Dicas para fazer uma boa monografia

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Muitos dos leitores aqui do blog são universitários. Como estamos no fim do segundo semestre, é possível que muitos dos leitores aqui do blog estejam justamente fechando suas monografias de conclusão de curso para entregar. Daí que surgiu a idéia de colocar algumas dicas que podem ajudar a encerrar esta etapa. Vamos às dicas:

1- FAÇA SEU TRABALHO DENTRO DAS NORMAS

Esta é a coisa mais óbvia e a mais problemática no universo das monografias. A primeira dama vive reclamando lá em casa que os alunos dela volta e meia dão mole com coisas banais. Muitas vezes o orientador come mosca e o parecerista não marreta. Com isso, seu trabalho ficará ad eternum queimando seu filme.

O que são as normas? Bom, se você está fazendo esta pergunta agora, é sinal que a coisa está BEM GRAVE pro teu lado, meu amigo. Você pretende fazer uma capa com purpurina e cola colorida? Prende escrever seu trabalho com aquela caneta de 16 cores made in Paraguai? Acha que bibliografia é só uma coisa que a gente copia dos livros no fim do trabalho? Se você pensa isso, ferrou.

Na verdade , as normas que eu me refiro são os padrões estabelecidos pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). O fato de existirem normas que orientam a forma de se construir um trabalho acadêmico pressupõe que esta é a forma CERTA. Eu não estou dizendo que você é obrigado a fazer assim. Se quiser colocar adesivinhos da hellokitty na sua monografia ou decorar a capa com purpurina, ótimo, vai nessa. O que eu estou propondo é: Minimize o risco de ser marretado e ter que passar o verão de sol e mar num quarto abafado refazendo seu trabalho. Siga as normas. E o principal: NUNCA, JAMAIS, EM HIPÓTESE NENHUMA compre uma monografia pronta.

Existem espertalhões por aí oferecendo monografias compradas. Quem cai nessa, esquece o básico. O espertalhão some com sua grana, o trabalho fica cadastrado na biblioteca com o SEU NOME, e isso constitui fraude. Cedo ou tarde, alguém vai descobrir, possívelmente colocarão a polícia nisso e você pode responder processo. Recentemente a PF iniciou um trabalho de varredura e prisão de pessoas ligadas à compra de trabalhos acadêmicos.

Na dúvida, prefira fazer um trabalho de péssima qualidade a apelar para uma monografia comprada.Voc6e vai pagar mico, sem dúvida, mas pelo menos não será crime.

2- APRESENTAÇÂO

Como o nome sugere, a apresentação é fundamental. Ela pode ajudar a dar uma moral ao seu trabalho ou destruir sua credibilidade rapidamente. Quer um exemplo?

Qual dos dois você contrataria para ser o gerente do seu banco?

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Sacou onde eu quero chegar? O visual não é tudo, mas ajuda a conceder credibilidade ao seu trabalho. Nada de espalhafato. Guarde a cola colorida, canetinhas e adesivinhos cheirosos. Aqui é coisa séria e seu trabalho tem que passar isso.

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Segundo o Site Universia, a capa do trabalho é fundamental:

A capa é elemento obrigatório na apresentação de trabalhos acadêmicos. Embora algumas informações sejam de presença opcional, como o nome da instituição, por exemplo, há dados que são indispensáveis. Na capa da sua monografia é indispensável que conste seu nome, o título do trabalho e, quando houver, o subtítulo da obra. Além disso, se o trabalho for composto de vários volumes, isso precisa ser informado na capa. Para fechar a lista de informações obrigatórias, não se pode esquecer do nome da cidade em que a instituição se localiza e o ano em que a obra será entregue.

3- FOLHA DE ROSTO

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Folha de rosto é uma espécie de cópia da capa, só que este item da monografia comporta algumas cosinhas a mais, que poluiriam a capa.

A Folha de rosto é praticamente uma cópia da Capa. A diferença é que ela traz algumas informações obrigatórias que a capa não demanda. Há descrições mais detalhadas na folha de rosto. É o caso da natureza do trabalho. Trata-se de um texto breve em que conste o tipo da apresentação – que pode ser uma tese, dissertação ou trabalho de conclusão de curso -, além do objetivo da realização do mesmo – como obtenção de grau ou aprovação em disciplina determinada – nome da universidade e a área de concentração. Outros itens obrigatórios da Folha de Rosto são os nomes do orientador e, se houve, co-orientador do projeto.

4- A ERRATA

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Você vai morrer. Não, não estou maluco. Isso é um fato, já que para morrer, basta estar vivo. Do mesmo modo, para errar, basta iniciar um trabalho qualquer. O erro é parte do processo e embora teimemos em buscar acabar com eles o tempo todo, eles sempre estão lá. Você tem duas maneiras de lidar com este fato. Um deles é aceitá-los e corrigi-los, e o outro é dar uma de Paulo Coelho (diz a fama do Mago que ele não deixa o revisor corrigir seus erros de português por acreditar que os erros são parte de um tipo de Magia que faz o livro vender bem) Infelizmente, se você não vende milhões de dólares em livros pelo mundo, esta desculpa só vai te ferrar. Assim, assuma os erros e crie uma errata.

Embora seja uma parte opcional no trabalho, a errata pode ser uma ferramenta valiosa para compensar algum escorregão que passou pelo processo de impressão. Ela deve ser posicionada logo depois da folha de rosto. Para localizar o erro é preciso usar uma referência em que se informe a página e a linha onde se encontre o erro. Em seguida expõe-se o texto da errata e imediatamente ao lado a correção.

5- FOLHA DE APROVAÇÃO

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Você vai ser aprovado ou não, mas para isso, é importante que seu trabalho exiba este item, que é obrigatório numa boa monografia.

Mais um item obrigatório, a Folha de Aprovação deve estar na seqüência da Folha de Rosto. É aqui que será feita a avaliação do trabalho por parte dos examinadores. Por isso, além do nome do autor, título e subtítulo – se necessário -, natureza, objetivo do trabalho, nome da universidade e área de concentração, é preciso constar o nome dos avaliadores, titulação e o nome das instituições das quais cada uma deles faz parte. A assinatura dos destes será posta nesta folha, juntamente com a data da aprovação, tão logo a avaliação esteja concluída.

6- O TRIO TERNURA: dedicatória, agradecimento e epígrafe

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Estes itens nunca perdem uma festa. São o trio-ternura das monografias acadêmicas e deverão estar na sua. Não vou me alongar sobre a dedicatória. Basta dizer que ela é uma espécie de listagem onde você dedica seu trabalho. Vale seu cachorro falecido, sua avó, seu professor de matemático que te surrou com uma régua ou aquele amiguinho que te mordeu nos tempos da escola. O trabalho é seu. Você dedica ele a quem bem lhe interessar.
Já o agradecimento, é similar, só que nele, você agradece a quem bem entender. Muita gente começa agradecendo a Deus. Se você não é religioso, agradeça a Darwin ou Carl Seagan, talvez quem sabe, James Randi.
Já a epígrafe constitui aquele espaço onde você cita uma frase inspiradora, que -em alguns casos- tem a ver com seu trabalho. Estes três elementos, não são obrigatórios, mas quem resiste a babar o ovo de alguém ou dar aquele “chega pra lá” no leitor citando uma frase arrasa-quarteirão do Frederich Nietzsche?

Não são elementos obrigatórios, mas podem ser usados pelo autor caso queira dedicar o trabalho a alguém, fazer algum agradecimento a pessoas que contribuíram de maneira relevante com o trabalho ou adicionar alguma epígrafe antes do início do trabalho, o que pode também ser feito na própria folha inicial do texto.

7- RESUMO

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Seria bem louco se você resolvesse fazer um resumo do seu trabalho numa língua perdida no tempo, ou algo bem hermético como tabelas cabalísticas. Só que seria também inútil, já que ninguém ia conseguir ler. E é por isso que costuma se fazer um resumo do trabalho na sua língua. A finalidade óbvia disso é que quando seu trabalho for indexado, o cara que vai consultar poderá saber do que se trata seu trabalho sem ter que bancar o arqueólogo e ler tudo que você escreveu para só então concluir que nào era aquilo que ele estava procurando. Dica: Use o contador de palavras do seu editor de texto para saber se está no limite de palavras recomendado pela ABNT.

Esta parte, obrigatória, é usada para que o autor faça uma breve síntese do trabalho. A ABNT aconselha que o Resumo tenha no máximo 500 palavras que devem ser distribuídas em frases concisas e objetivas que descrevam o trabalho, desde sua elaboração, objetivo, metodologia e conclusão. Recomenda-se que as frases estejam na terceira pessoa do singular e em voz ativa. Também aqui deve ser feita uma pequena lista de palavras (no mínimo três palavras) para indexação.

8- RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

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Se você pensa que globalização é só um monte de produto chinês na banquinha do camelô, está enganado. Globalização é isso e também ver seu trabalho sendo lido – e se você tiver sorte – citado em trabalhos e papers internacionais. Isso é possível permitindo que pessoas de todo o mundo acessem seu texto. Daí surge a necessidade de um resumo em outra língua. Basicamente voc6e vai traduzir seu resumo para inglês. Se você não é bom na língua anglo-saxã, recomendo juntar alguns caraminguás e PAGAR um tradutor profissional para traduzir isso profissionalmente pra você. Evite a todo custo recorrer a tradução automática, como aquelas que saem muito ao “foot of the letter”. Na falta total de dindim, recorra a amigos. Com a popularização dos cursos de inglês, certamente você tem um amigo(a) que sabe falar e escrever fluente nesta língua. Pague um chopp pra ele em troca do trabalho. Ninguém gosta de trabalhar de graça e assim você valoriza o conhecimento que ele adquiriu – e que não veio de graça.

O resumo em língua estrangeira tem exatamente a mesma configuração do Resumo da Língua Vernácula e também é obrigatório. Deve estar numa página separada. Em inglês ABSTRACT, em espanhol RESUMEN, em francês RÈSUMÉ. Da mesma forma, é necessária a lista de no mínimo três palavras (no idioma escolhido) para indexação.

9- LISTAS
Estes não são itens obrigatórios, mas de acordo com o tipo do seu trabalho, pode ser necessário que você tenha estes elementos na monografia. Se for o seu caso, siga assim:

ILUSTRAÇÕES –

A Lista de ilustrações deve ter os itens ordenados da forma como aparecem no trabalho com o respectivo nome e a página em que se localiza. No caso de haver vários tipos diferentes de ilustrações (quadros, mapas, gráficos, etc), é aconselhável que se use uma listagem para cada tipo para organizar melhor;

TABELAS – A Lista de tabelas segue esquema idêntico ao de ilustrações;

ABREVIATURAS – A Lista de abreviaturas e siglas deve ser feita respeitando a ordem alfabética das mesmas conforme uso no trabalho. Elas devem ter a expressões correspondentes escritas imediatamente ao lado;

SÍMBOLOS – A Lista de símbolos deve apresentar todos os símbolos apresentados no trabalho na ordem em que eles aparecem no texto com o respectivo significado ao lado.

10-SUMÁRIO

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O sumário ajuda seu leitor a encontrar a sessão correspondente à busca dele no seu trabalho. É muito importante ter rigor nesta etapa.

Trata-se de peça obrigatória no trabalho acadêmico e deve ser disposto de maneira que as partes da monografia apareçam descritas com o nome idêntico àquele que está contido no texto com o número exato da página.

11- O TEXTO

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Ufa, finalmente chegamos no texto. Eu sei que você é um bom escritor e que pretende inovar fazendo uma monografia revolucionária que começa pela conclusão. Mas siga meu conselho e guarde sua veia literária para outro momento. Evite ao máximo mexer na estrutura basica do texto. Ele tem que ter início meio e fim. As pessoas não são obrigadas a ler seu pensamento. Escreva e releia seu trabalho. Leia o mesmo em voz alta. Dificilmente um texto mal escrito resistirá a uma leitura em voz alta. Estruture seu trabalho em Introdução, desenvolvimento e conclusão e em hipótese nenhuma, mude a ordem dessas coisas!

A introdução é a parte em que o autor vai mostrar o que o trabalho vai abordar, o propósito da pesquisa, os limites da abordagem, e todas as informações relevantes para nortear o leitor.

O desenvolvimento é a maior parte do trabalho de monografia. É aqui que será feita, de maneira ordenada e detalhada da maneira mais ampla e relevante possível, a exibição do assunto do trabalho e do método empregado. Esta parte poderá ser dividida em seções e subseções.

Este espaço deve ser usado para as conclusões finais do trabalho a partir de suas teses iniciais e objetivos.

12- REFERÊNCIAS

Aqui é onde a maior parte da galera se embanana. As referências são fundamentais para um bom trabalho, mas se você der bobeira ou for desleixado pode incorrer em plágio sem querer. É importante seguir ao pé da letra as regras das referências para seu trabalho ficar bem feito.

As referências podem aparecer em diferentes partes do trabalho: no rodapé, no fim do texto ou de um determinado capítulo, em lista de referências ou antes de resumos e resenhas, por exemplo.
Toda referência é alinhada à esquerda e a referência que diz respeito à mesma obra é separada pelo espaço simples. Para separar uma referência da outra, usa-se espaço duplo. No rodapé, as referências são alinhadas à esquerda a partir da segunda linha da referência de maneira a ficar abaixo da primeira letra da primeira linha de maneira que destaque o expoente e sem espaço entre elas.

Vamos ver os tipos de referências aqui:

Monografia ou livro no todo

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Aborda livro, manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário, teses e dissertações, entre outros. Aqui os itens obrigatórios são: autor, título, edição, local, editora e data de publicação.

Há possibilidade de acrescentar mais itens.

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Monografia ou livro no todo em formato eletrônico

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Aborda livro, manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário, teses e dissertações em meios eletrônicos como CD-ROM, sites etc. Aqui, além do autor, título, edição, local, editora e data de publicação, é obrigatória a descrição física do meio eletrônico.

Quando se tratar de um site, deve-se escrever a expressão “Disponível em:” seguida do endereço eletrônico da página grafado entre os sinais < >. Além disso, deve-se colocar na seqüência a expressão “Acesso em:” seguido da data de acesso ao dado. A ABNT não recomenda a publicação de material que fique disponível por um período curto na Internet.

Publicação periódica como um todo

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No caso de utilização de trechos de artigos, matérias jornalísticas ou seções, é preciso, obrigatoriamente, citar o título da publicação, local, edição, data de início e término da publicação.

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Caso necessário, pode-se colocar outras informações para ajudar na identificação.

Partes de revista

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Ao usar trechos de matéria jornalística de revista, é preciso citar o autor ou autores, título da parte, artigo ou matéria, título da publicação, local de publicação, numeração correspondente ao volume e ano, fascículo ou número, paginação inicial e final e data ou intervalo de publicação.

Partes de jornal

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Ao usar trechos de matéria jornalística de jornais, é preciso citar o autor ou autores, título, nome do jornal, local de publicação, data da publicação seção, caderno ou parte do jornal e a paginação equivalente. Se não houver caderno ou parte, cite a página em que a matéria está e a data.

Legislação

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Quando você citar uma lei dentro do seu trabalho é imprescindível que sejam identificados: a jurisdição, título, numeração, data e dados da publicação. Em Constituições e emendas, entre o nome da jurisdição e o título, coloque a palavra “Constituição” com o ano de promulgação entre parênteses.

13- CITAÇÕES

As citações são partes muito comuns de trabalhos acadêmicos. Muitas vezes são informações tiradas de outras fontes. Como era de se esperar, as citações possuem regras específicas de uso.

Para usar informações retiradas de outras fontes, você precisa seguir orientações específicas para esse fim. Elas abordam transcrições textuais de parte de uma obra, citação direta ou indireta de texto da qual não se teve acesso aos originais, notas de referência e de rodapé.

Nas citações, quando chamadas com o sobrenome do autor, instituição ou nome da obra, use letras maiúsculas e minúsculas.

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Somente quando a citação for feita entre parênteses você deve usar todo o texto em caixa alta.

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É preciso que, ao citar diretamente uma fonte, você traga no texto as seguintes informações: página, volume, tomo ou seção em que foi feita a consulta, data, separada por vírgulas e precedido pelo termo que os caracteriza.

Citações no texto

Se a citação feitas no corpo do texto que tiver até três linhas, precisam ser feitas dentro de aspas duplas

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Para citações com mais de três linhas no corpo do texto, use recuo de 4 centímetros em relação à margem esquerda. Nesse caso, não use aspas e trabalhe com tamanho de fonte menor em relação àquele utilizado no texto do trabalho.

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Supressões, interpolações, comentários, ênfases e destaque

Supressões:
Exemplo:
Barbour (1971, p. 35) descreve: “O estudo da morfologia dos terrenos […] ativos […]”

Interpolações acréscimos ou comentários:
Exemplo:
“não se mova [como se isso fosse possível], faça de conta que está morta.” (CLARAC, BONNIN, 1985, p. 72).

Ênfase ou destaque:
Exemplo:
“[…] desejo de criar uma literatura independente, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial […]” (CANDIDO, 1993, v. 2, p. 12, grifo do autor).

Obs: Para ênfase ou destaque, pode-se usar grifo, negrito ou itálico, a critério do autor.

Notas de rodapé:

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Para as notas explicativas, use o esquema numérico. No caso das notas usadas para citar outra obra, trabalhe com o sistema autor-data. A partir da segunda linha da mesma nota, é preciso que o alinhamento siga o da primeira letra da primeira palavra. Não use espaço entre elas e trabalhe com fonte em tamanho reduzido em relação ao usado no texto.

14-GLOSSÁRIO

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Como é um item opcional, o glossário pode ser usado se seu trabalho estiver excessivamente hermético. Glossario mostra sua força quando seu trabalho é excessivamente técnico, com muits termos que só os iniciados na sua área dominam. Não faça seu trabalho só pra você. Pense no seu leitor. Muito provavelmente ele não será da mesma área que você todo o tempo e pode não entender parte do que você escreveu. Certas áreas do conhecimento possuem tantos termos restrutos que muitas vezes uma conversa entre duas pessoas de uma mesma área chega a parecer língua alienígena. Você precisa ver como é minha conversa quando eu encontro com meus amigos da computação gráfica…

O Glossário é opcional, mas seu uso é indicado para a relação de palavras de uso específico, como terminologias estritas de determinadas áreas. As palavras devem ser listadas em ordem alfabética acompanhadas das respectivas definições.

15- APÊNDICES
Um apêndice é um elemento complementar opcional do seu trabalho. Seu trabalho pode ter muito, pouco ou nenhum apêndice, de acordo com o tema escolhido e o conteúdo do mesmo.

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Apêndices são documentos complementares ao trabalho acadêmico, elaborados pelo autor. De uso opcional, apêndices são nomeados com letras maiúsculas em seqüência que respeite a ordem alfabética, seguidas de travessão e o título do mesmo.

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Dica: Se houver mais apêndices do que letras no alfabeto, usa-se letras dobradas. Ex: “AA”

16- ANEXOS

O pessoal confunde apêndice com anexo. A diferença básica é que o anexo é algo feito por outra pessoa e o apêndice é feito por você. Simples, né?

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Anexos são textos ou documentos complementares ao trabalho acadêmico, não desenvolvidos pelo autor. Também opcional, anexos são nomeados com letras maiúsculas em seqüência que respeite a ordem alfabética, seguidas de travessão e o título do mesmo.

Do mesmo modo que no caso do apêndice, se o seu número de anexos for joseíticamente grande e acabarem-se as letras do alfabeto, dobre as letras. Ex: “AA”

17- O ÍNDICE

O Índice não é obrigatório. Basicamente isso é muito confundido com o sumário, mas no universo acadêmico, índice é uma relação de palavras ou termos específicos dentro do seu trabalho, ordenadas por um critério pré-definido para ajudar o leitor a encontrar um termo específico no seu trabalho.

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Listagem de palavras ou frases organizadas por critérios variados cujo objetivo é localizar elementos dentro do trabalho. O índice não é um item obrigatório na monografia.

18- O FORMATO

Amigo, compre um remédio aí para dor de cabeça. Pegue um copo d’água e divirta-se com as regras de formatação da sua monografia:

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A ABNT estabelece também algumas diretrizes em relação ao formato da monografia. É preciso utilizar papel no formato A4 (21cm x 29,7 cm) e o texto deve ser digitado em papel na cor branca no anverso da página. Somente a Folha de Rosto terá conteúdo impresso nas duas páginas da folha. É indicado que o autor use fonte no tamanho 12 para o conteúdo regular da monografia. Para citações, notas de rodapé, legendas e paginação, recomenda-se o uso de fonte em tamanho menor e uniforme. Deverá ser respeitado recuo de 4 centímetros em relação à margem do papel para citações com mais de três linhas.

MARGEM –

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Do lado esquerdo e na parte superior, a margem deve ser de 3 centímetros. Para o canto direito e a parte inferior, as margens não podem ultrapassar 2 centímetros.

ESPACEJAMENTO –

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A regra básica de espacejamento é que o texto seja digitado com espaço de 1,5. A regra só não se aplica para notas de rodapé, referências, citações com mais de três linhas, legendas, ficha catalográfica, natureza do trabalho, objetivo, nome da instituição e área de concertação. Para esses casos há duas recomendações: para Referências, usa-se dois espaços simples. Em todos os demais, a orientação é que se use o espaço simples.
Você deve usar dois espaços 1,5 para separar os títulos de seções e subseções do texto que os sucederem. Por sua vez, o título e subtítulo precisam estar posicionados no topo da mancha.
ATENÇÃO: a natureza do trabalho, objetivo e nome da instituição devem ser alinhados no meio da mancha para a margem direita quando contidos na folha de rosto e folha de aprovação

NOTAS DE RODAPÉ –

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Sempre dentro da margem, as notas de rodapé devem estar separadas do texto regular da monografia por espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 centímetros contados a partir da margem esquerda.

INDICATIVOS DE SEÇÃO –

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Para indicar numericamente uma determinada seção, use o número antes do título dela. O algarismo deve estar alinhado à esquerda e separado pelo espaço de um caractere.

PAGINAÇÃO –

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Para numerar as páginas do trabalho, é necessário iniciar a contagem a partir da folha de rosto. Entretanto, elas não devem ser numeradas. Isso só será feito a partir da primeira folha do texto (introdução). Os números das páginas precisam ser posicionados no canto superior direito a dois centímetros da borda superior da folha de maneira que o último algarismo do número fique a dois centímetros da borda direita da folha. Apêndices e anexos seguem a mesma regra e devem ser numerados de acordo com a seqüência do trabalho.

NUMERAÇÃO PROGRESSIVA –

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A numeração progressiva é usada para explicitar a sistematização do conteúdo do trabalho. Deve-se usar algarismos arábicos e limitar a numeração até a seção quinária. Para indicar seções primárias use sempre números inteiros, partindo do número 1 (um). Já para as secundárias, é preciso acrescentar a indicação primária da qual faz parte, e o seu número obedecendo a sequência de assuntos. Os dois números são separados por ponto.

SIGLAS –

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As siglas devem ser precedidas pelo nome que ela simboliza e precisam ser colocadas entre aspas. Essa disposição deve ser aplicada somente na primeira vez em que a sigla aparece no texto. Nas outras vezes, basta usar a sigla.

EQUAÇÕES E FÓRMULAS –

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Ao usar fórmulas ou equações no texto é preciso destacá-las. Para tanto, quando preciso, aconselha-se o uso de números entre parênteses, alinhados à direita. Caso o autor opte por usar as equações dentro do texto corrido, poderá utilizar espaço entrelinha um pouco maior para haver espaço para os eventuais elementos de uma equação, como expoentes e índices.

ILUSTRAÇÕES –

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Devem sempre ser identificadas na parte inferior de maneira que seja antecedida pela seqüência composta pela palavra que a designa junto do número que ordena as aparições das ilustrações no trabalho. A legenda deve ser escrita de forma simples e direta, para rápida e total compreensão por parte do leitor. É aconselhável que as ilustrações sejam dispostas o mais próximo possível da parte do texto em que são citadas. Essa regra vale para qualquer tipo de ilustração – desenhos, esquemas, fluxogramas, fotos, gráficos, mapas, plantas, etc.)

OUTRAS DICAS:

Para conhecer outros itens não obrigatórios da estrutura de apresentação de trabalhos acadêmicos e ter acesso a todas as definições dessa estrutura, consulte a norma NBR 14724 da ABNT;

Mais detalhes sobre citações e acesso às diferentes variações possíveis para o rodapé estão na norma NBR 10520 da ABNT;

Se você quer saber mais detalhadamente como deve fazer ao usar referências de obras cujo autor é desconhecido, ou o padrão correto para obras com mais de três autores, ou ainda a forma correta de fazer referência a obras escritas sob pseudônimos, consulte a norma NBR 6023 da ABNT;

Para mais informações sobre numeração progressiva no trabalho, consulte a norma NBR 6024 da ABNT.

O site da ABNT está aqui.

BOA SORTE.

Fonte

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47 comentários em “Dicas para fazer uma boa monografia”

  1. Matou a pau mais uma vez!

    Pena que já entreguei minha monografia dia 26 do mês passado, mas vejo que fiz tudo dentro das normas. Ainda bem.

    Uma pergunta que gostaria de deixar: TeX ou Word?

  2. Philipe, eu te adoro!
    Estou justamente correndo para fechar a minha monografia e você aparece com esse post. A minha faculdade (UERJ) estava em greve e voltamos às aulas esta semana, por isso está tudo muito corrido. Suas dicas foram excelentes! Vou falar com os meus amigos de turma para darem uma passada aqui.
    Mais uma vez o dia foi salvo… Graças ao Philipe!
    Obrigada!!! 😀

  3. Bate o olho, mas fico bem melhor explicado do que a própria ABNT faz. Melhor de tudo, tu colocou exemplos de como fica os itens… Muito bom mesmo.
    Mandei até o link para um amiga que esta fazendo uma monografia.

    A minha, só daqui três anos. Hehe
    Bom, no momento, nem quero pensei nisso.
    Tem muiiito chão até lá. 😛

  4. ABNT eu acho que é problema pra maioria dos alunos. Quando se tem uma disciplina dedicada exclusivamente a esse tópico, geralmente ela é ministrada no início do curso, para uma tropa de gente que acha que a monografia/tcc/projeto final ainda está muito longe para se preocupar com isso.
    Teu post ficou excelente!

  5. Nossa! Vou salvar isso nos meus favoritos. XD
    Comecei a fazer Comunicação Social/Jornalismo esse semestre, e isso vai me ser muito útil ainda! Só espero que a ABNT não mude nada. =P

    Muito bom mesmo, só esqueceu de uma coisa MUITO importante. Fazer um backup da monografia, sempre que possivel. Um amigo meu tava pra entregar a monografia dele em um mês e de repente…. KABUM! O HD foi pro saco. x_x
    Sorte que ele é conseguiu recuperar tudo com a ajuda de um amigo que é tecnico de informática. XD
    Você podia adicionar isso no seu tutorial. =P

  6. por falar em metodologia (isso vai pra quem ta começando), é bom ir começando a fazer um esboço da monografia (minha nota nesta materia vai ser um esboço da monografia, e se vc ja tiver a base de como fazer vai ficar mais facil)

  7. Entreguei a versão final da minha monografia hoje!
    Recomendo utilizar latex pois ajuda muito a seguir as normas, sem todo o sacrifício necessário num OpenOffice ou Word.
    Inclusive houve um problema com a definição da norma a ser utilizada pra confecção da monografia, o professor responsável definiu uma outra, os outros professores não estavam cientes… uma confusão grande. Mas no fim, tudo deu certo!

  8. Acho que ficou faltando colocar qual fonte usar, já que você descreveu o espacejamento, ele pode ser diferente pra cada fonte.
    Só espero que não tenha passado pela cabeça de ninguém usar a comic sans pra monografia ficar super descolada junto com seus adesivos.

  9. Nossa, belo post!
    Pena que minha monografia e todos os outros trabalhos envolvem as regras da APA!!
    Mas tá ótimo, vou indicar o post pro povo que trabalha com a abnt, o resumo tá mto bom!
    🙂

  10. Primeiramente, parabéns pela iniciativa. Você compilou bravamente, de modo sintético e claro, o que todo futuro autor de monografia deve saber.

    Como complementação, vale dizer que cada universidade ou faculdade apresenta suas próprias regras, tanto no âmbito da formatação como dos protocolos e mesmo nomes dos tópicos citados no artigo.

    Por exemplo: a folha de aprovação tem um formato específico de acordo com o próprio modelo da instituição de ensino, assim como a parte de Referências pode se chamar Referencias Bibliográficas, Bibliografia, Lista de Bibliografias, etc.

    A Conclusão pode se denominar Discussão, esta última pode vir separada da primeira ou ainda podem ser ambas denominadas em um só campo: Discussão e Conclusão, ou ainda pode se chamar também Considerações Finais.

    Vale a dica de sempre procurar a Secretaria de assuntos acadêmicos, e em alguns casos a biblioteca da faculdade para se informar sobre as normas específicas para cada caso. E claro, o auxílio do orientador.

  11. Olá,eu tenho que fazer uma monografia,mas não é de conclusão de curso,é sobre análise de um poema para entregar daqui a 2 meses,e gostaria de saber se é realmente necessário a utilização de todos esses elementos.

    Desde já agradeço.

    O post está ótimo,parabéns!

    Carol

  12. Eu gostaria de saber quando se deu o inicio do fracasso escolar e quais  os efeitos e causas e a profundidade
    >de sua complexidade,sabendo-se que granda parte provem do subjetivo ou sseja do inconsciente.
    >As tais reflexão desejo pô-las no fechamento dde minha monografia.

  13. Eu gostaria de saber quando se deu o inicio do fracasso escolar.Levando em concideração suas complexidade do contexto social do passado e do presente e observando suas reflexões e subjetividades
    >individuais do consciente e inconsciente do relacionamento humano.

  14. “O visual não é tudo, mas ajuda a conceder credibilidade ao seu trabalho. ”

    Na empresa, para trabalhar melhor é óbvio que é melhor que as pessoas se conheçam bem e sejam livres para se expressar. Logo é claro para mim que o melhor gerente fossse o vestido de forma espalhafatosa, pois idependetemente do que você goste ou não, assim ele é.

  15. Felipe, estava lendo um trabalho de conclusão de curso e nas referências  deste trabalho, estava escrito o nome de uma pessoa, que não é autor do livro.
    A minha dúvida é? Em referências bibliográficas é possível citar autores que escreveram capítulos.
    Estou confusa.Será que pode me ajudar?
    Margarete

  16. Felipe, eis o exemplo:

    HASHIZUME, T. Tecnologia do Vinho. In: BORZANI, W. et AL. Biotecnologia Industrial: biotecnologia na
    produção de alimentos. São Paulo: Editora Edgard Blücher, v.4, p.21-68,
    2001.

    quem é o HASHIZUME, T?

  17. queria dicas de como falar das fábulas na literatura infanto juvenil sem precisar fazer um pesquisa na prática , por falor escreva algo pra mim!!!!!

  18. Posso começar uma monografia pelo desenvolvimento?
    Pergunto isso porque meu orientador pediu que começasse pelo resumo e depois introdução…enfim, como posso fazer um resumo de uma coisa que na prática ainda não existe? assim como a introdução, q
    nada mais é do que a apresentação de uma obra que esta feita?
    Posso estar equivocado, mas tenho essa dúvida, me ajudem por favor!

  19. Monografia é uma dissertação (em sentido lato) sobre um ponto particular de uma ciência, de uma arte, de uma localidade, sobre um mesmo assunto ou sobre assuntos relacionados. Normalmente escrito apenas por uma pessoa. É o principal tipo de texto científico. Trabalho acadêmico que apresenta o resultado de investigação pouco complexa e sobre tema único e bem delimitado.
    Bem, uma monografia depende única e exclusivamente do esforço de cada um, Como o próprio nome diz, etimologicamente, monografia significa: mono (um, único), grafia (escrita).
    É um processo que envolve muita concentração e preparo, mas com uma boa orientação é possível sim fazer uma boa apresentação e até mesmo tirar uma boa nota. Basta você estar bem preparado e dominar o tema de ponta a ponta, que com certeza você vai tirar tudo de letra e nem vai perceber que ali na sua frente estarão os avaliadores e uma pequena platéia.
    Por sorte, hoje em dia existem muitas ferramentas e material de apoio para você se dar bem na apresentação do seu tcc. E uma delas todo mundo conhece, chama-se internet.
    Deixa eu contar uma pouquinho da minha saga e de como consegui fazer uma boa monografia… Bem, eu me lembro que faltava pouco mais de dois meses para a minha apresentação e ainda nem sabia que tema eu iria defender, não sabia nem por onde começar meu tcc. Enfim, tava mais perdido que um pescador solitário no meio do oceano. Eu saí perguntando pros meus colegas que já tinham feito esse trabalho e também pra gente que já era experiente no assunto. Recebi muita informação e muitas dicas. Filtrei muita coisa boa, mas era tanta informação na minha cabeça que eu já tava quase pirando. Foi então que já no desespero, resolvi pesquisar sobre o assunto na internet. Pesquisando pra cá e pra acolá, consegui encontrar no Google um material muito bom do meu amigo e xará Gustavo Periard. Esse cara é o cara quando se trata de se fazer uma boa monografia. O material de apoio que ele dispõe é de muita qualidade e de fácil assimilação. Foi de muita utilidade pra mim e é pra muitos alunos que também já aplicaram e aplicam suas técnicas. Falo por experiência própria. Ele me ajudou muito na apresentação da minha monografia, em todos os sentidos. Estudei e segui tudo o que ele me ensinou, as suas orientações foram simplesmente fantásticas. Ele só não resolveu um probleminha, o meu nervosismo, aquele friozinho na barriga que senti antes da minha apresentação, mas isso é normal, todo mundo sente isso não é pessoal?! Hehehe… Bom, mas o que importa é que no final, tirei 9,0 na minha monografia do curso de comunicação que fiz. Os professores gostaram muito da minha apresentação. Consegui minha tão sonhada formação em comunicação e hoje eu trabalho onde sempre quis, desde quando me entendi por gente. Trabalho numa rádio de renome aqui na minha cidade graças primeiramente à Deus e depois ao Gustavo Periard. Ah! ia esquecendo de falar, o site dele é esse aqui ( http://bit.ly/1m82hRN). Sinceramente, só tenho a agradecer demais à Deus e a esse cara que me ajudaram bastante, de verdade no momento que eu mais precisava.
    Considerando que você tem pouco tempo para realizar a defesa da sua monografia, não por sua culpa, mas por inúmeros motivos como a falta de tempo, a fadiga, as outras tarefas, etc. Eu sugiro que você siga o conselho desse amigo aqui que vos fala, ou melhor, que vos escreve e dê um passo importante na conclusão da sua faculdade e na busca da sua tão sonhada profissão. Procure conhecer o material que o Gustavo Periard tem para te orientar e te ajudar a fazer uma ótima apresentação da sua monografia e talvez até tirar uma nota melhor que a minha. Estou aqui torcendo por você e pelo seu sucesso e pela realização dos seus sonhos.

    Bom, espero ter ajudado.

    Boa sorte pra você que leu esse humilde comentário e tudo de bom.

    Um forte abraço!

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