgânico. Uma, que voce não conseguiria produzir nem 1% dos produtos que voce normalmente consome, outra que para isso voce teria que dedicar pelo menos 70% do seu tempo (incluindo aí o tempo livre, de descanso, e feriados e finais de semans. Descanso….esqueça) além de ter um espaço fisico necessário para isso também, é obvio!
    A coisa tá dum jeito que só mesmo citando essa máxima: “SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME” Hahahaha!
    Disseste-o muito bem!

  19. ureia está presente no xixi da vaca, ou melhor, no xixi de todos e não necessariamente estar colocando ureia tu estará colocando “xixi de vaca”. Não sei se eles colocavam, de fato, o xixi da vaca no leite mas penso que o objetivo deles
    era lucrar e não necessariamente deixar as pessoas mal, logo não acho que colocavam o xixi da vaca hehe

    gostei muito do texto

  20. Muito bom o texto, explicou tudo que as pessoas deviam saber. Eu já sabia de tudo, mas mesmo assim continuo consumindo, se correr o bicho pega se ficar o bicho come… Deve ser o flúor .
    Parabéns.

  21. rapaaaaaz, to eu lendo aqui tranquilo (aliás, tranquilo não né…), quando vc comentou do cara que conheceu trabalhando com projeto de vagão de trem!

    Eu conheço a mesma pessoa pois trabalhei recentemente com ele e lembro de ter ficado estupefado sobre a história do xixi no leite (e outras mais sobre o processo da produção de laticínios…)

    Coincidência foda (acho difícil OUTRO cara com “leites e trens” em comum, hahaha).

    Problema é que acho que virei adepto da urinoterapia, porque não consigo largar a peste do leite…

  22. Muito bom o texto, acompanho seu site a tempos (nem lembro o quanto)

    Já trabalhei com Promotor de uma empresa de congelados bem conhecida, na maior rede de mercados aqui do RS.
    Esta experiencia, me ajudou a evitar comprar produtos, nos poucos meses que trabalhei neste mercado, algumas coisas foram bem, digamos, nojentas.

    Sabe estes defumados, embalados pelo mercado (bacon em fatias, costelinhas de porco) a ordem era a seguinte:
    – Venceu, recolhe tudo, e reembala com nova validade. Caso o produto esteja meio “sem cor” ou com “mofados”, tínhamos um paninho (do tipo Perfex) pra passar óleo de soja, antes de embalar, isto dava um brilho ao produto, e retirava o mofo. Trabalhei alguns meses neste mercado, e a validade era de uma semana, e não lembro de ter posto fora nenhum pedado de “costelinha defumada”.
    – Salames, vencidos a quase dois meses, a ordem era, fatiar tudo e vender no balcão. Isto valia pro queijo também.
    Alias o queijo (e outros frios) tinha um “truque”, quando ele começava a escurecer nas bandejas, abríamos a embalagem e virávamos para expor a parte mais saudável.
    Estas “rotinas” não partiam da empresa que eu era promotor, e sim do supermercado.

    Minha ex-esposa, trabalhava num mercado da mesma rede, só que em outra cidade, aqui na grande POA.
    E as histórias dela também não são nem um pouco agradáveis (apesar da coisa ter diminuída um pouco).
    E não era um mercado pequeno, no meio do nada, era no meio de uma área nobre da cidade.

    – O responsável pelo açougue, reutilizava aquelas carnes que chegam embaladas direto dos frigoríficos, quando elas venciam, eram vendidas em cortes, direto no balcão.
    Tem uma muito legal…
    Este mesmo responsável, foi demitido, porque juntava sangue em badejas, e banhava carnes “passadas” nele, para dar uma corzinha.

    Tem algumas outras, que daria pra fazer a parte 2 do teu texto.

  23. façamos igual alguns malucos que apareceram na mídia um tempo atrás, vamos viver de sol apenas …

    não pera, também causa câncer, tem que ser antes das 10h e depois das 15h …

    mas respirar esse ar poluído e viver nesse ambiente cheio de ondas eletromagnéticas também causa câncer…

    pronto … fudeu XD

  24. Nossa, esse post foi um balde de água fria jogado na cara, belo texto.

    Falando um pouco em cultura alimentar de outros países, Philipe você já assistiu o documentário FOOD INC? Se não assistiu, recomendo assistir caso tenha interesse em saber um pouco sobre o “modus operandi” da indústria alimentícia dos EUA. É algo horrível, tanto quanto o nosso.
    Abraços.

  25. O assunto é seríssimo e preocupante, mas não deu pra segurar a risada no ”veja a lista de motéis onde a carne é fraca”!
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Genial!

  26. Muito boa a matéria, mas ela endossa aquele típico discurso de “subserviente culpado” que muitos BR’s atualmente defendem,i.e, de que brasileiro é tudo preguiçoso, de que o nosso país não melhora por causa do jeitinho brasileiro, etc.

    Mas não vamos esquecer de uma coisa chamada “desenvolvimento desigual e combinado”, em que só conseguimos entender a pobreza mundial quando a relacionamos com as dinâmicas inerentes ao enriquecimento das potências centrais.

    Ora, quem nunca leu sobre aquela questão de que os maravilhosos iPods são distribuídos ao redor do mundo por conta de mão de obra semi escrava na China, Índia, etc !? Ou que, retrocedendo alguns séculos, a Rev. Industrial Inglesa se deu, em boa parte, por causa do acúmulo de ouro oriundo das nossas Minas Gerais !?

    Pois é, aí é muito fácil falar sobre o “jeito 171” de nosso povo, mas sempre esquecendo que a nossa pobreza material e moral se desenvolveram historicamente com o consentimento dos assim chamados “desenvolvidos” em todo esse esquema global.

  27. De tudo, oque mais me impressionou foi sem dúvida, a carne…

    Caramba, eu sempre suspeitei que tinha algo de errado na carne do mercado da cidade onde moro, agora que li esse post eu tenho certeza!

    Nunca mais como carne em Lavras… e não recomendo que ninguém coma.

  28. Grande Post! Isso foi uma verdadeira matéria jornalística.

    Com todos esses problemas no Brasil, é por isso que eu não canso de recomendar para meus entes queridos, que a solução para o Brasil é uma passagem de avião para um pair de sua escolha.

    Abraços!

  29. Brasil é um lixo em todo sentido.. alguém realmente acha que nesse sentido também não seria?!

    O brasil só tem excelência em um aspecto! corrupção, tanto de políticos quando do povo.. todo mundo se orgulha de passar a perna no próximo… é o jeitinho de merda do brasileiro!

  30. O Texto é bom, mas encontrei um erro no meio…
    Você pode comer alguns tipos veneno numa boa. Por exemplo, base do veneno de cobras(peçonha) são enzimas( http://www.cobrasbrasileiras.com.br/veneno-peconha.html), as enzimas como toda proteina são digeridas por pepsinas no estomago ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Pepsina), perdendo o efeito da peçonha, a menos que você tenha algum corte ou algum ferimento em sua boca, sendo assim ocorrerá a mistura da peçonha com o sangue.
    http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090609235239AADh4XI

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