|
|
Lojinha Gump
Havia um tempo que uns amigos meus me pediam um lance de camisetas do MG. Volta e meia eu fazia uma ou outra para um amigo ou parente. Mas recentemente eu descobri uma empresa nos EUA que permite fazer seu brinde on demand. Achei interessante e criei uma lojinha lá pra testar. Tem de tudo, de copo de birita até calcinha e babador. Entra lá e dá uma conferida nos produtos. E ainda dá pra pagar com paypal!
Livrinho caro, hein?
Acabo de receber uma graninha inesperada de um dos serviços de afiliados do meu blog. Estou ganhando uma boa graninha com o mercado livre, uhuuu! Acho que já dá pra comprar mais um videogame. Mas enquanto isso, resovi comprar uns livros de arte da Ballistic, que eu estou querendo comprar faz muito tempo. Meu sonho era juntar uma boa grana, (cerca de 2 mil dolares) para comprar TODOS os livros da editora e fazer bonito na minha biblioteca aqui, mas como pintou esta grana, eu reslvi ir comprando aos poucos. Os livros da Ballistic são absolutamente sensacionais, e nem são muito caros (para livros de arte) custando na faixa dos 60 dolares. Fui dar uma olhada na Amazon e eis que descubro que os livros USADOS lá estão custando cerca de MIL DOLARES cada. Alguns até mais. Olha só:
Deve ser bug, né?
Frente a frente com o Lobisomem
Ah, como eu gosto de lobisomens. Essas criaturas míticas e assustadoras, que falam diretamente aos medos mais profundos do ser humano. Nós não passamos de primatas de miolos grandes, e em algum lugar da profusão de sentimentos, pensamentos e instintos está gravado o medo do predador. è isso que nos faz sentir medo de escuro quando pequenos e é isso que faz um bebê chorar ao ver cães, ou qualquer outro bicho que tenha dentes grandes e garras à sua frente.
Pessoalmente, posso dizer que o mito do Lobisomem entrou na minha vida de modo sutil. Meu avô já contava suas histórias de fantasmas, como no dia em que ele deu carona a um casal que julgou ser fantasmas, ou no dia em que ouviu barulhos estranhos no quartel na época da Guerra. Meu avô sempre foi um bom contador de histórias, e seu domínio da atenção alheia foi um talento que persegui e tentei reproduzir ao longo da vida, e que de certa forma resultou neste blog. Meu avô tem uma aventura pessoal em que foi perseguido por uma espécie de cachorro gigante, preto, do tamanho entre um boi e um cavalo, que o seguiu em silêncio, na escuridão, até a porteira de uma fazenda, quando do nada, desapareceu sem emitir som. A figura daquela criatura assombrosa foi tema de muitos pesadelos em minha infância e da mesma maneira que causava espanto e repulsa, emitia um inebriante perfume de atração. No mito do lobisomem havia o mistério, havia o poder bestial e a horrenda transformação. Outro dia eu fui lá em Friburgo, onde encontrei os amigos da minha sogra. O pessoal lá mora numa localidade rural, onde plantam tomates e hortaliças diversas. É um lugar bem interessante e acho que já falei dele aqui antes. Lembra o condado dos Hobbits. As pessoas são extremamente amáveis e hospitaleiras, e sempre que vou lá tem briga entre as famílias para definir a casa em que eu vou dormir. Eu havia ido lá na casa do Dinho, onde estava rolando um churrascão. Conversa vai, conversa vem, eu e mais uns três reunidos na varanda, chegou um velhinho lá, que era amigo do Dinho. É engraçado que quando eu junto com este pessoal da roça eu viro o maior roçeiro de todos os tempos. Antes que eu possa perceber, estou falando do mesmo jeito que eles, contando causos e rindo bastante das histórias que eles contam. Um lance bem Rolando Boldrin. Pois não é que no meio do churrasco o Dinho – que acompanhou a minha saga pelo mato em busca da pele de um boi preto para usar no meu boneco do lobisomem, sabia que eu gostava do assunto. Apontou a faca de cortar carne para o coroa e disse: -Seu fulano (desculpe, não lembro o nome dele) diz aí pro Philipe do dia que o senhor lutou com o lobisomem. Então o velhinho deu um gole no refrigerante e começou a me contar uma história sensacional sobre como ele descobriu – e tentou matar – um lobisomem de verdade. Basicamente, enquanto fumava um cigarro e comia um pedaço de linguiça, o velho me contou que há muitos anos atrás, lá pelos idos de 1940, era recém casado, morando numa cidade do interior de Minas. Ele estava voltando tarde da noite para casa e estava quase chegando, quando seguindo a pé pela linha do trem, viu saltar uma “coisa preta” do mato ao lado da linha. A noite era de lua, mas as árvores do local atrapalhavam a ver o que estava ali. Era um breu fechado e não deu para determinar à distância o que era aquilo, mas ele percebeu que pelo tamanho não tinha como ser um cachorro. E nem gente. O velho, na época ainda jovem, parou e ficou ali, olhando a “coisa”, que também se manteve imóvel, a cerca de uns trinta metros. Ele gritou alguma coisa, para ver se havia resposta e não houve nada. Apenas o silêncio. Nem rosnado, nem mugido, nem tosse, nada. Ele disse que inicialmente pensou que era um bezerro ou mesmo um boi. Sentiu um arrepio, mas tentou se tranquilizar de que aquilo não era nada demais. Ele já havia escutado boatos de um lobisomem na cidade, e animais apareciam mortos constantemente, mas nunca acreditou naquilo, pois nunca havia lido nada sobre Lobisomens na Bíblia… “E se não está na Bíblia, não existe.” Ocorre que ele se tranquilizou mentalmente de que se tratava apenas de um boi e continuou a andar na direção da coisa, que permanecia imóvel na escuridão. O velho conta que após dar os primeiros passos, a “coisa preta” disparou rugindo como um leão na direção dele, e só assim ele percebeu que o troço não era um boi, mas sim o lobisomem que todos haviam comentado e do qual ele nunca acreditou. Sem perder tempo para ver em detalhes a criatura, ele me contou que não pensou duas vezes em disparar em correria, direto para a casa, que ficava na subida de uma colina, perto da linha do trem. O bicho correu atrás e ele viu que a criatura iria acabar alcançando ele. Então, o sujeito saltou por entre os arames farpados que separavam a linha do trem da estrada. Nisso ele acabou se machucando e – fazendo questão de me mostrar uma cicatriz – prosseguiu dizendo que rasgou o terno dele, que era do casamento. Largou o pedaço do terno para trás, e correu às cegas na direção da casa. Ele ouviu a criatura se debater no arame farpado. Ele contou que a criatura deu uma paulada no arame farpado com toda força, caindo por cima da cerca, arrando uns moirões e tudo. E daí ela soltou um urro que encheria de medo o coração do mais valente dos homens na face da Terra. Nisso, ele havia conseguido uma preciosa vantagem e estava prestes a entrar em casa. Enquanto corria, ia gritando a plenos pulmões para a mulher abrir a porta. A esposa dele abriu a porta e viu também o bicho, chegando no encalço do marido. O velho saltou para dentro da casa e a mulher dele bateu a porta com violência. Eles colocavam a barra de ferro que funcionava como tranca quando um estampido seco atingiu a porta. Ele disse que pensou que a casa ia cair tamanha a pancada que o bicho deu na porta. Ainda ficou ali gritando e urrando desesperado. O Casal puxou a mesa da sala e colocaram calços nas portas. Trancaram-se no quarto, abraçados e com medo até que dormiram. No dia seguinte, quando as primeiras luzes do sol iluminaram as redondezas ele disse que não havia sinal do bicho além de uma bela poça de sangue na varanda e na volta da casa. Viu algumas marcas na areia, mas nada que indicasse exatamente o que era aquilo. Quem realmente viu e confirmou em detalhes que era um lobisomem preto com grandes dentes brancos foi a esposa, que viu rapidamente o monstro, subindo desajeitadamente a colina, ao correr atrás do marido. Tempos depois, ele passou a desconfiar do lobisomem. Ele e os amigos do trabalho tinham um grupo que jogavam purrinha numa venda nas proximidades e havia um sujeito lá que sempre voltava pra casa cedo. O cara era sempre o primeiro a voltar para casa e todos achavam aquilo estranho. Como se não bastasse, ele era solteiro e não tinha irmãos. Assim, não havia motivos claros para que ele voltasse para casa cedo. O tal homem era um primor de educação e se dizia viajante. Conhecia muitos lugares e citava muitas pessoas nas conversas. Mas era reservado com relação à sua vida pessoal. Este homem começou a jogar purrinha apresentado por um outro, também viajante, que o trouxera para a cidade. Depois do episódio com a criatura na estrada, meu amigo do churrasco contou que começou a desconfiar cada vez mais daquele sujeito. Um dia resolveu testar sua desconfiança, segurando-o num jogo de poker. O Sujeito jogava bem, ele disse, mas ao badalar das nove horas (achei isso peculiar, pois a mitologia do lobisomem geralmente coloca a transformação na meia noite) , disse que o cara desatou a suar em bicas, molhando a camisa. Assim que bateu as nove horas o sujeito fez de tudo para interromper o jogo. Ele foi ficando mais e mais nervoso até abandonar a partida alegando que estava sentindo cólicas intestinais. Aquilo deixou o coroa bastante cabreiro. Desde o encontro na linha do trem com o dito cujo, ele resolveu caçar o monstro a qualquer preço. Ele estava determinado e finalmente traçou um plano em conjunto com os amigos de purrinha para testemunhar a transformação do viajante na besta mitológica. Um tempo depois, eles reuniam-se na venda para jogar quando chegou, lá pelas seis, o tal viajante cujo nome ele me disse na ocasião, mas não lembro mais. O cara chegou e desataram a jogar. Sem que o viajante soubesse, meu amigo coroa tinha um revolver na cintura, escondido sob a camisa. O tempo foi passando e eles proseando, bebendo, e fumando. Jogaram dados, purrinha e cartas até que deu as nove horas e o cara disse que ia embora. Pagou a conta ao dono da venda. Enquanto estava de costas, o velho fez um sinal para os amigos. Ele já ia saindo quando os dois amigos do velho o seguraram e o sentaram numa cadeira. O velho sacou a arma e apontou bem na cara do sujeito. -Agora você vai ficar aqui com a gente até a meia noite. – Disse ele segurando o revólver. O cara se desesperou. Ele me disse que nunca viu alguém ficar em tamanho pânico na vida. O cara começou a suar e dali a minutos estava empapado, respirando com muita dificuldade, como se tivesse asma. Era noite de lua cheia. Eles mantiveram o sujeito, mas ele foi ficando mais e mais agitado. A medida em que o tempo passava ele ia se tornando agressivo. Já não era mais o homem erudito, de aparência frágil e doente. Ele agora era um sujeito em Pânico, com os olhos amarelados, arregalados e suando muito. A voz baixa e os gestos contidos deram lugar aos gritos. Começou a gritar e se debater de modo que os homens pensaram em amarrá-lo na cadeira. Mas isso não foi possível, pois ele estava tão transtornado que lutou contra os homens da venda e tinha tamanha força que atirou um deles lá na rua. Em seguida atropelou os que estavam na frente,incluindo o velho, o único que estava armado, que temendo acertar “alguém de bem” não puxou o gatilho. O sujeito saltou para a rua e correu para um lado mais escuro, atravessando uma praça e saltando para um terreno baldio, de onde não mais saiu. Naquela mesma noite numa fazenda das proximidades, os corpos de animais foram encontrados. O sujeito nunca mais deu as caras por lá, e após meses buscando notícias, o velho descobriu que ele havia se mudado para outra cidade, nas proximidades de Araxá (este lugar eu guardei porque era lá que se passava Dona Beija). Algo que o fez ter certeza que o vajante era mesmo o lobisomem é que tão logo o cara saiu da cidade, as mortes de animais e o desaparecimento de pessoas pararam. Ele me disse que organizou uma viagem para “caçar o lobisomem”, mas chegando lá o sujeito havia sumido. De acordo com um primo dele de segundo grau, o viajante morreu. Ele teria sido baleado por um fazendeiro quando atacava suas criações. Atngido a tiros ainda no estado de monstro, correu para uma mata, onde dias depois o corpo do viajante foi encontrado, em estado putrefato. Em todo o tempo que me contou esta impressionante história, o velho pareceu totalmente sério, não dando nenhum indício de que estava inventando. O Dinho, meu amigo, também escutou e pelo que me disse a história dele era bem conhecida, pois ele contava a todo mundo do dia que enfrentou o lobisomem. Obviamente que apenas com um relato de um velho roceiro de uns 80 anos não dá pra dizer se foi um fato real ou não. Ele pode ter sido atacado por uma onça, e ameaçou de morte um sujeito doente, talvez até esquizofrênico; mas é fato concreto que histórias de lobisomens são sempre maravilhosas e deliciosas de se escutar e ler. Elas são muito antigas e os estudos que buscam a genealogia deste mito apontam para a grécia. Nos mitos gregos existe um em que Licoan, o rei da Arcádia tentou matar a Zeus, que era seu hóspede por uma noite. O Deus castigou-o dando a ele uma forma vulpina. A lenda grega pegou carona com os romanos, onde ganhou força para se difundir entre os povos dominados, estendendo-se até os confins do Império, atingindo também os bárbaros do norte. Foram os romanos que criaram os festivais dedicados aos lobos, chamados Lupercais. Nestes festivais pessoas vestiam peles de lobo e corriam seminus, sujos de sangue de animais oferecidos aos deuses. Eles corriam pelas ruas, assustando e açoitando os transeuntes. Os lupercais realizavam-se no dia 15 de fevereiro, e eram uma espécie de ritual de purificação. Como era de se esperar, isso acabava em orgia. As mulheres corriam aos lupercais em busca de pancadas (e talvez algo mais), pois acreditava-se isso afastava a esterilidade e os partos seguiam a contento. Só no ano 494 depois de Cristo que os lupercais foram batizados de “festa da Purificação” com o passar do tempo a tradição foi se perdendo até sumir. Mas a força do mito do humano que vira lobo continuou e se espalhou mais e mais pelo mundo. Falando nisso, vem aí um filme que me pareceu bom a primeira vista (trailer) que trata da lenda do lobisomem. E aproveitando o ensejo, aqui está outra dica. Esta pra quem curte ler: Meu amigão Rafael Trovão escreveu um ótimo livro sobre um garoto que é atacado por um lobisomem em plena cidade de São Paulo.
Cartão de natal
Eu tava no ônibus quando presenciei uma pequena rusga entre duas pessoas que conversavam no banco da minha frente. A discussão inicialmente social rapidamente evoluiu e quase resulta em franca pancadaria em plena ponte Rio-Niterói. O motivo? Religião.
O mistério do Wyoming
Volta e meia eu dou uma olhada nas estatísticas aqui do blog. Mas hoje me deparei com algo estranho. Veja: Existe um estado quadrado quase no meio dos EUA de onde não vem nenhuma visita. Será que não tem ninguém lá no Wyoming? Opa, calamaí. Não era no Wyoming que a nave mãe desceu?
Será que os leitores de lá foram abduzidos?
O desafio de Juca
Lembra do Relato de um MIB? Aquela história ficcional sobe aliens no Brasil que eu inventei? Pois é. Vai passar no Japão e nos EUA. Aqui está a “perícia” do DoclottaLove. Ele clareou o video e viu que existe uma segunda cadeira, além de uma parede de tijolos. Isso fez com que ele tivesse CERTEZA ABSOLUTA que o video é real. 1- Alguém ligado as forças armadas havia me passado o video. Ele concluiu isso graças ao tal “Gustavo” que se metidou a investigar e me azucrinar, foi supostamente seqüestrado e acabou supostamente a sete palmos debaixo da terra. O que o Gustavo fez, expôs detalhes da minha vida, como o fato de que a minha mulher trabalha na Marinha, ligada ao Dept de Defesa Nacional. Doc mordeu esta isca e concluiu que isso explica o primeiro video do Juca ser real. 2- Quando a coisa pegou – possivelmente na cabeça dele porque ele, o fodão, o mestre da ufologia mundial, descobriu que o video era real e expôs para todo mundo ver – os caras que me mandaram o primeiro video do juca ficaram putos, pois aquilo colocava a operação deles descoberta. Eles me deram um aperto e eu fiquei muito, muito ferrado. Então, usando toda minha sagacidade “michaeljacksoniana”,criei essa conversa fiada de relato de um mib. Coloquei nos posts que tudo era ficcional, criei uma papagaiada de invasão no blog, no computador, fiz um monte de confusão, plantei informações falsas e gerei pistas confusas para os que investigavam, tudo isso como uma engenhosa manobra de desviar a atenção do primeiro video. Sendo inteligente eu nunca tirei o video do ar, pois isso denunciaria que Doc estava certo. Obviamente que na cabeça de DocLottaLove, isso tudo apenas aumentava mais e mais sua certeza de que o alien do primeiro video era real. Ele provavelmente pensava que O Relato de um MIB havia sido montado em cima de uma prova concreta. Uma prova cabal da espécime zeta reticuli da classe alpha, visivelmente machucado teria sido enviado pra mim e eu -ingênuo como um cão – e sem autorização, não resisti e postei o troço, colocando toda uma cobertura de ficção para disfarçar o fato. Conforme o tempo passou e a história se desenvolveu, eu precisei fazer novos videos do juca. Mas aí entra o fato PQP* no caso. Como eu fiz o primeiro video há muito tempo, ele estava numa maquina antiga, que já não é a máquina que tenho hoje. Antes de formatar e depois perder quase tudo com um defeito no HD, eu havia feito um backup dos arquivos 3d, mas sem muito cuidado. O fato era que a certa altura, sem imaginar que o relato de um Mib daria tamanha repercussão, eu nem me lembrava se realmente tinha backup deste arquivo ou não. Como eu precisava fazer novos videos do Juca, eu recriei o alien do zero. Isso gerou algumas pequenas inconsistências na aparência do mesmo. E graças a isso, o Doc teve ainda mais certeza de que o video era real. Eu sempre achei que um dia o cara ia se tocar que o video era 3d e me deixar em paz, mas num domingo eu tava lendo meus emails quando vi um email de um leitor me perguntando se eu ja tinha visto o desafio que o Doc me fez. Eu nem sabia do que ele estava falando e quando vi o link, me deparei com uma pérola. O Doc “periciou” novamente um video meu. Dessa vez o video-piada de Porto de Galinhas, para expor aos video espectadores dele que aquilo lá era mais uma prova que o alien não era o mesmo.
DOCLOTTALOVE: PHILIPE3D:
DOCLOTTALOVE: PHILIPE3D: DOCLOTTALOVE: PHILIPE3D CLAUDIOBOANOVA:
DOCLOTTALOVE: 01- Não existe Nova Proposta. Em seguida eu falei mais algumas coisas, como dizer que homem que é homem honra os desafios que levanta. Mas ele ainda não aprovou meus últimos comentários nem sei se aprovará. Aliás, basta olhar lá pra ver que ele negativa todos os meus comentários, numa possível tentativa de mandar eles para a outra página, dando a entender aos espectadores do canal dele que eu não tenho como cumprir o desafio do Juca. Como podemos ver, DocLottalOve está desesperadamente se agarrando em uma desculpa para não ser obrigado a pagar o dinheiro que ele mesmo ofereceu e ainda fez pouco caso, chamando de “dinheirinho”. Caro leitor. Coloque-se no meu lugar. Um sujeito desse naipe fica te caluniando na internet, expondo até o orkut da sua mulher, e você tem uma prova na mão ao qual ele se propõe a pagar 10 mil dólares. Você daria de graça podendo receber para fazer isso e amplificar o estabaco do zé mané? Eu também não.
Ganhei um netbook HP!
Nossa, este ano está bom pra mim. Depois de ganhar celular, viagem e até um Xbox 360, eu acabo de ganhar um netbook HP Pavilion 110-1120 no concurso Garagem virtual HP. Saca só o bichinho:
Não foi sorteio. Participei do concurso restrito a blogueiros enviando duas frases. Uma delas foi a selecionada: “Meu maior sonho é viver com liberdade. E a tecnologia está permitindo ao ser humano uma liberdade cada vez maior. Hoje não estamos mais presos a fios, não precisamos estar no escritório para trabalhar, a tecnologia encolheu o mundo e levou o bem-estar a um ponto inimaginável.” É isso aí. Valeu Hp, pelo prêmio. Será muito útil e sem dúvida ajudará a manter o Mundo Gump.
Voltando meio capenga
Pessoal, estou com problemas em meu computador principal desde a porra do apagão. Eu uso um nobreak parrudo e não só o nobreak foi para o saco como o próprio computador parece ter ficado maluco. No início ele ligava, e funcionou normalmente na sexta-feira, mas desde ontem ele fica um tempo ligado começa a piscar a tela e daí desliga sozinho. Tenho a impressão que a fonte foi para o saco, ou então pode ser algo mais sério, como um curto na placa-mãe. Pra piorar, eu estou com a maquina lotada de trabalho importante, alguns que eu preciso entregar logo. Então este post é pra avisar que eu voltei, mas meio capenga. Estou usando o outro pc, que não tem muitas ferramentas que eu uso normalmente. Não sei dizer quando a situação se normalizará, mas devo fazer alguns posts e passarei o dia todo tentando ressuscitar o bicho.
|
Pesquisa Google
Pesquisa personalizada
O melhor do Mundo GumpFragmentos da vidaA brincadeira do copo e minha primeira experiência sobrenatural A festaAs vezes em que eu quase fiquei cego Águia de Aço - Minha aventura no cinema O dia em que eu marretei o tanque A história do apontador -fragmentos da escola Minha aventura no assalto - Combo LOST- Minha lua de melMinha inesquecível viagem a Manaus Como que eu quase levei um tiro Guardas, Propinas e um pouco de malandragem Com ou sem - Minha noite no pior hotel do mundo A mulher pelada sob a cama da minha avó O dia em que os marines apontaram seus fuzis pra mim Os aventureiros da torre proibida Como descobri que eu tinha uma solitária O dia em que eu roubei um cadáver Uma história inacreditável até pra mim Como lidar com um impertinente de lotação Improve the web with Nofollow Reciprocity.
|
Posts |
Comentarios |
Extras |