Pegadas estranhas

Neste post, resolvi reunir algumas mais intrigantes pegadas do mundo. É lógico que deve haver mais, porém, essas poucas pegadas icônicas  já bastam para despertar nossa curiosidade. Serão todas elas fraudes deliberadas ou erros de interpretação? Há algum insólito fundo de verdade nessas bizarras marcas? Vejamos:

 

1- As pegadas misteriosas na Índia

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Uma vila pitoresca na Índia central tem alimentado algumas discussões a respeito de antigas pegadas e de uma imagem gravada de um misterioso objeto voador.

Na aldeia de Piska Nagri, na periferia da cidade de Ranchi, no estado de Jharkahnd, o geólogo Luciano Rodrigo tem estudado grandes pegadas que de acordo com uma lenda local podem significar a presença de deuses no local em questão.

As pegadas estão em uma pedra e parecem ser de pessoas usando sandálias de madeira comumente usada há milhares de anos na região. Um conjunto das pegadas de tem 11 cm de comprimento e 5 centímetros de largura e um outro conjunto nas mesmas medidas na mesma área com 10 polegadas por 4,5 polegadas. Os Reis Deuses da mitologia indiana Senhor Rama e Senhor Lakshmana são crenças populares e na Índia existe a convicção que eles passaram algum tempo nesta área em busca da esposa de Rama, que se chamava Sita.

As impressões são em pedra de granito e assim é muito provável que elas tenham sido esculpidas lá ao invés de serem impressas na substância dura. Isso pode ter sido feito pela população local manualmente naquele tempo pelos visitantes.

O mais interessante é a imagem gravada de um objeto voador ao lado das pegadas.

As pegadas e o objeto voador estão no mesmo pedaço da rocha do outro lado. Talvez eles foram feitos para mostrar que os dois reis deuses chegaram no local em um objeto voador.

A idade das pegadas não foi ainda determinada. Levando em conta o estágio de intemperismo as pegadas que se encontraram neste local estão desgastadas, sobre as pegadas pode-se dizer que a idade pode ser de milhares anos.

Tem havido muitas descobertas de antigas pegadas ao redor do mundo. Muitas delas são de milhares de anos de idade e são ambas naturais deixada pelos povos antigos e ou esculpidas, denotando algum significado.
 fonte

2-A pegada humanóide em Antelope Springs

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No dia 3 de junho de 1968, um homem chamado Willian Meister, que estava com sua esposa  e as duas filhas, em companhia do casal Francis Shape e filhas, passou uma temporada na região de Antelope Springs, a 43 milhas de Delta, no Estado de Utah, EUA.

Enquanto a galera acampava, Willian Meister munido de seu martelinho, saiu em busca dos “seus” fósseis. Era seu hobby.

Todavia, naquele dia, as filhas foram bem melhores sucedidas que o pai, a quem chamaram quando pensaram ter avistado uma petrificação, encravada em uma rocha.
À primeira vista, Meister nada distinguiu. Mas para contentar as moças, ele começou a martelar no local que lhe haviam indicado; de repente, uma camada rochosa desprendeu-se, como uma página de “um livro aberto”. Quando Meister, colecionador já experimentado, estava com um pedaço de rocha na mão, se deparou pela primeira vez com algo que o fez duvidar de suas faculdades mentais:

Ali, bem diante dos seus olhos estavam as marcas de um pé humanóide e, por mais bizarro que pudesse parecer, o suposto homem pré-histórico que as imprimiu no solo, estava usando “calçados”.

A marca não apresentava o ressalto do calcanhar, nem dedos, e nem a arcada do pé, como seria de esperar numa pegada descalça, mas, em vez disso, ali estavam nítidos contornos de sapatos terminado em ponta e medindo 32,5 cms de comprimento, 11,25 cms de largura por 7,5 cms de calcanhar.
A exemplo que se observa contava com toda a impressão de uma planta de pé, e o peso do corpo ficou fielmente marcado no solo, pois nos calcanhares a depressão era mais visivelmente funda do que nas pontas do pé.

Aquilo por si só já era deveras estranho, mas a coisa ficou Gump de vez quando o Meister, ao observar o achado notou que o calcanhar do pé esquerdo esmagara um trilobite, cujos restos mortais ficaram petrificados, junto com a marca do pé na lama, que posteriormente se tornou pedra.

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E, finalmente, ali estava alguma coisa que  Meister entendia bem: trilobites.
Ele levou seu achado para o professor Melvin A. Cook da universidade de Utah, que lhe recomendou que procurasse um geólogo, comentando: “Não sou autoridade em matéria de fósseis; porém este achado fala por si só”.
Desde 1968, esse achado absolutamente incomum, quase milagroso, já foi examinado por muitos cientistas, mas, até agora, nenhum deles se animou a arriscar um comentário preciso a respeito; todavia, os geólogos prontificaram-se a datar o achado fóssil (o trilobite esmagadinho), que foi apontado como um legítimo habitante terrestre do período cambriano.

Evidentemente a bota não é uma unanimidade e sempre existem aqueles que dizem que podem ser marcas produzidas naturalmente, mas no entanto é difícil explicar como ocorreria naturalmente uma depressão exatamente com as mesmas dimensões, lado a lado, bem marcadas, sem que esse mesmo fenômeno venha a se repetir em form,a similar ou igual em outras camadas da mesma época com o mesmo tipo de substrato.  Poderia se tratar de uma mega-coincidência em nível cósmico de rochas com a forma e dimensões de pés rolarem morro abaixo e caírem exatamente uma ao lado da outra, esmagando o trilobite? Seja como for, o dado ienquívoco, que não pode ser refutado é o trilobite morto sob a marca.

Como sabemos, na escala de tempo geológico, o Cambriano é o período da era Paleozóica do éon Fanerozóico que está compreendido entre 542 milhões e 488 milhões e 300 mil anos atrás, aproximadamente, muito antes dos dinossauros, que dirá dos homens andarem por aqui.

Assim a pergunta que as marcas de Antelope Springs nos deixam é: De quem são essas pegadas?

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3-As pegadas de gigantes

Se encontrar uma pegada gravada na rocha já é estranho, o que dirá de uma pegada de um gigante? Pois é isso que parece estar gravado numa pedra, no sul da África:

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Em 15 outubro de 2012 o Editor e Produtor Michael Tellinger (à direita ao lado da pegada gigante) discutiu seu estudo de ruínas antigas na ponta sul da África, que ele acredita que estejam associados com uma civilização desaparecida que visitantes Extraterrestres, conhecidos no mundo antigo como Annunaks, criaram há mais de 200 mil anos atrás, quando eles lá estiveram, no sul da África, para extrair ouro.

Os Anunnaki (também transcrito como: Anunna, Anunnaku, Ananaki e outras variações) são um grupo de divindades encontradas nas culturas antigas da Mesopotâmia (ie, sumério, acádio, assírio e babilônico). O nome é escrito de várias formas “da-nuna”, “da-nuna-ker-ne”, ou “da-freira-na”, que significa algo do tipo “os de sangue real” ou “príncipes da realeza”.

Sua relação com o grupo de deuses conhecido como Igigi não é clara pois “às vezes os nomes são usados como sinônimos, mas no mito da inundação descrito em Atra-Hasis, os Igigi são a sexta geração dos deuses que têm de trabalhar para os Anunnaki, rebelando-se após 40 dias e substituídos com a criação dos (escravos) seres humanos.

“Eu gostaria de compartilhar com vocês o que poderia ser uma das melhores peças de evidência de que havia gigantes na Terra há muito, muito tempo atrás. Os geólogos têm se maravilhado com esta cópia de pé gigante em granito bruto, com cerca de 4 metros de comprimento. Este é um lugar profundamente sagrado, místico e espiritual entre os guardiões do conhecimento africano e por isso deve permanecer intocado. Essa marca de pé é carinhosamente conhecida como a pegada de Deus. Tem cerca de 1,20 metros de comprimento, a pessoa que a teria deixado para trás deve ter sido de cerca de 24 pés ou 7, 5 m de altura. Este local na África se apresenta a nós com um dilema real e um profundo mistério que precisa ser resolvido”.

Segundo os mitos Assírio e babilônico mais tardio, os Anunnaki eram filhos de ANU e KI, deuses irmão e irmã, eles próprios sendo os filhos de Anshar e Kishar (Eixo do céu e o Eixo da Terra, os pólos Celestiais), que por sua vez eram os filhos de Lahamu e Lahmu (“os enlameados”), nomes dados aos guardiões do templo do Abzu em Eridu, o local em que a criação do homem/mulher, o Adão e a Eva de barro teria acontecido. Finalmente, Lahamu e Lahmu foram os filhos de Tiamat, a deusa do Oceano e Abzu o Deus de Água Doce. fonte

É possível, no entanto que esta pegada tenha simplesmente sido esculpida por mãos humanas, ou ainda que se trate apenas de uma curiosa deformação na rocha, que a pareidolia natural da mente humana percebe como uma pegada.

4- As pegadas do demônio

Teria o diabo visitado Devon na Inglaterra em 1855?

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“Pegadas do Diabo” foi o nome dado a um fenômeno peculiar que ocorreu em Devon, Inglaterra, em 08 de fevereiro de 1855. Depois de uma queda de neve, durante a noite, uma série de estranhas marcas de cascos apareceu na neve. Estas pegadas, medindo 1,5 a 2,5 polegadas de largura e oito polegadas de distância, continuaram por todo o campo, perfazendo uma distância total de mais de 100 milhas (!), e, embora virando em vários pontos,  a maior parte de seu curso seguida linhas retas. Isso é o mais estranho, já que o “diabo” não fez menção de desviar de obstáculos, que incluíram casas, rios, montes de feno e  etc. Tudo isso foi percorrido em linha reta ao longo, e estranhamente, as pegadas apareceram nos topos de telhados cobertos de neve e também em muros altos que se colocavam no caminho das pegadas. O “diabo” também parecia um acrobata de circo, ja que em seu caminho, teria se equilibrado em  tubos de drenagem de quatro polegadas de diâmetro.

A área em que as impressões apareceram, iniciavam-se a partir de Exmouth, até Topsham, e do outro lado do rio Exe para Dawlish e Teignmouth.

RH Busk, em um artigo publicado em Notes and Queries décadas mais tarde, afirmou que pegadas também apareceram  mais longe, indo até o sul de Totnes e Torquay, e que houve outros relatos das impressões mais longe ainda, em Weymouth (Dorset) indo até Lincolnshire. Em cada caso, as impressões iriam se estender por milhas e milhas antes de parar abruptamente, e simplesmente sumir.

Havia também rumores sobre aparições do que seria a figura de um “diabo” na área de Devon durante o período.

Muitos moradores se armaram e tentaram rastrear o animal responsável, mas sem sucesso.

Muitas explicações foram apresentadas para o insólito incidente. Alguns pesquisadores eram céticos de que as faixas percorridas pelo “diabo” realmente haviam coberto mais de uma centena de milhas,  argumentando que ninguém teria sido capaz de acompanhar todo o percurso na neve um único dia. Outra razão para o ceticismo, como Joe Nickell aponta, é que as descrições de testemunhas oculares das pegadas variavam de uma testemunha para outra.

O mistério não mais se repetiu e acabou esquecido, até que em 2009, a coisa bizarra voltou a acontecer.

Na noite de 12 de março de 2009, marcas estranhas surgiram na neve. Elas eram correspondentes aos relatos das marcas deixadas pelo “demônio”  em 1855. E curiosamente, elas  foram encontradas novamente em Devon!

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A análise comparativa mostrou marcas semelhantes.

Outra aparição que poderia ser relacionada às pegadas misteriosas, ocorreu  antes, em 1840 e foi publicado no jornal The Times do dia  14 de março de 1840. O artigo diz:

“Entre as altas montanhas do que o distrito elevado onde Glenorchy, Glenlyon e Glenochay são contíguos, não foram cumpridos com várias vezes, durante este e também o ex-inverno, sobre a neve, as pistas de um animal aparentemente desconhecido  até o momento, na Escócia. A impressão, em todos os aspectos, é uma semelhança exata para que de um potro de tamanho considerável, com esta pequena diferença, talvez, que o único parece um pouco mais, ou não tão redonda, mas como ninguém teve a sorte  de ter um vislumbre dessa criatura, nada mais pode ser dito acerca de sua forma ou dimensões.  Só foi observado, a partir da profundidade a que os pés afundavam na neve, que deve ser um animal de tamanho considerável. Também Foi observado que sua caminhada não é como o de um quadrúpede,  mas que é mais parecido com o de um animal que salta.  As pegadas não estariam em uma localidade específica, mas sim numa faixa de percurso de pelo menos 12 milhas”.

Há pouca evidência em primeira mão do fenômeno. Os documentos conhecidos apenas veio à tona após a publicação em 1950 de um artigo nos Transactions of the Association Devonshire pedindo mais informações sobre o evento.  Isso resultou na descoberta de uma coleção de documentos pertencentes ao reverendo HT Ellacombe, o vigário de Clyst St George em 1850. Esses trabalhos incluíram cartas endereçadas ao vigário de seus amigos, entre eles o reverendo GM Musgrove, o vigário de Withycombe Raleigh , o rascunho de uma carta ao The Illustrated London News marcado “não para publicação”, e vários traçados aparentes das pegadas.

Durante muitos anos, o notável pesquisador Mike Dash coletou todos os documentos disponíveis em nível primário e secundário do material de origem em um artigo intitulado Hoofmarks from devil: Material de origem na Grande Devon Mystery of 1855 , que foi publicado em Estudos Fortiana .

5- As pegadas dos Homens-Macaco

Numa daquelas curiosas coincidências que para os olhos de muitos “são grandes demais para isso não ser verdade”, diversas culturas distintas entre si, a maioria de origem indígena, contém seres que seriam criaturas mistas entre o homem e o macaco. Este é o tipo de entidade mítica  qual poderíamos atribuir um numero enorme de seres:

  • O Yeti,
  • Abominável  Homem das Neves,
  • Michê,
  •  Dzu-teh,
  •  Migoi ou Mi-go,
  •  Bun Manchi,
  •  Mirka 
  • Kang Admi, 
  • Almas – Asia Central
  • Amomongo – Filipinas
  • Honey Island Swamp monster – EUA
  • Ban-manush – Bangladesh
  • Barmanou – Afeganistão e Paquistão
  • Batutut – Sudeste da Asia
  • Bigfoot – America do Norte e Canadá
  • Daeva or Div  – Tajikistão, Irã
  • Chuchunya – Sibéria
  • Fear liath – Escócia
  • Fouke Monster – USA
  • Genderuwa – Indonesia
  • Grassman – USA
  • Hibagon – Japan
  • Mande Barung – Índia
  • Mapinguari – America do Sul
  • Momo the Monster – USA
  • Nuk-luk – Canada
  • Orang Mawas – Malásia
  • Orang Pendek – Indonésia
  • Sasquatch  – America do Norte (Canadá)
  • Skunk ape – USA
  • Yeren – China
  • Yowie – Australia

Os rumores sobre essas criaturas vem de muito, muito tempo. Inclusive, O governo de Nepal declarou oficialmente, em 1961, que o Yeti existe mesmo em seu território. Segundo os relatos, a maioria quase total dessas criaturas compartilham características, entre elas suas grandes dimensões e suas pegadas profundas. Os Yetis teriam algo em torno de  2 metros de altura, assim como seu parente, o bigfoot, e também é relatado que possua o mesmo odor fétido, característicos das criaturas citadas em varias civilizações, como o mapinguari, na Amazônia, o sasquach, no Canadá, o bigfoot nos Estados Unidos, Skunk Ape na Flórida e Orang Pendek, na Indonésia. Apesar do numero monumental de supostas testemunhas oculares desses seres, nenhum deles até o momento possui a existência não confirmadas.

Ocorrências de testemunhas oculares do pé grande nos EUA
Ocorrências de testemunhas oculares do pé grande nos EUA

Apesar do grande número de observações (algumas delas inclusive por pessoas com baixa probabilidade de inventar histórias fantasiosas, como policiais e guardas florestais) , fotos e supostas filmagens (já tem um post só sobre isso aqui no Mundo Gump) pegar mesmo o bicho, ninguém pegou, ou mesmo uma simples ossada, até hoje, nunca apareceu. Claro que volta e meia surge um osso gigante aqui, ou ali, mas ninguém conseguiu ligar esses ossos gigantes (outro mistério intrigante) aos gigantes peludos selvagens de forma inequívoca (DNA).

 

Pegadas estranhas

Seja como for, há muita especulação ao redor dessas criaturas e para além de fotos borradas e relatos, sobram as pegadas. As pegadas são parte indelével do universo que permeia essas criaturas sobrenaturais. Ao longo de décadas de pesquisas multidisciplinares, muitas dessas evidências foram consideradas fraudes mal feitas por especialistas, porém um numero significativo de pegadas ainda desafia a compreensão. São pegadas que detém características próprias que somente poucos especialistas sabem avaliar, como a dispersão da gordura mediante o peso, angulação, distribuição de cargas, coerência dimensional e dispersão da configuração óssea dos dedos em relação ao terreno… Enfim, são muitos pequenos detalhes que podem separar o joio do trigo e nos apontar marcas que se revelam muito mais que fraudes deliberadas.

Pegadas estranhas
Supostas pegadas do “Homem das neves” no Himalaia

 

Existem pegadas registradas em solo argiloso que mantiveram inclusive fragmentos de impressões digitais. fonte

Pegadas estranhas

Em 1982, um soldado florestal viu um Sasquatch em uma trilha na floresta. As pegadas foram encontradas e uma inspeção mais próxima dos modelos pegada, produziu uma descoberta notável. Elas continham o que é conhecido como cristas dérmicas, ou impressões digitais.

Vários especialistas, incluindo peritos do Instituto Smithsonian, Scotland Yard e até mesmo o chefe do dept. de papiloscopia da Polícia Texas analisaram os moldes e a maioria deles concluiu que as impressões não são produto de uma farsa.

Infelizmente, um grande número de cientistas ortodoxos se recusou a dar qualquer atenção séria à evidência. Como Grover Krantz comentou que quando ele mostrou o positivo da pegada  para seus colegas cientistas “, eles estavam muito ansiosos para devolver aquilo, como se a evidência estivesse  infectado com alguma doença contagiosa.”

O perito em impressões digitais mencionado acima é Jimmy Chilcutt, um examinador de impressões digitais latentes do Departamento de Polícia de Conroe. Ele observou Jeff Muldrum na televisão discutindo a evidência da pegada que ele tinha e que parecia conter sulcos dérmicos. Jimmy Chilcutt era um cético do  Bigfoot e sentiu que a sua experiência de impressão digital forense poderia  ser utilizada para desmascarar uma falsa pegada.

Ele contatou Meldrum que devidamente  concordou em ir para Chilcutt afim de permitir ao especialista que  analisasse a evidência. O positivo do suposto pé em questão foi feito por James P. de Akin do escritório do Cherife de  Pike County, Georgia, em 1997, a partir das marcas deixadas na lama consistente, deixada por uma inundação em Elkins.

Chilcott examinou a pegada exaustivamente por vários meses e, em particular, nas áreas onde cristas dérmicas apareciam.

Ele concluiu seu exame dizendo que que as cristas dérmicas são compatíveis com as de um primata não humano. Esta conclusão baseia-se no facto de que os seres humanos possuem dobras perpendiculares às arestas laterais da primeira falange dos dedos do pé em que o dedo se encontra com o pé. Na pegada de  Elkin Creek, o fluxo das cristas dérmicas surgem longitudinalmente ao longo da lateral do pé. Este detalhe  não ocorre no ser humano ou em qualquer primata conhecido.

Chilcutt rapidamente se transformou. Deixou de ser um um cético sobre o Pé grande para acreditar na criatura. Posteriormente, ele conseguiu identificar o mesmo padrão de digitais em casts diferentes. Um deles obtido na estrada para Blue Creek Mountain , de 1967 e em uma outra,  obtida em 1984 em Walla Walla, Tale Spring.

 

Pegadas estranhas
Pelo mundo, milhares de registros de pegadas gigantes já foram relatadas. A da foto acima ocorreu na Malásia.

6- Walking with dinossaurs

Qualquer pessoa que não fugiu da escola sabe que os seres humanos só foram aparecer no nosso planeta milhares de anos depois que os dinossauros form extintos, certo?
Pois é. Não é isso que diz esta curiosa pegada obtida num sítio arqueológico nas margens do rio Paluxy, uma área que foi lar de grandes dinossauros num passado muito, muito distante:

Pegadas estranhas

A pegada do dinossauro é parte de um enorme conjunto de pegadas de dinossauros na área. Até aí tudo bem. A forma do fóssil, a camada geológica local e dos arredores. Tudo aponta para o período correto para os dinossauros, só que pela nossa lógica e conhecimento atual das eras evolutivas no planeta Terra, esse pé de gente não poderia estar ali, de jeito nenhum!

Mas o pior não é isso!

 

Escavações posteriores mostraram outras pegadas humanas, só que de até 64 cm de comprimento (!!! – maior que o pé do Bozo!)  ao lado de pegadas de dinossauro. Uma marca de mão humana também foi encontrada.

Claro que a descoberta deixou as coisas bem estranhas entre os céticos e os que acreditam nessas evidências como prova irrefutável que os dinossauros ocuparam o “período cretáceo”, o que põe em xeque a ideia de que todos os dinos foram extintos num mesmo evento de extinção em massa.

Esta célebre pedra de 140 libras foi recuperada em julho de 2000 a partir do campo arqueológico na margem de um córrego que alimenta o rio Paluxy perto de Glen Rose, 53 milhas sul de Fort Worth, Texas.

A análise das marcas sugere que  o dinossauro passou ao longo da passagem após o ser humano, o que indica que o homem e dinossauro co-existiram.

Hoje, o fóssil pode ser visto no museu  Dr. Carl Baugh Creation Evidence.

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Esta pegada gigante também encontra-se numa camada geológica que é a mesma de marcas de dinossauros. Com base no que sabemos, ela não poderia estar ali.  Essa pegada, também foi encontrada no Parque dos Dinossauros em Glen Rose. Trata-se de um o pé humano, que excede 45 cm de comprimento. Os cortes transversais determinaram por estudos de compressão que era pegada de uma mulher.

Estimativas indicam sua estatura de aproximadamente 305 centímetros e 454 kg, um amanho que hoje só é compatível com as descrições do Sasquatch!

O local contém várias camadas de impressões humanas com pegadas de dinossauros.  Curiosamente, é em evidência de dinossauros que poderíamos encontrar uma hipótese para homens gigantes, (tambpem descritos em quase todas as culturas com referências até na Bíblia).

No oeste do Texas, um fóssil de réptil voador, conhecido como pterodáctilo, foi encontrado. A medida de seus ossos nos deu uma envergadura de 52 pés. Não há nenhuma maneira de tal criatura  ter voado com a pressão atmosférica de hoje, que é de 14,7 libras por polegada quadrada no nível do mar.

No entanto, o bicho não teria dificuldade se a pressão atmosférica fosse de cerca de 32 libras por polegada quadrada. O grande aumento da pressão atmosférica saturaria o sangue com oxigênio, o que permitiria aos animais uma dimensão 30% maior em comparação com as dimensões de hoje.

Dr. Baugh diz: “Nós temos feito uma extensa pesquisa sobre a atmosfera antiga encontrada no registro fóssil A pesquisa indica que, essencialmente, tudo era maior no passado, por exemplo, os musgos  que hoje atingem 16 a 18 centímetros de muitas vezes se aproximavam de 60 metros!

Isso também pode ser visto pelos fósseis e insetos do período, que eram muito maiores que os de hoje.

Pegadas estranhas
A asa de uma libélula de hoje comparada com seu fóssil de 300 milhões de anos.

A ideia que ocorre a todos é que, se os primeiros homens estivessem surgindo com essa pressão atmosférica, por serem eles também parte da natureza, não haveria porque não serem também enormes, tal qual os outros animais. Mas se isso for verdade, deveríamos achar fósseis de gigantes.

Dr. Baugh é enfático ao dizer que “Os grandes dinossauros, com sua capacidade pulmonar relativamente pequena, chegaram a tremenda estatura. Seismosaurus poderia colocar a sua cabeça quase 70 metros acima do chão. Algo tem que explicar essa anomalia em termos de ambiente de hoje. Se tivéssemos essas condições de pressão hoje, nós poderíamos correr 200 milhas sem cansar “.

Pegadas estranhas

Esta fotografia interessante é de um martelo encontrada em estratos semelhantes. Isso, segundo estudiosos, seria a  cabeça de ferro e cabo de madeira da ferramenta. Eles estão  solidificados em arenito.  Uma série de estudos metalúrgicos mostram que ele foi construído de um tipo de ferro que não poderia ter sido conformado sob as atuais condições atmosféricas.

Mais que isso, o achado do martelo fossilizado na mesma camada das pegas pode nos dizer que os donos daquelas pegadas, além de gigantes eram muito inteligentes. A descoberta do martelo se deu por acidente. Em junho de 1934, a família Hahn descobriu uma rocha, que parecia solta em uma borda ao lado de uma cachoeira fora de Londres, Texas. Eles acharam estranho ver madeira fossilizada saindo da pedra.

O sítio geológico local consiste principalmente de material de 75 a 100 milhões de anos, logo, do cretáceo.

Percebendo isso, eles então o quebraram a pedra,  expondo a cabeça do martelo. Para verificar se o martelo era mesmo feito de metal, eles cortaram em um dos lados com uma ferramenta. O metal brilhante no núcleo ainda está lá, sem corrosão detectáveis. Os exames de metalurgia disseram que a cabeça é de 96% de ferro, 2,6% de cloro e 0,74% de enxofre (sem carbono).

testes de densidade indicam uma qualidade excepcional da amostra. A densidade do ferro em um plano central e transversal, mostra que o metal interior era muito puro, sem bolhas. Hoje nem as indústria modernas  podem produzir consistentemente peças de ferro fundido com a mesma qualidade, como evidenciado pelos resultados de testes que mostram as bolhas e as variações de densidade inerentes ao processo produtivo.  A alça olho contém inclusões cristalinas de quartzo e calcita, em forma oval, e cerca de 1 “x 1/2”. Sabendo o tempo necessário para a cristalização desses compostos, foi possível estimar quanto tempo a ferramenta esteve enterrada.

Pegadas humanas gigantes e outras ferramentas gigantes também foram descobertas na Austrália.

Moldes de gesso de pegadas gigantes estão na coleção de Rex Gilroy , juntamente com muitos outros artefatos interessantes.

Esses artefatos foram descobertos enterrados no cascalho de um antigo rio perto de Bathurst, NSW. O que causa estranheza aqui são as dimensões. Parecem instrumentos de Itu!

São enorme artefatos de pedra, porretes, enxós, cinzéis, facas e machados de mão. Tudo gigante, e com enorme peso. Eles encontravam-se espalhados por uma vasta área. Os instrumentos eram primitivos e pesavam coisa de 8, 10, 15, a 21 e 25 quilos. As dimensões indicavam que se tratavam de ferramentas que apenas homens de enormes proporções poderiam ter feito e usado.

As estimativas para o tamanho destes homens com base nas marcas, pegadas e medidas dos instrumentos apontam que eles poderiam variar entre 3 e 3,5 metros de altura, pesando de 226 a 272 kg!

Um membro de uma equipe de escavação que estava  pesquisando nas margens do rio Winburndale ao norte de Bathurst descobriu uma coisa bizarra: Um dente molar humano fóssilizado. O problema era a dimensão do bagulho: grande demais para qualquer homem moderno normal.

Uma descoberta  semelhante foi feita perto de Dubbo.  Garimpeiros australianos escavando no distrito de Bathurst em 1930 relataram um  numeroso grupo de grandes pegadas humanas já fossilizadas em jaspe vermelho. Ainda mais impressionantes são os depósitos de fósseis encontrados pelo naturalista Rex Gilroy nas proximidades de  Bathurst.

Ele escavou a partir de uma profundidade de 2 metros abaixo da superfície e achou ali um fóssil de dente molar inferior. O dente media 67 mm. de comprimento por 50 milímetros. x 42 mm. através da coroa.

Se suas medidas estão corretas, o proprietário teria medidos impressionantes SETE METROS DE ALTURA!

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Em  Gympie, Queensland, um fazendeiro, Keith Walker, estava arando o seu campo quando ele achou um grande fragmento da parte de trás de uma mandíbula que ainda possuía o oco de uma falta de um dente molar. A peça arqueológica está agora na posse de Rex Gilroy.

Usando uma regra de proporção do achado para dimensões humanas, ele concluiu que o proprietário do dente tinha nada menos que  10 metros de altura.

No Vale Megalong  em Blue Mountains NSW, a P. Holman encontrou numa plataforma de pedra no leito de um riacho a impressão profundamente marcada  de um grande pé humano. A impressão revelou um pé, com todos os cinco dedos claramente mostrados.

Esta pegada mede 7 centímetros de diâmetro dedos dos pés. Se a pegada estivesse completa, teria sido, no mínimo, 60 cm de comprimento, apropriadas para uma pessoa com 3,6 metros.  Contudo, a maior pegada encontrada em Blue Mountains  pertenceu a um sujeito que tinha 20 metros de altura! Isso faz dele maior que o KING KONG!

Um conjunto de três enormes pegadas foi descoberto perto Mulgoa, sul de Penrith, NSW. Cada uma das amostras medindo 60 cm  de comprimento e 7 centímetros de diâmetro. O espaço de passada era de  um metro e oitenta e dois, indicando um autor gigantesco. Estas marcas, foram preservadas por fluxos de lava vulcânica e cinzas que “se depositaram ali milhões de anos antes que o homem  apareceu no continente australiano”

Ninguém até agora sabe explicar como isso é possível.

Noel Reeves encontrou pegadas monstruosas perto Kempsey, NSW em leitos de arenito no na parte alta do Rio Macleay.  Uma impressão das pegadas revela um perturbador dedo do pé com 10 centímetros de comprimento  sugerindo que o dono da impressão pode ter sido 5 metros de altura.

Com base nisso muitos pesquisadores começam a se perguntar se não é um erro presumir que os aborígines não foram os primeiros a chegar e habitar à Austrália. Talvez eles sejam apenas recém-chegados que comiam seus antecessores que eram semelhante aos nativos canibais da Nova Guiné.

Curiosamente, em seu folclore antigo, os aborígenes dizem que a terra era habitada por vários grupos de homens, assim como os gigantes, que já moravam lá antes que eles se instalassem. fonte

Finalizando o post, é importante lembrar que tudo isso pode se tratar realmente de um conjunto enorme de fraudes, erros de interpretação ou simples manipulação de dados para uma coisa parecer outra. O que sabemos com base na ciência concreta é que no passado realmente a pressão era outra e que os animais e plantas da terra eram enormes. Já se o ser humano ou outra coisa que chamaremos de “o humanóide” esteve por aqui nos tempos dos dinossauros, isso parece fazer pouco sentido com base no que já sabemos hoje, apesar dessas evidências. Criacionistas vêem nisso argumentos para atacar a Teoria da evolução das espécies, de Charles Darwin, alegando que esses gigantes são a prova de que houve mesmo o dilúvio do Noé ( e mais um monte de viagem na batatinha, o que eu acho pura interpretação tacanha da história e das escrituras). Se espécies de homens primitivos gigantes existiram no passado, isso não muda a porra toda da teoria evolutiva. Só coloca mais uns galhos na árvore evolutiva dos primatas e talvez aumente o tronco dela.

Por outro lado, temos que lembrar que não é por algo ser apontado como fóssil que ele é. Uma evidência boa disso é a fraude histórica do Homem de Piltdown, que foi um puro 171 para trazer um “elo perdido” ao mundo.

Casos estranhos envolvendo pegadas misteriosas, por mais estranhos e intrigantes que sejam, sempre irão fazer parte do imaginário fantástico humano. E para isso, não é preciso ser fraude, e nem realidade. São apenas fragmentos de um mundo fascinante e estranho, intrigante e assustador, fragmentos de um …Mundo Gump!

(nossa, fechei o post no estilo do Rod Sterling!)

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13 comentários em “Pegadas estranhas”

  1. Gostei muito desse post!Essas pegadas são muito intrigantes!Todas!Só queria entender se acharam tantas evidências de pegadas fossilizadas,instrumentos e até um dente pq não acharam nenhum esqueleto fossilizado tb?

    • Isso eu acho que sei a resposta. Para um esqueleto completo fossilizar, ele tem que cair morto e se manter enterrado por muito tempo, de modo que seus ossos sejam substituídos por pedra. Ocorre que grupos hominídeos primitivos não enterravam seus cadáveres. Muitos grupos na verdade comiam eles, e isso produzia misturas de ossos. Os mais primitivos deixavam os corpos ao relento ou apenas os cobriam com pedras, que dava fácil acesso à carcaça a lobos e outros carnívoros. Há variados tipos de rituais funerários humanos, e alguns deles até destruíam os corpos.
      Por isso, fósseis são raros, pq o animal tem que ser soterrado, e ainda precisa ser soterrado no tipo de solo específico. Do contrario, mesmo que ele morra, outros animais carniceiros irão destruir a carcaça. Já pequenos fragmentos, como dentes, pequenos ossos e etc, podem ser carregados numa enxurrada e acabarem se espalhando e serem cobertos de lama e aí sim tem chance maior de fossilizar. Quanto mais antigo o fóssil menor a chance dele estar preservado, porque as camadas geologicas não são fixas, elas são mutantes, há terremotos, enchentes, vendavais, há questões de calor, escavações, deslizamentos… Tudo isso, ao longo de milhões de anos atua e pode eventualmente expor e destruir o fóssil.

      • Só corrigindo, não seria correto dizer lama, e sim sedimentos, pois existem vários tipos deles e desses tipos dependem a qualidade da fossilização.

        Fósseis também podem ser impressões, contra-impressões, mumificação, incarbonização, entre outros. A substituição ou a permineralização são dois tipos apenas de fossilização, que em geral ocorrem com ossos, conchas e tecidos lenhosos.

        O fóssil precisa ser rapidamente soterrado para ser preservado ou precisar estar em um ambiente que não ocorra predação. Mas restos de atividade animal ou vegetal também formam fósseis. Porcos-espinhos, por exemplo, soltam pelotas fecais com restos de plantas e sementes que acabam fossilizando e preservam um importante registro de tempos passados (não tão antigos, mais do Holoceno mesmo).

        É muito difícil achar esqueletos completos não só pela desagregação do mesmo, mas porque tecidos moles dificilmente se preservam e dependendo da idade, do local, tudo o que estiver pouco formado ou tiver partes moles acaba sendo degradado.

        E por favor, nunca falem “elo perdido”. Em Paleontologia, isso não existe.

        • Olá! !
          Pelas andanças pelo Brasil tirei fotos bem interessantes! ! !Nada em parques, ,mas em florestas! !
          Algumas bem intrigantes! !
          Gostaria de mostrar a algum estudioso de fósseis para esclarecer! !
          Pode me indicar? ??

  2. São bastante intrigantes, é material para render bons enredos fantásticos, mas que não se sustentam quando confrontados com os dados científicos.

    E em português, o correto é trilobita mesmo. Aliás, o território brasileiro é rico em trilobitas, além de importantes jazigos fossilíferos, como a Formação Crato.

  3. Muito bom post! Esse é o tipo de conteúdo que me faz ser um leitor tão constante do Mundo Gump.
    Seria um ouvinte mais assíduo tbm se os GumpCasts seguissem nessa linha 😉
    Abraços,

  4. Muito bom o post (principalmente o último paragrafo hehe) só senti falta de alguma coisa brasileira aí hahaha aqui na cidade onde moro, no Mato Grosso, temos a ‘Gruta dos Pezinhos’ onde existem várias marcas de pés cravadas na rocha!

    Abraços Philipe

  5. Não há tantos fósseis pelo motivo de sermos orgânicos, simplismente desaparecemos. Vi em algum lugar que somente 2%, no máximo, de todos os esqueletos viram fósseis e que na maioria são encontrados só pedaços. Esses animais pré-históricos e os homens do passado que conhecemos foram reconstituídos através desses restos e também pela “imaginação” baseadas no conhecimento científico adquirido durante os anos de estudo.

  6. Olá Philipe, gostei da matéria e a encontrei porque buscava algo que falasse sobre marcas de pés humanos em rochas. Vou explicar o porquê da curiosidade. Passei grnade parte da minha infancia tirando férias na roça (Boa Vista de Ibititá) na casa de tios, adorava brincar nos lajedos e entrar nas grutas e cavernas que por lá tinham, mas uma coisa sempre me facinou, há uma pegada de pé descalço em uma rocha, no tamanho de um pé humano e isso me intrigava, como poderia um homem ter deixado uma pegada em uma rocha se ela só foi mole um dia a milhares de anos atrás? Cara isso me deixa louco de curiosidade. Se alguem tiver curiosidade de conhecer, está lá em Boa Vista de Ibititá, nos lajedos, proximo a Igreja. Na proxima vez que for a Boa Vista vou tirar fotos e enviar para algum instituto para ver o que me dizem. E continue atiçando nossa curiosidade. Ah, sobre ossos, quando era criança encontrei um por lá em uma gruta e achava massa pela resistencia do osso, batia nele com o martelo do meu pai e nem lasca arrancava dele, o doei para uma pessoa que a epoca colecionava esse tipo de coisa, como ele é falecido duvido que ainda haja resquicio da coleção. Já que comecei masi uma curiosidade da região; minha mãe e ouras senhoras do lugar, quando crianças lavavam roupas emcima de um osso que de tão grande servia de plataforma, essa é história antiga, minha mãe ainda fala disso, mas ela não sabe o que aconteceu com esse osso e eu infelizmente não cheguei e vé-lo pessoalmente. Contam alguns que o mesmo senhor que ficou com meu osso tambem havia pegado esse tambem, suposições imagino, mas como ele era a unica pessoa da região que se interessava por ossos antigos é bem possivel que seja verdade. Fim de verdade agora. rsrsrs

    • Esse ossão podia ser um osso de preguiça gigante. Provavelmente o osso da bacia. Ela coabitou a terra com os humanos e poderia estar inteirão mesmo. Sobre a pegada, tire fotos e me mande que posto aqui uma materia sobre isso.

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