7 Comentários

  1. Mass Hysteria

    Olá Philipe.

    Já tentou entrar em contato com o LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncrotron) de Campinas-SP? Eles abrem sua infra-estrutura para pesquisadores externos, e segundo uma professora que tive na graduação eles possuem uma infra completa de equipamentos para análise de materiais… Vai que o negócio sai na faixa…

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  2. Alarico Caiser Soze

    Entrei no catarse para colaborar e aparentemente a meta já foi atingida. Muito bom, pois mostra o interesse das pessoas e a credibilidade do Burn/Mundo Gump, de qualquer forma em outros projetos serei mais um a colaborar.

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    1. Philipe3d

      Batemos a meta dos custos da analise no dia seguinte. Assim que sair o resultado postarei aqui. Muito obrigado amigo.

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  3. O Alienista

    Parece que depois dessa análise vai surgir uma nova classe de meteoros:
    Os meteoros de magnésio com altíssima pureza…

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  4. Rodrigo Cristofolini

    Se eu não estivesse incluso nos 56% da população que tem coisas demais à pagar, eu juro que eu bancava isso com prazer. Quero muito ver o resultado disso!!

    EDIT:
    Aproveitando para fazer uma pergunta: Até o momento foi verificado que este material é uma liga feita da mistura de magnésio, silício e outros mencionados. Estes materiais já são utilizados na engenharia “terráquea”. Sendo assim, o que indicaria que eles seriam de origem extraterrestre? Se nós já usamos magnésio, silício e todos estes outros materiais, o que ele teria de especial?

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    1. Philipe3d

      Rodrigo, segundo eu li, a analise cristalográfica feita na época indicava um padrão de cristalização que ainda não era feita na Terra por meios artificiais. Hoje essa tecnologia foi dominada e o processo é bem conhecido. A única conexão que temos entre o evento que gerou a explosão e os fragmentos que chegaram aos pesquisadores são os relatos das testemunhas da época sobre o Ovni discoide que realizou uma manobra e aparentemente estava com algum tipo de avaria. Desse modo, até pelo tempo em que se desenvolveu o episódio, tudo se reduzirá a esse contexto que é puramente anedótico. No entanto, é interessante que pelo menos esse caso tenha saído do anedótico puro e simples para um anedótico com evidências estudáveis. Não são muitos os casos ufológicos que dispõe de tais evidências, como pegadas, marcas de trem de pouso, pedaços desprendidos, substâncias ejetadas ou mesmo peças inteiras. O estudo e o aprofundamento das investigações mineralogicas e metalurgicas nos fragmentos enviados provavelmente não podem nos indicar que são produtos de uma fuselagem alienígena, mas se tornam interessantes ao se relacionarem com elementos de outros casos. Se não me engano, há um caso de uma testemunha que obteve uma barra cilíndrica de magnesio puro, dado a ele por um trpulante de uma nave como um tipo de “presente”. Creio que seja um caso dos primórdios da ufologia, nas décadas de 50 e 60.

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