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Là estava eu, numa festa na casa de um amigo. A cerveja rolando solta. Daí ele aparece com uma bebida lá que mais parecia um álcool absoluto com sabor de anís. beberiquei um pouco mas achei meio ruim.
No meio da festa, liga alguém pra lá. Este alguém que eu nunca saberei quem é, estava ligando de uma outra festa, e convida a festa que eu estava para se mudar para a tal festa deles.

Sim, convida uma festa inteira para atravessar a cidade e chegar numa outra festa. ( depois descobri que a pessoa que convidou não era a dona da tal festa. fato que por si só já nos garante o amplo direito de beber pra esquecer a vergonha.)Como na tal festa que eu estava eu não conhecia praticamente ninguém além da minha mulher, que também conhecia uns três ou quatro, fomos. Eu de penetra do penetra. Penetra ao quadrado. Receita para dar show.
Lembro que eu fui no carro cheio de gente. O carro lotado e eu contando piada.
Sei que no meio do caminho, um dos carros da caravana se perdeu. Pára a caravana, desce todo mundo. Cadê o fulano. Cadê ciclano. Beltrano tava no carro de herculano, liga do celular par eles… Essas coisas. Eu já meio chapado de quatro latinhas de cerveja.

Parei de beber quase totalmente depois que casei e agora sou um fraco. Duas latinhas me nocauteiam.

Mas seguindo a aventura, lá pelas tantas, aparece o carro com as figuras e a caravana segue o caminho por ruas que nunca vi na minha vida em busca do tal condomínio de luxo, onde a festa principal estava rolando.
Aí um dos carros quebra. Por sorte quebrou perto do lugar onde a festa ia rolar e deu pra fazer baldeação em duas viagens no carro que nós estávamos. ( eu não tinha carro na época. Eu era “a pé”, “viação canela” e outros adjetivos fofinhos).

Chegamos na festa e pra minha supresa, a festa que eu estava antes tava beeem mais animada do que a tal da principal. A festa principal era muito chique, muito requintada. Era festa de professor titular da UFF. Sabe como? Pessoas nojentas metidas e pedantes debatendo a linha epistemológica do impacto da obra Kantiana no conceito objetvo das sociedades pós modernas numa ótica neo-liberal paradigmática.
Eu assumo que cheguei lá e me senti um merda. Um merda não. Um merda-oficial da copa do mundo, com estrelinha no peito de mistar merda e pós graduado na ignorância. Só tinha doutorando, mestrando e muitos PHdeuses.

De graduado só eu e o bom e velho (e também caro) vinho chileno ali na minha frente.
Sentei sozinho num canto meio que tentando achar um vácuo para entrar no assunto de alguma patotinha. Mas nada. Eu era avulso. Eu era marido da reles mestranda – que era penetra. Porra, pior que ser o penetra é ser o anexo-sofrível da penetra.

Dei uma boa olhada na casa. Muito bonita chique e bem decorada. A mesa, uma mesona enorme de vidro, com vááááárias garrafonas de vinho de todos os países. (e eu querendo tomar uma cervejinha) Olhei em volta. Patês, queijos, saladas, molhinhos de todas as procedências, salgadinhos mil. E TOME VINHO!

Lembro que quando eu tava no meu décimo segundo copo de vinho, consegui conversar com alguém. O papo não avançou muito porque rapidamente apareceu alguma figurona que possivelmente era a dona da casa e agarrou meu interlocutor pelo braço pra apresentar ao doutor beltrano.

Merda. Lá estava eu, com o copo de vinho na mão. Só me restando beber para não mimetizar totalmente com o abajour.
OLhei na minha frente e vi um enorme queijo muito bonito numa tábua de madeira decorada. O queijo tinha uma cobertura em cima que parecia ser um creme. Parti um pedacinho pra ver qual era.

ERA MARAVILHOSO! Eu senti a mesma coisa que meu cachorro sentiu quando comeu carne pela primeira vez na vida dele. Tudo fazia sentido. A festa chata, as pessoas esquisitas, o carro que sumiu e o que quebrou. Tudo no mundo estava me levando para aquele sublime momento em que o queijo deitou-se sobre minha língua e fomos felizes juntos nuum universo cor de rosa que girou a minha volta. Uma musiquinha tocou. Era um orgasmo alimentar. O queijo era sensacional.

Não pude evitar partir mais um pedacinho e aproveitar e encher mais meu copinho.

Leia o parágrafo aí de cima mais sete vezes.
Pronto, agora é isso que acontece a seguir:
A dona da casa aparece e vendo que eu – o BÊBADO – estava acabando com o queijo caro pra dedéu dela, pega ACINTOSAMENTE o queijo da minha frente e coloca lá no final da mesa. Eu fico ali só olhando na direção dela. (porque nessa altura já não fazia diferença mais olhar de óculos ou sem) Pra falar a verdade, eu já enxergava meio como o morcego, meio pelo som e também pelo cheiro.
Ela saiu e eu levantei tão acintosamente quanto ela tirou o queijo da minha frente ( putamerda, que vergonha contar isso) e sentei novamente, na frente do queijo e COMI TUDO. O queijo INTEIRO. SOZINHO, mané!

O tempo dá um gap. Não sei o que se passou nesse tempo que deve ter levado por aí uma meia hora, 45 min. O que me lembro meio vagamente depois do episódio do queijo foi que eu comi um ovo de codorna que tava azedo. Acho que era picles. E se me lembro bem, cuspi num vaso de planta que tinha na sala. Deve estar lá até hoje.

A dona da casa subiu com o marido, abandonando a festa à sua própria sorte.

Em seguida eu lembro que a música ficou animada. Os bêbados da primeira festa se animaram mais ainda e sofri quando alguém gritou: ACABOU O VINHO!
Mas nessa altura do campeonato, eu já tinha bebido vodka, cerveja na primeira festa mais aquele treco que era igual metanol com sabor anis, vinho tinto, suave, branco, rosé, coca-cola e comido um queijo inteiro e mais uma metade de um ovo de codorna azedo, além de uns salgadinhos que não sei o que era,. Mas naquele estado, mesmo se fosse sabor barata seria bom.
Saí com uma amiga também absolutamente chapada procurando na cozinha da dona da casa por alguma bebidinha malocada. Um uísque, uma vodka, um detefon. Qualquer merda alcóolico serviria. Não achamos e resolvemos “fazer uma pista de dança” TIramos alguns móveis da sala… E virei o TONI MANERO!

Você deve estar se perguntando onde diabos a mulher do –PUDIM DE PINGA AVULSO – estava, né?

Bem, ela estava na varanda, debatendo com uma outra professora a experiência do sistema de ciclos na rede municipal de Niterói, sob a ótica da proposta oficial até às práticas concretas.

Tá vendo porque eu bebo?

Continuando a aventura etílica:
Alguém apagou a luz na cozinha e o que me lembro em seguida, é de estar amarradão dançando salsa com uma amiga da Nivea do mestrado. e mais um monte de bêbados que na minha memória são aqueles dançarinos zumbis do clipe do Michael Jackson.

A Nivea conta que nesse momento alguém chegou na varanda e comentou: Tem um cara bêbado dançando salsa lá na cozinha. È o seu marido?
Quando a Nivea chegou lá, a gente tava dançando lambada ou era forró. Se bem que tanto fazia. Não sei dançar nenhum dos dois mesmo, eu tava ali igual a uma minhoca, igual ao Mick Jagger.

Foi dando a hora de ir embora. A Nivea não sei se por medo ou vergonha me agarrou pelo braço e chamou pra ir embora. Quem sou eu pra resistir a uma apelo daqueles? Fomos embora. Eu pedi carona pra uma ex-professora minha do segundo grau e ela meio relutante ( meio é favor. RELUTANTE PRA CARALHO) aceitou. Não lembro de mais nada mas a Nivea contou que eu só falei merda. (grande vantagem. Eu normal só falo merda mesmo!) no carro.

No meio do caminho, a mulher resolveu achar que eu ia chamar o raul. Parou o carro e me botou pra fora. Eu e a Nivea. Mó sacanagem. Tres e porrada da madrugada. Longe pra caramba lá de casa. Fomos andando. Andamos, andamos, andamos no meio da madruga. Bem, eu cambaleando e ela andando e tentando me ajudar a andar num zig-zag mais coordenado.

Chegamos em casa, eu rindo alto.
Lembro que deitei na cama. Tudo rodou.
Primeiro rodou pra esquerda. Rodou e foi acelerando. Aí começou a desacelerar.

Depois rodou pro outro lado… Acelerou e em seguida rodou – no eixo Z.

Aí eu vi que ia vomitar. Corro pro banheiro pra chamar o raul. Acendo a luz e o vaso tava tampado. Porra, que mulher mané! Sabe que o marido tá chapado e tampa o vaso.

A boca cheia de vômito e por uma fração de segundo pareci um KIKO (do Chaves) possuído pelo capeta. Sobretudo quando o jato verde com pedaços ao molho voou. Então tentei me virar pra deixar o sopão na pia, mas só lembro de ter vomitado para o alto.
Eu vomitei pelo nariz também.

Maldito queijo. Pra quê ser tão gostoso? Se bem que se você vai vomitar, pelo menos é bom que seja algo gostoso, né? Afinal, você sente o gostinho duas vezes.

Voltei pra cama e ainda vomitei lá na cama duas vezes mais. (dormindo, graças a Deus!) Na manhã seguinte eu era um farrapo humano. A Nivea conta que eu devo ter vomitado rodando pra conseguir vomitar até no lustre. Ela queria me meter o esporro, mas até ficou com pena tamanho estado de putrefação em que eu me encontrava. Eu era um nada. Desci ao décimo quarto inferno naquele dia. Nada que eu comia ficava no estômago.
Tive que tomar varios remédios. Nivea ligou para o médico e tudo mais.
Tudo eu vomitava. Dizem que o porre de vinho é dos piores. Maluco, “dos piores”? Aquilo é o PIOR porre que um ser humano é capaz de suportar em vida. Só consegui comer alguma coisa (uma maçã) no dia seguinte.
Passei dois anos sem botar uma gota sequer de vinho na boca. Nunca mais comi o queijinho do creminho. Hoje só lembro dos pedacinhos de creme nas minhas narinas. Que nojo. Mas eu sei de quem é a culpa.
A culpa é da metade daquele maldito ovo de codorna. Eu devia ter previsto que um ovo de codorna marrom não podia ser saudável.

O primeiro porre a gente nunca esquece

Comments

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80 ideias sobre “O primeiro porre a gente nunca esquece

  • 27 de maio de 2006 em 10:55
    Permalink

    axo q vc deveria processar o fabricante dos ovos de codorna(nao a codorna)pelos estragos…
    (putz o cara bebe a noite inteira e coloca a culpa no ovo , ve se pode…hehe)

    Resposta
  • 27 de maio de 2006 em 18:06
    Permalink

    Grande King Kling,
    Pelo menos você não deve ter engordado! Amigo meu diz que o unico vinho que não engorda é o saudável o-vinho de codorna…
    (Acho que essa no fim do sábado é pior que o vomitation-rotation da sua noite inesquecível!)
    Abraços avec brie!
    Márcio

    Resposta
  • 28 de maio de 2006 em 20:47
    Permalink

    HUAHUAHUHAUHAUHUAHUAHUAHUHA
    HHHHHHHHUAHEUHEAUEHUAHEUAH

    Chorei de rir!

    “E virei o TONI MANERO!”

    HUAHUAHEUHEAUHEUAHEUHAUEHUAHEUHA

    Imaginei cada pedacinho da história…

    Que hilário!

    Resposta
  • 29 de maio de 2006 em 5:47
    Permalink

    puta cara seus textos são muito engraçados..
    fico imaginando as cenas..
    UHAuahauHAUha!!
    não para não, continua com o blog pois muita gente entra aqui!

    Resposta
  • 29 de maio de 2006 em 19:05
    Permalink

    Valeu galera. Em breve tem mais.
    Muito em breve… Aliás, agora!

    Resposta
  • 9 de junho de 2006 em 0:33
    Permalink

    hahahahaha
    pior que porre de vinho é porre de vinho depois que vc come pipoca!!!

    Resposta
  • 9 de junho de 2006 em 14:39
    Permalink

    Olha há muito tempo que eu não ria tanto, com uma história tão simples e engraçada, cada detalhe que você consegue passar para os leitores. Adorei….

    Resposta
  • 21 de setembro de 2006 em 14:04
    Permalink

    è o melhor de todos com certeza!!!
    barrou o do sol, barrou a da Tênia!!!

    uhauhauhauhauauhauhaauhuahhauhauhauha!!!

    NÃO ACONSELHO A LER NO TRABALHO, vc fica igual um idiota rindo sozinho, lagrimando e todo mundo te olhando…

    Resposta
  • 18 de novembro de 2006 em 15:01
    Permalink

    Haha, muito bom… mas não seria Abisnto, o metanol!?? 🙂

    Resposta
  • 18 de novembro de 2006 em 20:05
    Permalink

    Sei lá. È tudo veneno mesmo, né?

    Resposta
  • 6 de março de 2007 em 13:31
    Permalink

    You have an outstanding good and well structured site. I enjoyed browsing through it »

    Resposta
  • 4 de abril de 2007 em 19:58
    Permalink

    Karamba to me mijando de rir uhADSUHAUHSDhuASUHDAUHSdhuaShudhsuaduhASHUDHUASDad

    faz tempo q eu nao ria tao gostoso assim, adorei o blog uhaSDUHUHASdhuASHDAS

    Resposta
  • 6 de junho de 2007 em 16:01
    Permalink

    Como o amigo ai de cima falou, ler no trabalho não é recomendavel, eu teria aproveitado muito mais se não precisasse ficar segurando o riso aqui..hahahahha..

    fodah muito fodah..

    Resposta
  • 9 de junho de 2007 em 20:07
    Permalink

    namoral que história cara muito hilária putz hauhuahuahuahuhaua

    Resposta
  • 22 de junho de 2007 em 17:26
    Permalink

    Philipe
    Este seu porre serviu para mostrar que vc nao devia ter comido tnto do queijinho caro da dona da festa.

    Fiquei imaginanado sua dancinha na festa e dei boas gargalhadas sozinha em casa.

    Valeu a pena sua festa…

    Resposta
  • 24 de julho de 2007 em 21:08
    Permalink

    muito hilaria a sua historia!!!
    concordo com vc o problema nao sao os litros de bebida, é o ovinho de codorna (ou qq outra coisa em que vc perceba na primeira mordida que aquilo nao presta).

    so discordo do absinto: é o atalho para o paraiso. mas se tomar demais acaba nao voltado!

    Resposta
  • 24 de julho de 2007 em 23:33
    Permalink

    Absinto… Fico imaginando porque tem este nome. Talvez você toma um copo e diz: Ei! Eu já não abmais absinto abs pernas!

    Resposta
  • 21 de agosto de 2007 em 0:03
    Permalink

    Philipe, chega por hoje… nao aguento mais de tanto rir.

    Este teu post foi fantastico. Passei por coisa parecida, faltou o tal queijo maravilhoso, infelizmente.
    Mas ficar imaginando a todas as cenas da tua história é o melhor de tudo.

    admiro a capacidade que você tem de transcrever, com bom humor, estes momentos de tua vida.

    Resposta
  • 31 de agosto de 2007 em 1:25
    Permalink

    Tchê, eu não podia rir.. Arranquei ontem dois cisos e tô cheio de pontos na boca (parece que minha bochecha tá barbuda por dentro! E ainda por cima isso! Gargalhando psicoticamente – e é madrugada, as pessoas dormem por aqui!

    Não foram poucas lágrimas a verter, meu peito dói – a barriga também!

    Excelente!

    Resposta
  • 5 de setembro de 2007 em 13:50
    Permalink

    hahahahahaha
    Mto bom!!
    Cara,tô amando seus textos,vc tinha q escrever um livro!!Show!!
    Essa do porre foi das melhores!rss

    Resposta
  • 29 de março de 2008 em 21:35
    Permalink

    HAHAHAHHAHAHA Passei por uma dessas recentemente… enchi a cara de cerveja e quando apareceu uma dose de 51 na minha frente, tudo se desfez: a realidade virou aquelas letrinhas verdes caindo na tela escura da matrix.

    Um amigo me levou pra casa dele depois de eu correr atrás de um ônibus. Aí ele me deu uma muda de roupa e me mandou tomar banho, eu entrei no banheiro e saí de lá blasfemando e com o tapete do banheiro debaixo do braço, querendo alguma coisa que nem ele lembra o que era.

    No dia seguinte, eu nem pude trabalhar.

    That’s all folks!

    PS: Não pare nem mesmo quando a música acabar!

    Resposta
  • 14 de junho de 2008 em 20:28
    Permalink

    Meu primeiro comentario no blog =D
    Primeiro parabens pelos “causos” Philipe. (Não sei se vai ler isso pq ja é post meio antigo hehe).
    Descobri o blog em um momento de extrema falta do que fazer na faculdade (primeiro post que li foi aquele da maquina de atear fogo em agua salgada).
    Li qse o blog inteiro ja (*Voz de carinha do simpsons* “Exageraaaaado”), resolvi comentar nesse por que me familiarizei com o acontecido…. uhuhuh.
    Realmente, o de vinho é o pior…
    /o/

    Resposta
  • 26 de junho de 2008 em 11:55
    Permalink

    Ri locamente do seu porre :lol2: , fala serio. adorei *tony maneiro* kkkk 😛
    porre de vinho é foda, é o pior msm, qm nunca bebeu vinho e fico de porre…é um sortudo fio da p*** kk
    abraços

    Resposta
  • 27 de setembro de 2008 em 15:33
    Permalink

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    AEHIUAEHEAIUAEHIAEUHAAE
    chamar o raul! xDDD
    conhecia naum :lol2:
    maldito ovo de codorna xD HAIUEAHAEUIHEAIEAUHAIEUHAEUA

    Resposta
  • 18 de fevereiro de 2009 em 2:26
    Permalink

    “Lembro que deitei na cama. Tudo rodou.
    Primeiro rodou pra esquerda. Rodou e foi acelerando. Aí começou a desacelerar.

    Depois rodou pro outro lado… Acelerou e em seguida rodou – no eixo Z. ”

    “Mas eu sei de quem é a culpa. ”

    kkkkkk

    Descrição perfeita! E a acusação então?

    Abraços

    Resposta
  • 13 de maio de 2009 em 22:07
    Permalink

    Philipe, vc não está só nessa: hoje em dia eu só aguento uma lata de cerveja que, ainda por cima, me deixa enjoado a ponto de vomitar e com uma diarréia infernal. Mas em épocas passadas tbm já tomei umas carraspanas pesadas a ponto de sair do bar, pegar o onibus errado e ir parar em outra cidade (sério memso).

    Grande abraço.

    Resposta
  • 31 de maio de 2009 em 23:57
    Permalink

    Philipe!!!
    Meu marido e eu aqui estamos nos mijando de tanto rir das suas histórias!!! A da Tênia, a da sua ida a Manaus (minha terra tá muito melhor hoje em dia, eu lhe garanto!!! hahahahahah), a do espermograma, a do hotel sinistro com ou sem sabe-Deus-o-quê e essa do seu porre são as melhores!!!! Cara, deixa de escrever não!! E outra: já nos identificamos com vc por causa do plastimodelismo (meu marido monta moto e carro de competição até hj, mas da Tamiya)!! Nem comentamos dos porres homéééééricos que tb já tomamos, quéquéquéqué!!

    Vc escreve muito bem! Me faz lembrar Érico Veríssimo no seu famoso “O Rei do Rock”!!!

    Resposta
  • 31 de maio de 2009 em 23:58
    Permalink

    Philipe!!!
    Meu marido e eu aqui estamos nos mijando de tanto rir das suas histórias!!! A da Tênia, a da sua ida a Manaus (minha terra tá muito melhor hoje em dia, eu lhe garanto!!! hahahahahah), a do espermograma, a do hotel sinistro com ou sem sabe-Deus-o-quê e essa do seu porre são as melhores!!!! Cara, deixa de escrever não!! E outra: já nos identificamos com vc por causa do plastimodelismo (meu marido monta moto e carro de competição até hj, mas da Tamiya)!! Nem comentamos dos porres homéééééricos que tb já tomamos, quéquéquéqué!!

    Vc escreve muito bem! Me faz lembrar Érico Veríssimo no seu famoso “O Rei do Rock”!!!

    Abraço!!!

    Resposta
  • 12 de junho de 2009 em 0:01
    Permalink

    Maldito ovo de codorna HAHAHA jah tive umproblema assim mas foi com Absyntho, o importado, 83 ou + de % de alcool, acho q não vomitei o estomago pq Deus eh meu amigo…
    GUMP!

    Resposta
  • 17 de junho de 2009 em 12:42
    Permalink

    tres anos depois de um cara postar um comentario que nao é aconselhavel ler no trabalho, eu vós digo de novo.
    nao é aconselhavel ler no trabalho.
    hahah, eu ri alto.
    conheci teu blog em um dos dias na frente do computador, no trabalho, através do google, e virei fã.
    abraço!

    Resposta
  • 3 de agosto de 2009 em 2:47
    Permalink

    kkkkkk essa foi muito boa
    eu tive um porre parecido a unica diferença e que eu dormi na casa de uma colega meu (mas o fato de ter parecido que eu vomitei rodando foi o mesmo) e eu nao tinha nenhum alimento estragado para por a culpa :/

    Resposta
  • 8 de agosto de 2009 em 17:52
    Permalink

    Nossa Philipe, sua mulher é ima santa………….adoros seu causos cara demais.

    Resposta
  • 12 de agosto de 2009 em 3:03
    Permalink

    eu nao sei onde eu ri mais, na historia ou nos posts…

    muito, muito bom :B

    Resposta
  • 7 de setembro de 2009 em 21:06
    Permalink

    Muito boa esta Philipe .
    Só um detalhe aqui no sul ñ chamamos o Raul , chamamos o “UGO” rsrsrsrs. Mas…tanto faz o motivoa finalidade e o resultado são os mesmos ….rsr
    Abraços

    Resposta
  • 14 de setembro de 2009 em 21:19
    Permalink

    putz, eu sempre digo que a culpa de eu passar mal quando bebo, é do creme dental que uso ao escovar os dentes quando chego em casa… 😛
    sensacionais suas histórias!

    Resposta
  • 26 de novembro de 2009 em 9:00
    Permalink

    kkkkk
    Muito bom! Hilário!!!! :ohhyeahh:

    Resposta
  • 14 de dezembro de 2009 em 3:13
    Permalink

    Muito loko seu conto srsrsrsr legal…. ;]

    Resposta
    • 14 de dezembro de 2009 em 15:10
      Permalink

      Conto nada. Isso éa mais pura e vergonhosa verdade.

      Resposta
  • 23 de dezembro de 2009 em 23:06
    Permalink

    Por isso que não bebo, nem socialmente… E agora que descobri que tenho hemorróida, tenho a desculpa de não poder beber por motivos de saúde! Se eu sóbrio fico as vezes um tanto chato, imagine bêbado (não tive ainda esse desgosto, mas se tivesse nem eu mesmo ia me aguentar de tão chato que eu ia ficar)…

    Resposta
  • 31 de dezembro de 2009 em 20:38
    Permalink

    Nossa, muuito bom.

    Ri muito…

    Continue assim ! 😀

    Resposta
  • 13 de janeiro de 2010 em 12:27
    Permalink

    Caraaaaaaaakka, dei treeela de tanto rir..
    que porre louco esse seu.

    KKKKKKKKKK
    Imaginei cada pedacinho da história, loucuuuura total!

    Abraços da lindinha’:-) :happy:

    Resposta
  • 14 de janeiro de 2010 em 17:17
    Permalink

    Mais uma excelente história!

    Resposta
  • 27 de fevereiro de 2010 em 14:34
    Permalink

    “Se você vai vomitar, pelo menos é bom que seja algo gostoso, né? Afinal, você sente o gostinho duas vezes”. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK… Essa foi a melhor!! Chorei de rir aki…

    Resposta
  • 25 de março de 2010 em 11:40
    Permalink

    parafraseando o movimento “porra , felipe!”, do felipe dylon, depois desse texto escatológico e absolutamente hilário, lanço o “PORRA, PHILIPE !” !

    HAHAHAHHA

    li esse teu texto no meio de uma aula de mestrado, tive que fazer diversas pausas pra segurar o riso.

    parabéns !

    Resposta
  • 9 de abril de 2010 em 12:07
    Permalink

    “Afinal, você sente o gostinho duas vezes.”
    SRIOHSDIORHOPSARSARD

    Muito bom!

    Resposta
  • 23 de maio de 2010 em 23:53
    Permalink

    kkkkkkkkkkkk conto show, mas, SE DIRIGIR NÃO BEBA,kkkkkkkkkkkkk

    Resposta
  • 28 de maio de 2010 em 15:56
    Permalink

    putz, muito engraçado cara.rssssssssssssssssssssss

    Resposta
  • 30 de junho de 2010 em 14:16
    Permalink

    Forrest Phillipe!!

    Este mês tenho lido suas histórias em doses homeopáticas, afinal, tal como alguns leitores, ambiente de trabalho não é para ler blogs e dar gargalhadas!

    Os “causos” reais são fabulosos, aqui na minha família temos vários, mas essa sua verve de contador de histórias com certeza ilustra bem demais!!! :*(

    Resposta
  • 9 de agosto de 2010 em 13:19
    Permalink

    Eu neein fko com porre de vinho! \o/ sortudo fio da p*** kk
    Amo vinho!
    SHUAHSUAHUSHAS
    Encontreei seu blog por acaso aqi nu serviço e amei, o problema é qi naum dá pra riir direito. rsrs
    Meus Parabéns, vc escreve mt beem…

    Resposta
  • 20 de agosto de 2010 em 2:54
    Permalink

    De vinho não é o pior, se tivesse sido catuaba garanto que você teria morrido!! Ainda mais se for de “catuabinha” uma garrafinha gorda de uns 500ml mas que pelo formato voce pensa ter a quantidade de uma pitchula, porra…tomei um porre dessas que chegou num ponto que eu vomitava ar, dava vontade de comer alguma coisa só pra ver se saia algo sólido , pra dar uma sensação de que tá “melhorando”, que a coisa ruim tá saindo…

    Resposta
    • 20 de agosto de 2010 em 20:58
      Permalink

      Eu sei exatamente do que vc tá falando, Flavio. Isso é uma meeeerda. Chama-se vomitar em seco. Acontece isso comigo na crise de cálculo renal, cara.

      Resposta
  • 20 de agosto de 2010 em 15:01
    Permalink

    :argh: Nooooossa,vou te falar uma coisa nao paro de rir dos seus posts vlh,to maluquinha pra comprar seu livor ._.

    Resposta
    • 20 de agosto de 2010 em 19:56
      Permalink

      Entra lá no site do livro, Ana. Dá pra comprar com qualquer cartão, e até boleto. Eu acho que você vai curtir o livro. Abração e muito obrigado mesmo por sua visita.

      Resposta
  • 23 de agosto de 2010 em 13:14
    Permalink

    cara,demais as suas historias,se eu puder,com certeza vou comprar o livro.

    Não sei dançar nenhum dos dois mesmo, eu tava ali igual a uma minhoca, igual ao Mick Jagger

    Ri Demais nessa parte.

    Muito bom!

    Resposta
  • 20 de setembro de 2010 em 16:03
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    cara. ameei essa historia, eu aqui no trampo, sem nada pra fazer. to rindo que nem uma doida aqui D:
    enfim, eu leio todos os seus posts. sao demais !

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  • 29 de setembro de 2010 em 11:14
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    é por isso que nao bebo, zueira, na verdade nao bebo por que ja provei um monte de coisa, e nunca gostei do sabor.. por isso que nao bebo.

    ps.: heim cara.. pergunta da sua mulher se ela nao esta afim de me vender a escritura do sol XD~ voce ja conseguiu casar com a sua, deixa eu ver se consigo casar com a minha agora.

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  • 17 de dezembro de 2010 em 12:49
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    kkkkkkkk….
    isso foi muito loko….

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  • 20 de dezembro de 2010 em 19:07
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    eu morro de rir lendo todos estes posts
    nossa ._.
    vomitar até no teto é tenso

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  • 4 de março de 2011 em 19:58
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    To aki chorando de rir….
    Muito divertida essa estoria.

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  • 5 de março de 2011 em 10:51
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    ASHUASHUAHAHSAHSU muito bom,ri pra caralho kkkkkk

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  • 14 de abril de 2011 em 19:35
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    Menino, apesar de tudo você ainda teve sorte. Pior foi comigo, pois aconteceu DENTRO DO TÁXI!!

    P.S.: também foi por causa de vinho.

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    • 14 de abril de 2011 em 22:02
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      Imagino o ódio do motorista.

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      • 7 de maio de 2011 em 23:46
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        Põe ódio nisso! O homem ficou numa revolta tão grande que eu e minha irmã (sim, ela estava comigo…) praticamente dobramos o valor da tarifa por causa do estrago! Estou convencida que depois ele foi diretinho para o lava-jato…

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  • 12 de julho de 2014 em 1:24
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    “a experiência do sistema de ciclos na rede municipal de Niterói, sob a ótica da proposta oficial até às práticas concretas.”

    Cara, parece mais conversa regada a cocaína do que a álcool, hahaha!

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  • 12 de julho de 2014 em 1:33
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    Eu entendo também, faz anos que fico na cerveja e na vodka, depois de tanta cantina da serra, vinho não entra mais. E acontece de não conseguir segurar nem água no estômago no dia seguinte, nunca aconteceu comigo mas já vi várias pessoas indo pro soro nessa brincadeira! Mesmo assim, não deixa de ser divertido.

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  • 22 de dezembro de 2017 em 13:56
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    Vez ou outra volto pra ler esse texto, e isso já faz uns 10 anos hahaha

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