As dez mais famosas e mortais espadas do mundo

Eu (como todo nerd jogador de rpg que se preze) sou aficionado por espadas, armas e coisas medievais, sejam históricas ou de fantasia. Sempre curti esta parada, ao ponto de fabricar minhas próprias espadas e vender para algumas pessoas. Me lembro que a pessoa mais estranha para o qual eu vendi uma espada era um bruxo. O cara bateu lá em casa, não sei como. Ele estava todo de preto, e parecia bem simpático. O Bruxo lembrava muito o Peter Coyote. Não vou dizer que é o sósia do cara, mas era muito, muito parecido mesmo. Só um pouco mais velho, pois o cabelo do cara era quase todo branco.

Graças a semelhança, posso mostrar o cara pra vocês:

Peter Coyote, ator de Hollywood

Este cara, me disse o nome, mas não levou nem dez segundos para que eu esquecesse o nome dele. O fato é que ele queria uma espada ritualística minha. Foi aí que, enquanto ele falava, parado na minha porta, com um terno preto antiquado com colete e tudo, notei uma mulher loura atrás dele. Ele viu que eu a notei e me apresentou. Ela parecia ser namorada dele ou coisa do tipo, mas ele não disse nada além do nome dela. Esse eu não esqueci. “Natasha”.

Ela também estava de preto, mas a roupa dela deixava ver que era uma mulher muito bonita. O cabelo platinado contrastava com o preto, acentuando dois olhos azuis espetaculares.

Bom, eu nem sei porque comecei a falar disso. Esta minha história com os dois bruxos não acaba aqui, mas vou me ater ao tema do post, que são as espadas.  Abaixo a seleção das 10 espadas mais famosas e mortais do mundo.

Ao que se sabe, a primeira espada surgiu na era do Bronze. Ela era de cobre e foi descoberta no sítio arqueológico de Harppan, onde hoje se localiza o Paquistão. Na idade média, as espadas eram de ferro e foram usadas maciçamente para o combate. Reis, imperadores, guerreiros, gladiadores, todos tinham suas espadas. Ao longo dos tempos, as espadas foram usadas pelos mais variados fins e são apreciadas por pessoas de todos os tipos até os dias de hoje. Graças a isso, os historiadores puderam fazer referencias a espadas famosas e importantes. Este post não tratará de espadas míticas ou simbólicas.

10 – A espada de Tomoyuki Yamashita


Tomoyuki Yamashita foi um general japonês bastante famoso durante a Segunda Guerra Mundial. Seu apelido era o Tigre da Malasia. Após o fim da Segunda Guerra Mundial, Yamashita foi julgado por crimes de guerra relacionados com o Massacre de Manila, e muitas outras atrocidades nas Filipinas e Cingapura. Foi um julgamento polêmico, que terminou com uma sentença de morte para Tomoyuki Yamashita. O caso mudou as regras dos Estados Unidos em relação à responsabilidade de comando para crimes de guerra,e a lei recebeu o nome do general japonês. Mas embora ele fosse um desgraçado assassino, sua espada era uma obra prima. Fabricada com o mais alto grau de qualidade japonês, ela foi confeccionada entre 1640 e 1680. O cabo, finamente decorado, foi refeito por artesãos em 1900. Quando o Japão perdeu a Guerra, ela foi tirada pelo General MacArthur e entregue ao Museu Militar de West Point, nos EUA onde permanece até hoje.

9- O sabre de San Martín


José de San Martín foi também um general. Ele era argentino e viveu de 1778 a 1850. Ele foi o principal líder da da América do Sul na luta pela independência da Espanha. San Martín é um herói sul-americano e o primeiro protetor do Peru. Sob o chumbo de San Martín, a independência peruana foi declarada oficialmente em 28 de julho de 1821. Na Argentina, a Ordem do Libertador General San Martin é a mais alta condecoração do país.
Sabe-se que San Martín comprou sua espada em Londres. San Martín apreciava a lâmina curvada do sabre e sentiu que a arma era fácil de usar e ideal para a batalha. Por esta razão, ele armou toda sua cavalarias de Granaderos com armas semelhantes, o que ele considerou importante para ataques de carga. A espada curva ficou com o San Martín até a sua morte e então foi passada para o General da Republica Argentina, Don Juan Manuel de Rosas.

Em seu testamento, San Martín se refere ao fio da espada como “o sabre que tem me acompanhado durante a Guerra da Independência da América do Sul”. Em 1896, a arma foi enviada para o Museu Histórico Nacional, em Buenos Aires, onde permanece até hoje. Na década de 1960 o espada foi roubada em duas ocasiões distintas e em seguida, recuperada. Isso obrigou museu a construir uma vitrine para proteger a arma.

8- A espada de sete ramos


A Dinastia Baekje foi um antigo reino localizado no sudoeste da Coréia. No seu auge no século 4, as colônias Baekje controlavam a China e a maior parte do oeste da Península Coreana. Eles foram um dos Três Reinos da Coréia, juntamente com Koguryo e Silla. Em 372, o rei Geunchogo de Baekje homenageou o rei oriental Jin e acredita-se que uma espada de sete braços foi criado e dado ao rei como um sinal de louvor. A arma é uma espada de ferro de 74,9 centímetros de comprimento com seis saliências laterais, que surgem ao longo da lâmina central, que é 65,5 centímetros. A espada foi desenvolvido para fins cerimoniais e não foi construído para a batalha (óbvio!). Em 1870, um sacerdote xintoísta chamado Masatomo Kan descobriu duas inscrições na espada. Uma delas afirma: “Ao meio-dia no décimo sexto dia do décimo primeiro mês, no quarto ano da era Taiwa, a espada foi feita do mais duro aço. Quem usar esta espada repelirá 100 soldados inimigos de uma só vez”.

Esta espada é um importante elo histórico que mostra que a relação existente entre os países da Ásia Oriental na época. Ela está no Santuário de Nara Isonokami de Japão. Não está em exposição ao público.

7- A espada de William Wallace


Sim, meu amigo. É ele mesmo. O herói escocês do filme Coração Valente. William Wallace foi um cavaleiro escocês que viveu de 1272-1305. Wallace é conhecido por liderar uma resistência contra a Inglaterra durante a Guerra da Independência Escocesa, que foram travadas durante o final de 13 e início do século 14. Durante sua vida, William Wallace foi nomeado Guardião da Escócia. Ele levou uma infantaria de soldados que combateram os inimigos em combate corpo a corpo. O prêmio desejado por muitos desses soldados era a sua espada. A fim de sobreviver à um campo de batalha, o sujeito tinha de ser um espadachim talentoso. Em 1305, William Wallace foi capturado pelo rei Eduardo I da Inglaterra e foi executado por traição. A espada de William Wallace está localizada no Monumento Nacional em Stirling, na Escócia.

É uma arma enorme. A espada mede (132 cm) e pesa 2,7 kg. A espada é a arma que Wallace usou na Batalha de Stirling Bridge em 1297 e a batalha de Falkirk (1298). O pomo da espada consiste de uma peça em forma de cebola de ferro dourada e do aperto é envolvido com couro marrom escuro. O cabo ou alça que é atualmente na espada Wallace não é o original. Acredita-se que a espada foi modificado em ocasiões distintas. Uma das razões para isso é que segundo as lendas, partes de couro da arma eram feitos da pele humana dos inimigos de William. (E você, acreditou na versão boazinha de Hollywood?)

6- A espada de El Cid


El Cid foi um homem que nasceu por volta de 1040 em Vivar,  uma cidade pequena de cerca de seis quilômetros ao norte de Burgos, capital de Castela.

O Reino de Castela foi um dos impérios medievais da Península Ibérica. Durante a sua vida El Cid tornou-se um bom chefe militar e diplomata. Ele foi nomeado o general chefe do exército de Afonso VI e tornou-se um herói espanhol. El Cid foi bem mais valioso para o rei na luta contra os mouros. Ele era um estrategista hábil, além de um militar e forte espadachim. Sabe-se que El Cid possuiu e utilizou muitas espadas diferentes em sua vida, mas as duas mais famosas são “Colada” e “Tizona”.
Tizona é uma espada que foi usada por El Cid para lutar contra os mouros. A arma é uma das relíquias mais queridas da Espanha e acredita-se que ela teria sido forjada em Córdoba, Espanha, apesar de quantidades consideráveis de aço Damasco podem ser encontrados em sua lâmina. O aço Damasco foi utilizado principalmente no Oriente Médio. Tizona mede 40,5cm de lâmina e pesa 1,1 quilo. Ela contém duas inscrições distintas, sendo uma marca de data de fabricação, indicando 1002. A outra, é a oração Ave Maria. Tizona está atualmente em exposição no Museu de Burgos, na Espanha.

7-A espada de Napoleão.


Napoleão Bonaparte dispensa apresentações, né? Na primeira década do século 19, Napoleão e o Império Francês estavam envolvidos em conflitos e guerras com cada grande potência europeia. Finalmente, uma série de vitórias deu a posição francesa a condição de nação dominante na Europa continental. Foi quando os franceses começaram sua invasão da Rússia (grande erro). A decisão de invadir a Rússia marcou o ponto de virada na a fortuna de Napoleão. Em 1814, Napoleão foi preso e exilado para a ilha de Elba. Ele iria escapar, mas acabou morrendo na prisão na ilha de Santa Helena. historiadores consideram que Napoleão era um gênio militar e um homem que fez fortes contribuições para a arte operacional da guerra.
No campo de batalha de Napoleão carregava uma pistola e uma espada. Ele possuía uma grande coleção de armas e artilharia. Suas armas eram sempre confeccionadas com os melhores materiais. No verão de 2007, uma espada de ouro incrustado que pertenceu a Napoleão foi leiloado na França por mais de 6,4 milhões dólares de dólares. A espada foi usada por Napoleão na batalha.

No início de 1800, Napoleão apresentou a arma ao seu irmão como presente de casamento. Desde este dia, a espada foi passada de geração em geração, sem nunca deixar a família Bonaparte. Em 1978, a espada foi declarada um tesouro nacional na França e vencedor do leilão não foi identificado.

4- A espada da misericórdia


The Sword of Mercy é uma arma famosa que pertenceu a Eduardo, o Confessor. Eduardo, o Confessor foi um dos últimos reis anglo-saxão da Inglaterra antes da Conquista Normanda de 1066. Governou de 1042 a 1066 e seu reinado foi caracterizado por a desorganização desmoronamento do poder real na Inglaterra. Logo após a morte de Eduardo, o Confessor, os normandos começaram a expandir-se para Inglaterra, liderada pelo infame William, o Conquistador.
De uma forma similar a espada que Tolkien descreveu em “O senhor dos Anéis”, a Espada da Misericórdia tem a lâmina quebrada.

Em 1236, a arma foi dado o nome “curtana” e desde então, tem sido usada para cerimônias reais (mesmo quebrada). Nos tempos antigos, era um privilégio ter esta espada diante do rei.
A história em torno da quebra da arma é desconhecida, mas a história mitológica, indica que a ponta foi quebrada por um anjo, para evitar uma matança injusta. (bonito, né?)

A espada da misericórdia faz parte das jóias da coroa do Reino Unido e é uma das cinco espadas usadas durante a coroação do monarca britânico. A arma é rara e é uma das poucas espadas que sobreviveram ao reinado de Oliver Cromwell. Cromwell é conhecido por ter ordenado a fusão de antigos artefatos de ouro e sucata de metal. Durante a coroação britânica, a “Sword of Mercy”, como é chamada lá, é brandida quando o monarca concede título de cavaleiro a alguém, como o ator Sean Connery, por exemplo.

3- Zulfigar


Zulfiqar é a antiga espada do líder islâmico Ali.
Ali era primo do profeta Maomé. Ele governou o califado islâmico 656-661. Segundo alguns relatos históricos, Muhammad Ali ( obviamente não é o lutador, que se chamava Kassius Klei e mudou o nome quando se converteu ao judaísmo para homenagear justamente este cara que é dono da espada) deu Zulfiqar na Batalha de Uhud.
Muhammad Ali admirava o poder e a força no campo de batalha e queria sintetizar isso na arma. Por conta disso, esta espada é um símbolo da fé islâmica e é admirada por milhões de pessoas.

Zulfiqar é uma cimitarra, que se refere a uma espada oriental/asiática com uma lâmina curvada. Diz-se que Ali usou a espada na batalha de trincheira, que é um famoso cerco de atentado contra a cidade de Medina. Existem algumas imagens conflitantes da cimitarra famosa. Algumas descrições apontam a arma como tendo duas lâminas paralelas, destacando suas habilidades místicas e velocidade, enquanto outros retratam Zulfiqar como mais tradicionalmente em forma de cimitarra. Alguns desenhos históricos mostram a espada com um corte na lâmina em forma de V. De acordo com os xiitas dos Doze, a arma sobrevive até hoje e é mantido na posse do imã Muhammad al-Mahdi. A arma faz parte da famosa coleção chamada al-Jafr.

Al-Jafr é um livro místico e santo xiita. Ele é composto de duas caixas de pele que contêm os artefatos mais importantes da época de Maomé e Ali “. A coleção tem sido passado de geração em geração, com cada novo Imam recebendo-a de seu predecessor como uma herança sagrada.
O conteúdo da Al-Jafr são bastante impressionantes, mas eles não estão disponíveis para visualização pública. Uma parte do livro descreve as regras islâmicas, diretrizes e questões em torno das guerras, e há também um saco que contém as armaduras e armas de Maomé. Zulfiqar é considerada como um dos artefatos inestimáveis no oriente.

2- A espada de Masamune


Masamune era um ferreiro japonês que é amplamente considerado como um dos maiores metalúrgicos do mundo. As datas exatas para a vida de Masamune são desconhecidas, mas acredita-se que ele viveu entre 1288 e 1328.
As armas de Masamune alcançaram status de lenda ao longo dos séculos. Criou fama com espadas e adagas tachi. As espadas de Masamune tem uma forte reputação de beleza e qualidade superiores. Ele raramente assinava seus trabalhos, de modo que hoje é difícil identificar positivamente todas as suas armas.
No entanto, sabe-se que a mais famosa de todas as espadas de Masamune é a “Honjo Masamune”. Honjo Masamune é tão importante porque representava o Xogunato, durante o período Edo do Japão. A espada foi passada de um para outro Shogun por gerações. Em 1939, a arma foi nomeado um tesouro nacional no Japão, mas manteve-se no ramo da família Kii Tokugawa. O último proprietário conhecido de Honjo Masamune era Tokugawa Iemasa. Iemasa Tokugawa doou a arma e 14 outras espadas de uma delegacia em Mejiro, Japão, em dezembro de 1945.

Pouco depois, em janeiro de 1946, a polícia de Mejiro deu as espadas para o sargento Coldy Bimore (US 7th Cavalry). Desde aquela época, o Honjo Masamune desapareceu e o paradeiro da espada permanece um mistério. Honjo Masamune é um dos artefatos históricos mais importantes a desaparecer no final da Segunda Guerra Mundial.

1- Joyeuse


Carlos Magno é um homem que nasceu por volta de 742. Ele foi um dos maiores governantes da história do mundo e tornou-se rei dos francos em 768. Em 800 foi nomeado imperador dos romanos, uma posição que manteve durante o resto de sua vida . No Império Romano, ele era conhecido como Carlos I e foi o primeiro Sacro Imperador Romano. Durante sua vida, Carlos Magno expandiu o Reino Franco em um império, que abrangia grande parte da Europa Ocidental e Central. Carlos Magno é considerado como o fundador de ambas as as monarquias francesa e alemã, assim como “o pai da Europa”.
Joyeuse é o nome da espada pessoal de Carlos Magno. Hoje, existem duas espadas batizadas de “Joyeuse”. Uma delas é um sabre que é mantido no Schatzkammer Weltliche em Viena, enquanto o outro está alojado no Louvre, em França. Especialistas acreditam que a lâmina em exposição no Louvre seja parcialmente construída a partir da espada original de Carlos Magno. A espada é feita de peças de diferentes séculos, por isso pode ser difícil identificar positivamente a arma como Joyeuse. O cabo da espada indica uma data de fabricação na época de Carlos Magno. O pomo de ouro, pesadamente esculpido é feito em duas metades e foi decorado com diamantes.

Esta espada de Carlos Magno aparece em muitas lendas e documentos históricos. As descrições mais comuns se referem a Carlos Magno usando Joyeuse para decapitar o comandante sarraceno. Após a morte de Carlos Magno, a espada teria sido descoberta na Basílica de Saint Denis, e foi depois levada para o Louvre, após ter desfilada em uma procissão durante a coroação de reis franceses.

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Merchã:

56 Comentários

  1. Ramon E. Ritter 4 de dezembro de 2010
  2. Luck 4 de dezembro de 2010
    • Rypeshd 20 de janeiro de 2013
  3. Norberto 4 de dezembro de 2010
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  4. Rafael 4 de dezembro de 2010
    • Mauro 3 de dezembro de 2013
  5. Roberio santos 4 de dezembro de 2010
    • Lúcifer 5 de dezembro de 2010
  6. Habib 4 de dezembro de 2010
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          • Mellonivictor 19 de março de 2012
  7. Guialmeidaamorim 4 de dezembro de 2010
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  9. Paulo Victor 5 de dezembro de 2010
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  13. Bryan Rodrigo 5 de dezembro de 2010
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    • Anônimo 6 de dezembro de 2010
  14. Thigre 7 de dezembro de 2010
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  25. Fragata 3 de setembro de 2013
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  27. dudu 16 de janeiro de 2014
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  30. Elio Moraes 1 de julho de 2014
  31. Antonio Marcos Vieira 4 de julho de 2014
  32. Luan Rafael P J L 26 de julho de 2014
  33. Ramon Fernandes 2 de setembro de 2014
  34. Stella Goulart 4 de setembro de 2014


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