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O poema do mosquitão amarelo
Quando eu ligo a tevê, me surpreendo Todo programa que acabo vendo Fala da mesma abominação Febre amarela, o terror da população Sem solução imediata Para a falta de notícias decentes A mídia só relata “as mortes crescentes!” A febre amarela já foi um mal devastador um problema constrangedor Já infestou o Rio de Janeiro Que Oswaldo Cruz de um jeito pioneiro no passado erradicou Mas que agora, pelo visto, voltou A fila pra vacinar é grande Antes que essa merda desande O povo dorme nela pra guardar lugar Cada um pensando em se safar Mas a galera só quer se vacinar e o governo não para de negar: “Não há problema, tem pra todo mundo tomar” Mas a verdade é que os estoques, estão pra acabar Os jornais só querem vender Ver a merda acaontecer Pra um dindim faturar Num mês que é de amargar Se faltam dados, falta ação Criar notícia é a solução. Mas a febre vai passar Tão logo o carnaval chegar A mulata desfilará toda bela E o povo esquecerá a febre amarela E com big brother oito na parada ninguém mais lembrará dessa palhaçada Todo mundo só pensando no paredão E a febre amarela continuará sem solução Mas é fato que se eu pudesse, me vacinaria Já que de bobo eu não tenho nada A duração da vacina me protegeria Caso eu tomasse uma ferroada Eu poderia até ficar Aqui rimando esse versinho rude Mas não posso continuar Pois na fila do posto de saúde Deixei um moleque guardando meu lugar 11 CommentsLeave a Reply |
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O melhor do Mundo GumpFragmentos da vidaA brincadeira do copo e minha primeira experiência sobrenatural A festaAs vezes em que eu quase fiquei cego Águia de Aço - Minha aventura no cinema O dia em que eu marretei o tanque A história do apontador -fragmentos da escola Minha aventura no assalto - Combo LOST- Minha lua de melMinha inesquecível viagem a Manaus Como que eu quase levei um tiro Guardas, Propinas e um pouco de malandragem Com ou sem - Minha noite no pior hotel do mundo A mulher pelada sob a cama da minha avó O dia em que os marines apontaram seus fuzis pra mim Os aventureiros da torre proibida Como descobri que eu tinha uma solitária O dia em que eu roubei um cadáver Uma história inacreditável até pra mim Como lidar com um impertinente de lotação Improve the web with Nofollow Reciprocity.
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O.o … sem “comentarios”!
hahahahaha
tudo que foi dito no texto anterior desse assunto, porém, de forma mto criativa
parabéns, tem talento
Isso seria poesia Vogon??? Nunca esqueça a sua toalha antes de ler isso…
[quote comment=""]Isso seria poesia Vogon??? Nunca esqueça a sua toalha antes de ler isso…[/quote]
???
aiohhaioshiohoiasohihoisahio amei xD
CARA TU É UM GÊNIO !!!!!
parabens!
Poesia Vogon. A pior poesia do Universo, segundo o “Hitchhiker’s Guide to the Galaxy”. Tão ruim que mata as pessoas.
Acho que sou um Vogon, então. Eu gostei hehehehe
[quote comment=""]Poesia Vogon. A pior poesia do Universo, segundo o “Hitchhiker’s Guide to the Galaxy”. Tão ruim que mata as pessoas.
Acho que sou um Vogon, então. Eu gostei hehehehe[/quote]
HAhaha. Tudo faz sentido agora. Entendi porque meu nariz é na testa!
Ei Philipe!
Uauauauuaauua, eu adorei o poema. Você escreve muito bem. Sou uma leitora assídua do seu blog. Parabéns!
Bjokitas
Valeu Karen
A verdadeira MALDIÇÃO DAS TUMBAS DO EGITO era adivinhe quem?
O AEDES AEGYPT, que picava democraticamente os invasores de tumbas e saqueadores de sarcófagos, fossem salteadores ou pesquisadores.
Ou seja, o cara entrava na tumbeca, era picado, e dias depois morria de maneira horrível, provavelmente com dengue hemorrágica.
Daí a lenda da MALDIÇÃO DA MÚMIA, MALDIÇÃO DOS FARAÓS OU MALDIÇÃO DA TUMBA.
Agora, já importado para cá, o AEDES também está espalhando a febre amarela.
Cadê o Dustin Hoffman com o filme Epidemia?
E cadê o governo com as vacinas?
Mudando de assunto:
Frase encontrada numa caverna em Brasília, cinzelada em pedra, provavelmente de origem Fenícia:
“Teoria é quando se sabe tudo e nada funciona.
Prática é quando tudo funciona e ninguém sabe porquê.
Nesta terra, unem-se teoria à prática: nada funciona e ninguém sabe porquê”.