Descoberto planeta que pode ser similar a Terra!

Saiu agora a pouco a notícia no Terra:

Astrônomos americanos informaram nesta quarta-feira a descoberta de um planeta do tamanho da Terra e com condições de ser habitado em órbita de uma estrela próxima. O planeta, encontrado por astrônomos da Universidade Santa Cruz (UCSC), na Califórnia, e do instituto Carnegie de Washington, está localizado em uma “zona habitável” em órbita da estrela vermelha anã Gliese 581, o que significa que pode haver água em sua superfície.

Descoberto planeta que pode ser similar a Terra!
Esta estrela é Gliese, e fica na constelação de Libra
A água líquida e a atmosfera são necessárias para que um planeta possa potencialmente ter vida, mesmo que não seja um lugar muito agradável para se viver, segundo os cientistas. Os pesquisadores determinaram que o planeta, batizado de Gliese 581g, tem uma massa de três a quatro vezes a da Terra e um período orbital de pouco menos de 37 dias.

Sua massa indica que provavelmente é um planeta rochoso com suficiente gravidade para possuir atmosfera, segundo Steven Vogt, professor de astronomia e astrofísica da UCSC e um dos chefes da equipe que descobriu o planeta.

Se Gliese 581g tiver uma composição rochosa parecida com a Terra, seu diâmetro seria de 1,2 a 1,4 vezes ao do nosso planeta. A gravidade na superfície seria igual ou um pouco maior à da Terra, o que significa que uma pessoa poderia andar a pé facilmente, segundo Vogt.

Gliese 581g foi descoberto por cientistas que trabalham no Lick-Carnegie Exoplanet Survey, que há 11 anos observam a estrela vermelha anã Gliese 581, localizada a apenas 20 anos-luz da Terra.

fonte

Esta é uma boa notícia, mas como vemos na matéria, o planetinha está beeem longe daqui.
O sol que ele orbita está a nada menos que 20,3 anos luz daqui.
Trocando em miúdos, isso daria algo em torno de 192.052.828.593.390,25 quilômetros daqui.
A menos que consigamos dobrar o espaço não tem jeito de ir até lá.

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41 comentários em “Descoberto planeta que pode ser similar a Terra!”

  1. Nós precisamos de um Dr. Zefram Cochrane, e precisamos para já!
    Nerds, geeks e trekkies viciados em física e mecânica, estudem as teorias de campo de dobra!

    www . netpar.com.br/jlpicard/dobra . htm

    Run Trekkies!

    • A resposta: nave Coração de Ouro (Gerador de Improbabilidade Infinita)
      Quem leu O Guia do Mochileiro das Galáxias entende, mas uma explicação rápida:
      Uma nave em que os limites de hipervelocidade podem ser ultrapassados.

    • Mas não é que eles JÁ vieram pra cá?
      A gente só chama o Sistema deles errado… o correto é GRIese! E não GLIese… Saca o vídeo!
      http://mundocanibal.uol.com.br/index.php?conteudo=episodios&id=1005

      • Esse Jorel de “Griese” é daqui da minha cidade (Campo Mourão, interior do Paraná), eu também lembrei dele quando vi a notícia! ahuahauhauhauhauhauhauhauha

    • kkkkkkkkkk isso se a mensagem correr na velocidade da luz man xD
      vai demorar MUUUUUUUUUITO mais para chegar la, um ano luz é a mesma coisa q 9,46 trilhões de kilometros (pelo o q eu entendi).
      faz as contas awe para ver quanto são 20 anos luz daki ate lah xD
      flws!!

      • 20 anos pra ir e 20 anos pra voltar se o sinal eletromagnético viajar à velocidade da luz.
        E é praticamente esta a velocidade deles.
        O cara tá certo: 40 anos.

  2. Até para ir para plutão demora horroes (e é aqui do lado. A Pluto Express foi lançada em 2004 e só deve chegar lá em 2016. Não tem nem como imaginar essa lonjura.

    Mas bom saber que o pessoal tá conseguindo achar planetas rochosos. Provando por A+B que o no céu não tem só estrelas.

    Um super abraço,

    tio .faso

  3. Philipe,

    Por falar em atronomia, não sei se você já viu esse vídeo. Ele faz uma comparação (em escala correta) dos planetas do nosso sistema solar e algumas estrelas do universo.

    Te faz sentir um nada e dá vontade de dar um tapa na cara de quem reclama da vida.

    Um super outro abraço,

    tio .faso

  4. Errr… Impossível?

    Já ouviram falar em “nave geracional”? 😉

    Deem uma pesquisada. Vale a pena. 😉

    Os tripulantes originais não chegariam, mas seus descendentes sim. E não importa a velocidade. Demora, mas chega. 🙂

    • Philipe,

      Ou o pessoal tá de zoação com essa notícias sobre “planetas que podem abrigar vida” ou o sistema solar de Gliese é um fenômeno.

      Lembra-se do 581 C de 2007?
      http://mundogump.blogspot.com/2007/04/gliese-581-c-planeta-parecido-com-terra.html

      Este de hoje é o 581g (g)

      Praticamente a mesma descrição.
      2 planetas habitáveis no mesmo sistema?

  5. Água líquida é a condição fundamental para a vida. Mesmo assim, não quer dizer que seja condição para formas de vida muito elaboradas, o que já exigiria condições mais específicas ainda. Para haver vida inteligente então, nem se fala nas probabilidades, é o cagalhonésimo do cagalhonésimo. Não estou dizendo que não tenha chance, mas os Etzinhos com forma de gente com certeza são fantasiosos.

  6. Se existe vida ou não é outra história.

    Mas já é uma baita descoberta achar um planeta com estruturas parecidas com a da Terra. Dá margem pra muita pesquisa.

  7. Impossivel = improvavel. Ou seja, tudo que precisamos é da coração de ouro e seu motor de improbabilidade infinita. Mas pra que ir até lá se ja sabemos que a resposta para nossa duvida fundamental é 42? :B

  8. Cara, não por nada, mas se nao me engano, ese planeta ja foi descoberto a um bom tempo O.o
    eu gosto dessas coisas de espaço e talz, leio bastante e axo q ja vi usn 2 planetas com possibilidade de vida, um deles era numa anã vermelha q nem esse….
    só q faz um tempinho até O.o

  9. Ja estão no nosso meio : Jorel, o ET DE CAMPO MOURÃO já dizia que vinha de “GRIESE”a muitos tempo atras. To começando a acreditar nele.
    Segue link: http://www.youtube.com/watch?v=5_qDJE0pd3A

  10. O certo seria tentar mandar mensagem por laser igual conseguiram fazer, a mensagem viaja na velocidade da luz.

    Mas se criarem a câmara criogênica de animação suspensa, tá ótimo.

  11. Altamente improvável que sustente vida. Basta o planeta possuir um desvio do eixo para que toda a superfície saia da “zona habitável” e a vida seja esterilizada de lá.

    • Olha o Etnocentrismo! Realmente a vida base carbono a que estamos acostumados é dependente de água, fatores atmosféricos e temperatura… mas não esqueça que no fundo do mar tem colônias de bactérias e animais que vivem sem luz e alimentam-se em chaminés vulcânicas! A vida pode além disso se manifestar em formas diferentes, em outras bases quimicas como o silício, o alumínio e sabe-se lá o que mais… é só olhar um líquen: você diria que aquilo lá é vivo?

      Além disso, a Mãe Terra já experimentou muitas e muitas variedades de vida, algumas prosperaram, outras viraram fósseis. E se ela resolver tentear algo novo, e deslocar o eixo só pra poder criar uma coisa diferente num ambiente diferente?

      E que tal um planeta a vinte anos-luz daqui?

      • A alta improbabilidade reside na idéia de que esses seres que você citou evoluíram a partir de seres que viviam em um ambiente estável, que pode não ser o caso desse planeta, essa é a questão.

    • Improvável não é o mesmo que impossível.
      E mesmo assim, a afirmação de que é improvável só se sustenta se considerarmos que a definição de vida está limitada ao que existe em nosso planeta.
      Já que a maioria esmagadora do universo ainda é desconhecido para nós, acho que deveríamos considerar que não sabemos qual o escopo total de formas de vida possíveis.

    • Imaginem a cena…
      Finalmente a humanidade consegue transmitir uma mensagem embutida em um feixe de luz para o planeta Gliese 581g. Depois de esperar 40 anos (ida e volta) finalmente recebemos uma resposta. Mais alguns anos para traduzir e a mensagem diz o seguinte:
      “Não estamos em casa no momento. Deixe seu recado após o bip e nós ligaremos para você assim que retornarmos… beeeeep…”

  12. Perdoai minha ignorância, mas, nos níveis de tecnologia atuais, quanto tempo levaria uma nave(habitada ou não) para chegar a esse planeta a 20 anos-luz daqui? Certamente que não 20 anos, mas um pouco mais ou muito mais que isso? 40 anos? E dadas as condições adversas no espaço, a falta de gravidade prejudica terrivelmente o corpo humano, quantos anos um cara aguentaria vivo de viagem?

    • O maior problema no caso é o tipo de propulsão. Hoje no atual estágio da tecnologia que temos (pelo menos a divulgada e reconhecida, que é o que podemos usar para fazer estimativas) não conseguiríamos chegar muito longe. O sistema de propulsão por foguetes consome energia demais, é caro e pesado demais. Não vale a pena nas distâncias astronômicas. Nós conseguimos mandar objetos leves e pequenos a grandes distâncias, realmente. É o caso da sonda Voyager, que já saiu do sistema solar faz tempo, mas nesses casos, os satélites são lançados em orbitas de planetas enormes, como saturno, Jupiter e etc, para se aproveitar da gravidade deles e ampliar a velocidade. É como se fosse estilingues gigantes lançando a nave cada vez mais longe. Para ir muito longe, é necessário um procedimento de aceleração cada vez mais brutal, e há um limite. No caso, isso pode funcionar bem para um objeto inanimado, como a Voyager, mas com alguém dentro o buraco é ultra mais em baixo.
      Ocorre que no espaço, sem uma atmosfera densa protetora e um campo magnético efetivo como os que temos no planeta, o humano fica a mercê de partículas microscópicas, que voam em velocidades ultrasônicas pelo espaço. Ao longo dos anos, esses minúsculos meteoritos atravessarão a nave e os astronautas, provocando uma enorme sorte de doenças, principalmente o câncer. Isso somado à falta de uma gravidade, que irá afetar gravemente o funcionamento do organismo em longo prazo, e teremos os maiores empecilhos biológicos para manter a vida numa viagem longa.
      E isso sem chegar na discussão da alimentação – tanto comida como água e oxigênio. O volume necessário de gases e suprimentos para manter a tripulação numa viagem ridícula em termos espaciais, que seria daqui a saturno, por exemplo, é monstruosa.
      Sabe-se que um dos maiores consumos de combustível na astronáutica é o necessário para romper o efeito de atração da Terra e ganhar o espaço. Para fazer uma viagem a um planeta distante, o ideal seria decolar da Lua, e não da Terra. Mas para isso, seria necessário fabricar a nave lá. E antes disso ainda, construir uma base lá.
      Mas respondendo sua pergunta, com a tecnologia atual, daqui a Marte, são necessários 240 dias. E a distância da Terra a Marte, é de apenas 94.000.000 km. O que faz a distância percorrida em 1 dia pelo foguete ser algo na faixa dos 391.666km.
      Um ano-luz equivale a 9.460.730.472.580,8km, logo, dividindo isso pela distância percorrida ao dia pelo foguete, ele levaria 24.155.097 dias para percorrer um ano-luz. Agora, se multiplicarmos isso por vinte, que é a distância que Gliese está de nós, vamos bater cabeça durante nada menos que 483.101.940 dias, que dá 1.323.566 anos. Ou seja, mais de UM MILHÃO DE ANOS só de ida!

      Se alguém com mais massa encefálica que eu puder revisar essas contas, eu agradeço. Minha cabeça não tem o coprocessador aritmético e as minhas dll de cálculo dão conflito com as dll de arte.

  13. Ideia idiota = Vamos criar uma civilização nas naves que forem lançadas ,já que não da pra viver muito tempo no espaço. Vamos supor que já seja possivel viver 26 anos no espaço, eu mando duas pessoas as duas com 13 anos (já treinadas) sem frequentar a escola para não saber coisas idiotas como equações, o que ela precisarem saber sobre consertos elas saberão abordo da nave. Assim essa duas pessoas tem 2 filhos, um depois do outro. Logo quando uma ficar doente (13 anos depois do embarque ou nascimento) já terão que ter mais 2 filhos de sexo oposto para poder se reproduzir. E assim até chegar até lá. Se os fetos não desenvolverem problemas com o ambiente significa que já estarão imunes aos problemas do espaço porém vivendo o mesmo tempo que os pais. Assim só precisaremos de 101813 gerações até chegar ao planeta. Porém ainda não tenho resposta para a comida e o oxigênio. Só se colocar um aquario gigante cheio de algas para termos oxigênio. e assim poder plantar na nave. Pronto temos um ecossistema e uma nova civilização e poderemos ser os donos do universo \o/. A familia que chegar lá escolhera o nome do planeta . Gliese 581g parece nome de remédio e sua dosagem.

    • Bom a idéia não é bem essa, mas Arthur C Clarke já idealizou algo assim.

      A nava é uma colônia em animaçaõ suspensa, tripulada por robôs e com o material genético (humano, vegetal e animal) de que necessitará uma nova civilização em criogenia. Quando a nave chega ao seu destino os automatos montam uma base, produzem a primeira geração de colonos in vitro e mandam um sinal de volta pra terra.

      isso supondo que nada a destruiu no caminho.

  14. O espaço-tempo já é dobrado por si mesmo. Basta achar o atalho certo no espaço que sairemos na porta de Gliese 581. Apenas é necessário a física se desenvolver neste sentido e os computadores conjuntamente a ela, para realizar os cálculos complexos. Alguma coisa me diz que os americanos já estão fazendo isso em segredo há muito tempo…
    Senão me diga: para quê tenta arma atômica? Só para colocar medo num bando de comedores de feijão? Claro que não! Isso é para tornar inacesíveis aos cucaracha, russos e chinos avanços da ciência como projeto HAARP, viagem no tempo e travessia de portais espaciais…

  15. Em meio a polêmicas, muitos já arrumam as malas. Sonham acordados com Gliese 581g. Acerca disso, deixo o link:
    http://blogs.abril.com.br/amazoniaverdevida?pageno=6

    Coincidência ou premonição inconsciente?

  16. Bom, as coisas mais rápidas já construidas pelo homem:
    Helios 2 atingiu 252.792 km/h quanto estava a penas 0,29 anos luz do sol (só que a velocidade foi mais por causa da “gravidade” do sol do que por causa da propulsão da nave);
    A New Horizons deixou a terra indo pra Plutão a 57.600 km/h, uma viagem de 10 anos;
    A Voyager 1 chega a 59.760 km/h

    Então, pra percorrer os meros pouco mais de 192 trilhões de km, levaríamos:
    Helios 2: 86 milênios
    New Horizons: 380 milênios
    Voyager 1:  366 milênios

    Resumindo, saindo daqui hoje, levariamos 3,5 mil gerações pra chegar lá.
    É, é mais fácil dar um jeito de dobrar o universo mesmo…

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