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Homem acorda no caixão em pleno funeral

Escrito por Philipe Kling David · 1 Minutos de leitura >

Um coroa de 81 anos acordou dentro do caixão no vilarejo chileno de Angol.

Quando os familiares de Feliberto Carrasco descobriram seu corpo duro e frio, eles estavam convictos que o patriarca da familia estava morto, digo, havia comido capim pela raiz, dormiu o sono eterno, virou presunto, bateu a caçuleta, abotoou o paletó de madeira, foi pro saco, morgou, entregou os pontos, jogou a toalha, foi dessa pra melhor, rapou fora do clube dos viventes, deslogou-se da matrix…

Sabendo que o corôa estava morto, os parentes chamaram logo o agente funerário e não um médico. Assim, Carrasco no melhor estilo de Odorico Paraguaçu, “O bem amado”, foi vestido com terno sob medida e colocado no caixão com flores e o escambau a 4.

Durante o velório Carrasco retomou a consciência mas não se moveu. A tampa do caixão foi colocada e por sorte havia uma janelinha. Quando Feliberto enfim abriu os olhos, a primeira coisa que viu foi o sobrinho dele, Pedro, que começou a chorar e saiu correndo em pânico, primeiro de susto, mas depois para arrumar alguma coisa para abrir a tampa do caixão e tirar o velhinho lá de dentro.

Assim que saiu de seu próprio caixão, Feliberto disse que não sentia nada, apenas queria um copo de água.

Fonte: Brisbane Times

É relativamente comum pessoas acordarem do que parece ser a morte. Lembro de ter visto uma entrevista de um zelador de necrotério que estava limpando o chão do corredor do IML em plena madrugada quando uma mão tocou seu ombro. Assustado o zelador olhou para trás e o que viu foi uma velha nua com cara de cadáver a perguntar-lhe onde estava. O vigia largou a vassoura e saiu gritando desesperado.

Existem doenças em que as funções vitais decaem súbitamente, provocando o resfriamento do corpo e a redução da frequência cardiorrespiratória, de modo que para um leigo, a pessoa parece ter morrido realmente. Entretanto, em certas circunstâncias esse estado é passageiro e a pessoa recobra os sentidos horas (ou dias) depois. Um exemplo de doença assim é a Catalepsia patologica. (que deu origem ao conceito de zumbis)

Escrito por Philipe Kling David
Designer, blogueiro, escritor e escultor. Seu passatempo preferido é procurar coisas interessantes e curiosas para colocar neste espaço aqui. Tem uma grande atração por assuntos que envolvam mistérios, desconhecido e tecnologia. Gosta de conversar sobre qualquer coisa e sempre tem um caso bizarro e engraçado para contar. Saiba mais... Profile

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9 respostas para “Homem acorda no caixão em pleno funeral”

  1. A origem da expressão “foi salvo(a) pelo gongo” se deu por causa de pessoas que eram enterradas vivas.

    Após varios casos de marcas de arranhoes no caixao, ao desenterrar o corpo pra cremar, que demonstravam que o sujeito havia sido enterrado vivo, e morreu la dentro do caixão, as pessoas passaram a ser enterradas com um so preso ao braço.

    Se elas acordassem do sono profundo, o sino (gongo) fazia barulho e o individuo que toma conta do cemiterio (esqueci o nome) ouvia. Daí a expressão “salvo(a) pelo gongo” (do sino).

    Fonte: http://recantodasletras.uol.com.br/redacoes/105741

  2. [quote post=”1594″]A origem da expressão “foi salvo(a) pelo gongo” se deu por causa de pessoas que eram enterradas vivas.

    Após varios casos de marcas de arranhoes no caixao, ao desenterrar o corpo pra cremar, que demonstravam que o sujeito havia sido enterrado vivo, e morreu la dentro do caixão, as pessoas passaram a ser enterradas com um so preso ao braço.

    Se elas acordassem do sono profundo, o sino (gongo) fazia barulho e o individuo que toma conta do cemiterio (esqueci o nome) ouvia. Daí a expressão “salvo(a) pelo gongo” (do sino).[/quote]

    Pois é Pedrão, outro dia eu coloquei isso aqui e alguém me disse que na realidade o termo salvo pelo gongo vinha do boxe. As origens dos provérbios muitas vezes se confundem. Pode até ser as duas coisas.

  3. Cara, o conceito dos zumbis vem da religião Vodu praticada no Haiti. É interessante pq a constituição haitiana proíbe a zumbificação, uma vez que o processo que induz os sujeitos ao estado cataleplético é praticado por “bokors”, que são uma espécie de sacerdotes vodus, através de um veneno. Há um livro muito interessante sobre isso, chamado “A serpente e o arco-íris”, escrito por um etnobotânico chamado Wade Davis, onde ele conta que vai investigar o fenômeno depois d saber sobre dois casos de uns sujeitos declarados mortos por legistas do governo e que mais tarde acabaram sendo encontrados vagando em aldeias.

  4. Os caras usam uma glândula do baiacu pra fazer o veneno, né? POr causa do veneno do baiacu que ele é o único peixe que o imperador do japão é proibido de comer.

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