Casa feita com garrafas pet

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Já tem um tempão que a Jaqueline me mandou a dica deste post. Infelizmente, a Jaque só tinha as fotos e não sabia onde a casa havia sido feita. Através de alguma pesquisa, consegui descobrir que as fotos que ela recebeu eram referentes a duas casas, fabricadas com massa de cimento e garrafas Pet. Esta é uma iniciativa de ambientalistas mexicanos, que usaram o material poluente que são as garrafas pet no processo construção das casas. Confira as fotos:

 

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Na imagem abaixo, podemos ver que algumas vigas e colunas não são feitas de pet.
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Eu não sei dizer nada com relação à resistência nem a durabilidade disso, mas melhor que muito barraco de tijolos certamente ficou. Achei legal o lance do fundo das garrafas fazerem estrelinhas nas paredes. Eles também usaram garrafas de vidro, de cores variadas para obter bons resultados. Ao que parece, as garrafas transparentes funcionam como tijolos de vidro, captando a luz do exterior e conduzindo-a para o interior da casa, o que reduziria o consumo elétrico para iluminação.

Nem o jardim escapou do uso de garrafas, que foram usadas para fazer canteiros. Não consegui obter informações relacionadas a quantas garrafas exatamente foram usadas nesta construção. Parece que é um projeto experimental. Acho que se juntar todo o refri que eu tomei na vida dava pra fazer um puta condomínio disso aí, hahaha.

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10 respostas

  1.  Iniciativa bacana, mas sempre que vejo noticias desse tipo fico pensando se realmente é funcional o negócio, no sentido do uso diário saca? Furar parede para por espelho e coisas do tipo…

  2. A idéia de usar essas garrafas vir de uma ambientalista mostra justamente a falta de informação da mesma.
    Para utilizar as garrafas que poderiam ser melhor empregadas reciclando o plástico e utilizando para outros fins, decidiu-se usar para fazer paredes. Ora a espessura da parede e a quantidade de massa usada são absurdos. O custo da massa é muito maio do que o de blocos usados na construção civil, daí o uso deles para vedação. Além da inviabilidade econômica, ainda temos que a massa necessita de cimento, que é retirado de jazidas de calcário e por isso não podemos considerar que o aumento vertiginoso de volume de cimento usado possa ser considerado ambientalmente correto. Fora as implicações práticas como a resistencia mecânica para por exemplo se parafusar um armário de cozinha. Isso me parece mais um estudo financiado por alguém e sem um futuro. Pq se o investimento tivesse vinda da ambientalista, ela não teria feito, dada a inviabilidade econômica.
    Para sermos ambientalmente corretos, devemos nos preocupar com novas tecnologias de fabricação de lementos mais eficientes do que os usados atualmente, com melhor isolamento termico e acústico e menor uso de recursos naturais. Pq não propor o uso das garrafas para fazer painéis de vedação de plástico reciclado deixando de lado o uso da argamassa? Seria muito mais proveitoso e mais eficiente. Seriam painéis com estrutura interna de colméia, seriam leves, isolantes, finos e consumiriam totalmente o plástico das garrafas que deixariam de ser descartadas no meio ambiente.

  3. Fodástico como sempre, valeu!!!!!  Concordo com o Sr. Luiz Morais, até porque pelo que eu ouvi de um engenheiro a casa serviria mais para algo temporário, tipo para alocar desabrigados até que se construam algo mais perene, por exemplo.  Mas vale a intensão, afinal é um projeto experimental e a partir daí quem sabe virão idéias melhores?

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