Aliens existem! – Mais um astronauta que dá com a lingua nos dentes

E o mundo da ufologia vai seguindo seu caminho. Volta e meia surgem pessoas que dizem ver coisas estranhas nos céus, volta e meia surgem fotos e videos curiosos. Raramente um relato relacionado a aliens é levado a sério, pois pessoas despreparadas para reconhecer objetos aéreos confundindo balões com ufos é o que mais existe por aí.

A coisa muda um pouco de figura quando são pilotos civis e militares falando do fenômeno, mas ainda assim, estas pessoas podem acabar se enganando. O grau de confiabilidade de testemunhas do fenômeno varia do completo analfabeto beberrão, digno de pouca confiança ao exímio piloto de caça, com milhares de horas de treinamento em reconhecer alvos e os registrar nos radares de sofisticadas aeronaves usadas para defesa do espaço aéreo. Este tipo é sem dúvida um tipo de “filé mignon” na pesquisa ufológica, pois embora um piloto seja humano e possa se enganar, é mais provável que seja uma testemunha de maior confiabilidade.

Daí que quando um astronauta resolve dizer o que sabe sobre alienígenas e objetos voadores não identificados, todo mundo se impressiona, afinal ser astronauta é algo que exige muito mais treino e experiência com fenômenos atmosféricos, astronômicos e espaciais do que um piloto de caça. Não raro, astronautas são pilotos de caça experientes que atingem um nivel de confiabilidade considerado por muitos investigadores do fanômeno ufo como o top do top. Estes caras passam por um treimaneto e seleção absurdamente criteriosa para ser mandados para o espaço e se eles resolvem dizer que existem discos voadores voando lá fora, isso não significa que é uma prova da veracidade do fenômeno, mas pelo menos significa que devemos prestar atenção no que eles estão dizendo.

A bola da vez é Edgar D. Mitchell, um ex-atrsonauta do projeto Apollo, hoje com 77 anos e que detém oficialmente um recorde único no nosso planeta: de ser o Homem que mais tempo passou na Lua. (um recorde bem legal que eu gostaria de ter)

Mitchell passeou no nosso satélite natural por 17 minutos durante a missão Apolo 14 em 1971. Mitchell é franco – e eu diria corajoso – ao dizer que uma fonte da NASA teve contato com extraterrestres reais, que supostamente são pequenos e com olhos e cabeça grandes. (características morfológicas conhecidas como Tipologia Alpha)

Mitchell disse recentemente que durante o perpíodo em que trabalhou para a NASA, soube de inúmeros casos envolvendo ufos no nosso planeta e que os governantes tentam deliberadamente ocultar este asunto a qualquer custo.

Imediatamente após as declarações de Edgar Mitchell, o sexto ser humano a andar na Lua, durante uma entrevista a um programa de rádio dos EUA, a Nasa se pronunciou através do porta-voz com a mensagem de sempre:

“A NASA não esta envolvida em nenhuma ocultação de vida extraterrestre neste planeta nem no universo. O doutor Mitchell é um grande americano, mas não compartilhamos suas opiniões neste sentido”

Mitchell não se abalou nem um pouco ao ser desmentido e continuou a confirmar sua posição com relação ao fenômeno:

“Ufa, ainda bem que ainda me consideram um grande americano. Compartilhem ou não, o certo é que os ETs estão aí fora, só não enxerga quem não quer ver”.

Segundo o astronauta a tecnologia alienígena é muito superior à humana.

“nossa tecnologia não chega nem à sola dos sapatos da que eles têm”

Entretanto, Mitchell acredita que os alienígenas não são hostis.

“não são hostis, porque se fossem, já teríamos desaparecido da face da terra”.

A casuística ufologica está recheada de astronautas que relatam em graus diferentes algum tipo de “objeto estranho” ou fenômeno desconhecido. Um dos mais famosos é o caso da estação orbital predecessora da MIR, a Salyut 6 em 1981.

À bordo da estação russa estava o cosmonauta soviético  Vladmir Kovalyonok e Viktor Savinikh, que permaneceram juntos por 77 dias orbitando a Terra

Viktor Savinikh e Vladmir Kovalyonok

O que ocorreu no espaço repercutiu tempos depois em todo o mundo, quando no dia 18 de junho de 1981, o Gosplan (Ministério do Planejamento da ex-URSS) convocou uma reunião extraordinária. Na ocasião estavam presentes diversos ufólogos, cosmonautas e autoridades soviéticas, inclusive militares. Seu moderador foi o próprio chefe do programa espacial soviético, General Georgi Timofeevict Beregovoy.

Havia cerda de 200 pessoas no salão de conferências que é, em geral, reservado exclusivamente para reuniões da cúpula. Entre elas professores universitários, astrofísicos, vários membros do Centro Espacial, gente do governo e militares. Todos receberam passes especiais e foram cuidadosamente revistados por agentes da segurança armados. Primeiro na entrada da Praça da Paz, depois no auditório. Gravadores, cadernos, máquinas fotográficas, etc, tiveram que ser deixados no vestíbulo.

O encontro começou as 5 da tarde e durou quase duas horas. Após uma breve introdução do general. Beregovoy, todos viram um impressionante filme, um documento estarrecedor feito por cosmonautas soviéticos durante o período em que as duas naves mantiveram contato. “O filme está bem guardado nos porões de aço, embaixo da Cidade-Estrela”, declara Aleksandr Kazantsev, cosmólogo, um dos presentes ao encontro.

Nesta reunião com as maiores mentes da URSS foi debatido um caso até então único. O contato com criaturas inteligentes e não humanas no espaço.

Nas palavras do cosmonauta:

“Eu fiz apenas alguns exercícios de ginastica, quando eu vi na frente de mim, através de uma janela, de um objeto que eu não poderia explicar… Eu vi o este objeto e então algo aconteceu eu não poderia explicar, algo impossível de acordo com as leis da física.”

Presentes na reunião, os dois cosmonautas disseram que a Salyut-6 fez contato com uma nave de origem desconhecida durante 4 dias (com interrupções) que orbitou junto com ela, a uma distância de 400 km de nosso planeta. O evento teria envolvido os respectivos astronautas e três seres desconhecidos a bordo do veículo misterioso que tinha a forma de uma esfera e apenas a metade do tamanho da Salyut-6, de 16 metros de comprimento.

Segundo a descrição dos cosmonautas, o veículo também não apresentava saliências como painéis solares, dos quais as espaçonaves normais costumam extrair energia. As duas naves encontraram-se em 14 de maio de 1981, quase no fim da prolongada estada dos dois astronautas russos.

No encontro, após uma breve introdução do general Beregovoy, todos teriam visto um impressionante filme, um documento feito por cosmonautas soviéticos durante o período em que as duas naves mantiveram contato. O filme foi rodado através de uma das portinholas da Salyut-6. A nave desconhecida, às vezes, aparece a uma distância de apenas 40m.

O contato no espaço -

A história foi publicada no Brasil pela antiga Revista Manchete. Segundo a matéria, os dois astronautas estavam trabalhando em suas experiências científicas, após 75 dias de permanência no cosmo, quando Kovalyonok observou um objeto esférico, surgindo de repente a uma distância de mais ou menos 1.000 m, e alertou Savinikh. Ficaram algum tempo observando através de duas portinholas separadas. Kovalyonok apanhou uma câmara e rodou os primeiros fotogramas do que acabou se tornando um filme de 45 minutos. Ele não tinha a menor explicação plausível para o que estava acontecendo. Com a ajuda de binóculos percebeu portinholas na outra nave.

Durante as primeiras 24 horas, isto é, todo o dia 14 de maio de 1981, o objeto misterioso permaneceu em posição estacionária em frente a Salyut-6, sem demonstrar sinais de vida. De repente, ao acordarem, no dia cósmico seguinte, os dois astronautas viram a nave não identificada mais de perto, a menos de 100 metros de distância.

Segundo os cosmonautas, a nave não identificada se movera sem usar jatos, impulsos ou quaisquer outros recursos visíveis. Mesmo de perto, não denotava nenhum deslize na sua superfície suave, uniforme, prateada. Os astronautas identificaram uma série de janelas, 24 ao todo, em três níveis, e, três cabeças de aparência humana atrás, respectivamente, de três portinholas.

Pelas janelas, puderam observar seres que usavam capacetes leves, parecidos com capuzes apertados, tendo, assim, os rostos parcialmente cobertos. Mas três quartas partes das faces eram visíveis através de visores transparentes. Tinham sobrancelhas compridas, grossas e narizes retos. Mas o que mais impressionou os cosmonautas foram os olhos – enormes, azuis, duas vezes maiores que os dos humanos – fixos, sem mostrar o menor sinal de emoção. Nenhum músculo se mexia nos seus rostos.

Mais tarde, no mesmo dia, e durante o dia seguinte, como os seres se mostravam amistosos, dispostos a entrar em comunicação, Kovalyonok teria pedido autorização à Terra para estabelecer contato mais imediato. Recebeu permissão para tentar trocar mensagens visuais, mas perguntando sobre a possibilidade de um contato físico, o controle da missão respondeu com um “NYET” – “Não” em russo.

Os cosmonautas estavam se sentindo perfeitamente à vontade ante o comportamento dos ocupantes da nave, que mudava de posição freqüentemente, sem dificuldade. Numa ocasião chegou a distar 30 metros da estação soviética. Os astronautas podiam não só ver os estranhos, mas também observar seus movimentos, que pareciam humanos, embora muito rígidos, mecânicos e artificiais.

Os cosmonautas, então, teriam aberto um grande mapa celeste próximo à portinhola. A carta mostrava nosso sistema solar no centro. Kovalyonok se admirou quando um dos seres puxou seu próprio mapa. Kovalyonok viu o sistema solar num lado. Não restava dúvidas que eles estavam equipados com os mapas de navegação de absoluta exatidão e apontavam para a parte de nossa Galáxia com toda a precisão. Kovalyonok fez um sinal, pondo o dedo polegar para cima, e,o estranho ser, sem sorrir, fez a mesma coisa. Em seguida, a nave deles se afastou a uma velocidade muito alta. Na órbita seguinte, estava de volta. Ela se afastou seis vezes, ao todo, jamais por uma razão aparente.

Um membro da equipe do general Beregovoy, que estava na reunião de 18/6/1981 e vive nos EUA, é o matemático e especialista em computadores Boris Katznborgen. Ele conseguiu decifrar uma das mensagens extraterrenas.

Usando uma lanterna potente, Kovalyonok teria tentado se comunicar, primeiro em russo, através de Código Morse, sinalizando: “Cosmonautas soviéticos saúdam visitantes à Terra”. Os estranhos seres não entenderam. Tentou então uma mensagem em inglês: “Are you receiving us?”, também em Morse. Nenhuma resposta. Então ele tentou uma figura matemática, usando uma luz breve para ZERO e uma longa para UM, e sinalizou o número 101101. Logo depois veio um sinal luminoso em resposta. A mensagem não era apenas mera repetição da cifra de Kovalyonok e foi decifrada com sendo um logaritmo da base usada por Kovalyonok.

No dia seguinte, os seres teriam saído da nave e andado pelo espaço. Tinham mais ou menos dois metros de altura e usavam a mesma roupa. Os cosmonautas teriam então pedido permissão para também saírem, o que lhes foi negado. No quarto dia, a nave finalmente desapareceu e não retornou mais.

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Durante o período do encontro, Kovalyonok desenhou de próprio punho um esboço da nave.

(crédito: Michael Hesemann)

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Alguns investigadores chegaram a se questionar sobre os motivos de manter um sigilo relativo com este caso tão emblemático. Por que mostrar para pessoas o video e permitir que os cosmonautas falassem livremente e ao mesmo tempo impedir aos especialistas presentes na reunião que filmassem e registrassem o caso de qualquer forma? As hipóteses passavam por uma trama cuidadosamente planejada para plantar a desinformação de que os russos detinham contatos com “não-humanos”, um poderoso instrumento de dissuasão bélica durante os anos da Guerra Fria. Especulou-se que o video que mostra um ufo caído numa floresta russa* sendo analisado e uma necropsia de partes de um cadáver de tripulante seja também uma peça de desinformação criado pela KGB para confundir a CIA.

Se a afirmações militares das grandes superpotências envolvendo ufos tinha como objetivo dar recados para os oponentes ou não, só podemos especular. Entretanto, como vemos aqui, anos após o fim da União Soviética, ex-astronautas continuam a bater na mesma tecla.

*O video em questão foi aparecer nos últimos anos na Tv como algo real. Não se sabe até hoje se o video é 100% real ou foi montado através de um grande esquema teatral como uma peça de contra-espionagem ou uma mera -e rebuscada – fraude televisiva visando entretenimento apenas. Seja como for, fatos ligados ao video permanecem suspeitos até hoje. Segundo li num fórum de ufologia, os médicos que aparecem fazendo a necropisa da “coisa” foram reconhecidos e eram profissionais médicos mesmo. Todos eles estão mortos e seus laudos de óbito apontam para mortes ocorridas num mesmo dia: 24 de março de 1969, segundo o documentário, uma semana após realizarem a necropisa.

A mulher que aparece no video, foi identificada como sendo O.A. Pshonkina, uma estenógrafa russa que trabalhava para a KGB. Os médicos são Kamyshov, Savitsky e Pavel Gordeenko.
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