Uma casinha na beirada do precipício

O lugar se chama Solvay Lodge, e fica encravada numa pequena beirada do monte Matterhorn, uma das montanhas mais belas e famosas do mundo, nos alpes suíços.

Uma casinha na beirada do precipício

O monte tem 4478 metros de altura e o pequeno lodge serve como abrigo contra os fortes ventos que castigam a beirada do precipício. O lodge fica a uma altura de 4003m, e tem capacidade para abrigar até 10 alpinistas. Originalmente projetado par situações de emergência, este abrigo se tornou um ímã para escaladores e turistas corajosos que vão até lá para admirar sua estupenda vista.

Uma casinha na beirada do precipício

Uma casinha na beirada do precipício

Uma casinha na beirada do precipício

Uma casinha na beirada do precipício

Uma casinha na beirada do precipício

Uma casinha na beirada do precipício

Uma casinha na beirada do precipício

Uma casinha na beirada do precipício

A julgar pelas fotos, o cara que construiu isso foi bem corajoso, né?

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18 comentários em “Uma casinha na beirada do precipício”

  1. Oi Philipe! Como nunca estive em contato com você antes, em primeiro lugar parabéns! O seu blog é ótimo e já acompanho a um bom tempo. Mas eu preciso fazer um comentário, espero que tome como uma crítica construtiva. Tenho notado alguns erros de português nos seus textos, coisas que não via quando o blog ainda tinha a antiga “cara”. Como eu disse, leve como uma tentativa de ajudar, uma vez que isso pode desmotivar um ou outro fiel seguidor. E isso não seria interessante nem pra nós, nem pra você, acredito eu!
    Um abraço! Que Deus abençõe você e a sua família!

  2. Acho que o Ronaldo se referiu na verdade a estes erros de” digitação” Philipe

    par situações de emergência

    escaladores e turiastas corajosos

    para admirir sua estupenda vista.

    Espero ter Ajudado!
    Sou seu fã um Abraço!

    • Ah, sim… Infelizmente essas merdas acontecem, o meu teclado anda dando uns moles aqui. tem vez que eu bato na tecla e a letra não entra. Mas ruim mesmo é quando preciso catar milho, já que ele apagou praticamente todas as letras, hahaha. Eu uso muito essa joça. As únicas letras que restam são o X,V,W,Y,H.
      Tem vez que não sei o que me dá eu bato na tecla errada e vou em frente, geralmente eu releio o post depois de publicar, mas ultimamente tenho feito tudo correndo tanto, que esses moles passam batido.

      • Oi novamente Philipe!
        É compreensível, acontece com todo mundo! Veja meu comentário mais pelo lado do meu abraço e os parabéns que por qualquer outra coisa. Novamente dizendo, seu trabalho é ótimo!
        Só pra você ter uma idéia do alcance dele, eu moro numa cidade no interior de Minas Gerais, se chama Serro. É uma cidade histórica, linda… A primeira do Brasil a ser tombada pelo patrimônio histórico e artístico nacional. Você precisa conhecer! E por aqui uns amigos meus também acompanham seu trabalho de tanto que eu já falei e falo do seu blog.
        Abraço de novo!

  3. oi filipe, vosse escreve serto, porrem com linhas torta.
    nao lige pra eces imbecies qui nao sabe le, estou comtigo
    seu saite e legau , continua sendo assin genti boa como c é.
    abraco do ceu amigo genaro de boa vista – ceará

  4. Fiquei aqui pensando como conseguiram levar toda a madeira e materiais para lá, e também como é que aquele aquecedor funciona.. energia elétrica, neste lugar, com certeza só com baterias.. impressionante!.

  5. Primeiramente parabéns pelo seu blog Philipe!!! 🙂 Ele é mais que um portal de curiosidades “gumpianas”, mas também um interessante incentivo para pesquisas de diversas áreas (incluindo história; sou historiador!);

    Ah! Gostaria de saber quem fez essa casinha…! 0.o
    Mas tem algo que me intriga: a porta da casa abre para fora!!! Imagine o perigo: um sujeito andando na varada-pseudo-sacada-beirada-da-morte… e outro abre a porta e… adios… rs

    Um grande abraço Philipe!!!

  6. gostei das informações…. como vc diz , nem sempre falam ou mostram o que acontece de verdade por estes montes que são tão cobiçados pelos escaladores…..

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