18 Comentários

  1. Severo César Silva e Alves

    “Você pode ser babaca com filho ou sem. ”

    Pode inclusive escrever posts preconceituosos em seu blog.

    Não sei qual medicação você anda tomando, mas ela está fazendo muito mal. O texto é extremamente contraditório. Troque criança por negro que você verá a diferença.

    Abraço pra quem fica, esse blog já deu.

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      1. Barbara

        Tem gente que lê a parada ja trocando por “negro” pra achar motivo pra dar piti. Manda pra área kids

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        1. Chama-se falácia da falsa dicotomia. NA pratica, para validar sua discordância, ele lança mão de um argumento estapafúrdio, que estabelecimentos proíbam negros de frequentar o espaço, o que seria um crime de racismo. Assim, ele tenta puxar a ideia de um crime de racismo para racionalizar sua posição equivocada que deseja obrigar um dono de empresa privada a operar conforme ele acha que seja o certo. No entanto, as crianças não são limitadas no estabelecimento por raça ou cor, o que evidencia a falsa simetria do argumento. Elas são evitadas em prol do sossego dos demais clientes, restando um imenso parque de outras opções que atenderiam àquela demanda.

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          1. Pedro Seidel

            Eu acho que o comentário do sujeito é irônico…rsrs

      2. Veronica

        Hahahahahahaha engraçado que você falou justamente sobre isso no texto, Philipe!

        Que gentalha mimada.

        E na boa. Eu escolhi não ter filhos, gosto de crianças, mas dentre os motivos de não ter filhos está não ter que aturar criança o tempo inteiro. Então sim, acho ótimo ter ambiente só para adultos.

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    1. Caco

      Esse fulano é que não pode ir a restaurantes. Desajustados sociais, hipócritas do moralismo de ocasião e analfabetos funcionais também não podem frequentar este blog.

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  2. Barbara

    Meu deus cara!!! Vc existe?! Estou aplaudindo de pé aqui! E veja: mae de gemeas aqui passando para dizer que se eu fosse dona de um restaurante eu também proibiria crianças sim! Porque ninguém é obrigado a aguentar piti de criança sem limite.

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  3. Paulo

    Não tenho filhos e posso estar dizendo bobagem, mas uma questão que já me chamou bastante a atenção é a diferença de comportamento em ambientes públicos entre crianças brasileiras e americanas, por exemplo (cito essas duas nacionalidades por ter maior vivências nos respectivos países). As brasileiras tendem a ser birrentas enquanto as americanas muito mais comportadas. Os pais brasileiros tendem a gritar mais com os filhos, os americanos tendem a conversarem mais, explicandos as coisas. Os americanos parecem criar as crianças para serem independentes, os brasileiros “prolongam” o cordão umbilical. Novamente, posso está dizendo bobagem, mas em termos de ambientes públicos, a diferença no comportamento médio é brutal.

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  4. Alarico

    Quando eu era criança, eu sequer sonhava em fazer birra, bagunça e/ou barulho em qualquer lugar, porque sabia que com minha mãe eu apanharia muito na rua e o mesmo ou pior em casa. Puxões de orelha, beliscões, tapas na bunda, nas pernas e surra de cinto (este último era departamento do meu pai) eram certeza se eu andasse fora da linha. Nenhuma dessas punições me fez mal, me machucou ou traumatizou, eu fiz por merecer cada uma delas quando aconteceram. Agradeço demais aos meus pais por terem me dado lição tão valiosa, a de que meus atos tem consequências, muito grato por isso.

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    1. Hoje sou contra bater em criança. Apanhei tb na infância, e (ate agora) ainda não virei nenhum psicopata ou maníaco do parque por isso. Mas eu penso que existem maneiras de conduzir a educação da criança sem precisar apelar ao reforço negativo do adestramento. Talvez o mais importante seja a criança entender claramente as regras do jogo. O pai manda, o pai não pede, o pai não é amigo. “Ain, sou amigo do meu filho…” É o caralho! Pai está ACIMA, muito, MUITO ACIMA da maior amizade que um filho poderá ter. Amigos são ótimos, são fundamentais. Mas pai e mãe estão acima. Isso é um fato imutável (pelo menos aqui em casa) e quero que continue assim. A hierarquia é essa, pai está lá no topo. O filho deve respeito ao pai. Isso no entanto, eu tb acho que não se aplica a todo pai mesmo, pq ta cheio de pai bunda por aí. Não é pra ser ditador e fazer filho de escravo. Mas pra dar um norte. Se o pai diz não, não tem que ir na vovó, nem no titio ver se eles dirão diferente. Quando a regra do jogo está clara, o mundo da criança se estrutura de modo bem simples. Manha desaparece, porque criança não é burra. Ela logo vê que não só não resolve como ferra o que já ia bem pro lado dela. Fica mais simples, mas não fica mais fácil. Educar é uma merda. É trabalho eterno. Mesmo com os filhos crescidos o pai ainda educa e tem que ter isso bem claro na cabeça. Educa pelo exemplo.

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  5. Silvia Santos Costa

    Sou mãe de duas meninas que são super inteligentes, independentes e barulhentas. Deixei de ir a missa, a festas, a lugares diversos porque acho sinceramente que ninguém tem obrigação de ouvir choro de criança. Mas também aprendi a dizer não. Dizer não é libertador, pra si mesma e para as crianças. Crianças não querem ser porraloca, elas querem limites, como nós adultos também queremos. Acho super justo o restaurante dizer não. Quero que minhas filhas cresçam no mundo real, onde há gente ruim e gente boa e saibam a diferença, e saibam respeitar a liberdade do outro, e saibam que se todo mundo se jogar da ponte elas vão dar as costas e fazer outra coisa. Criar gente independente dá trabalho, concordo com você, Philipe. Um baita trabalhão ferrado, escroto, cansativo e sem hora pra acabar. Mas se inventar tem que aceitar o fardo. Amar é assumir que tudo que realmente é bom exige dedicação, disciplina e amor. E amor de verdade educa. Abs.

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  6. Guga Asc

    Philipe, concordo com você!

    Passei minha lua de mel em um resort onde não era permitido crianças e foi uma paz sobrenatural… e olha que eu adoro crianças. Mas realmente não é culpa delas, os pais educam cada vez pior… dias atrás estava em uma pizzaria e na mesa ao lado estava uma menina que se esguelava só pelo prazer de gritar… e a mãe achava lindo!!
    E sim, a educação e a atitude dos pais fazem a diferença… no tal resort, entrou apenas uma criança… uma menina japonesa. Nunca vi criança tão educada, não tinha nem 7 anos, ela brincava e conversava com os hóspedes (em japonês e inglês)… nunca vi nada igual.
    Todos nós já fomos crianças.. e fomos pestes que deram trabalho para nossos pais… fui educado de forma bem severa… e hoje sou um adulto até que normal.
    Abraço!

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