O tequinho – Uma história real

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Eu morei num predio que era marcado por histórias bem bizarras. Foi neste prédio que o meu vizinho morto apareceu pra mim, que minha namorada foi possída por um espírito e onde trabalhava o Gelson, o porteiro psicopata.

O Tequinho, é um caso desse prédio. Mas foi vivido e contado pra mim em detalhes pelo meu amigo Pedro.

Até hoje, o “Tequinho” está ao lado do fantasma da dona Augusta e do “Homem sangrento” como um dos insondáveis mistérios que cercam o ed. Varandas de Icaraí, n. 75 em Niterói.

O Pedro estava no 13 andar (um prenúncio macabro do que aconteceria? Jamais saberemos!) brincando de bolinha de gude com um amigo ( um primo ou alguém do prédio que não me lembro quem era, afinal coadjuvantes não marcam muito) e ele ouviu alguém o chamar com uma voz gutural que mais parecia a voz do MUM Rá lá na escada.

Nervoso, Pedro gelou. Reuniu toda sua coragem e tentou engolir o cagaço ao perguntar, já com medo de ouvir a resposta:

– Quem tá aí?

Nada se ouviu. Apenas o silêncio da escada e o som dos elevadores.
Mais confiante, para demonstrar sua coragem ao amigo, Pedrão ainda perguntou novamente, agora mais autoritário, como quem exige saber a verdade de um fantasma:
– Quem tá aí, porra?

Foi quando para seu terror, ele recebeu a temida e macabra resposta:

-O TEEEEEQUIIIINHOOOO… – E o silêncio que se seguiu foi apenas quebrado pelos gritos dos dois moleques querendo entrar no apartamento esmurrando a porta.

Nunca descobriu-se quem de fato foi o tal Tequinho, apenas podemos supor que teria sido um porteiro que morreu do coração logo na primeira fase de moradores no prédio. Pelo que me contaram seu apelido era:

“Seu Tequinho.”
(embora eu desconfie que o Junior, aquele da brincadeirta do copo no Campo de São Bento, tenha inventado esta parte)
Quer verificar mais sobre este caso? Vá até o prédio, suba até o décimo terceiro andar do bloco A e perguntou nas escadas à meia noite: “quem está aí?”

Talvez surpreso você também receba uma resposta. Uma resposta do Tequinho, numa escada,  Além da Imaginação.

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5 comentários em “O tequinho – Uma história real”

  1. Háhaheaheh, na boa, alguém zoou legal com os moleques. A coisa mais engraçada é zoar com os outros com esses lances de fantasma. O zoado sendo adulto é mais engraçado heheh

  2. Caraca !! o tequinho !! Esqueceu de dizer que todos os dia , á meia noite o elevador sobe ao 13 andar e desce vazio ,eu e a Thays Bolean cansamos de ver isso acontecer…. é por isso que a gente evitava ir pra casa nesse horário ,a gente preferia mesmo0 era subir após ás três horas da manha….

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