Bolsa Família não dá pra nada! Nem pra uma mísera calça de 300 reais!


Realmente, é um absurdo. Veja a indignação dessa senhora que reclama que há oito anos o bolsa família dela não aumenta. Em contrapartida, o feijão, o tomate, a carne, o macarrão, o óleo, até o sal, tudo aumenta.

Mas eu não sei não, hein? Acho que ela pode não estar sabendo, tem gente que pode comprar a calça com bolsa família sim. Segundo o governo:

Os valores dos benefícios pagos pelo Bolsa Família variam de R$ 32 a R$ 306, de acordo com a renda mensal da família por pessoa, com o número de crianças e adolescentes de até 17 anos e número de gestantes e nutrizes componentes da família. O Programa tem quatro tipos de benefícios: o básico, o variável, o variável vinculado ao adolescente e o variável de caráter extraordinário.

Se ela não ganha os 306 reais, que da pra comprar a calça e até pagar ônibus, deve ser porque ela não teve filhos o suficiente.
No fundo, eu penso que essas esmolas generalizadas travestidas de programas sociais só atendem realmente ao pobre miserável no papel. No mundo real, das conveniências e armações, da vilaneza canhestra a quem interessa manter a massa dominada e oprimida, os bolsa isso, bolsa aquilo, vale isso, vale aquilo servem é aos interesses eleitoreiros dos políticos.
A ideia, como toda ideia que se preze, não é de todo ruim, e não é de todo (nem de longe) boa. Obrigar as crianças a frequentar as escolas (mesmo que com ensino questionável e instalações quase sempre sub-saarianas) é o mínimo que se poderia esperar do governo.
Mas a pergunta que eu me faço é: Por que diabos devemos nos contentar com o mínimo se já pagamos o máximo?

Eu não sou um maldito direitista fascista que quer que o pobre se exploda. Eu quero que o pobre vá à extinção, admito, mas não matando eles, quero que eles virem classe média, mas classe média de verdade, não essa maquiagem tosca de números no qual o governo do PT inventou deliberadamente que hoje quem ganha mais de 291 merréis, virou “classe média”.

Qualquer pessoa normal, (excluindo alguns políticos) quer que os pobres acabem, ou se for utopia demais, (e é!), que eles pelo menos se reduzam. A concentração de riqueza no Brasil é brutal. Tão brutal que deveria só ser permitido ser gravado em caixa alta e negrito: BRUTAL

O povo pobre se vê refém em diversos níveis. Alguns tão sutis que eles sequer imaginam que possam existir. As piores grades são as invisíveis. Por exemplo, no grau de escolaridade. Sabe-se que no Brasil, um percentual muito pequeno, detém um nivel superior. Num trabalho intitulado Pesquisa Social Brasileira, o sociólogo Humberto Carlos de Almeida, professor da Uff e FGV nos diz que é somente a escolaridade um divisor de águas que separa o Brasil moderno do Brasil arcaico.

Sabe-se que quanto maior a escolaridade, maior o salário e não só isso, maior a produtividade. Com um país formado por mais pessoas com menos escolaridade do que um percentual mínimo capaz de questionar, capaz de pelo menos entender o que vem escrito num jornal, não tem como mudar o panorama. A verdade é essa. Infelizmente.
Por exemplo, o político. O político brasileiro que vem das classes ditas “dominantes”, é um percentual mínimo. Praticamente inexpressivo. A massa, o grosso dos políticos do Brasil, provém das classes populares. Entender isso é fácil, já que são eles que os elegem.
O problema está aí. Qual o programa de governo de um cara que surge ali? Não existe. O programa de governo dele é juntar a maior grana possível no bolso, e então construir estruturas que o mantenham indefinidamente no poder, e para isso, “ele joga para a platéia”.

Em muitas situações é necessário a adoção de medidas impopulares. “O remédio ruim pode evitar a morte”.

Mas quando você precisa desesperadamente de aprovação, você faz vista grossa para a doença, para não dar o remédio ruim. Isso é um problema SÉRIO neste país!
Se o político coloca seu interesse pessoal à frente de sua função, (o que é o caso de praticamente todos) ele JAMAIS, repito, JAMAIS vai propor algo que soe impopular, como “acabar com o bolsa família”.
Ao contrário. Sabendo o que seu curral eleitoral deseja ouvir, ele faz o que? Ele cria novas bolsas. Novos mecanismos eleitorais travestidos de sistemas de distribuição de renda. O modelo é tão calhorda que não permite sequer discordâncias. Qualquer discordância é imediatamente apontada como “nazista”, “anti-pobre”, “elitistas”, “forças invisíveis” e numa jogada indefensável, coloca qualquer posição a projetos desse naipe como sendo interesses de manter o pobre na miséria. Ou ainda pior: Dirá que é “jogo político”, para defenestrá-lo de sua função de guia ideológico-messiânico-mundial.

Como se pudesse existir algo que escape ao conceito de “jogo político” vindo de políticos.
Não curiosamente, é o povo de menor escolaridade, muitos dos quais vivendo dos programas assistencialistas, que constroem os pensamentos mágicos onde habitam figuras divinas, com supostos poderes de salvá-los através de programas de distribuição de dinheiro e conduzem essas figuras ao poder. As pesquisas sobre como pensa o brasileiro, feita com pessoas de diferentes graus de instrução, renda, sexo e idade, nos dão um panorama de como o brasileiro pensa.

A mão que dá o pão é a mão que será beijada.

Quer ver uma coisa que me faz ter pena? Ver uma pessoa pobre dizendo que não acha que precisa ter escolaridade. Que saber ler (pra ler a Bíblia na igreja) já está bom. Isso é miséria intelectual em seu pior grau. Atuando na expansão e cristalização dessa própria miséria.
Não há programas sérios de expansão da escolaridade neste país, fora as maquiagens de sempre, aos quais já estamos habituados. É triste, é vergonhoso. É dramático. Não se prioriza a educação de qualidade. Os números de planilhas interessam mais. Mas os números não são a realidade. Números maquiados não vão ajudar a conter a picaretagem generalizada que se aproveita da ingenuidade do eleitor pobre. Ao contrário. Eles irão potencializar isso.

Quanto menor a escolaridade, maior a concordância com a ideia de que um político que rouba mas faz é aceitável. Isso aparece na pesquisa, que também mostra que a baixa escolaridade contribui para a tolerabilidade a situações como o controle federal da liberdade de imprensa (censura). E ainda, o apoio social ao clientelismo no Brasil é imensa. O político é clientelista porque a população QUER! E aceita isso.

Outra coisa, que parece óbvia, mas os números estatelam ainda mais: A religiosidade no Brasil cresce à medida em que baixa a escolaridade. São fatos diretamente atrelados.
Assim, podemos interpretar a explosão pirotécnica de religiões neopentecostais de nomes bizarros se sanhas pelo dízimo com sistemas de metas e até marketing multinível como um fenômeno produzido diretamente pela pobreza. Isso por que? Porque a igreja vai instituir para este cara, dependente em diversos níveis, um grupo social que EFETIVAMENTE VAI AJUDÁ- LO!

SILAS 2 300x210 Bolsa Família não dá pra nada! Nem pra uma mísera calça de 300 reais!    Curiosidades
Mas não vai ser de graça, é óbvio!

A dona do video reclama que com o que ela ganha (vamos supor que ela só ganhe o bolsa família) NÃO dá para comprar a calça moderna e descolada para a filha dela. De fato, não dá.

Há uma certa indignação aí de imaginar que ela não pode pleitear dar uma calça cara da moda para a filha. Ela é pobre e portanto deve se colocar em seu devido lugar, se recolher à própria insignificância e jamais desejar qualquer coisa senão vegetar no pântano escuro da pobreza fedida.

Ora, meu! A mulher é gente. Tal como eu, que quero o melhor pro Davi, ela quer o melhor para a filha periguete dela. É direito da pessoa desejar dar o melhor para seu filho, mesmo que o melhor, em uma distorção social, seja um símbolo de status, que na verdade é tão babaca quanto o símbolo de status do meu vizinho ali que comprou um carro de R$ 100.000 reais e ta devendo o condomínio. A babaquice é igual, só muda o patamar de valores.

Aposto que o Eike tem amigos que trocam de avião para não ficar por baixo na rodinha de uísque e charuto do clube.

“hummm… Viu meu novo Gulfstream? Eu até que não queria comprar, mas sabe como é. A dona encrenca insistiu. Vamos dar um pulo em Mônaco semana que vem?”

Há pessoas que chamam essa dona de vagabunda, de folgada para baixo. Eu não sei. Não conheço ela para formar juízo de valor sobre a vida dela. O que eu acho é que se ela ganha bolsa família  ela é pobre, e enquanto pobre, me impressiona ela querer usar este pouco que realmente é, para dar a calça que a filha quer. Isso coloca esta calça num nivel simbólico muito interessante que nos diz muito sobre as relações de poder naquele contexto que ela vive.

Uma coisa que eu acho peculiar é quando vejo gente usando o video da dona que diz que não pode comprar nem a calça de 300 contos para filha com o bolsa família, para tentar justificar que quem votou no Lula foi a massa ignorante.

Isso é uma ideia certa e errada ao mesmo tempo.
Eu explico: É claro que o Lula só virou presidente do Brasil porque a massa ignorante votou nele. Assim como o Collor, o Fernando Henrique, a Dilma… Entenda: Não é possível ganhar eleição NENHUMA sem o voto dos pobres e dos ignorantes. Fato. Não se discute isso. Isso é cristalino como diamante! Mas é claro também que não foram só eles que votaram no Lula. A maioria das pessoas que votou e se decepcionou, foi porque entenderam que ele era melhor para o país na medida em que – mais um – vindo da classe C ou D, entenderia a necessidade premente de educação deste país. O que não aconteceu. Milhões de reais em Pesquisa e Desenvolvimento foram contingenciados para fazer superávit. Outros tantos foram desperdiçados fazendo papagaiadas diversas no exterior, e uma fatia significativa realmente ajudou no desenvolvimento do Brasil. Não foi uma novidade. Não é mérito. É obrigação. Até o Collor, aquela figura abjeta contribuiu para o efetivo desenvolvimento do Brasil.

Esse é o nosso retrato. Nós somos um país de pobres, com “uma meia duzia de cinco” milionários, uma classe media escorchada de imposto. E uma massa que se perde no horizonte de gente que acha certo continuar recebendo benefícios mesmo após sair da faixa de renda que lhe garante este direito, afinal, “o dinheiro é do governo”. O povo pensa que “é da Dilma”… “Do Lula”… “Menlhor no meu bolso que no bolso do Maluf” e coisas do tipo.

Mudando um pouco o foco do assunto, eu te pergunto: Por que o livro é tão caro no Brasil?
Margem de lucro? Sadafeza? Imposto? Insumos? Logística? Encargos trabalhistas?
Claro, todos esses fatores e muitos outros incidem sobre o valor final de uma obra literária. Mas há uma coisa que é impossível de discordar. Um livro tem seu valor unitário inversamente proporcional ao volume de sua tiragem. Assim. Quem faz 100 livros termina com cada um saindo a uma pequena fortuna, enquanto tiragens altas produzem um valor menor por livro. Isso é um fato palpável. Como no Brasil temos um mercado consumidor restrito, porque uma parcela não sabe ler, outra não gosta, ou prefere ver a Novela da Globo que é mais legal, e ainda grátis, o livro vende pouco. Não justifica tiragem monumental. Assim, com tiragens menores o livro encarece e sobre esse valor cai a cascata de tributos e taxas que dá no que dá.

Então, veja como este problema crônico do país, que vem desde suas origens monárquicas afeta diferentes sistemas… Peter Dullius proprietário da rede de livrarias Beco dos Livros,  contou uma história interessante aqui:

“Certa vez, uma Secretária de Cultura de uma pequena cidade do interior veio na Beco comprar as Obras Completas de Erico Verissimo. Apresentei-lhe aquela coleção de capa cinza, dura, de papel amarelado. As páginas eram amareladas não por velhice, eram assim mesmo. Hoje os livros de primeira linha não têm mais páginas 100% brancas. Custava R$ 300. Ela olhou, fez cara de nojo e disse que os vereadores não iam gostar daqueles livros de papel com jeito de velho. Acabou pagando R$ 1.000 por uma edição com as folhas bem branquinhas, daquelas que fazem mal aos olhos, coisa de quem não lê. Brasileiro gosta de coisa nova e cara”.

Eu sei lá. Não me espanto com mais nada neste Brasil. Talvez, de tudo isso reste a surpresa indigesta de saber que uma calça de pirigueta custa o preço da coleção das obras completas do Erico Verissimo.



Escreva o que achou deste post. (Apreciaremos sua educação)
  1. jeyson disse:

    Cara, a muito acesso seu blog, mas hoje você se superou. Ótimo, mesmo. Pena que temos poucos blogs como o seu. Valeu. Vou até compartilhar no meu face.

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  2. Leonardo Cezar disse:

    O povo brasileiro não quer ajudar e também ser ajudado…Acomodação tomou conta deste país.Lamentável.Assistam a este vídeo para complementar o post >>> http://m.youtube.com/watch?client=mv-google&gl=CA&hl=pt-PT&v=lscZhYdxors

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  3. Farid disse:

    Há muito já larguei o Brasil de mão meu caro, vivemos num país que não tem mais jeito, não há solução…infelizmente.

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  4. Luís disse:

    Até que enfim uma opinião sensata sobre o assunto.
    O grande problema do brasileiro é exatamente esse: Querer pagar caro por coisas que não precisa, só pra mostrar pro vizinho que pode pagar. Mesmo que seja com o dinheiro do bolsa família. Curti demais o exemplo do do cara que pagou cem mil no carro, mas continua devendo condomínio. A pessoa paga cem mil em um carro que não vale trinta mil só pra poder desfilar por aí mostrando pra todo mundo que pode, mesmo não podendo. É a famosa mentalidade do pai rico/pai pobre: Enquanto o pai rico gasta seu dinheiro investindo em algo que lhe dê mais dinheiro. O pai pobre investe o seu em algo que vai gerar apenas gastos. E infelizmente, 99% do Brasil tem a segunda mentalidade.

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  5. João Vittor disse:

    Pois é.. o negocio vai dai pra pior… o certo é devolver o Brasil para os Indios pedir desculpa e ir embora.. pq estamos em uma situação que nao da pra ver uma solução.. isso aqui vai vira um Irã..

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  6. Gustavo disse:

    Só acho que, se essa mulher fosse tão espertona como parece, não teria feito essa declaração para desmerecer o programa. A filha dessa senhora deve ser uma piriguete que gasta o que tem e o que não tem pra ficar toda gostosa pra ir rebolar em baile funk e enrola a mãe inventando essas histórias de calça de R$300,00

    Responder
  7. Gustavo disse:

    Concordo com tudo que vc falou Philipe, mas morando no exterior por algum tempo devido a um doutorado em andamento, eu tenho que dizer que tem tantas outras realidades muito piores. Já conheci gente de países como Russia, Libia, Marrocos, China, Irã, entre outros, onde a mulher é discriminada, ou as condições financeiras de vida são ruins, ou existe uma tensão praticamente de guerra em andamento, atentados terroristas, e por aí vai. Temos problemas no Brasil? claro que sim, mas ao mesmo tempo temos condições infinitamente melhores que muitos outros países. Mesmo morando temporariamente num país de 1o mundo na Europa, quero é voltar pro meu Brasil quando acabar por aqui.

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    • Gabera disse:

      “A terra é uma beleza, o que estraga é essa gente”
      Filha da Puta – Ultraje a Rigor (1989)

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    • rosi disse:

      As pessoas veem os que querem, sempre no seu ponto de vista, aqui no Brasil essa tal liberdade e direitos vem mascarada com muuuuita discriminação, não estou falando só a racial não que acho até um pouco de estardalhado nisso pela globo, mas falo pelo mercado mesmo onde as mulheres com mais de 25 anos mesmo com experiência e formação se não tiver QI (quem indica) já não consegue trabalho, também acho que a política está deturpada quanto a isso mascarado nos benefícios. Os homens mais velhos também, experientes, formados são trocados por jovens porque o salário é 3x menor e por aí vai, dá um post inteiro de comentários

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  8. Carla disse:

    Quando falo que a educação NUNCA vai mudar e sim piorar, as pessoas me julgam. Mas é óbvio: quanto mais burro e ignorante o povo, mais fácil convencê-lo, sendo com propostas pífias ou comprado deliberadamente.

    Triste.

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  9. Alberto disse:

    Não existe almoço de graça.

    Responder
  10. mamed disse:

    A classe média (de fato)que sustenta esse país e esses programas, na visão do governo, é classe rica e abastada. Uma pessoa com renda de 8.000,00 mensais, onde metade é renda de um imóvel alugado tem que pagar 7.000 reais no ajuste do imposto de renda após já ter sido descontado na fonte o salário e de pagar os tributos referente ao aluguel pelo carnê mensalmente. Querem mais o que? Risquem o progresso da bandeira! Troquem por Ordem e Mediocridade. Vlw

    Responder
  11. clauton alves disse:

    bom dia Philipe.
    muito bom estar no trabalho tomando aquele cafezinho e ler uma de suas matérias plausíveis.
    Este esquema do bolsa família, é uma medida definitiva de obter voto em um modo legal, quando esta medida foi implantada, teve muita gente que foi beneficiada, acredito que muitos usaram desta medida para consumo próprio como o relato acima, e outros muitos para uso familiar ( farmácia comida e educação ).
    porem acredito que não só como compra de voto legal. acredito que PT não teve administração possível para se dedicar a esta medida no termo de fiscalização do beneficio, e então com isso virou uma bagunça ao qual, outros partidos que dificilmente entraram no poder ( acredito que nossa bandeira terá o nome PT nela para sempre ) =/ isso devido a não ter um candidato de peso, RRÁ to sendo ingênuo em dizer isso, acredito que seja articulado até a votação..
    bom continuando,. este partido terá como sua obrigação manter este tipo de bolsa devido as entranhas do fundo da miséria do mundo obscuro brasileiro.
    infelizmente mudanças no Brasil como todo, será a longo prazo muito longo mesmo porque até hoje muitos ainda sentem o prejuízo do governo Collor.
    Porem acredito que o foi um plano de mestre que envolveu muita gente.
    Ainda não há medidas para novas escolas técnicas no pais, e também não há medidas para formações de novos médicos, o nosso jeitinho brasileiro e trazer médicos de fora do pais e pagar um salário maior para estes, ( o governo não quer nem mais médicos de sua própria pátria ) nada mas que justo para um brasileiro que tenham a 8º serie do ensino fundamental e com 4 filhos e claro beneficiado pelo o carinho do bolsa F.
    O problema é que temos muito a dizer sobre nosso desgosto com o Brasil, e com isso acabamos criando raiva quando vemos mais uma ação PTista ( VEJA fala tudo )
    Porem temos que aprender que para se livramos disso tudo temos que buscar o melhor
    Para nos mesmos, estudar muito e trabalhar muito, e se dedicar em outras línguas e quando a oportunidade aparecer ADEUS BRASIL!

    Responder
  12. Felipe Veiga disse:

    O Lula antes de se tornar presidente era de um jeito, após se tornar presidente ele perdeu todos os valores que tinha quando lutava no sindicato dos metalúrgicos para melhores condições de vida. O poder em brasília esta cristalizado, eles tem uma couraça que é impenetrável, quem se torna presidente, ou qualquer político, tem que fazer parte do esquema, se não eles arrumam um jeito de caçar o mandato do politico bonzinho. Lá em Brasilia temos nossos amiguinhos, Sarney (Isso é Brasil, Isso é Maranhão) e a quadrilha de ladrões que usurpam os povos Brasílicos. Dai eu faço uma pergunta “O BRASIL É UMA FEDERAÇÃO” ? lá, no exterior dizem que o Brasil tem excesso de democracia, ONDE ESTA ESSA DEMOCRACIA ? sou obrigado a votar se não perco meus direitos, sou obrigado a servir o exercito, ou tiro de guerra, onde um sargento que ganha bem, e não faz nada se não amolar o jovens, que em vez de sair do ensino médio e procurar fazer um curso técnico para aprender uma profissão, tem que acorda 5 da manha para estiar uma bandeira, e depois é liberado, e a noite pega guarda, muita vezes impossibilitando que estude a noite. O EXERCITO PRODUZ O QUE ? PRA QUE SERVE O EXERCITO NO BRASIL ? oficiais ganhando um salário exorbitante para ficar sentados com a bunda em uma cadeira, e o trabalhador que trabalha no campo ou na industria, que realmente movimente esse país, ganha uma salário minimo de 678 por mês, tem que alugar um barraco, que muitas vezes nem tem privada pra cagar, porque o aluguel de uma casa descente é de 500 por mês, dai ele vai se alimentar do que ? de sol, tipo fazer fotossíntese, e o vereador lá bonitão, com ensino fundamental mal concluído ganhando 4000 mil por mês. Agora muitas pessoas ai que relaram para ter uma faculdade muita das vezes não ganha 1/4 do que esse políticos sangue sugas. Por isso que eu repito O SUL É O MEU PAÍS, SÓ COM A SECESSÃO nosso dinheiro será melhor administrado, os imposto que eu pago, 70 % se perdem em Brasilia, por isso que as prefeituras estão todas quebradas com dividas. BRASIL É UMA FEDERAÇÃO DE FACHADA, OS ESTADOS NÃO TEM NEM AUTONOMIA NO DINHEIRO QUE PRODUZ, OS ESTADOS TEM QUE ABAIXAR A CABEÇA, E ENTREGAR DE MÃO BEIJADA PARA O PODER CENTRALIZADO QUE FICA EM BRASILIA,

    Responder
    • Luiz Morais disse:

      Pronto, mais um idiota que quer que o Sul se separe do resto do país. Fiote, se o Sul realmente se separar, não dura uma década. O que fariam os estados do Sul a começar por Santa Catarina sem as divisões da Federação alimentadas por SP, RJ, MG e MS? A receita de um mês de Sp é maior que a do ano todo de qualquer estado do Sul. Fora as pessoas mal instruídas como vc que habitam a região e destilam esse tipo de idiotice sem fim. Leia mais, estude a geografia e história do seu país e da sua região, assim, quem sabe vc pare de escrever esse tipo de bobagem por aí.

      Responder
      • Cemin disse:

        Luiz, essa de que SP, Rj e blah blah blah, sustentam o país é furada, sai dessa! Me diga como um país que nem a Bélgica, sobrevive? Suiça, Suécia, Finlândia, Holanda, Dinamarca, Áustria e muitos outros países desenvolvidos e por vezes menores que o próprio estado de Santa Catarina. No índice do IDEB de 2011 adivinha quem está em quarto? Paraná e adivinha quem está em segundo? Santa Catarina! No índice de IDH, baseado em dados de 2005 (que foi a última pesquisa), adivinha quem está em segundo? Santa Catarina. Então pode criticar a opinião do colega aí de cima, mas deixa as suas asneiras bairristas para o Youtube e outros sites repletos de idiotas semi alfabetizados, ok? A verdade é que o mundo todo está uma merda por conta dos bairrismos, dos egoísmos.

        Responder
  13. Felipe Veiga disse:

    Olhem a quantidade de impostos que o governo arrecadou em 2012, 1 trilhão e 600 bilhões de reais. (PIB DA ESPANHA)e o retorno, onde esta ? entrem nesse vídeo para ver os impostos que nos arrebenta

    http://www.anonymousbrasil.com/brasil/canal-do-otario-impostos-malditos/

    Responder
  14. Jackie disse:

    Não e por nada não, mas nem eu (que não sou rica, diga-se de passagem) que posso, NUNCA pagaria 300 pilas numa calça jeans! Não mesmo!!!! Nenhuma calça vale isto, no máximo 80 e olhe lá!

    Responder
    • Philipe disse:

      Egraçado que minha mãe tem uma amiga que é dona de uma fabrica de Jeans. Ela fabrica calças e revende para a maioria das grifes do Rio. Ela de vez em quando faz promoções lá. Sabe quanto custa uma calça na promoção da fabrica – isso é, com LUCRO? 5 (CINCO) reais! Olha margem!!!

      Responder
  15. BEZALEL disse:

    Eu acho que o governo deveria acabar com essas “bolsa isso, bolsa aquilo, vale isso, vale aquilo”.E unificar essa “esmolas “em um único benefício em dois pontos: para que já trabalha, +ou- % no salário. Para quem está desempregado ou nunca trabalhou,:um benefício digno, e SÓ UM.
    Claro que como voce mesmo disse isso é muito dificil, não por questões financeiras, porque dinheiro tem, mas por questões eleitoreiras em que os políticos tem que mostrar serviço, inventando sempre alguma “novidade”para (satisfazer o eleitor) beneficiar o povo.
    “Povo sem cultura é povo acomodado e concordado”!
    Mantenha o povo na ignorância, não dê escolas e intrução e voce poderá manipulá-lo à vontade.
    Também não concordo que essa senhora aí do texto queira ou precise comprar “uma calça” seja de qualquer valor, já que para quem depende desse tipo de benefício deveria mais estar preocupado era com o que comer!
    Claro também que esse benefício é uma “merreca”. Mas, pensando bem… “antes com do que sem”.
    Tudo está atrelado: custo, procura e demanda, formação profissional, oferta de trabalho, escolaridade, educação, cultura (mas no sentido de saber distinguir o que é necessidade do que é supérfluo, pelo menos em algumas ocas?ões).
    “Quando eu era menino, pensava como menino, agia como menino e via o mundo como menino”. Tambem tive meus tempos de escasez de recursos, e quando estava nessa fase não saia por aí querendo acompanhar a moda, mas também naõ me acomodei e fui à luta atrás de melhorar de vida. Aprendi que tudo nessa vida tem seu tempo e sua hora! Não devemos sair por aí “metendo os pés pelas mãos”. Mas devemos lutar por um pais melhor e condições de vida digna e de, (senão total, pelo menos parcial) igualdade. Usar as prerrogativas representativas e intimidativas que estiver à nossa disposiçao!
    Certa vez ao ser transferido de setor para outro que não me satisfazia muito bem, ouvi do encarregado quando fui reclamar o meu lugar de direito, já que fazia alguns anos que exercia a função naquele setor, a seguinte interlocução: tudo nessa vida tem uma razão de ser. Quem sabe não é pra melhor?
    E FOI!

    Responder
  16. Mme. Danica disse:

    Eu sinto vergonha.

    Infelizmente, as pessoas reivindicam muito e não fazem nada para merecerem o que querem. Um exemplo: o que mais se vê é o coleguinha de trabalho querendo um aumento de salário, uma promoção, enquanto não faz nada para merecer isso. Não faz um curso de atualização, não faz um curso de línguas, em alguns casos, nem um curso superior faz. Aí reclama que ganha pouco, que o chefe é um bosta.

    Eu imagino o Brasil em uma situação semelhante, só que em grande escala. As pessoas reclamam do governo, reclamam que ganham pouco, reclamam que são pobres, mas não fazem nada para ter um “bom” governo, para ganharem bons salários ou sairem da situação de pobreza.

    A única chave que eu vejo para a mudança é o conhecimento. E as pessoas não querem estudar! Tudo bem que não temos uma educação de primeiro mundo, mas ninguém quer se esforçar para nada. Parece que fazer o “feijão com arroz” e esperar uma ajuda do governo é mais fácil.

    Eu duvido se a senhora mencionada no post disse para a filha que se ela estudar bastante e se dedicar terá mais chances de conseguir um emprego “bom”, ter um futuro razoável e comprar as famigeradas calças da moda, eventualmente. Eu duvido! Ao invés disso, é melhor aguardar o pagamento do bolsa família, comprar uma calça de 300 reais para a filha, e achar liiindo a filhinha dançando “quadradinho de 8” com as amigas! Tão fofi! E menos trabalhoso! E não me venha com essa história de “fulaninho não teve oportunidade”! Eu penso que a necessidade faz o homem!

    Sinceramente, as pessoas estão priorizando errado. E atualmente, estudar para tentar (até por que não é uma garantia) um futuro melhor não é prioridade para muita gente.

    Responder
  17. Mario Mesquita disse:

    Essa é a cruel verdade, imfelizmente.

    Eu defendo que os políticos do PT dever ser fuzilados em praça pública, pelo maior estelionato eleitoral da história desse país. Trinta anos prometendo mudar paradigmas e quando sentou no trono, foi essa merda aí.

    De fato, estamos fodidos com essa corja e as classes dominantes.

    Alias, é por isso que não há muitos politicos das classes superiores. É uma atividade de baixíssima qualidade e no fim quem manda são os poderosos, uma vez que podem financiar e controlar vereadores, deputados e senadores a seu bel prazer.

    Responder
  18. alex disse:

    Ótimo post, só uma correção ^^
    “Quanto menor a escolaridade, maior a concordância com a ideia de que um político que rouba “mais” (mas) faz é aceitável.”

    No mais, concordo com sua visão. assinaria embaixo.
    o/

    Responder
  19. Cadu disse:

    Normalmente não escrevo posts discordando dos outros, mas acredito que no embate de ideias tudo pode ser discutido (e discordado) com a devida educação e respeito.
    Vamos lá:

    Caro PHILIPE, muito bom o seu post. Também não concordo com a distribuição indiscriminada de bolsas, enquanto os problemas mais profundos do Brasil poderiam ser resolvidos com um planejamento de Estado (perene e de longo prazo), que, muitas vezes, é duro e impopular, mas extremamente necessário. Mas, na conta da maioria dos políticos, é mais fácil (e rende voto) dar a dentadura em vez de providenciar a saúde bucal, comprar ambulância no lugar de reformular o sistema de saúde, fazer novas leis em vez de fazer com que as que já existem funcionem, aumentar as penas em vez de garantir a punição, providenciar cotas em vez de melhorar a educação básica, etc.
    As bolsas, cotas e outros programas sociais vêm num processo em que entendeu-se (concordemos ou não) que há a necessidade de reparar dívidas históricas. Entretanto, o grande problema destes programas é que não dão a oportunidade (e nem é esse o objetivo dos políticos) das pessoas andarem pelos próprios pés. O que deveria ser temporário acaba se tornando permanente, pois nenhuma saída foi prevista destes programas. Não estão ensinando o povo a pescar, mas sim dando os peixes. Precisamos de mais políticas de Estado e não de Governo.

    Neste ensejo, gostaria de discordar do FARID. O Brasil tem jeito sim, mas somos nós que vamos fazer isso. Ás vezes é difícil entendermos que quem constrói a História são as pessoas que estão aqui hoje. “O Futuro começa Hoje” parece piegas, mas é assim mesmo! Sei que é difícil, mas eu não vou aceitar que a minha geração seja lembrada no futuro como aquela que deixou as oportunidades passarem e não fez o possível para melhorar o país. E este não é um pensamento altruísta, é que somente assim (com mudanças estruturais no pensamento sobre o futuro do país) que terei certeza que meus filhos não precisarão de minha ajuda para o resto de suas vidas e poderão viver com dignidade e por seus próprios meios.
    A geração de 1922 não estava pensando em fazer História, mas foram inovadores e criaram um pensamento genuinamente brasileiro. No Brasil de 2022 (200 anos de Independência) teremos que fazer, no mínimo, o mesmo e somos nós (eu e vocês) que vamos ter que fazer isso.

    PHILIPE me permita uma divulgação: o Manifesto Brasil 2022 vai aprofundar estas ideias. Aguardem.

    Caro FELIPE VEIGA, sinto discordar de você na sua avaliação sobre o Exército (e as demais Forças Armadas – FFAA) e na sua avaliação da Federação. Sim, temos que ter FFAA, principalmente se ansiamos que nosso país tenha mais participação na seara internacional e que possa fazer com que os nossos diversos interesses (econômicos, sociais, comerciais e políticos) sejam respeitados e garantidos. O país que não se defende está à mercê das vontades dos outros países. Veja a lista de países sem FFAA e compare com a importância do Brasil no mundo (http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_without_armed_forces). Muito sangue foi derramado para que o Brasil fosse deste tamanho hoje e muitos morreram para que isso fosse mantido. O Sul sofreu muito neste processo e a maioria da população de lá entende a importância das FFAA vide esta pesquisa do IPEA (http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=13004).
    Temos problemas de distribuição de recursos entre União, Estados e Municípios, mas não é questionando as razões para existência das FFAA ou falando de Secessão que isto vai ser corrigido.

    Abraços!

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  20. Celio Peres disse:

    Tenho um amigo que possui um depósito de materiais de construção, quando chegou um caminhão de cimento ele mandou que o funcionário fosse procurar pessoas que estivessem desempregadas na cidade (cidade pequena todo mundo se conhece)para descarregar o caminhão por R$25,00.
    Não conseguiu o número completo e um deles disse “o Lula me paga R$95,00 para ficar parado porque vou descarregar cimento pesado por R$25,00″.
    Conheço um dono de bar que recebe o dinheiro da pinga de acordo com o calendário do Bolsa Família, fulano recebe no dia 15 e vai pagar o bar e assim por diante.
    Por outro lado, certa vez vi um homem que só bebia e não trabalhava porque não queria, recebendo a cesta básica dos vicentinos. Falei para minha mãe que participa da igreja que isso não estava certo e ela disse que os filhos deste homem não tem culpa dos pais que tem e precisam comer.
    Na verdade essas Bolsas ajudam uns poucos onde a pobreza é realmente alta o resto só se aproveita.
    Talvez o grande problema seja entregar o dinheiro nas mãos destas pessoas, talvez alimentos, bolsas na escola e etc trilhem um caminho que leve ao dia em que ninguém precise mais disso.

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    • Linda disse:

      Minha mãe teve uma empregada a quem ela pagava dois salários mínimos (carga horária normal, ia de segunda a sexta, de 8h às 17h, casa sem crianças, apenas meu pai – que ficava fora no trabalho o dia todo – e minha mãe, que ajudava nas tarefas). Era só serviço de limpeza, não tinha que cozinhar, mexer em jardim, nada disso… Quando minha mãe quis assinar a carteira dela, ela se recusou. Disse que se assinasse a carteira ia perder o bolsa família. Aí pergunto: está certo burlar a lei para não perder a boquinha do governo? E ela não era miserável. Recebia DOIS salários. Para comparar, minha renda atual fica em torno de três salários mínimos (sendo que tenho nível superior e falo inglês fluentemente). É aquela coisa: há casos e casos, mas de fato esse tipo de “ajuda” leva à acomodação. É como o cara dos sacos de cimento: para quê fazer esforço se ganho dinheiro para não fazer nada? Triste.

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  21. Paulo disse:

    Não li e nem vou ler… MENTIRA!! Li tudin e vai ficar no mesmo. Pois nem de longe é possível aproximar a a senhora do vídeo acima da consciência do expressa no texto também acima…

    Mas adorei a frase final.

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  22. BEZALEL disse:

    Sempre fiquei indignado com essa questão: porque é que as pessoas que mais “ralam o peito” são as que são mais MAL remuneradas? Alguém poderia me responder?
    CADU “matou à pau. Mas perdeu tempo ao repreender o FELIPE VEIGA. Ele não tem jeito. Já foi exortado pelo RAPHAEL, sobre esse mesmo assunto em alguns post atrás (pag 2) sob o titulo “decepçao e vergonha de ser brasileiro”. È um incorrigível “SULISTA SEPARATISTA” e burro também porque até agora ele não entendeu NADA!
    Em cima de toda essa questão, prevalece uma máxima :”A UNIÃO FAZ A FORÇA”. Unir sempre, separar nunca! Se possivel até anexar mais território, afinal esse é o argumento que tem fomentado a grande maioria de todas essas guerras de que temos conhecimento, tando no presente como no passado

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  23. Diego Correa disse:

    Sobre o vídeo: cada um gasta a grana como quiser. Ela só vive em uma sociedade consumista e está tentando se ” enturmar” , se encaixar ué….100% de quem comentou aqui é consumista. Ou não?

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  24. BEZALEL disse:

    DIEGO CORREA: O fato em questão não é o consumismo, mas sim COMO e com QUE gastar o dinheiro da “bolsa família”, que não sei se voce sabe, não é salário nem PAGAMENTO por alguma coisa ou trabalho. É ajuda, BENEFICIO, ou se voce preferir, “esmola” de tão mirrado que é. Que é disponibilizado pelo governo para as famílias de baixa-renda ou sem renda menhuma, evidentemente pra custear as suas necessidades BÁSICAS (sabe o que quer dizer básico?) e ou esenciais.
    Não precisa dizer, então que este “dindei….rinho” não é pra comprar “porcariada” pra se EXIBIR, mas bens necessários à sobrevivência (qual? com essa merreca?). Entendeu?
    O outro ponto em questão é o fato dos pseudos políticos, ficarem inventando leis, ajudas, benefícios, que supostamente favorece a população mas que no fundo só server para “mostrar serviço’, e garantir a reeleição e ou eleição de seus simpatizantes e correligionários, ao invés de FAZER FUNCIONAR as leis que já existem. E fazer APLICAR DEVIDAMENTE os recurso que já existem, nos setores para os quais previmente foram apontados quando da elaboração de tais projetos.
    Entendeu, isso também?

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  25. Diego Correa disse:

    BELZEBU. É sério q não é salário??? Como eu disse, ela gasta da maneira que ela quiser. Ok então… Amanhã vc vai sair do facebook e protestar na frente da assembléia legislativa? Não!

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  26. Nathalia disse:

    Filha periguete? Comentário sem noção pra não dizer misógeno.

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  27. Lou disse:

    Falar de Brasil sempre me faz lembrar de uma piadinha que um senhor de idade me contou no trabalho uma vez. . .

    Dizia ele que um belo dia estava um anjo conversando com Deus e este lhe indaga
    - Deus , por que o sr. colocou vulcões , maremotos , tufões , ciclones , climas tão extremos , terremotos e outras catástrofes na maioria dos países do mundo para assolar as pessoas e não colocou nada disso no Brasil?
    E Deus lhe responde:
    - Pois é! Mas você viu o povinho que eu coloquei lá ?

    @Nathalia
    Se você fosse pobre a ponto de depender de Bolsa Família, com certeza a comida na mesa vêm a muito custo. Uma calça de 300$ é luxo , e muito provavelmente essa senhora e sua filha moram na periferia e não devem ter uma vida com confortos de sobra . A intenção da mãe de querer ‘o melhor’ é boa mas a ideia da calça é jumentica , afinal ela considera uma calça cara muito mais importante do que , provavelmente , pagar as contas . . .
    E o que você acha que a menina vai fazer com uma calça de 300$ ? Uma entrevista de emprego ? Revender por 600$ e abrir uma poupança ? Claro que não , ela vai se aparecer para as periguetes migas delas e pra macho ficar pagando pau . . .

    Me desculpe o “preconceito” e meu pensamento “misógino” mas eu vivo muito perto da periferia , e é assim que o povo pensa . Só quem está na faixa mais baixa de pobreza utiliza o Bolsa Família da forma como ele deveria ser usado mesmo , o restante usa para gastos muitas vezes supérfluos ou para pagar as contas e gastar o dinheiro que ganha com besteiras .

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  28. Furanus Alheius disse:

    pior não é nem isso, não sei que tipo de teste ou ataque, mas parece que partiu do próprio governo o boato do fim do bolsa familia que desencadeou o tumulto nos bancos…

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    • Philipe disse:

      Ainda é cedo para dizer, mas as suspeitas são fortes de que gente do governo estava infiltrada. Muita gente acha que eles fizeram isso para disfarçar um erro no sistema de computadores da Caixa, e a coisa tomou proporções de pânico. Acho estranha essa história já que hoje em dia o burocrata AMA botar a culpa “em erro do sistema”, já que é uma desculpa bastante hermética e que geral entuba.

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  29. Carolina Moraes disse:

    As vezes, eu vejo coisas que me deixam mais decepcionada ainda coma eduação. Que é justamente sentar pra conversar com gente que estudou a vida toda em colégios particulares, que faz boas faculdades, e perceber que nem eles discutem política.

    Que ao colocar um questionamento mais pesado, eles não sabem oque dizer. Saber criticas eles sabem, isso ai nem é difícil, só de ler o jornal qualquer macaco vê que o país ta na merda. Mas saber o porque, saber propor soluções, levantar a bunda do lugar pra ir protestar que é bom? Isso nunca.

    Até a galera que teoricamente é instruida também é ignorante, da uma preguiça só de lembrar.

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  30. Carolina Moraes disse:

    PS: Você percebe que tem alguma coisa realmente muito errada, quando as roupas custam mais do que os eletrônicos…

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