• alexandre

    waldemar é foda demais cara, parabéns pelo post 🙂 As histórias de alpinismo são recheadas de elementos espirituais e de superação. Muitos deles acreditam que a maior honra que pode acontecer é morrer na montanha.

    • Sérgio

      Chegar de helicóptero realmente é foda demais!!!

      • Marcos

        Sim, porque helicópteros conseguem voar onde o ar é rarefeito né…leia o texto !!!

    • Guilherme Rego

      O ser humano em busca de superação e evolução é algo interessante! Se utilizássemos essa força interior para amar e ajudar os nossos semelhantes, penso humildemente, que teríamos melhores resultados e um mundo melhor… 🙂

  • Luiz

    Cara, que sensacional esse post.

    O cara com o rosto com partes necrosadas, tem mais informações?? Perdeu o nariz??

    Abraços

    • Tentei achar mais informações, como uma foto dele tipo Michael Jackson, mas não achei. Provavelmente ele perdeu boa parte da pele do nariz, mas a epiderme se recompõe rapidamente. Agora, os dedos, as pontas tenho quase certeza que ele perdeu todos.

      • Hyde

        http://en.wikipedia.org/wiki/Beck_Weathers

        O resultado foi amputação de um braço, dos dedos de uma das mãos, parte dos pés e reconstrução do nariz.

      • Luís

        Boas…

        este português teve que cortar alguns dedos e fazer um excerto no nariz após ter subido a um dos cumes sem oxigénio.

        http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Garcia

        Cumprimentos e parabéns pelo post

      • O cara com o nariz Necrosado Chana-se Becky Wheaters. Ele se perdeu de sua excursão em 1996 tendo permanecido a noite toda no frio e sendo dado como morto até reaparecer proximo do acampamento sem as luvas. Ele perdeu todos os dedos das mãos, o nariz e parte do rosto. A história toda foi contada no livro “No ar rarefeito”, de John Krakauer, que narra a desastrosa temporada de 1996 onde morreram 16 pessoas na montanha.

    • Luiz Ferreira

      O nome do cara é Beck Weathers, segundo a wikipédia (http://en.wikipedia.org/wiki/Beck_Weathers), ele teve o braço direito amputado entre o cotovelo e o punho, todos os dedos da mão esquerda, partes dos pés e o nariz, mas esse último foi reconstituído.

      • Coitado cara!

        • Sandra

          A estória do Beck se pode ler no livro “No Ar Rarefeito” (Into Thin Air) do Jon Krakauer, que eu super-recomendo! É um livro sensacional sobre a exploração turística do Everest e os perigos da escalada irresponsável. A estória real de uma expedição que deu errado. Imperdível, mesmo.

  • Michele Hillesheim

    Não sei explicar bem o que senti lendo este post…
    Uma sensação de terror e desconforto ao imaginar os corpos espalhados pela neve.
    Mas, também fascínio pela força que impulsiona o ser humano a romper seus limites e os limites da Natureza, mesmo com toda a possibilidade de morrer nisso!
    E o teu texto, Felipe, bom demais de ler, como todos os outros!
    Abraço!

    • Valeu Michele. Fico feliz que tenha gostado.

    • raquel

      Senti a mesma coisa. Já ouvi falar de médicos que escalam…mas ao ler essa matéria realmente fiquei impressionada com os limites do ser humano, que nada tem a ver com saúde. São vários testes….mentais….emocionais. Para vc se colocar em uma prova dessas…tem que estar muuuuuuuuuuuuito bem preparado em todos os sentidos.

  • Thiago chipset

    incrível matéria.
    parabéns pelo post.

  • thiagoairton

    muito interessante o post estou sendo um grande fã dessa pagina e parabéns, sempre tive vontade e fazer um aventura dessa, agora da para imaginar um pouco o custo dessa aventura tanto física e quanto financeira agora é procurar uma equipe brasileira para ir !!!

    obs: Philipe uma curiosidade para vc sobre o everest lá quando chega no pico funciona o 3g eheh !!!

    • Acho que não funciona, hehehe. Mas telefone via satelite sim! E te tb uns radios de longo alcance que sim. Aliás, o tal do Sharp só se fodeu mesmo porque ele cometeu varios erros de newbie, entre os principais não usar as melhores luvas que ele podia comprar e não levar um desses radiocomunicadores para pedir socorro.

  • thelegacy

    Belo post

  • André

    Incrível. Apesar dos riscos eu gostaria de escalar o Everest, mas não tenho experiência e muito menos dinheiro.

  • J. Lima

    Cara como sempre vc eh foda escreve muito, descobrir seu trabalho guanda ainda estava na faculdade leio até hoje…

    • Valeu mesmo Jonilson! Abração!

  • Júlio César

    Um dos melhores post desse ano. Parabéns.

    • Mme. Danica

      Concordo! Excelente!

  • Jack
  • É melhor morrer tentando a pratica de um esporte que se gosta do que morrer de infarto sentado em um sofá assistindo TV rsrsrsrs

    • Paulo

      É melhor não morrer. Em nenhum dos dois casos.

  • Rafael

    Sensancional!!

  • Alexandre

    Parabéns Philipe, post incrível, me deixou curioso quanto aos cemitérios de outras montanhas “da morte” hehe.

  • Aleluia

    Existe um livro sobre a história da busca pelo cadáver de George Mallory, inclusive essa foto publicada estava lá.
    Belo artigo Philipe!

  • Sensacional teu post Philipe, um mixto de terror,desconforto a.
    e fascínio.. Parabéns..

  • Luiz Eduardo

    Philipe, primeiramente parabéns pelo Blog, o encontrei a algumas semanas e estou simplesmente viciado, entro todos os dias sedento por curiosidades ou histórias interessantes, excelentes postagens!! Quanto a matéria, me senti como o amigo acima, um misto de terror e admiração!! Muito bom o post.
    Abraços

  • Romeu

    Muito bom o post , muito esclarecedor pra quem acha que é só chegar e subir, todo mundo pensa que a escalada do Everest são só paisagens bonitas ,tem que estar muito bem preparado principalmente o psicológico para caminhar entre mortos por dias. Parabéns pelo post Philipe

    • E outra, fico imaginando o tamanho do autocontrole dos caras que sobem 80% e na reta final avaliam que não há segurança e não arriscam os 20% finais. Isso é uma prova de coragem e inteligência foda demais.

  • patrik belmon

    No Ar Rarefeito / Morte no Everest – http://www.youtube.com/watch?v=4wuimvkhoDY

  • Marcos

    Lindo post. Mas no final ali acho que vc quis dizer que o brasileiro chegou em 1995 e nao em 2005.

    Abs

  • Paulo

    Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!!

  • Philipe,
    Sensacional seu texto!! Meus parabéns!!
    Sou triatleta, maratonista, corredora de aventura…mas confesso que desafios assim estão fora dos meus planos. Já levei uns sustos suficientes nos esportes que pratico e que me fazem me contentar com as montanhas apenas nos relatos e imagens.
    Esse seu texto, confesso, me causou um misto de tristeza mas ao mesmo tempo admiração por aqueles que tentaram.
    Parabéns!! Abraços!

  • Excelente post Philipe!

  • Ótimo texto! 😀

    Interessante como tem gente que pensa que deserto é sempre associado a calor. Eu perguntava aos meus alunos qual era o maior deserto do mundo e eles sempre falavam que era o Saara. Ficavam surpresos quando eu falava que era a Antártica.

  • Fantástica a matéria! parabéns!

  • Eduardo

    Chega a ser místico…. alguns casos de resgate que foram contados, o pessoal do resgate morreu… meio que no estilo “esses corpos são meus (do monte everest) e quero eles aqui para mostrar a vcs, que vcs não me controlam.”

  • Marcelo

    Gostaria de fazer um adendo:

    O casal brasileiro Paulo e Helena Coelho, em 1999, desistiram de chegar ao cume para salvar a vida do português João Garcia

    • Valeu! Vou adicionar ao post!

  • O Cara com o rosto necrosado é um médico Chamado Becky Wheaters que foi deixado pra morrer na encosta em 1996. Sua história é narrada no livro “No ar Rarefeito”.

  • Cintia

    Quando eu li o início do post eu mandei para meu amigo e perguntei: PRA QUE ISSO?

    Depois de alguns segundos eu mesma respondi…

    “ta certo
    bem melhor do que eu que pego buzao e trem lotado todo dia
    ta certo eles
    que tem coragem de fazer o que quer
    o cara ta ali porque quer
    por que o corpo manda
    porque é um desafio
    pra ele mesmo
    não pro outros
    pronto
    respondi minha pergunto do pra que isso!
    eu sou muito tonta mesmo”

    Muito bom, não conhecia o site, fovoritei!

    • Nossa foi até poética agora.

      • Aline Carneiro

        A montanha está lá
        pra dizer que você
        é nada…
        (trecho de um poema que cita George Mallory)

  • Rafael Sugano

    Sr. David

    Há poucos meses, um japonês quebrou o recorde de idade.
    Ótimo post.

    fonte
    http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/05/alpinista-japones-de-80-anos-sobe-o-monte-everest-e-bate-recorde.html

    • Oi Rafael. Eu alterei no texto, valeu.

  • Kelton

    Demais, partilho o sentimento de tristeza e admiração dos demais.

  • Celso

    Muito bom o artigo! Bem completo e instrutivo e interessante, por favor continue publicando coisas de altíssima qualidade!

    • Valeu Celso! Eu tenho que maneirar nesses posts muito grandes, porque muita gente tem preguiça de ler, então tenho que dosar, posts com mais imagens, posts de video e tal.

  • uau, muito legal…Eu não consigo entender pq alguma pessoa faria isso, mas cada um com suas vontades e sonhos, né?
    Mas a morte é sempre fascinante, e as fotos chocam, mas são bonitas.

  • É notável o esforço e pesquisa que você fez para escrever este artigo, este é o típico artigo de internet em busca de pageviews. Fico imaginando as pessoas que leram o artigo e que irão repassar para outros como se o que foi escrito fosse verdade. Tem muitos erros que mudam totalmente a história do alpinismo mundial. Fatos que foram pegos aleatoriamente e capturado uma parte do texto sem saber do contexto. Motivo real de causa mortis totalmente ignorados, etc, etc. Um texto de leigo, para leitores leigos. Isso é triste.

    • Talvez antes de criticar apenas você possa nos iluminar com seu profundo conhecimento sobre tudo isso de modo que eu possa melhorar o meu post, que se fosse criado em busca de pageviews começaria com uma bunda bem gostosa.

      • Duilio

        Amigo, seu texto é leigo mesmo! Você não é escalador/alpinista e não entende o esporte, As informações sobre o abandono do alpinista estão erradas, Faltou dizer que é impossível descer uma pessoa em dificuldades, mesmo com 40 pessoas! Senão, todos morrem!!! Ninguém abandonou ninguém por dinheiro, mesmo com dinheiro seria impossível descer o cara. Essa é a regra e todos que vão lá sabem disso! Você se dispôs a comentar um assunto que não domina e só mostrou opiniões de quem não possui conhecimento no assunto.

        • Eu acho que vc tem razão quando diz que sou leigo nesse esporte. Sou mesmo. Mas acho que você leu e interpretou mal o que eu disse no post. Eu disse:

          Contando assim parece até mentira. Mas quem o ajudasse, certamente ia morrer com ele. O lugar é tão inóspito que muitas vezes torna impossível salvar a vida de um companheiro.

          Você assumiu erroneamente por interpretação própria, que eu disse que ele foi abandonado porque não tinha dinheiro suficiente para pagar sua salvação. Eu não disse isso. Eu disse que ele morreu porque não tinha dinheiro suficiente. Isso é um fato amplamente sabido. Ele não comprou as luvas mais caras por isso, ele não comprou o radio por isso. Ao que parece, ele economizou em sherpas. Essa falta de investimento pode ter feito a diferença entre estar vivo agora e morto lá em cima. Relendo o texto:

          Sharpe não era um homem rico e fazia a subida sem guias e sherpas. O triste é que se tivesse dinheiro suficiente, a sua salvação era possível. E hoje, ele ainda estaria vivo.

          Também dizer que “esta é a regra” mostra que você ignora casos em que pessoas cagaram pra sua “regra” e salvaram alpinistas em dificuldades quase no cume. E não morreram por isso. Um bom exemplo é o do casal de alpinistas brasileiros que salvou João Garcia, já quase no cume, abandonando sua trajetória ao pico para ajudar o cara em dificuldades. E conseguiram. Ele ficou todo fodido, sem os dedos, sem o nariz, todo necrosado, passou 92 dias internado, mas sobreviveu.
          http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelid=00000019-0000-0000-0000-000000000019&contentid=00031134-3333-3333-3333-000000031134

          Será um prazer consertar e corrigir qualquer erro que tenha no meu texto, desde que esteja realmente errado e não seja só um problema de interpretação de texto.

          • Marcos

            Não há como ter certeza de que Sharp queria meramente economizar. O fato de ir sozinho, sem sherpas, pode indicar que ele realmente tinha esta vontade. Não é todo mundo que quer garantias, muitos querem sua própria aventura e aceitam arcar com as consequências. Assim como os russos que faleceram em 2013, queriam abrir uma nova via/rota, diferente da rota comercial aberta pelas empresas e sherpas.

            Recomendo a leitura dos livros “No teto do mundo” do Rodrigo Raineri, “A Escalada” do Anatoli Boukreev (contraponto ao Krakauer), Montanha Sombria do Nick Heil e Dead Lucky do Lincoln Hall.

            Sobre teu texto. Faltou um pouco de revisão, pois oras você escreveu David Sharpe, oras David de Sharp e oras David Sharp.

            Abraço!

          • Mas porque ele usaria uma luva de pior qualidade? Por que ele não levaria radiocomunicador? A hipótese de um orçamento apertado me parece muito provável.

          • Marcos

            Pois muitos montanhistas simplesmente confiam nos seus equipamentos antigos. Sempre tem alguém para falar que “está bom ainda”, mesmo que tenha passado da validade indicada pelo fabricante. Ou que, alguma coisa é exagero, pois das outras vezes não foi necessário. Falo em causa própria.

            Pra que rádio, se não tem equipe? Excesso de peso. Conheço pessoas que cortam o cabo da escova de dentes para economizar alguns gramas. Conheço outros que nem isso levam. Pensa em alguém espartano. E realmente em algumas situações tu pensa: “Ah, se eu estivesse com 1 kg a menos na mochila!”. E claro tem os que pensam que quem carrega 25 kg, carrega 26 kg. 🙂

            Excesso de auto-confiança mata. Muito mais do que se imagina. A questão é que muitos estão, e outros se acham, preparados para isso. All-in!
            E é sempre um conjunto de vários fatores, muitas vezes pequenos, que culminam com um acidente ou acontecimento grave.

            Mas polêmicas a parte, gostei da tua forma de escrever. Sempre haverão os super experientes em cada assunto que irão encontrar falhas que não importam para o grande público. Sempre haverão falhas e deslizes.

            Até o termo alpinista é discutível, pois o correto seria himalaista, andinista etc. Depende da cadeia de montanhas onde a pessoa escala. Ehehe, não se apega.

            Abraço.

          • Vendo por este ângulo, realmente.

  • Renata

    Não entendo superação humana ser mais importante que vida de outra pessoa QUANDO é possível salvar…
    Mesmo. Mas o post foi bom. Vale a reflexâo!

  • Lucas O.

    Muito bom, está de parabéns. Está foi minha primeira leitura sobre seus post. Sem dúvida não será a ultima.

    • Isso me deixa muito honrado, Lucas.

  • Italo

    Rapaz chega deu uma tensão eu lendo esse post. Muito bom. Parabéns

    • Foda ver os mortos assim, né? Expostos, congelados. Parece que vão levantar e sair andando…

      • Furanus Alheius

        and “the winter is coming…” XD

  • Jovelino

    Ótimo post, bom demais cara, parabéns!

  • Marco Aurelio Pozza

    Sensacional!!! Parei com minhas tarefas na empresa para ler seu post, quando cheguei ao final queria ler muito mais. Muito bom, parabéns, faz levar a nossa imaginação como se estivéssemos escalando o mesmo. Parabéns!

    • Hahahaha valeu. Só peço perdão por atrapalhar suas tarefas aí.

  • Alexandre Leite

    Fazia tempo que não lia um post tão fantástico. Parabéns!!!

    • Fico feliz que tenha gostado, Alexandre.

  • claudia collares

    Adorei.Vou procurar sua página para seguir.

  • Erickson

    Caramba, a tempos que não leio uma matéria tão incrivel e interessante.
    valeu vou compartilhar aqui !

  • Berta

    O homem mais velho que atigiu o cume foi um japones esse ano e antes foi em 2008.. Vai se informar antes de postar..
    http://edition.cnn.com/2013/05/23/world/asia/nepal-everest-record/index.html

    • Ok, eu alterei o post. Esperava que você fosse uma pessoa educada.

  • Carol

    Excelente matéria!!! Escreve sobre os sobreviventes dos Andes em 1972!

  • John

    Durante o texto o grupo do coitado do David Sharpe perdeu dois integrantes.. Eram 42 e no meio do texto vira 40 =/ tadinho morreram congelados..

  • Lucas

    Ótima postagem. Existe um excelente livro sobre o Everest, que é “Ar rarefeito”.
    Lendo o texto, até fiquei com frio. d+

  • Luiz henrique

    Meus parabéns pela matéria.Muito interessante.

    • Fico feliz que tenha gostado.

  • Jacó F. Chagas

    Philipe, Parabéns pela matéria, não tenho palavras para descrever o quanto gostei da sua ótica nesta publicação, bom seria que encontrássemos, matérias como esta todos os dias, parabéns mais uma vez Philipe

  • Interessante a postagem; Prefiro ver apenas fotos, não escalaria o Everest.

  • Diogo Cabral

    Show de bola o post , Parabéns para todos aqueles que perdeu sua vida , mas teve a honra de estar em um local onde poucos chegaram ! paz para todos

  • Guilherme P. Samuel

    Parabéns, To no meio do trabalho e investi alguns muitos minutos para ler atentamente esse post maravilhoso parabéns!

  • Marlon Lima

    Muito boa a matéria. Não tinha nem ideia que esse tipo de coisa acontecia. Parabéns !!!

  • Parabens pelo reportagem. Eu ja tinha algumas reportagens, mas a sua foi a melhor que eu vi. A proposito eu sou escalador de alta montanha e o Everest esta nos meus planos. Um abraco

    • Valeu Felber. Eu admiro muito a coragem dos que sobem naquilo lá. Espero que vc seja vencedor!

      • Furanus Alheius

        vencedor, mas não um dos filhos da mãe em busca do cume e que abandonariam a própria mãe no caminho pra tal feito…

  • Claudia

    Ótima postagem! Descobri seu site a alguns dias, e essa foi uma das melhores postagens na minha opinião, parabéns!

  • Barney

    Parabéns pelo site, muito boa a matéria!! Primeira vez por aqui de várias!!! Abs.

    • Obrigado Barney! Tem muita coisa interessante aí pra dentro. Já são mais de 4000 posts e só tá aumentando!

  • Viviane

    Impressionante essa matéria, fiquei realmente admirada com a coragem dos que desafiam o Everest.

  • Victor

    Cara, se não me engano, Waldemar Niclevicz escalou o Everest pela primeira vez em 95. Em 2005 ele refez para comemorar os 10 anos da conquista.
    Fora isso, muito bom texto.

  • Já sabia do lixo que os alpinistas deixavam em sua trajetória ao pico (principalmente cilindros de oxigênio vazios). Mas realmente não sabia do depósito de mortos pela montanha. Sempre pensei que os corpos eram resgatados depois em condições melhores e que ficavam apenas os corpos de acesso limitado. Realmente fazer o cume passando pelos corpos ou pelo cemitério multicolorido deve ser triste. Achei muito humana a decisão do casal brasileiro Paulo e Helena Coelho em deixar para trás seu objetivo e ajudar um companheiro. Decisão que talvez os tenha feito descobrir o por quê deveriam estar lá naquele dia, naquela hora! Não sei se o post é sentimentalista (como alguns comentários parecem sugerir) ou não! Só sei que os corpos existem e estão lá, agora! e isso é fato! Belo post, obrigada por compartilhar! …porque nem só de vitórias e glórias vivem os montanhistas…

  • luciano

    fenomenal essa materia, parabens.

    • Fico feliz que tenha gostado. Valeu.

  • Julio Cesar

    Muito interessante e também muito triste saber que vários alpinistas preferem chegar ao topo mesmo que isso sacrifique a vida de alguém que eles poderiam ter salvo.
    Parabéns ao casal Paulo e Helena Coelho.

    • É que em muitos casos, o alpinista que está em estado grave não tem como ser salvo. Se o cara quebrar algum osso, se cair de fenda, dependendo do que rolar não tem jeito mesmo, ele torna-se não só uma garantia de que vai morrer, como ajudar o cara pode acarretar na morte dos que o ajudarem. Não creio que haja regras nesse aspecto. Mas também não podemos negar que acontece sim essa loucura do cara querer o cume acima de tudo, e inclusive isso ganhou o nome de “febre do pico”. Possivelmente é uma condição causada em parte pela anoxia, a falta de oxigenação adequada no cérebro. A anoxia, em pequeno grau faz com que a pessoa haja como um bêbado, atrapalhando gravemente seu juízo.

  • yuka

    Penso em um dia subir lá…enquanto isso vou juntando grana e coragem rsrsrsr…gostei muito do seu post e de todo o restante do site…é seu???philipe?? se eu conseguir a grana…mais ainda faltar a coragem…me arrisco na passarela da morte na china rsrsr vlw!!!!

    • Sim, Yuka. Sou sempre eu que escrevo aqui. Pro Everest eu não tenho culhão, mas aquela passarela na China tenho uma vontade enorme de ir.

  • mara

    Parabéns pelo seu texto! Muito bacana também a sua humildade em alterá-lo conforme as pessoas fornecem mais conteúdo.
    Estou no aconchego do meu lar devidamente aquecida refletindo se a determinação em atingir o cume é mais importante do que salvar a vida de alguém e fico feliz em saber que é do nosso país o casal de alpinistas Paulo e Helena Coelho que, em 1999, desistiram de chegar ao cume para salvar a vida do português João Garcia.
    De qualquer maneira admiro a coragem de todos em arriscar a vida e se superar enfrentando situações tão adversas.

  • Marcelo Nolasco

    Obrigado pelas informações. Foi uma leitura interessante, instrutiva e agradável.

  • Excelente! Parabéns!

  • Andressa

    Parabéns, excelente matéria, texto muito bem escrito!!!! Abraços!

  • Morikio

    Parabéns pelo post. Excelente matéria.

  • Roberto

    Parabéns pela matéria. É a segunda sua que leio (a outra foi da rádio), eadorei novamente. Parabéns e continue com o ótimo trabalho! Abs

  • elena

    MATéria bem interessante. Mas penso que a energia projetada desses caras, de superação individual, é egoista e narcisista, bem a nossa moda. Alpinismo é para profissionais. Parece que todos querem ser heróis para si mesmo e postar no facebook e aparecer em jornais. Sobra o lixo e os corpos abandonados desses desgraçados absolutamente esquecidos e banalizados, o horror.

  • leon

    Se fosse fácil não tinha graça 😉

  • Daniel

    Putz realmente impressionante…o cara chega no topo de uma montanha a 9000 metros de altitude…arrisca a propria vida e a seguranca de sua familia…chega no cume e diz: agora vamos descer!! haaa tenha do vai fazer alguma coisa mais util pra sociedade. Na boa -> nao me venha falar de superar limites.EU acho uma grande M e pra que vai tentar . Boa Sorte. Vai la chega no topo e desce, que eu vou estar la em Punta Cana tomando uma pina colada e vendo seu cadaver de picole em alguma reportagem da discovery que passa as 2 da manha e ninguem ve. Triste mesmo para as familias que nao podem sequer velar e enterrar seus entes queridos…infelizmente tem esses trezes que nao dao valor a propria vida e a de sua famila. Respeito posicoes contrarias mas tenho a minha conviccao.

    • Alex

      vc provavelmente eh mais um daqueles idiotas que vai morrer de cirrose ou de ataque cardíaco em frente à tv comendo frango frito do KFC, pq eh covarde demais para tentar realizar algum feito.

      • Por favor, evitem as ofensas pessoais aqui nos comentarios. Além de não acrescentar nada ao assunto do post, pega mal pra todo mundo, até pra mim.

        • Eduardo

          Bravo!!!!!

          excelente relato, tive durante a leitura total impressão de que você já esteve por lá!!!!! e observei em um post anterior que não!!!

          Precisamos de “Blogueiros” entusiastas como você parabéns…….

  • Gui Vasconcelos

    Acho engraçado, os caras q criticaram o post não darem retorno após sua EDUCADÍSSIMA resposta “tapa de luva”!!! Nem pra deixarem um: “Caramba Philipe… realmente me precipitei no julgamento e no calor das emoções.”
    É uma pena nem todos serem tão educados e tão humildes como vc, ao menos, demonstra ter!
    Parabéns!

    Vc parece ser BASTANTE instruído e educado! Passei a admirar o cara maneiro q vc se apresenta! Além de ter um conteúdo textual imensamente rico!
    Matéria FANTÁSTICA, cara! Fantástica!

    • Valeu Gui. Eu não me vejo como um cara tão educado assim. Eu erro muito, e de tanto errar e consertar com base no que os leitores comentam, virou uma coisa normal pra mim. Com um blog com mais de 27.000 comentários e mais de 4000 artigos, é impossível não errar pra dedéu. Seria estupidez desperdiçar colaboração dos leitores, que em muitos casos são especialistas nas áreas que apontam os erros.

  • Armando Henrique Dantas Seixas

    Independentemente do egocentrismo desses alpinistas, eu achei esse material muito interessante e rico em informação, o responsável está de parabéns pelo post.

  • edu.durao

    O ser humano e suas demências.

  • Pedro C

    Bom texto, mas de onde você tirou que o apelido local do Everest é ”a montanha da morte”? Cite a fonte, por favor. Eu procurei isso e não achei referência em lugar algum.

    • Quem me disse que o apelido era esse foi o Alexandre, um amigo meu que é escalador. Ele disse que o apelido do K2 é “montanha selvagem” tb. Mas confesso que entubei de cara o que ele disse e nem fui verificar se é isso mesmo.

  • JOmaley

    Sobre a história do David Sharp há muita discrepância entre as informações relatadas (não era sua 1 vez no Everest e sim a 3, ele tinha recusrsos financeiros para subir com uma equipe, mas preferia subir de maneira independente e sem auxílio de Sherpas nos ataques finais ao cume; ele não caiu de lugar algum e sim, tomado pela exaustão parou para descansar sob a pedra e não levantou mais; um dos sherpas mais experientes do Everest tentou dar oxigênio e retira-lo de lá, tanto na subida como na descida, mas ele já estava exausto demais para reagir) aqui e aquelas colhidas de depoimentos de vários alpinistas que presenciaram o acidente…

    • Tem razão, mas era a primeira vez que ele chegava ao cume. Vou reescrever.

  • rosimeri

    que post sensacional, parabensss por nos deixar apar de tudo isso, são fatos históricos

  • Angela Menezes

    Adorei o post, comecei a ler e não consegui mais parar, queria continuar cada vez mais.
    Achei muito interessante saber de tudo que acontece com pessoas em busca de um sonho de uma superação que muitas vezes são interrompidas de diversas formas.
    Fiquei triste por muitas vidas ali, mas faz parte elas escolheram arriscar.
    ÓTIMO POST.

  • ricardo

    Reportagem fantástica, um bem acha aos heróis .
    Um report fantástico, sem duvida, um rest in peace aos herois .

  • sisi

    eu nunca me interessei pela historia do monte everest, mas vendo seu post, fiquei chocada com esta realidade tao triste, e como sou leiga no assunto, fiquei me perguntando, pq as autoridades locais nao formam uma equipe de resgate preparada, e bem equipada, p resgatar estes corpos e entregar p seus familiares, pra que possam fazer um enterro decente

    • Eles tentam, mas muitos dos corpos estão em áreas onde a tentativa de resgate pode significar mais mortes, vide o caso do delegado e do Sherpa que tentaram resgatar um corpo de uma alpinista e os dois rolaram para a morte.

  • marlon

    Nossa sinceramente o melhor post que eu vi ate hoje sobre o everest são detalhes espetaculares parabéns.

  • ricardo

    Um pequeno lugar neste universo, que demonstra a plena “insignificância” de um ser que se julga omnipotente!

    • Nos faz pensar, né? Muito boa sua observação. Nos incomoda confrontar a falibilidade humana diante do cosmos.

  • Guilherme Lacerda Furst

    Cara, primeira leitura no seu blog e fiquei impressionado! Parabéns e continue divulgando essas matérias.

    • Valeu mesmo, Guilherme. Tem muita coisa doida aqui pra dentro. São mais de 4000 posts!

  • Cara, eu geralmente não sou de postar em artigos que acho interessantes e leio, mas este está realmente sensacional! Parabéns!

  • Muito show hein, adorei seu texto, e fiquei estupefada com o que li, mas ainda os acho corajosos pacas o/

  • roberto

    sensacional! não sabia de tanta coisa incrível por trás das histórias de alpinismo. herois existem! alpinismo é assunto que me não envolve, mas parabéns pelo post. magnífico!

  • Cerumano é o bicho mais inteligente que tem. Taí a prova.

  • Fellipe Guerra

    Texto maravilhoso, parabéns pelo site.

  • Muito bom Philipe. Estas informações vão fazer as pessoas pensarem bem antes de se aventurar. Gostei dsobretudo dos destaques que deu a expedição que deixou o David morrer em troca do sucesso, contrastado ao fim com “o casal brasileiro Paulo e Helena Coelho, que em 1999, desistiram de chegar ao cume para salvar a vida do alpinista português João Garcia”. De toda a busca por sucesso, certamente atitudes assim brilham muito mais.

  • Emilene F. Duque

    Olá, adorei a matéria, foi emoção do começo ao fim da leitura.
    Parabéns…..

  • Quando escalei o vulcão Cotopaxi, no Equador, conheci no refúgio um austríaco que nos pés só tinha os dedões. Havia perdido os demais dedos por congelamento. Seus pés, com as meias, pareciam duas setas. É por essas e outras que — após três montanhas com mais de 5000 metros (duas delas vulcões ativos) e outras três com mais de 4000 metros — que eu digo: “Ok, vá escalar alta-montanha — mas não me chame!” 🙂

    • Cara imagino que perder todos os quatro dedos do pé em cada pé deve foder muito o equilíbrio do cara, né? Com o tempo o cérebro deve rearranjar o equilibrio dele, mas deve ter sido foda. Ele falou algo nesse sentido?

      • Sim, fiz uma pergunta justamente sobre esse ponto, e ele, de pé, e inclinando-se para frente, me disse que o dedão é que faz a diferença. Claro, ele também disse que já não praticava mais escalada em rocha (que exige mais dos pés), mas que as escaladas que dependem basicamente de fôlego, autocontrole e de uma caminhada ascendente até o cume continuavam entre suas atividades prediletas. Eu também continuo adepto do trekking, mas não vejo mais sentido em arriscar a vida apenas para atingir o cume de uma montanha. No entanto, minha experiência enquanto montanhista me marcou profundamente e permanece como uma espécie de mito pessoal — quase tudo que decido realizar nesta vida acaba sendo comparado a uma escalada.

  • Soraya

    DUILIO, vc critica O Philipe como se fosse um grande conhecedor do assunto e como já tivesse escalado o Everest muitas vezes. Eu não sou conhecedora do assunto, mas sei perceber quem tbm não o é. Saiba vc que errou ao escrever isso : “Faltou dizer que é impossível descer uma pessoa em dificuldades, mesmo com 40 pessoas!” pois já foi salva sim, uma pessoa tida como morta, abandonada pelos Sherpas e até foi comunicado a esposa da morte do marido, mas ele foi encontrado VIVO e levado para o acampamento onde estavam seus amigos e não foram necessários 40 PESSOAS , apenas 2 ou 3 Sherpas. Leia mais e assista mais Duilio antes de fazer criticas, ou melhor, suba o Everest e retorne ( se conseguir ) para nos contar sua aventura.

  • Paula

    Ótimo texto, mas como disseram acima, nao sei exatamente o que senti ao ler.
    Particularmente, nao acho válido esse “risco” para satisfazer o ego com uma conquista. Imensa conquista, mas apenas isso. O praticante do esporte tem lá suas visões, mas eu acredito que o valor da nossa vida esta muito mais além de uma satisfacao. Tenho pai, mae, filha, amigos e familiares que me amam, e detestaria ve-los chorando por ter me perdido, porque eu quis realizar algo do genero. Ainda que rolasse o texto: “Ela morreu fazendo o que mais amava. Bullshit. Todo mundo ia sofrer pra caramba. Egocentrismo demais pro meu gosto.
    Sem duvida voce volta de lá outra pessoa (se voltar), com mil liçoes que vai carregar pra vida. Eu acredito poder receber liçoes e ter crescimento pessoal, ascensao espiritual de outras diversas formas.
    Mas de fato, adorei o texto! Parabens!

  • Augusto

    A muito tempo eu não lia uma matéria que me chamasse tanto a atenção…. Quando paramos para ler parece que todo barulho a nossa volta se silencia e entramos pela tela do computador…. Fiquei vendo as imagens e depois de analisar um certo tempo voltava a ler, mas depois retornava as fotos! Muito bom o post! Vale muito a pena dedicar alguns minutos para ler isso! Meus parabéns…

    • Valeu Augusto. Fico feliz que tenha gostado.

  • Rodrigo Teles

    Show Philipe, muito bom mesmo.

  • Marcelo

    Niclevicz foi o primeiro, junto com o Mozart Catão. Impressionante como o Catão é colocado em segundo plano… Quem não conhece o Valdemar, que o compre…

    • Rodrigo

      Hahah boa. O nogocio estava indo bem ate entrar o 171 Waldemar” vergonha alheia.

    • Rodrigo

      Waldemar” é vergonha alheia.
      Logo ele surge com outro circo para agradar o O Buticario.

  • Patricio

    Mucha gente nos critica cuando practicamos algún tipo de deporte que conlleva algunos riesgos, para ellos es innecesario. pero para nosotros es casi indescriptible la sensación de alegría, libertad y un sin numero de emociones que solo disfrutamos quienes los practicamos. todo deporte es riesgoso algunos mas que otros. comparto el dolor de los familiares es triste y lamentable, pero cada uno toma sus propias decisiones.

  • Jacques

    O unico erro ao meu ver na matéria é que o Mozart chegou priemiro no Cume .. e infelizmente ele não está mais aqui para dizer isto . Esta tambem congelado , em outra montanha mais perto de nós !!!

  • fabio

    Philipe, sou um fã do Everest e ja li uma dezena de livros sobreo tema. Seu texto é ums sintese impressionante de tudo que já li. Parabens ! E se vc nao for alpinista, parabens duas vezes, vc captou a alma do negocio. Como sou triatleta, espero que seu proximo texto seja sobre ironman.

  • Denise

    Parabéns! Achei muito boa a leitura. Rica em detalhes e informações. Quanto as críticas que foram feitas, por outros leitores, passe numa peneira e aproveite somente o que vier a acrescentar e enriquecer seus posts. Continue nos brindando com boas histórias. Obrigada. Denise.

  • Não creio que haja algo realmente edificante (do ponto de vista moral) nessa jornada ao Everest. Por via indireta, embora não seja esse o objetivo dos caras, pelo menos movimenta a economia de um local bem pobre. A escalada parece algo puramente egoísta. Mas não critico os alpinistas por isso. De modo algum. Afinal, reduzir o ser humano a mera função de maximização de benefício social (como alguns comentários aqui deram a entender: “qual a utilidade disso?”) é, em última análise, desumanizá-lo completamente.

    Parabéns pelo post e pelo site. Realmente fascinantes.

    • Sérgio, eu vejo uma conquista como a do Everest como a mola propulsora que nos levou a explorar a Lua, a descer nas fossas abissais do fundo do mar. É quando a natureza diz que o homem não pode ir lá que desencadeia a necessidade de vencer isso. É a superação, o ser humano lutando contra ele mesmo, num ambiente hostil.
      Isso pode parecer sem sentido, pode não ser o que ambicionamos como maioria, mas não podemos negar que há um importante componente espiritual-interior em empreender uma jornada obstinada rumo a um objetivo. Isso é o que parece mover exploradores diversos, recordistas, navegadores solitários, andarilhos… Acho que é parte da complexa e obscura mente humana.

    • Aline Carneiro

      Esse post mexeu muito comigo, e me levou a ler bastante sobre o Everest, sobre a primeira escalada , feita por Edmund Hillary e Tenzing Norgay e todos os mitos que cercam o monte, e posso dizer que realmente acho que o fato de se escalar o topo mais alto do mundo teve um grande impacto sobre a humanidade, sim. Descobri posteriormente que o Everest não é considerada a escalada mais difícil do mundo: o K2, no Paquistão, é o segundo mais alto do mundo e é considerado muito mais difícil de escalar que o Everest, tanto que foi conquistado alguns anos depois, mas o Everest é muito mais mítico, tanto que até hoje é muito mais procurado por montanhistas que o K2.
      É o valor simbólico de escalar o topo supremo, muito mais que a dificuldade do desafio que atrai tanta gente. O próprio Hillary dizia que o Everest não foi sua maio realização, mas sim a construção de 25 escolas para as crianças pobres na região do Nepal. Eu particularmente gostaria de ver o Everest pessoalmente, mas beeem de longe.
      E Philipe, você chegou a ler sobre a Karina Oliani, a mais jovem mulher brasileira a escalar o Everest? Ela conseguiu isso esse ano, no dia 18 de maio, creio. Ela disse que não viu nenhum corpo no caminho, mas ajudou a salvar uma pessoa: http://gooutside.uol.com.br/2193

      • Não tinha visto não, Aline. Valeu pela dica.

  • Luiz Gustavo Miotto

    Matéria rica e narrativa envolvente! Curti pra caramba.

    • Fico feliz que tenha gostado, cara!

  • Valdir Nogueira da Silva

    Post Ótimo! Eu não sabia disso! Parabéns! Só me fez pensar nos familiares vendo esse post e saber que entre tantos mortos deve estar alguém da sua família! Muito triste ver isso!

  • Jorge Duarte

    Como Português agradeço a Paulo e Helena por terem salvado o João Garcia em detrimento do seu sonho… a vida e o amor ao próximo são o cume mais importante na escalada da vida!

  • Cristina

    Philipe, gostei muito do seu texto,
    O conteúdo é chocante, e aflora sentimentos contraditórios.
    Também li os comentários e apesar de leigo, creio que opinião deve e pode ser expressada sempre que possível, principalmente após um trabalho de pesquisa.
    Sua visão sobre este assunto é muito interessante, fiz poucas e pequenas escaladas, completamente fora do contexto do Himalaia, óbvio, mas sei que é preciso muito pré disposição para enfrentar riscos desconhecidos, mesmo com um bom planejamento.
    Parabéns pela linguagem simples e cativante, vou passar a acompanhar seu blog.

    • Fico muito feliz que goste, Cristina! Tem muita coisa interessante aí pra dentro!

  • Valeria F

    Frio. Frio na barriga foi o que senti lendo esse post. Incrível e vc também é incrível pois conseguiu reunir tanta informação…. vou sempre passar por aqui. abraço

  • eu axei assustador mas tem gente que pensa que essas coisas nao de verdade ou desafia a natureza e desafian DEUS \mais axei impressionante muito bom eu mesmo nao teria coragen mas pra estas pessoas que estiveram la e desafiaram a propria vida pra mim sao guerreiros e vencedores

    • Ateu

      Quantos errinhos de portugues hein sua crente burra.

  • elaine

    OS VERDADEIROS HEROIS DO EVEREST, SAO OS CARAS QUE CARREGAM AS TRALHAS DOS ALPINISTAS NAS COSTAS… VAO E VOLTAM..

  • Rafael Ribeiro

    Excelente matéria. Parabéns pela qualidade e pelo grau de interesse que despertou!

    • Valeu Rafa. Eu confesso que fiquei ate surpreso com isso.

  • paula campos

    muito bom esse documentário, só não entendo quando paro para analisar o comportamento do ser humano em ultrapassar o limite da sua existência.vale a pena esse trofeu??

  • Marcus

    Esse blog é Top de Linha! Parabéns, esse ?ost foi fantástico!

  • Lálika

    Já tinha lido sobre o Everest no livro do Jon Krakauer. Esse livro, aliás, Jon conta a história do Beck Weathers, o cara com a cara necrosada aí de cima. O nome do livro é No Ar Rarefeito e vale a leitura. Parabéns pelo post.

  • RODRIGO

    GRAN CRÓNICA, REALMENTE ASOMBROSA.
    FELICIDADES PHILLIPE

  • silvio baldi

    Excelente, Philipe. Com relação a Waldemar Nik….(sei la), tu sabes se ele tira proveito financeiro de sua escalada? Tipo com palestras ou exposições?? Detalhe falado por Jacques: não foi o Mozar quem chegou primeiro? Isso tanto faz…mas a pergunta cabe. O Mozar está na Argentina, não?? Abraço..

  • Baldessaria

    Eu nunca tive um interesse genuíno em alpinismo, apesar de com frequência fazer trilhas com meu pai nas montanhas ao redor do sítio dele… só que ler esse post me causou uma curiosidade e vontade grandes em me aprofundar no tema. Logo, não é tão difícil assim entender porque essas pessoas se arriscam tanto no alpinismo, seja no Everest ou algum outro lugar. É fascinante em diversos aspectos, até pra leigos.

    Parabéns pela pesquisa, ficou muito boa.

  • beto

    muito bom, e de texto como o seu que precisamos na net, criticas com educação e base são construtivas , o resto e grosseria, Parabéns, Philipe

  • Que doidera! , eu nem fazia ideia desse cemitério!

  • Maria Eduarda

    FASCINANTE, SIMPLESMENTE FASCINANTE. PARABÉNS!!

  • Excelente matéria.

    Acho que serviu um pouco para tirar o romantismo sobre a escalada do Everest. A maioria das pessoas não deve sequer imaginar que para uma expedição dessas, é necessário um investimento financeiro absurdo, sem contar uma preparação de vários anos dedicada para tal façanha, sem contar que nada disso garante o sucesso da empreitada. Eu tenho muita vontade de me iniciar no alpinismo e esse texto foi um choque de realidade muito bacana. A minha única sugestão é que você sempre coloque legendas nas fotos, para que não haja nenhuma confusão em identificá-las. Mais uma vez, parabéns.

  • Larissa Siqueira

    Parabéns! Excelente texto! Continua assim, fascinante! ME motivou a ler o livro “No ar rarefeito”! Obrigada! Parabéns!

    • Valeu Larissa. Fico feliz que tenha gostado.

  • gazelle

    Merci pour votre repotage POIGNANT ,très instrucitf,de haute qualité .
    Merci.

  • leandro

    O post foi maravilhoso parabens.

    Mas paga por um valor tão alto para ir pro inferno e saber que, mesmo eu estando com 40 pessoas ou mais vou está SOZINHO mesmo assim ? ninguém vai me ajudar a não ser que eu ofereça dinheiro ? faço a mesma pergunta para quer escala o Everest ou melhor eu não entendo ALPINISMO a resposta mas complexa para quem não tem o que fala é ” POR QUE ELA ESTÁ LÁ ” o ser humano é realmente estupido de todas as formas possíveis escala o EVEREST ou melhor pagar para ir ao inferno está entre elas.

  • A primeira matéria que li aqui foi a da rádio muito doida de números, depois fui vendo mais posts e adorei o blog!
    Parabéns Philipe tu manda bem nos textos.
    Fiquei chocada em saber que rola um cemitério lá na montanha. Já tinha visto algumas matérias que mostravam expedições ao Everest, mas né, fica chato mostrar defunto na TV.

  • Excelente post Philipe,

    Fiquei vidrado com as informações que tu apresentou. Muito bom mesmo!

    Gostei também da tua atitude com aqueles que criticaram. Muitas vezes eu prefiro textos de leigos mas que apresentam sentimentos e emoção, do que especialista com termos técnicos e frios.

    Você escreve muito bem, Parabéns!

    Grande Abraço,

    • Hahaha valeu Fernando. Teve gente que ficou com raiva de eu ter usado gírias, como “bagulho” ao me referir ao equipamento do alpinista, hehehe. É gente que não conhece este blog e meu jeito esculachado de escrever sobre os bagulhos do mundo.

  • Milena

    Como você pode ser referir ao equipamento de sobrevivência dos alpinistas como bagulho?! E pior ainda, se referir á história da trágica morte do Sharpe como: “sente a bizarrice do bagulho”… Cara, mais respeito! O texto é bem interessante com uma bela coleção de histórias e imagens (apesar de não dar crédito nenhum para a origem das imagens nem informações), mas tenha um mínimo de profissionalismo e respeito. Vai falar de bagulho com os mano, véio!

    • Milena ficou com raiva dos bagulho. MAs segundo o dicionario:

      s.m. Semente de certos frutos, como a uva e a pêra, contida no bago.
      Bras. Gír. Coisa clandestina, produto de furto ou roubo.
      Objeto sem valor.

      Bagulho (gíria)
      2.Alguma coisa ruim e que não funciona direito.

      Dado que o equipamento do Sharp não funcionou direito, eu creio que o termo estava até apropriado, hahaha.

  • Eduardo Marques

    Parabéns, PERFEITO DEMAIS isso, sabia de algumas histórias e lí sobre o assunto, mas esse superou todos pela objetividade e simplicidade em explicar os fatos, até eu que sou leigo no assunto fiquei super envolvido com documentário.

    Parabéns mais uma vez!

  • Marcus

    Philipe, já viu essa? Estão pensando em colocar uma escada no Hillary Step.

    http://www.theguardian.com/world/2013/may/27/mount-everest-ladder-hillary-step

  • Adyson

    Olá, amigo.

    Excelente artigo!

    A leitura junto com a coleção de imagens passou muita emoção, fazendo com que o leitor reflita sobre a “Glória da Superação” e a “Compaixão”. Após a leitura, fiquei instigado a pesquisar mais sobre o assunto, que de fato é muito empolgante.

    Um Abraço.

  • Sonia Alves

    Obrigada pela partilha desta reportagem! PARABENS ao casal de brasileiros que parou para socorrer o alpinista portugues e que mais tarde socorreu uma outra pessoa. Foi a historia mais bonita e tb a mais rara

  • Horus

    O Português João Garcia, é o décimo alpinista do mundo a ascender às 14 montanhas com mais de 8000 metros existentes no planeta, todas sem recurso a oxigénio artificial e sem carregadores de altitude.
    A ascensão que lhe trouxe mais fama foi a escalada ao Monte Everest. Excelente Alpinista, e excelente pessoa.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Garcia

  • Rui Melo

    O João Garcia foi o 1º português a escalar o Everest, tornando-se a referência máxima em Portugal em escalada. Foi o 10º alpinista em todo o mundo a conseguir subir às 14 montanhas acima dos 8.000 metros e o único português a fazer os ‘Seven Summits’. Vários amigos do João Garcia já morreram em escaladas, refiro em particular um outro português chamado Bruno Carvalho que ainda lá está nas montanhas também – paz à sua alma. Gostava de saber mais sobre a ajuda dos brasileiros numa das escaladas do João Garcia, parece interessante.

  • Ludmilla

    Parabéns pelo Post!
    Difícil achar algo tão bem formulado pra ser lido 🙂 topp

    • Brigadão, Ludmilla. Fico feliz que goste!

  • BEZALEL

    Meus parabéns pra quem conseguir, mas eu “tô fora”!

  • Camila

    Estou perplexa!!
    Post muito bom e seu conteúdo de muito bom gosto.
    História cheia de coisas intrigantes e espirituais que ao mesmo tempo mostra como somos instintivo no que se diz a sobrevivencia!

    Parabens

  • BEZALEL

    Eu prezo muito as minhas extremidades, especialmente uma!

  • maristela

    Interessante…. Os ocidentais decidem subir a montanha, por razões que provavelmente aos sherpas não fazem o menor sentido. Muitas vezes morrem por vaidades imbecis. Enchem a montanha de lixo… No texto acima os sherpas são os capitalistas selvagens sem nenhum sentimento de compaixão? Se um ocidental pode largar o seu companheiro pra trás morrendo, e ainda conseguir uma matéria sensacional pra tv,às custas disso, pq um sherpa tem de ter a compaixão que não existe no outro?

  • Léo campos

    este deve ser o lugar onde o espírito de Mamon supera, o camarada prefere não ajudar com dó dos seus 50 mil dólares gastos, essa é a verdade que todos escondem, superar e não olhar para o próximo, o homem moderno, o livro da lei “Faze o que tu queres será o todo da Lei”.

  • tereza

    Depois de ver e assistir e ver todos os comentários , pessoa a DEUS que guarde todos aqueles que ficaram por la , e conforte o coração das famílias , fiquei perplexa com tudo que vi .

  • O que não entendi foi que o cume é 30 milhões de anos mais velho que as duas placas tectônicas que o formaram. Mas a história é incrível, muito boa, parabéns, O que fico triste é deixar alguém para traz pensando em uma conquista pessoal. Acho que nunca faria isso. Então parabéns a Paulo e Helena Coelho, Vocês tem mais honra dos que atingiram o cume e deixaram pessoas para morrerem na montanha.

  • Maria

    pois maristela está certa; até entendo alguns casos de a vida do grupo depender da de outra pessoa, opta-se por sacrificar um. mas deixar a pessoa morrer para atingir o cume? e consegue viver feliz sabendo que basicamente praticou um homicídio cruel desses?
    os sherpas são capitalistas, sim, mas, acima de tudo, porque lhes ensinaram isso…
    não acho escalar o everest besteira. muita gente quer ter experiencias diferentes, se superar. mas, é claro, sempre tem os vaidosos (isso me lembra o filme “faster” com o dwayne johnson). triste que vira um comercião, e as pessoas que vão pra por foto “no facebook”

  • Maria

    o mais louco é pensar que esse cara de 1979, por exemplo, ele ainda está lá… é estranho, ele parou com o mundo de 79, com a guerra fria, o choque do petróleo, a vida dele de 1979 está presente naquela montanha, da maneira que era naquela época, ainda está “conservado”, como se fosse possível reanimá-lo e ele tivesse feito uma viagem para o futuro… nossa….

    adoro seu blog

    • è, isso é mais ou menos a premissa do Buck Rogers. Ele era uma astronauta que acaba sendo largado no espaço, onde congela. Milhare sde anos no futuro, acham ele e o descongelam. Essa também é a premissa do livo 3001 do Arthur Clarke, que conta o que aconteceu com aquele astronauta do 2001 que foi largado no espaço.

  • Ricardo Rodrigues

    Meus parabéns pela matéria.

  • vicente

    e preciso telos bem no sitio para uma aventura destas…muito interessante a historia….

  • Alfredo

    Sinistro, mas excelente o post… parabéns!!!

  • Iris

    Parabéns Philipe pela matéria.
    Primeira vez em seu blog, mas fiquei impressionada com a quantidade de corpos espalhados na montanha. Me fez imaginar os grandes desafios dos homens, em querer realizar conquistas muitas vezes para alguns sem sentido. Porém, desafiar a si mesmo em condições adversas é o maior risco de vida. Aos que amam esse esporte ou o fazem por superações, que estejam prontos para os desprendimentos, sabendo que aos que ficam, seu retorno pode não acontecer. E que esperamos não serem mais um dos corpos espalhados na montanha.
    Uma excelente reportagem.

  • Parabéns pelo post amigo… eu já tinha lido muito sobre o Everest e não tinha achado matéria com tantas informações quanto esta… recentemente fiz uma escalada de 6088m e realmente é muito exaustiva e requer muita força, não só física mas também psicológica…. O guia me disse que a cada 10 Brasileiro apenas 1 consegue subir devido as condições extremas onde na qual não estamos nem um pouco acostumados.. E para mim foi uma grande conquista visto que consegui mesmo em condições adversas, e sem aclimatação… Sem dúvidas só vai entender este tipo de loucura quem já chegou ao topo de uma alta montanha… E este é um sonho que tenho para o futuro.. Quem saber daqui a uns 5 anos eu estou postando aqui que consegui chegar ao topo!! Ou não… Mas como diz um ditado bem conhecido “Lutar SEMPRE, Vencer Talvez… desistir JAMAIS!!! Mais uma vez parabéns pelo post!!
    Se quiserem saber como foi minha escalada ao Huayna Potosi na Bolivia acessem meu blog: http://fuuiporai.blogspot.com.br/2013/09/huayna-potosi-6088m-parte-final.html

    • Dizem que o sonho de todo alpinista é um dia poder ir a Marte para escalar o monte Olimpo.

  • André

    Pra quem quer ir pra Marte e não tiver a oportunidade de ir, tá ai uma segunda oportunidade, apesar de que ir a Marte sai mais barato que escalar o Everest.

  • Rui Franco

    Diga-se que o próprio João Garcia viu-se naquela situação quase fatal por, também ele, ter ido à procura do seu companheiro Pascal Debrouwer que tinha tido um acidente.

  • não tem mistérios no Everest. As condições lá são de matar e pronto. (y)

  • Lílian

    Maravilhoso!

  • Carlos Burity – Major Bombeiro

    Um colega de profissão ( Capitão Rômulo Guedes) postou no face dele o seu texto, e eu comecei a ler e fiquei impressionado com o histórico de desafios. Fico perplexo com a negativa em se tentar salvar a vida do próximo, dando prioridade para o cumprimento do objetivo (alcançar o cume), mas existe a questão do momento de escolher a sua ou a do semelhante quando a escolha for a tentativa de salvar né? Fiquei muito interessado em assistir ou ler mais sobre o assunto e de preferência com ilustrações como as suas e se tiver tb reportagens em vídeos seria legal. Meu e-mail está anexo a postagem. Parabéns pelo blog!

    Carlos Gustavo Fernandes Holmes Burity – Engenheiro/Jornalista/militar bombeiro

  • Carlos Burity – Major Bombeiro

    Esqueçi….. li e posto comentário de Maceió – Alagoas

  • Aline Carneiro

    Tem umas coisinhas que me intrigaram e eu fui pesquisar mais, achei algumas informações: a Wikipedia aponta Victor Negrete como o primeiro brasileiro a escalar o Everest solo, em junho de 2005, mas não sei se a informação está realmente certa. O mesmo post confirma que ele tentou novamente em 2006, usando os serviços da mesma Asia Trekking que largou Sharpe lá para morrer: o plano dessa vez seria subir em dupla, mas que ele tentaria ir sem oxigênio, enquanto o parceiro levaria duas garrafas, uma que serviria como backup caso Victor não conseguisse. É confirmado que ele encontrou David Sharp morto e ajudou um indiano que teria sido largado para morrer. Parece que ele teve suprimentos roubados, não se sabe se por guias da Asia Trekking ou se por sherpas rivais, inclusive suas garrafas de oxigênio, e isso afetou seriamente o sucesso de sua expedição e causou grande controvérsia, que fecharia mais tarde a Asia Trekking. Ele chegou ao topo solo e sem oxigênio a partir do acampamento 3, depois que Rodrigo Rainieri, que iria com ele para o topo desistiu. Victor teria pedido auxílio na descida, o sherpa que havia ajudado ele em 2005 e nessa expedição o encontrou e resgatou com vida, mas ele morreu, não no caminho, mas enquanto era socorrido no Acampamento III, infelizmente o post não diz se ele ficou lá ou se foi trazido do acampamento. Sobre David Sharp: quando o grupo que subia com Mark Inglis o encontrou, ele já não tinha condições de se mexer porque estava com os pés em processo de pré-congelamento, mas o problema é que ele já estava ali há mais de dois dias, ou seja, podia ter sido ajudado e não foi. Sua morte causou uma grande controvérsia e a sugestão de adoção de um código de ética para alpinismo. Não se avançou muito nesse sentido, pelo que eu sei.

  • Aline Carneiro

    Ah, esqueci, há uma lista das pessoas que já morreram/desapareceram tentando escalar ou escalando o Everest:
    en.wikipedia.org/wiki/List_of_people_who_died_climbing_Mount_Everest

  • Aline Carneiro

    Ah, esqueci, há uma lista das pessoas que já morreram/desapareceram tentando escalar ou escalando o Everest:
    en.wikipedia.org/wiki/List_of_people_who_died_climbing_Mount_Everest até hoje foram 129.

  • Aline Carneiro

    Desculpe, errei são mais de 200 mortes, cerca de 120 tem localização conhecida

  • Kevin

    Gostei! Muito parabéns pelo seu trabalho neste post!!!

    Eu fiquei por uma semana pensando nisso. Acredito que foi um evento fortuito que me ajudou a entender várias coisas que precisava no momento, para minha própria vida, e você atuou como porta-voz de umas coisas interessantes a mim.

    • Nossa, sério? Valeu mesmo.

  • Márcio

    Só o cume interessa!

  • Cássio

    Na verdade, há controvérsias se Mallory e Irvine chegaram ao cume do Everest. Segundo o livro “Mallory e Irvine, Fantasmas do Everest”, a expedição que foi montada para justamente achar seus corpos, chega a conclusão que provavelmente não chegaram. A primazia pertence a sir Edmund Hillary e ao sherpa Tenzing Norgay.

    Ainda, quanto ao destino fatal de Mallory, o que se tem como provável é que ele realmente estava preso a Irvine, por uma corda na descida em uma crista. Acredita-se que Irvine por ter menos experiência, tenha escorregado e caido no precipício e trazido consigo Mallory ( o qual quebrou a perna na queda ). Não há relato até onde se saiba que a corda tenha sido cortada.

    Mallory era um alpinista extremo, merece mesmo tendo sido frustrado em seu objetivo, todo respeito e consideração.

  • Ainda não tinha lido um texto que me tocasse tanto assim, por suas histórias; que para além dos documentos tão vivos, me deixasse significâncias e simbologias fincadas. Eu fico agradecido pela escritura. Mesmo.

  • Carlos

    Muito interessante o texto, realmente desperta a curiosidade, porém acho esse esporte (se é que pode ser chamado de esporte) uma babaquice.

  • Jorge

    Boas amigo!
    Muito interessante o seu artigo,meus parabéns!

  • nossa que orror nunca pensei que era tao perigoso

  • Sebastião Simionatto

    A natureza é bela! Pena que não se vive muito nela!

  • Kaya

    Nossa, d+ essa matéria… Parabéns!!

  • Vitor

    Esse post, além de sentimentos estranhos, tristeza, me trouxe uma visão diferente mas já conhecida, que perdemos ao viver a rotina do dia-a-dia, de que a vida é muito maior do que bens materiais ou algumas coisas pequenas pelas quais nos apegamos na nossa vida. O sentimento de satisfação é muito grande ao escalar algo assim, ou qualquer escalada ou caminhada do gênero e nos poe no nosso devido lugar, nos tira a sensação do tal antropocentrismo. Nos deixa um vazio, um vazio bom, um vazio que nos permite respirar e ver como estamos acostumados a pensar pequeno.

  • jorge

    Isso é esporte!!! Pagam com a vida querer ir contra à natureza,,,por favor vão trabalhar ou fazer outra coisa, + util,
    ou vão escalar a vida de outra maneira, pois o dinheiro que se gasta para fazer este “esporte” ajudaria muitas pessoas que Morrem de fome e não por subir montanhas,,,

  • Edson

    Muito esclarecedor seu post, muita pesquisa e estudo sobre o tema, eu acho q tirando a Wikipedia e alguns sites sérios de pesquisas, seu post é bem esclarecedor. Agora do meu ponto de vista eu pergunto, de tudo q vc falou aqui, de todas as mortes, privações, cenas de terror ao ver os corpos mortos, ao frio extremo, as faltas de recursos, falta de oxigênio etc, etc, etc, etc……………PQ ALGUÉM EM SÃ CONSCIÊNCIA AINDA TENTA ESCALAR AQUELA PORRA DE MONTANHA ??

    No aguardo de uma resposta !!

    Obrigado.

    • Creio que o alpinista é uma pessoa obstinada que busca vencer desafios. Ao mesmo tempo que do lado de fora é só um ser humano contra a montanha, o frio, a altitude e as intempéries e riscos, há a luta interna, a inquietude do espírito, que busca vencer o medo, ultrapassar os próprios limites.

    • Aline Carneiro

      Tem uma coisa que um amigo meu escalador esclareceu: o Everest não tem uma escalada difícil do ponto de vista técnico: não tem subidas em paredões, ou negativas (aquele tipo de escalada que você está contra a grávidade, porque a parede está inclinada na direção oposta), e, na verdade, o trecho mesmo de escalada é o menor do das grandes montanhas (os chamados 9 picos, os que são acima de 8000). O que torna a tarefa difícil é o ambiente e a altitude. Por exemplo: um escalador que não seja um expert nunca vai conseguir escalar a face sul do Monte Aconcágua, que é muito menor (acima de seis mil metros), mas pode escalar tranquilamente o Everest, se estiver com uma equipe correta, na janela de tempo correta: são cerca de 35 dias entre maio e junho e 35 dias entre outubro e dezembro, se não me engano, mais ou menos de acordo com as monções do ano, fora dos quais os ventos tornam impossível a escalada, tanto que existem muitos milionários sem muita experiencia que estão entre os que já subiram o Everest. Claro que pode acontecer uma merda como a de 96, quando uma virada súbita do tempo matou 15 pessoas no mesmo dia (entre eles o green boots que está na foto desse post) Como o Phelipe já disse, é uma daquelas “conquistas simbólicas”. Mas, na minha humilde opinião, o governo do Nepal deveria restringir ainda mais o número de pessoas aptas a escalar, por causa da questão ambiental. Um site lista as 5 escaladas mais mortais e, pasme, o everest não é uma delas: http://www.hi-tec.com/br/blog/345/as-5-montanhas-mais-perigosas-do-mundo-para-escalar/

      • Plyttz

        O + pesado da história são as condições climáticas que estão variando sem ter uma estação definida, com isso os riscos aumentam desde avalanches inusitadas a violentas quedas de temperatura; bem como fortissímas tempestades com ventos acima de 200 km/h (Jet Stream). Além disso e pouquíssimo comentado a pressão atmosférica, quando se cai a temperatura, o ar torna-se mais rarefeito, fato que na estratosfera um boeing consegue aumentar um pouco sua velocidade de cruzeiro devido a essa variação de pressão (29,000 feet). Em outras palavras um ambiente inóspito e sem condições de vida, mas o que chama à atenção foi em um vídeo no Camp 4 que tinha uma ave pousando, provavelmente procurando comida no lixo acumulado – Everest Beyond The Limit Season 03 Episode 02 – Impossible Dream_(360p) que baixei do You Tube. Dê uma olhada, alías são 3 vídeos – vale a pena.

        Plyttz Brownie

  • José Luiz R. Leôncio Jr.

    Penso que todos que tentam subir um lugar tão perigoso é simplesmente um idiota! E aqueles que deixam um ser humano morrer sem socorro são sem duvidas egoístas e mesquinhos! Mas, a montanha está la e acho que DEUS a criou para testar as pessoas, então isso nunca vai acabar!

  • Tenho muita dificuldade em compreender o que empurra alguém para uma aventura destas sabendo os riscos imensos que corre. Não é só este “alpinismo extremo” mas outros tipos de riscos limite. Será a tal adrenalina ? Que investigação já foi feita para explicar este (ou estes) tipo de impulso ?
    De qualquer forma agradeço-te Marcel, mais este excelente anexo que enviaste.

    P.S. – Há alguns comentários perfeitamente “incomentáveis”

  • Joel Lima

    Ótimo esse post, isso é uma matéria completa, gostei muito da forma descrita parcialmente em todas as histórias.
    Parabéns espero vê novas matérias…. professor…

  • Sandro Martins

    Cara… Muito legal, valeu como informação e ser muito interessante…

    Obrigado por disponibilizar seu tempo com um material de altíssimo valor…

  • Célia roberti

    trabalho fantastico,mais é de doer o coração saber do prazer da escala e não poder participar com as pessoas que ama

  • Márcia Andrade

    Post perfeito. Muitos detalhes e informações interessantes.
    Adorei a riqueza de detalhes.
    Muito legal mesmo.
    Parabéns!

  • o que me chamou a atenção é a vontade de estar num lugar onde a ética é obsoleta.

  • Ricieri

    Tchê, sensacional este teu Post, Parabéns!!

  • Celso Latorre

    Gosto de montanhismo, assim como outras aventuras, e já havia lido o Krakauer e o Boukreev antes do teu post e devo reconhecer que teu trabalho de pesquisa trouxe a mim novas informações e, principalmente, a visão (fotos) do que realmente acontece por lá. Admiro todos que tentaram e/ou conseguiram pela coragem e determinação, mas não tenho essa empreitada entre meus futuros objetivos. Quanto aos comentários que desabonam o valor dessa extrema aventura acrescento o meu, em sentido contrário, de que o valor de uma realização pessoal deve ser estabelecido, medido e regozijado pela própria pessoa que se impõe um desafio, os demais são, no máximo, espectadores, podendo gozar juntos os louros da vitória ou compartilhar o sofrimento de uma tentativa frustrada, mas jamais ombrear sua crítica com o feito.

  • Douglas B.

    Cara, muito bom o seu post!

    Uma amiga minha compartilhou comigo e, desde então, não consigo parar de pesquisar sobre!

    Antes pensava que no Everest os alpinistas subiam e voltavam para casa – e só!! Lendo seu post descobri essas diversas histórias, principalmente a questão dos mortos – o que mais me chamou atenção.

    Esse foco renderia um ótimo documentário para o Nat Geo e Discovery.

    Novamente, parabéns!! Espero ler mais posts aqui sobre o assunto!

    Abs

  • leo

    engraçado, no começo da matéria, falaram q um repórter foi entrevistar o cara quase morto, e depois disse q não tinha como voltar e ajudar as pessoas que ali estavam incapazes, ou seja, se o repórter ja estava ali entrevistando o rapaz q estava prestes a morrer, n podia ajudar ele? estranho isso

    • O canal foi muito questionado por causa disso.

  • Cibele

    Oi Philipe! Tudo bem? Adorei a matéria, fiquei tensa, emocionada, com nó na garganta. Notei os comentários mal educados, alguns oportunistas e até a falta de respeito com você. Não preciso citar os nomes, com certeza sabe quem são.
    Só quero dizer que apoio a sua coragem em escrever, descrever uma história como essa e causar comoção é um talento. Todos tem o direito de opinar e de contibuir

    • Acho que sim, Cibele. Mas isso é normal na vida de um blogueiro. A gente está aqui para levar pedradas também. Faz parte do jogo. Meu trabalho aqui é como o de uma bailarina, que se esforça para fazer bonito e encantar enquanto segura uma barra com as dores.

  • Aurelio

    O texto contém realmente alguns erros no que tange ao Sharp. Os comentários de outros leitores são bem piores. Por favor leiam o livro do próprio Anatoli Boukrev, um outro chamado Montanha Sombria e escalem montanhas com mais de 5500 metros (de preferência nevadas e em latitudes altas – pois a altura não é o único inimigo). Tem gente que fala bobagem porque “um amigo escalador me contou”. Opinião é realmente algo muito pessoal mas só quem esteve lá sabe como é difícil. Se o Everest não fosse nada técnico qualquer maratonista iria lá e escalaria…simples assim.
    Tem gente com muita experiência que morre no Aconcagua (que tem 7 mil praticamente e é a maior montanha fora do Himalaia) ou mesmo no Elbrus que tem “só” 5642 metros. O kilimanjaro que não chega a 6 mil e não tem neve mata mais do que as grandes porque sua ascensão vertical chega a 1200 no dia de cume e muita gente despreparada fisicamente vai “tentar porque é só uma caminhada fácil”. Eu pessoalmente vi gente a escalando com oxigênio…
    É muito menosprezo por parte de quem não vive este esporte.
    Saudações cordiais.

    • É como diz o ditado: “os outros acham que é fácil até eles tentarem”.

    • Aline Carneiro

      Eu conversei sobre esse post com um amigo que escala e posso até ter falado bobagem, mas nem por isso acho que minha opinião é melhor que a dos outros. Se você não notou, Aurélio, é um post escrito por um leigo são leigos comentando. Pode parecer bobagem para um super expert como você, que está aqui arrotando superioridade porque provavelmente já escalou todos os 7 summits, os 14 picos acima de 8 mil metros e a torre de kuala lumpur mas RESPEITO é algo que não faz mal a ninguém. Morrer, por morrer, a pessoa pode morrer subindo uma ladeira e qualquer um sabe disso. Não teve um brasileiro que morreu na África de hipotermia porque subiu uma montanha que nem era uma escalada difícil e ele foi de bermuda e havaiana?
      De minha parte, não menosprezo o alpinismo, aliás, nada que se faça por gosto deve ser menosprezado. Só que, para algumas pessoas que não entendem de alpinismo PODEM não entender por que existe tanto tesão em escalar o everest. Aprenda você a não menosprezar a opinião de quem não é alpinista só porque você escala.

  • Lorena

    Cara eu adorei o post, me senti sem fôlego em algumas partes e chocante em outras, como 40 pessoas deixarem o cara para trás para morrer pq queriam chegar ao cume, ninguém foi lhe deitar a mão isso é realmente muito “frio”, eu sei que se estivessem lutando pela sobrevivência e tivessem que escolher entre salvar a sua vida e a do próximo, todos preferem salvar a sua vida, isso é instinto e não julgo isso, agora preferir ver uma pessoa morrer e não ajudar é muito triste. Acho que realmente as pessoas que querem subir devem pensar que é fácil e que realmente vão conseguir, e também pensam que essas coisas podem não acontecer com elas… Eu particularmente não intendo muito esse vício que o ser humano tem em quebrar recordes que coloca a sua vida em risco, para mim subir o everest não trás nenhum benefício a ninguém, pelo contrario, a pessoa pode morrer na subida, na descida, a 100 metros de alcançar o acampamento, pode ter vários edemas, se conseguir voltar para a terra podem ter partes do corpo amputada… Enfim para mim é fazer descaso com a vida, se as pessoas usassem essa mesma motivação que tem para ajudar o próximo ia ser revelador, mas cada um só se preocupa com seus benefícios próprios, eu não escalo montanhas e nunca escalei, não coloco em questão a paixão que as pessoas possam ter por essas coisas, mas acho que poderiam usar essa força de vontade em algo mais compensador, sei que pode ser compensador para a pessoa chegar lá em cima e ver a vista, mas será mesmo compensador ter membros do corpo amputado e ver dezenas de pessoas mortas a céu aberto por algumas horas lá em cima? É um pouco bizarro na minha opinião… Atenção antes que me venham xingar, só estou expressando a minha opinião e acho desnecessário essa “necessidade” que o ser humano tem de expor a limites… Muitos tem força de vontade para chegar ao cume, mas poucos ajudam a resgatar vidas que deixaram para trás… É no mínimo curioso as prioridades que as pessoas colocam em sua vida… Sei que ninguém vai subir o Everest para resgatar as pessoas, mas acho muito desumano você ver uma vida desfalecer na sua frente sem levantar um dedo só para chegar ao “cume”.

    • Aline Carneiro

      Poxa, Lorena, pelo que eu sei quando as pessoas passaram pelo David Sharp não dava mais pra fazer nada. Não sei como ele foi parar DENTRO da caverna do green boots, mas pelo que eu entendi, não tinha como tirar ele de lá. Tem um relato muito legal de um cara sobre a tragédia de 96 que ele comenta que ficou chocado ao subir e encontrar um amigo dele que era famoso, que já tinha subido várias vezes morto e sem luvas, parece que ele passou as luvas para o cliente que ele estava guiando na tentativa de ajudar. O lógico num amibente como esse, que é um deserto de vida, é você realmente acabar morto. O ser humano enfrenta o desafio, mas as baixas são inevitáveis, e creio que quem se propõe a subir o everest sabe disso, né?

  • Layla

    Depois de ler tudo, inclusive os comentários, dizer mais o que?
    Simplesmente fabuloso!
    Philipe, sua maneira de escrever envolve de uma forma que é difícil parar de ler, parabéns, sempre!
    Ah sim, compartilhando.

  • Martin Ziemmer Neto

    Viajei até a montanha com esse texto. Ótima matéria.

  • claudia

    Adorei a matéria Philipe, adoro ler e o seu jeito de escrever prende demais, fiquei horrorizada e fico pensando nos mortos que ainda estão lá…. escreva mais sobre assunto interessantes você tem talento garoto!!!!!!!

  • Guilherme

    Antes de tudo, não sou escalador. Sei que uma trilhazinha como Pedra da Gávea nem se compara à escalar a montanha mais alta da Terra. Também não sou leigo, no entanto. Tenho um forte desejo de escalar o Everest (mesmo não sendo tão difícil quanto o Nanga Parbat ou K2, não faria isso de uma forma irresponsável, sem prática). Li alguns livros e muitos artigos sobre o assunto e assisti a filmes e documentários também. O mais recente foi sobre o desastre de 2008 no K2 (“No Way Down – Graham Bowley”).

    A sensação de exploração, de conhecer novos lugares, pessoas é viciante. No caso do Everest, estar no topo do mundo, literalmente. (Pelo menos o mundo atual). Ir ao espaço também deve ser uma experiência magnífica. Julguem bem antes de sair entoando perguntas como: “porque esse idiota faz isso?”.
    Existem 3 tipos de pessoas. As covardes, as corajosas e as temerárias (não medem as consequências). Colocaria se não 100%, quase que esse número, dos alpinistas na categoria de corajosos. O que é uma grande virtude. Bem possível de que pelo menos uma pessoa que colocou essa pergunta já tenha dirigido em alta velocidade na estrada, empinado moto ou bicicleta no meio do trânsito etc. Isso é uma atitude temerária.

    Esse artigo pode dar uma outra visão sobre o assunto, não necessariamente te fazer querer escalar, mas pelo menos refletir: http://outdoorsnw.com/2012/climbing-why-climb/

    Ao autor, muito bem escrito o texto. Parabéns!

  • Thadeu Augusto
  • Viviane Gomes

    Muitos dizem que chegaram primeiro mas quem chegou primeiro lá foram os sherpas. Podem todos entenderem o que esse povo deve ter que aguentar desses turistas inconsequentes mimados que só porque possuem dinheiro acham que podem fazer de tudo sem medir as consequências de quem vai arriscando a vida?. Muitos sherpas arricaram suas vidas para proteger e ajudar idiotas que tinham um objetivo sem coerência; chegar ao topo de uma altíssima montanha gelada… para quê? Um dos casos em que os sherpas foram o principal herói foi no caso da expedição francesa de Annapurna http://www.imontanha.com/imontanha/noticia.asp?NotID=1907. No fim os herois não foram vistos mas requer grande coragem e habilidade levar um frances inútil nas costas atravessando rios e montanhas íngremes para salvá-lo de sua incompetência e idiotice. E assim, todos os anos esses corajosos e mau remunerados sherpas precisam ver escaladores egocêntricos arriscarem suas vidas e a deles. Lamentável. quem cuida dos sherpas?

  • cristina

    Eu acho as matérias aqui realmente ótimas e bem pesquisadas, deve dar um trabalhão! Parabéns! Sobre esse negócio de escalar o everest… Acho que tem tanta coisa mais pra fazer do que gastar dinheiro pra subir e descer uma montanha!! Uma pessoa que vai para um lugar desses tá pedindo pra morrer, é o que eu acho. Na minha opinião, não há desafio maior do que viver. Entendo que tem a superação pessoal e etc., mas uau! Tanta gente no mundo querendo viver sem poder, e vai nego subir montanha congelada pra sair de lá mais pobre, sem dedos e nariz! Muito gump mesmo, esse mundo. :S

  • eduardo

    Mesmo vendo do lado do esporte e da superação, não consigo deixar de pensar tratar-se na maioria, de um bando de filhos duma puta, mimados e sem escrúpulos, onde eles acham que a vida deles é melhor que a minha, arrogantes e prepotentes, e na morte se amontoam como lixo à margem da trilha. Lamentável para a humanidade!

  • Laiz Daleth

    Olá!
    Parabéns pelo post. Neste fds estava vendo um documentário sobre o tal senhor de 60 anos que escalou o everest. Fiquei muito intrigada com o assunto, sobre o que move estas pessoas e sobre as mortes. Daí vim pesquisar e caí aqui.
    O que mais gosto em posts polêmicos são os comentários. Acrescentam muito, inclusive os grosseiros. Me ajudam a formar uma opinião mais embasada, considerando o lado dos que apóiam e os que não, e o porque.
    O ser humano é complexo demais, impossível entendê-lo!
    Tenho admiração por quem tenta tais feitos, mas não são meus únicos ídolos. Também posso admirar os sedentários que gostam de um confortável sofá, mas que da sua maneira, consegue, por meio de ações e opiniões, marcar e por que não, mudar vidas. Acho que quase todos os os revolucionários, das artes às ciências estão neste grupo. Não necessariamente sentados num sofá!
    Então, não crítico nenhum e admiro todos. Todos são exemplo para minha vida. Tiro o que há de melhor e sigo, sendo melhor. Simples assim!

  • jéssica

    Meus Parabéns pelo post sensacional!!! Você conseguiu ajuntar toda a história desse gigante nessas linhas. Estou fascinada pelo Monte Everest, e o poder de sedução e hipnose que ele causa nas pessoas, atraindo milhares pra lá todos os anos. Quero um dia conhecer essa perfeita, magnifica e incomparável obra de Deus. Virei sua fã cara!

  • Rebeca Lacerda

    Amei o seu texto, me esclareceu muitas dúvidas e curiosidades que eu tinha sobre o Everest. Além das muitas informações, você escreve muito bem! Foi bem gostoso ler seu texto, depois darei uma olhada nos outros. Mas a dúvida que ainda tenho é: aquele de botas verdes nas fotos não é o David Sharp? É o outro cara que morreu naquele mesmo lugar? Caso não seja o David, então cadê o corpo dele? Se puder me responder, ficarei muito grata! A partir de hoje serei uma frequentadora assídua deste site, abraços.

  • Icaro

    Cara, ÓTIMO post

    É a segunda ou terceira vez que eu o leio des de que foi postado.

    É o tipo de post que ficará anos e anos e será sempre incrível de ler!

  • Erickson Duarte

    Ótimo texto, segunda vez que leio todinho.

  • Mister Life

    Não tenho o menor interesse em subir nessa montanha idiota. Quem quiser que vá, mas, cave antes sua cova pra não atrapalhar o caminho dos que irão atrás pra morrer também se der azar.

  • Papel Aluminio

    Se eu fosse nunca chegaria ao topo. Acho que qualquer vida humana vale mais do que uma foto no cume de uma montanha. Voltaria ajudando todos que encontrasse no caminho =/

  • Edilson Rodrigues Palhares

    Não imaginava que o negócio lá em cima fosse ainda mais perigoso do que eu já supunha. Parabéns pelo artigo. Muito bom!