Aliens e Certezas nada absolutas

Acho que cada pessoa tem o direito de acreditar no que melhor lhe convier. O problema é estabelecer certas “certezas absolutas” sem de fato poder tê-las. Sim, porque se admitirmos que a ufologia é como dizem esses sabichões de facebook, “Pura crença, sem sequer uma única evidência”, teremos que explicar por outra via um grande volume de coisas, já que o método científico que deveria ser o norteador de toda e qualquer investigação, não nos permite olhar apenas “os dados que convém”. Será necessário investigar a fundo muitas coisas que não convém, como diz um amigo meu, são certas “verdades que incomodam”

Qual seria, por exemplo, a explicação para a “sonda de capão redondo”?

Muito além de um punhado de relatos anedóticos, o objeto visto e registrado em video VHS no Brasil em 1998 (felizmente num tempo em que só a Rede Globo conseguia fazer disco voador no computador) trata-se do registro de uma esfera luminosa que durante vários minutos realiza voos errantes sobre casas pobres de um bairro paulista.

Um cético poderia – arriscando um pouco seu próprio ceticismo – dizer que aquilo era um “relâmpago globular”. Ele teria, no entanto, que amparar sua alegação com comprovações científicas que relâmpagos globulares tem vida de mais de um minuto, tem tamanho compatível com a esfera de 20 cm registrada voando erraticamente, além de uma boa explicação meteorológica para algo assim surgir em condições de tempo bom.

Diante de várias testemunhas, o objeto do video acima começou seu “show” por volta das 21:30 horas e terminou por volta das 22:00 horas, sendo que somente uma parcela deste tempo foi possível registrá-la. Dessa forma, alegar que trata-se de um raio-bola está na mesma categoria de hipótese sem comprovação que dizer que aquilo é uma sonda de proveniência extraterrena. Como convém ao ceticismo, todo e qualquer relato pessoal de testemunha, mesmo quando agrupadas em mais de cem delas para um determinado evento não tem validade técnica.

Em parte, eu aceito isso, porque a pessoa é deveras imperfeita em seu reconhecimento do universo que a cerca. Numa situação de stress, eu posso ver uma coisa completamente diferente de você, apesar de vermos a mesma coisa.

Há casos simples, como os de pareidolia, que nos mostram que o ser humano é capaz de ver o que ele QUER ver. O que já não aconteceria com uma câmera, seja fotográfica ou de video. A câmera, por não ter um cérebro capaz de construir conexões, não pensa; logo, ela apenas registra ao invés de fazer juízo de valor sobre o que eventualmente captura em seus processos eletrofísicos.

Há, nessa seara, um mar de potenciais evidências, que aos olhos do cético são todos “fabricados”.

É disso que eu costumo discordar. Sou cético com relação à ideia peremptória de que todos os registros misteriosos ja feitos até hoje são produtos de engraçadinhos, estelionatários, mentirosos e fanfarrões.

Afinal,  HAJA fraudador, hein?

Mesmo que nós possamos torcer o nariz para uma foto, não podemos negar o “paradoxo da foto do ufo“:  Toda vez que surge uma foto boa, ela é considerada “boa demais para ser verdade“. Por outro lado, todas as demais fotos são qualificadas como erros de interpretação por estarem manchadas, borradas ou só mostrarem um ponto luminoso na escuridão. É em função do paradoxo da foto do ufo que vemos sempre aquelas brincadeiras:

Veja, um ufo! Rápido, pegue a pior câmera que temos e dê para a vovó fotografar!

Mas será que existem fotografias de melhor qualidade? Eu suspeito que sim. Provavelmente uma delas é esta aqui em baixo:

%name Aliens e Certezas nada absolutas   Ela é tão enorme que você pode nem ter visto o ufo. Então, aproximando um pouco: %name Aliens e Certezas nada absolutas   E vendo em mais detalhes: %name Aliens e Certezas nada absolutas

Vamos à história dessa fotografia: A foto acima foi obtida de um avião, no dia 4 de setembro de 1971, sobre o Lago de Cote, na Costa Rica. A foto foi tirada por profissionais do governo costa-riquenho a bordo de um avião numa missão de mapeamento geográfico. Na hora, nenhum membro da tripulação percebeu a presença do objeto, que só foi notado após a revelação das imagens. Essa fotografia é considerada única por diversas razões:

  • Ela foi tirada com uma câmera profissional de alta resolução (esqueça a câmera Tecpix da vovó)
  • O UFO está nitidamente visível e destacado contra o fundo negro do lago
  • A câmera estava colocada na parte de baixo do avião, que estava a uma altura de 10.000 pés, permitindo aos investigadores estimar o tamanho do objeto: exatamente 203 metros de diâmetro!

O avião de mapeamento do governo contava com uma tripulação de quatro pessoas: um especialista em fotografia aérea, um geógrafo, um topógrafo e um piloto. Foram feitas muitas análises, mas a mais importante foi conduzida pelos pesquisadores Richard Haines e por Jacques Vallee. Em sua análise científica dos negativos originais da foto, eles concluíram o seguinte:

 Para nossa sorte conseguimos os negativos originais para os frames 299 e 301, o que confirmou a nossa especulação anterior de que o disco é certamente anômalo. Ele pode não ser inexplicado, mas é pelo menos não identificável.

O Filme, preto e branco, especial para essas tarefas, é muito grande, medindo 23 centímetros x 23 cm, o que resultou em uma extraordinária clareza. De acordo com Jacques Vallee, que analisou o caso, ” pode-se ver as vacas no campo “. Todas as indicações é que o UFO era um enorme objeto tridimensional discóide que provavelmente sobrevoava o Lago Cote, passando abaixo do avião. Mas não foi descartada a possibilidade de que esta coisa enorme estivesse emergindo ou submergindo no lago no momento em que foi registrado. Pessoalmente, como as fotografias posteriores não revelaram nem o disco e nem perturbação visível na superfície lo lago, como espuma, eu suponho que ele estivesse no céu, trafegando muito rápido. A dupla de pesquisadores deste caso, também teve acesso aos negativos de fotos tiradas imediatamente antes e imediatamente após a negativa com o UFO – como aqueles que foram todos levados por um sistema automatizado. Nessas imagens adjacentes, tomados 20 segundos antes e depois, não há nada de invulgar. Aqui temos os dados da pesquisa. A análise do caso foi publicada junto com uma revisão crítica por Marilyn E. Bruner, cientista do Laboratório de Pesquisa Lockheed Palo Alto. A revisão por pares é uma prática científica importante, mas que raramente se vê em ufologia, de modo que aumenta a validade dos estudos sobre este caso. Bruner escreveu que:

“Embora eu concorde que a imagem é muito sugestiva, a minha impressão é que ela provavelmente não representa um objeto físico”.

Observando várias inconsistências da imagem, ela observou que

“A imagem oval é mais provável que seja um artefato como uma marca de pressão do que uma imagem fotográfica de um objeto físico. Tal marca pode ter sido causada por uma partícula estranha presa entre duas camadas do filme sobre a bobina de alimentação “.

Em fevereiro de 1990, Valee e Haines finalmente obtiveram o negativo original e realizaram uma nova análise. A partir dela, conseguiram confirmar as suas avaliações anteriores, mostrando que  não há sinais de fraude  no filme. Igualmente importante, eles avaliaram a sugestão de Bruner de que o disco poderia ter sido o resultado de algum defeito na fabricação do filme. Segundo eles, como o negativo original não tinha nenhuma saliência nem depressão, sua hipótese não conseguiu ser verificada. Sobra então o argumento de que a foto pode ter sido deliberadamente adulterada para mostrar um ufo. Como? Na câmara escura onde ela foi revelada. Há quem veja no lugar de uma superfície metálica iluminada apenas a ponta de uma lanterna. Pode ser? Pode, embora quem construa essas hipóteses não consiga justificar uma razão para elas, e nem explique porque o suposto fraudador manteve-se oculto todos estes anos.

Mas o ponto aqui é que: Mesmo se tratando de uma fotografia que pode ter sido adulterada ou não, temos pelo menos um registro histórico de suficiente qualidade e grande confiabilidade. Além do mais, quando se afirma que a ufologia “não tem nada nas mãos além de relatos anedóticos”, estamos chamando os controladores de trafego aéreo em fraudadores? Suponho que sim, já que muitos casos, hoje compilados pelo FAA estão acompanhados de suas respectivas gravações de radar. Os casos registrados em radares e equipamentos de sondagem de trafego aéreo são muitos e se acumulam com o passar dos anos. Muitos deles causam perplexidade pela forma com o qual o tráfego aéreo misterioso chega a colocar a aviação humana em risco.

No brasil podemos citar a famosa Noite Oficial dos Ufos, no dia 19 de maio de 1986, quando uma “esquadrilha” de 21 aeronaves misteriosas, enormes, algumas maiores que um jumbo, cruzaram os céus do Brasil, desencadeando uma ofensiva militar para interceptação. Na ocasião os ufos foram vistos, registrados em radar e testemunhados por civis e militares. O próprio ministro da Aeronáutica foi à Tv dizer que ordenou sim a interceptação a aeronaves não identificadas nos céus do Brasil. Algo até então inédito no cenário mundial.

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Durante vários minutos, aeronaves nossas que decolaram foram acompanhadas por estes objetos. Uma aeronave foi acompanhada por sete objetos de um lado e seis do outro. Agora, qual é a explicação, não podemos dar ao senhor, porque nós não temos uma explicação!  – Brig. Otávio Moreira Lima em pronunciamento oficial à Impensa

Outro caso clássico é o caso Vasp 169, onde um ufo não só foi visto por 99% da tripulação de um avião comercial como também surgiu no radar.

Um caso do tipo é o vôo do 747 da Japan Airlines sobre o Alasca em 1986, quando ele foi seguido por uma outra aeronave de proporções colossais.  Os dois alvos estiveram registrados no radar por mais de uma hora.

Uma das áreas de pesquisa na ufologia mais empolgantes e também assustadoras, diz respeito ao assunto “implantes”.

O assunto implante está diretamente ligado ao tema Abduções alienígenas.

Tudo começa com uma ideia simples: Essas coisas misteriosas que voam e realizam manobras estranhas em velocidades fantásticas, que parecem ser altamente manobráveis, tanto em céu, quanto no mar ou no vácuo, seriam veículos de tecnologia avançada, operado por formas de vida diferentes de nós, mas não tão diferentes que possam ser considerados algo completamente estranho, como um fungo está para um cavalo. A grande maioria das pessoas que alegam ter – em algum momento – estado em contato direto com uma dessas criaturas, se refere a elas como humanóides, isso é: Com uma cabeça, dois braços e duas pernas.

Apesar de variações pequenas na morfologia, praticamente não se vê relatos de criaturas gelatinosas, disformes ou com aparência de um camarão, cobra gigante nem com formas assocadas a figuras da mitologia, como medusas centauros e etc.
De volta ao assunto implantes, muitas dessas “testemunhas” humanas, descobrem que foram (muitas vezes sucessivamente ao longo de anos) levados à bordo de algum lugar desconhecido, que podemos supor ser o veículo. Essas pessoas são então submetidos a uma rotina aparentemente científica de análises corporais, extração de fluidos, e exames de todo tipo, são espetados, tem pele removida, cabelos, amostras de unhas… Essas pessoas também são tocadas de todas as formas imagináveis e espetados por instrumentos. Em alguns casos, as vítimas de abdução referem-se a coisas sendo colocados em seus corpos, muitas vezes pela introdução de objetos por suas narinas.

 

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Abdução alienígena é um assunto bastante explorado em Hollywood. (cena do filme Contatos Imediatos, do Speilberg)

 

Abre-se aqui um espaço interessante de debate. Essas pessoas poderiam ser portadoras de um distúrbio esquizopatológico, paralisia do sono e etc? Podem.

A abdução pode ser um reflexo mental do nascimento humano, reestruturado com base numa metáfora midiática amplamente divulgada? Sim também.

O problema começa quando o caso envolve abduções paralelas, com mais de uma pessoa. Ainda assim, poderia ser algum tipo de delírio? Um fenômeno ainda desconhecido da Psicologia? Sim.
O terreno da mente é fértil para criações e elocubrações, delírios, fantasias e impressões. Isso é algo inegável, do mesmo modo que é inegável a nossa tendência nata de construir enredos.

O problema mesmo é quando o relato – até então anedótico – é acompanhado por exames médicos que supostamente corroboram as lembranças, muitas vezes estranhas e confusas de uma abdução.

É neste momento em que o mistério se reveste de materialidade, mesmo que efêmera, que abre-se um campo precioso de análise científica.

Uma significativa hipótese que visa justificar a existência desses elementos estranhos no corpo de abduzidos, sugere que esses objetos teriam funções específicas, sendo as mais potenciais:

  1. Rastreio do indivíduo – Como nós já fazemos Há décadas com animais selvagens.
  2. Controle da mente do indivíduo  -Algumas pessoas relatam perda instantânea das funções motoras prestes a uma abdução. Talvez o implante tenha uma função nisso.
  3. Recepção de informações subjetivas do indivíduo – Seria possível que os implantes transmitam dados como numa telemetria?

A partir das pesquisas do cirurgião Roger Leir em conjunto com o cientista de materiais químicos (e especialista em tecnologia de nanotubos) Steve Colbern e do físico Robert Koontz, podemos ter uma vaga imagem do panorama que se desenha neste campo.

O fenômeno parece não ser localizado, isso é, tem alcance mundial, eventualmente, concentrando-se em certas zonas. Os implantes são fisicamente detectáveis, logo, são feitos de matéria, e por isso são examináveis e estão dissociados de emoções, delírios e etc enquanto tem natureza objetal.

Do que são feitos? Muitas vezes, o implante é um corpo de natureza ferromagética. Costumeiramente, os exames apontam isótopos não-terrestres com cobalto e quantidades significativas de irídio.
Isso reduz substancialmente as chances de um suposto implante ser um produto do próprio corpo. Muitos desses implantes revelaram razões isotópicas que não ocorrem naturalmente na Terra. Um era de uma classe de meteoritos de ferro-níquel chamados hexahedrites. Especulativamente falando: Esses isótopos mais pesados podem ter sido formados perto do núcleo galáctico e/ou devido ao efeito das supernovas.

Eles são normalmente irregulares e coberto com uma casca oleosa + um tipo de revestimento duro que impede a rejeição do corpo. Não produzem resposta imune. Estranhamente, o tecido biológico cresce a partir do metal. Isto foi visto com aparelhos de Microscopia Eletrônica EDX. Alguns implantes, quando tocados no processo de remoção produzem resposta nervosa imediata, mesmo com o paciente sob sedação – o que é MUITO estranho.

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Um objeto metálico e toroidal surge no interior do cérebro de um paciente.

Mais estranho ainda é que alguns dos implantes emitam sinais de rádio FM de radiação eletromagnética, medidas antes da remoção. Essas freqüências estão relacionadas com escalares 93 MHz e 15 MHz, até mesmo uma frequência utilizada nas comunicações espaciais dos satélites. Através de processos destrutivos, Bob Koontz determinou que poderia haver nanoeletrônica nesses dispositivos não encontrados na natureza (Steve Colbern). Colbern supõe que eles são nano tubos de parede simples. Steve Colbern, após analisar amostras, concluiu que a maioria é composto de ligas avanças e também raras na Terra. Roger Leir menciona que eles são freqüentemente encontrados em muitos lugares, não só superficialmente pelo corpo, mas também perto de ossos. As células nervosas se conectam aos dispositivos! Alguns dos objetos têm fortes campos magnéticos de mais de 10 milligauss.

Cerca de 15% dos abduzidos mostram sinais de fluorescência significativa em áreas do corpo por até 1 mês ( que são detectáveis por luz UV-A, mas também com UV-B e UV-C). Detectores de metais e medidores de raios-X podem detectá-los no corpo, no entanto, embora apareçam facilmente no raio X, é difícil localizá-los tomografias com mais precisão.

Raramente há sinais visíveis de porta de entrada no corpo. Quando aparecem sinais, eles cicatrizam em cerca de dois dias. Mais de 24 implantes já foram recuperados.

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Alguns têm estruturas rômbicas cristalinas regulares orto de cloreto de sódio, que são retangulares e variando em tamanho (Steve Colbern). Talvez eles sejam usados para gerar freqüências de rádio escalares (Bob Koontz). Muitas vezes, quando cirurgião Roger Leir tentou removê-los com material de aço cirúrgico, os implantes se moveram!

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Um significativo numero de implantes aparece muito internamente, em áreas perigosas, como este acima, próximo da coluna vertebral.

Além dos implantes, certos casos de abdução vêm acompanhados de marcas corporais muito distintas. Um deles é o caso de Nelson Tasca.  Embora sua história seja realmente incrível, muitos levaram-na à sério. Evidentemente, há quem duvide de tudo.

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Queimaduras em forma de V

Marcas corporais misteriosas, como as de Nelson Tasca (acima) seriam indícios de uma patologia do cara, que teria se queimado com ferro quente para dar veracidade à sua “aventura com um et”, segundo muitos incrédulos.
Eu não acho impossível esta hipótese, mas acho improvável, primeiro porque as marcas foram queimadas nas costas dele, mas não queimaram seus pêlos – uma impossibilidade física. Depois, porque foram queimadas diversas vezes, sobre uma mesma área e todos os “V” contém a mesma abertura de ângulo, variando sua posição em relação ao corpo. Não creio que alguém se submeteria a este grau de autoflagelo para dar veracidade a uma história escabrosa de relações sexuais com uma “anã” dentro da nave, ainda mais porque isso não lhe trouxe benefício financeiro direto. Seria mais proveitoso fraudar um seguro.

A lesão foi feita sobre a espinha dorsal e analisada pelos médicos Júlio Zawadscki, Madalozzo e Carlos Reis. Ao contrário de marcas feitas a ferro, os pêlos “não” foram destruídos. Antonio Tasca afirma que nunca chegou a sentir dor, febre, prurido ou eritrema.

Embora haja um grande numero de evidência de coisas estranhas aparecendo no céu, é importante reconhecer que falta à ufologia muita técnica que a construção científica e o método científico permitiriam clarificar, ou ainda, aperfeiçoar. É um fato facilmente percebível, que muitos periódicos dedicados ao tema exploram o mesmo com sensacionalismo, e a isenção investigativa neste campo é algo praticamente desconhecida.

Há muitos exploradores da boa fé alheia que usam o assunto, afim de lucrar com ele, direta e indiretamente. Há um interesse muito grande pelo obscurantismo no mundo, porque fundamentalmente, é mais fácil manobrar os ignorantes.

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Somando todos os obstáculos para uma pesquisa de natureza ufológica com qualidade, beira o impossível conseguir um bom trabalho. O assunto estende-se a uma vastidão de sub-temas associados, como abdução, crop circles, implantes, aeronaves secretas militares, registros históricos do passado, segredos militares, estranhas coisas em órbita e etc.
Com um panorama tão grande e denso de informações, casos com marcas de solo, pessoas com estranhas queimaduras, relatos exatamente similares de pessoas de países tão distantes quando Brasil e Russia, me parece extremamente pretensiosa qualquer pessoa que venha com soluções prontas para encaixar a miríade de facetas que compõe a questão ufológica.
As certezas absolutas, tanto dos que sugerem que “nada disso existe e que e tudo produto de malandragem e malucos” tanto quanto aqueles que acreditam em tudo, dos comandantes espaciais a frotas alienígenas, seres reptilianos com bases subterrâneas, encontros com entidades imateriais, seres benevolentes em guerra contra “aliens do mal”, intraterrenos da Terra Oca, e tantas outras ideias estranhas… Todas as certezas absolutas me parecem precipitadas diante da complexidade monumental deste assunto, que talvez, nunca venhamos a conhecer na profundidade suficiente para nos acalmar ou nos desesperar de vez.

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16 comentários em “Aliens e Certezas nada absolutas”

  1. O ideal para ufologia é focar nos registros de radares, registros militares, registros de vídeos antes da década de 90 e procurar por estruturas artificiais na lua.

    Stanton Friedman é um cara que tem credibilidade nessa área. Fala sobre sistemas de propulsão e tals…

    Phil Schneider também é outro que a história é interessante.

    https://www.youtube.com/watch?v=3JIZZR24NTU

    Enfim…

  2. Eu não sei a maioria dos leitores, mas eu acredito em seres vivos vindos de outro planeta. Duvido muito que Deus tenha colocado vida apenas neste planeta e também duvido que nos tenhamos sido seu primeiro experimen… ops criação.

    Philipe você tem um contato (e-mail) que possa me fornecer, tenho algumas histórias gump para compartilhar, não sobre ufologia, mas de relevância semelhante.

  3. Não encontrei a sombra do “UFO” da primeira foto. Não só por isso, me parece não ser um objeto voador, mas provavelmente alguma interferência no filme mesmo…

    • Creio que para determinar a posição da sombra seria preciso saber com exatidão a posição do sol, o que é meio difícil. Seria possível estimar baseado nas demais sombras dos objetos, mas dependendo da altitude que a anomalia se encontra, a sombra poderia estar até fora do quadro de registro. Como eu disse no post, o filme original foi encontrado, os negativos periciados e nenhum indicio de defeito foi encontrado. Se houve uma interferência que produziu a imagem, ela se deu na revelação do negativo, algo que é muito, muito mais complicado de se fazer do que afetar a revelação da foto no papel.

  4. Philipe, eu já mandei um e-mail pra voce sobre o livro “A Pedra do Espaço”, do escrito Alberto Sanmartin. Este livro conta o relato do proprio escritor, onde em sua residência na espanha, foi visitado por um ser extraterreno e recebeu um presente dele, uma pedra com inscrições que não são comuns à nenhuma civilização terráquea. Este livro me foi indicado pela própria afilhada do Sr. Alberto Sanmartin. O nome dela é Márcia, eu acabei conhecendo-a no lugar onde trabalho, e ela também é uma leitora assídua de assuntos realcionados a ovnis e alienígenas. Eu li o livro e é especial demais, e com certeza ele não precisaria escrever um livro desse com uma história mirabolante, pois o mesmo já tinha trabalho e reputação. Enfim, pra resumir, eu acredito que a vida se torna muito mais LEGAL e INTERESSANTE se acreditarmos nessas evidências e aceitarmos como verdade, eu tenho 31 anos e espero um dia ter um contato visual que seja, para ser agraciado com tal visão maravilhosa e ter , quem sabe , uma certeza de tudo o que eu acredito.

  5. O interessante neses casos de luzes flutuantes é que depois de algum tempo de observação elas se distanciam e desaparecem em direção ao espaço e não em direção á terra que é mais comum aos fenômenos naturais, concorda?

  6. Casos como a “noite oficial” e a “operação prato” no Brasil, e a perseguição de OVNIS pelos F-16 na Bélgica, são tão ricos em provas técnicas e depoimentos que fica muito difícil refutar a veracidade do fenômeno.

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