Em defesa DASPU

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on pinterest
Pinterest
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on whatsapp
Categorias
Night mode


Confesso a quem interessar possa: Ontem eu vi Tv.

Não só isso. Eu vi o SUPERPOP, com Luciana Gimenez.

O programa é meio bizarro, mas olha só, tinha uma mulher de cabelo vermelho e voz meio esganiçada numa cadeira e umas pessoas que eu primeiro achei que eram jornalistas a esculachar a mulher. Depois pela linguarem e forma de falar vi que eram uns pela-sacos e uma mulher linda lá era a tal da garota trocada pela Bruna Surfistinha.

Como eu gosto de um auê, parei pra ver o que era na hora.

A mulher ruiva era uma ex-prostituta que largou a mais antiga das profissões e agora está lançando um livro contando suas aventuras. Qualquer semelhança com a Bruna Surfistinha é mera… copiação mesmo.

O brasileiro tem a franca habilidade de “ir no vácuo”. Deu certo pra Surfistinha, deve dar pra tudo quanto é puta.

Beleza, acho legal as histórias escalafobéticas de pais de família, hipócritas e políticos que virarm moça e gostam de ser sodomizados pelas prostitutas ou tem taras das mais malucas, como comer o vômito da puta (sim, existe isso malandro) mas… calmaí. Essa fórmula já foi explorada. Nelson Rodrigues inventou isso aí, minha gente.
Se há alguma novidade em puta escrever livro com memórias de alcova está no fato de que são casos reais. Mas como sabê-lo?

O que me intrigou no tal programa, é ver a mulher sendo esculhambada de todo jeito. Olha só, eu não tenho nada contra as putas e vou aproveitar meu espaço aqui pra dar o meu apoio a elas.

Pra mim puta é uma profissional. Tem que ser tratada com respeito.
Nunca comi uma puta. Será que é legal? Não sei, e pelo que vejo, nunca vou saber. Minha vida tá boa como está. Digo isso pra voc~es não pensarem que defendo porque sou consumidor.
Defendo porque acho que as putas são uma classe injustiçada em todos os países latinos, sobretudo os de forte presença religiosa.

A prostituição seguramente foi a primeira profissão do planeta. Algumas mulheres dão em troca de dinheiro e sempre darão. Como alguns homens matam pelo mesmo motivo e sempre matarão. Entenda dinheiro como quiser.
Poder, prestígio, influência?
Alguém que dorme com um famoso em busca de engravidar e conseguir uma polpuda pensão para o filhote não é em última instância um comportamento prostituto?
Pra mim é. Outra, a garota que se submete aos caprichos sexuais de diretores de televisão em busca de poder e um papel de destaque na emissora é o quê? Esperta?
Pois bem, putas são espertas.

A garota do cabelo vermelho era esculhambada por todos os presentes como uma defensora do trabalho da prostituição.

No Brasil, prostituição é um problema complicado. Existem vvárias esferas da prostituição. Desde as caras (e lindas) garotas com curso superior do café Photo de São Paulo a aquela puta anônima das ruas do centro do Rio.

Não há uniformidade. Não há controle. As putas não tem sindicato, nem direitos trabalhistas. Se o trabalho da prostituta fosse reconhecido ela teria chance de se aposentar. Ela pagaria imposto. Daria nota fiscal.
A lei brasileira é uma comédia mesmo…

Para a lei, a prostituição no Brasil não é crime porque não há legislação referente a venda de serviços sexuais. A atividade é tolerada, mas a lei é clara com relação ao Lenocínio. Lenocínio é o incentivo de qualquer tipo á atividade de prostituição. E isso envolve outdoors de termas, envolve casas de massagem, cafetões boates com garotas disponíveis, como aquelas de Copacabana.

Em dez minutos de entrevista com a mulher de cabelo vermelho, a senhora hipócrita que mais tacava pedra berrou de plenos pulmões:
– Você vende o corpo! – Em tom acusatório. O dedo em riste e olhar superior.

Ora, Calma lá, titia. Quem é que não vende o corpo na sociedade moderna? As mulheres que same nas capas e pôsteres da playboy? O jornalista que usa o cérebro dele pelo dinheiro? O operário que vende os músculos para cavar ou carregar sacos de cimento? O político que vende as idéias de causas e representa uma parcela da sociedade?
Ou o médico? Este último tão importante, mas que COBRA para muitas vezes salvar a vida às pessoas?

É certo isso? mesmo com o juramento de Hipócrates, muitos médicos parecem ter feito juramento de Hipócritas! Sem a carteirinha do plano de saúde, você morre na frente dele, xará. Ou se quer colocar um peito nas costas, pague ali no caixa que eu boto.
É a prostituição profissional.
E o que dizer da prostituição política? è justo se eleger dizendo uma coisa e ganho o dinheiro do povo mudar de lado? Trocar de partido conforme o dinheiro que te pagam?

A sociedade é uma putaria generalizada. Religiosos que professam a fé do dinheiro são os primeiros a acusar. Deviam se olhar no espelho e tomar vergonha.

Os direitos individuais sobre o corpo asseguram o lívre arbítrio para optar pela atividade profissional que melhor lhe convier.
Mas sempre vai ter aquele que pergunta:
Se você tivesse uma filha… Ia querer que ela fosse puta?

Típica pergunta do hipócrita.
Não, claro que não. Ninguém, nem as putas querem. Mas se ELA – a filha, quiser, não tem como impedir. Eu não gostaria que ela fosse não pelo fato de ser a prostituição o trabalho. Mas por ser trabalho de risco. Igual a ser polícia. Também não gostaria que ela fosse bombeiro ou alpinista, nem mergulhadora de profundidade, lutadora de boxe ou cobaia.

Mas essas profissões existem e existem pessoas que são felizes vivendo a poucos centímetros da morte.

Muito pior é bungee jump, que é arriscar a vida sem lucro. Aliás, pagando!

Há uma idéia ( na minha opnião sem qualquer fundamento) de que a prostituição é uma das causas da prostituição infantil, que é um crime dos mais horríveis.
Se os caras estão com putas mais velhas, quem está pegando as criancinhas?

São os PEDÓFILOS. Não sei quem pensa essas merdas e fez essa relação tosca, mas pedófio tem desejo sexual por CRIANÇAS.
Se alguém tem culpa da prostituição infantil são os PEDÓFILOS, que são doentes.

Sim, isso é uma doença. Proibir a prostituição das mulheres adultas não vai fazer com que os pedófilos sumam, gente. É ruim, mas é fato.

O pedófilo por sua mecânica psíquica, teme o contato sexual com mulheres adultas, por medo de não estar no controle. Para o pedófilo a criança por ser um ser mais frágil, e portanto não ameaçador é seu objeto de desejo. O prazer do pedófilo está no controle da relação de poder. ISSO NUNCA NÂO VAI ACABAR.

Lamento. È a vida. O mundo é uma merda assim e assim continuará.
As pessoas doentes continuarão a existir.
As putas levam a culpa por um monte de mazelas do mundo. Uma delas é a AIDS.

Isso sim me deixa realmente puto. Colocar a culpa na puta quando estamos na era das gerações do sexo livre, do “ficar com” rolando solto. Da exploração comercial do sexo fácil em todas as midias, das bandas, ícones sociais dos pré-adolescentes vendendo ideologias do sexo irresponsável, culpar putas parece uma caça às bruxas.

Devemos pregar a castidade? Devemos pregar a monogamia? na minha opnião, não. Monogamia nem castidadae funciona para todo mundo. Também não acredito na máxima de que “…O homem que não encontra em casa vai procurar na rua”.
Típico papo para forçar o sexo anal.

Pra mim o cara procura na rua quando a estrutura do relacionamento já tá ferrada. Se a puta separa o casal, como aconteceu com a Bruna Surfistinha, não é por nenhum poder sobrenatural do sexo dessa garota (eu acho) mas sim porque o relacionamento do carinha com a aeromoça já tava falido, embora ela teime em negar este fato.

Mas dá pra entender. negar este fato é assumir perder o homem para outra. Pior, outra socialmente, preconceituosamente detestada. É um tiro de doze no ego, meu amigo. Ainda mais que a mulher do cara é LINDA. Mil vezes mais gata que a tal Surfistinha.

Beleza não põe mesa. Mas o amor… Não dá pra entender o amor.

Posso estar sendo pessimista, mas acho que regulamentar a profissão, como aconteceu com a Holanda, também não resolve tudo – como se iludem alguns. Lá, mesmo com as putas legalizadas, dando nota fiscal para o carinha descontar no imposto de renda e tudo mais, só 12% em média estão nas áreaas legais.

Porém, legalizar a profissão possa ter um impacto mais sobre a psicologia social do que diretamente ao ato de se prostituir.
O estigma de prostituta nos países católicos como o nosso, são uma marca profunda que muitas mulheres carregam. Talvez com a profissão regulamentada isso se reduza e elas possam tentar um novo emprego.
O desejo pelo sexo continuará. É parte fundamental da humanidade.
Vamos entender, a puta usa o corpo como bem quer. Ela é livre para escolher se vai com o cliente ou não. Ela combina o preço, faz o que se propôs e recebe. Ponto.

Comments

comments

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on telegram
Telegram

12 respostas

  1. Toda generalização é perniciosa. Não quis generalizar, como pareceu. Muitos médicos são humanos e cuidadosos com seus pacientes, sejam eles ricos ou pobres.
    Até políticos, existem os sérios. O mundo também não é tão ruim assim, hehe.

  2. esse texto é de uma mediocridade tão medieval que eu peguei peste negra enquanto lia. Aliás, se puta é uma palavra política, não espere que as mesmas achem legal o opressor e principal beneficiário da prostituição, chama-las de ''putas'' como se ele soubesse e sentisse na pele o que é o significado dessa palavra.
    Philipe, se mata e poupa oxigênio pro próximo que vai nascer, por que o seu blog tá lotado de asneiras, preconceito e senso comum e disso o mundo já tá cheio, ninguém quer mais ouvir esse discurso facista.

    1. Ui… Que meda! Ficou nervosa querida?
      Bom, eu nem sabia do que você estava falando, já que os comentários entram aqui no meu painel e eu não tenho o post para acompanhar, mas o seu ataque ad hominem me fez intuir que talvez o post (de 2006) fosse bom e merecesse uma nova lida. Afinal, como todo ser humano, eu estou sujeito a ter uma opinião estúpida e melhorar (ou piorar) com o tempo.
      Fui ler… Porra ainda concordo com tudo que eu disse em 2006.
      Talvez pra você a palavra “puta” soe pejorativa, muito provavelmente devido aos SEUS preconceitos, mas por favor, não coloque o SEU preconceito no meu texto.
      Dizer que uma GP deve ser dona do próprio corpo e deve ser a única responsável direta pelo lucro (já que ela é também pelo eventual prejuízo) de usá-lo para fazer sexo pago é discurso opressor pra você? Incrível. Só lamento que você não concorde. E lamento mais ainda que seu argumento máximo seja “se mate e poupe o oxigênio para o próximo que vai nascer”.

      Pra mim a mulher deve ser livre. Se ela quer ganhar dinheiro em troca de sexo, é um direito dela.
      Com relação à sua opinião sobre este blog, respeito. É seu direito de achar que ele está cheio de asneiras. É inegável que seu comentário fazendo parte deste blog implica no fato de que você contribuiu para aumentá-las. É estranho alguém que odeie tanto isso aqui vindo aqui ler mas quem sou eu para exigir coerência de você, né?
      Fiquei curioso com a questão: Quem é Carolina Boéres ao ponto de odiar tanto um texto que divaga sobre o direito inalienável de ser puta? Fui no seu perfil, e você publica este tipo de imagem:
      Tudo puta
      Assim, só me resta agradecer pela diversão gratuita que você me propiciou.

  3. Philipe Kling David medo de que filho? Eu represento alguma ameaça pra você? Primeiramente, sobre essa sua tal vontade de dar um de bom samaritano: HOMEM NÃO TEM QUE DAR PITACO EM COISA QUE NÃO ATINGE ELE. Se você fosse tão pró-feminista, saberia disso. E vou repetir, já que você não prestou atenção: puta é uma palavra política sim, não na boca do opressor – homem – mas na boca daquela mulher que tem família, filhos, estudo pra sustentar E usa do seu corpo pra ganhar dinheiro, NUNCA na boca de beneficiário da prostituição.
    Você falou sobre o direito de ser puta? Que engraçado, no começo do seu texto nem pareceu isso.

    1. Vamos com calma. Que medo? Medo? Medo do que? De você?

      Agora o que interessa é essa sua frase lapidar a obtusidade do pensamento extremista:

      HOMEM NÃO TEM QUE DAR PITACO EM COISA QUE NÃO ATINGE ELE.

      Olha, querida. Não sei que tipo de formação estranha você teve para virar esta xiita que você aparenta ser (duvido que seja, acho que você é só uma poser querendo atenção do seu grupo de amigas), mas talvez um dia você perceba que ideia não tem sexo. Ideia é um produto do cérebro, não sai do meu pênis. O órgão é outro. O fato de eu ser homem não deve ser entrave para a liberdade do meu pensamento e expressão. Dizer isso é falar o OPOSTO do que durante séculos foi usado para oprimir a mulher. A mulher não podia votar, porque “elas não tinham capacidade de tomar decisões estratégicas” Mulher não podia trabalhar “porque trabalho fora de casa não era assunto da competência da mulher”.
      Esse foi o discurso mais precário, mais tacanho, mais estúpido e limitado, e foi usado através de séculos para estabelecer a dominação sobre o sexo feminino.

      E O MAIS IMPORTANTE: O babaca que criou isso não sou eu! Logo, não vira seu canhão de incoerência pra mim, que defendo os direitos femininos e de todos os outros, os famosos minorias, dizendo que ao dar minha opinião (algo esperado num BLOG que por acaso é o meu) estou sendo bom samaritano. Não estou. Acho que você é igual a qualquer um e tem o direito de ser esculachada quando se prova uma estúpida. Dizer isso não significa que as mulheres sejam todas estpúpidas. Logo, não generalize para justificar sua visão de mundo completamente esquizofrênica.

      Talvez você tenha lido isso numa das cartilhas do seu movimento. Devia prestar mais atenção para não repetir às avessas as burradas feitas no passado.
      Estamos no século XXI, querida. Acorda! Se liga. Essa conversa de que “homem não pode isso ou aquilo porque é assunto de mulher” é papo de gente insegura, pobre em recursos intelectuais e que não consegue argumentar. Eu sei que você pode fazer melhor. Então larga essa preguiça e argumente com dados concretos. Senão vai ficar igual o Malafaia, que quando é desafiado a qualquer merda alega que “assuntos de Deus são só para especialistas em Teologia Evangélica”.

      Outra coisa que você precisa entender é que prostituição é uma via de mão dupla. Essa ideia da putinha oprimida e explorada elo coronel é uma ideologia (realmente é) muito parecida com o conceito do bom selvagem (se não sabe do que eu falo, vai estudar). Há prostituição em diversos níveis, (eu disse isso no texto) e isso transcende o sexual. Você está errada ao assumir que só as prostitutas femininas existem. Milhares de homens se prostituem para suas clientes mulheres, poderosas, que lhes pagam pelo sexo, pelo prazer. É o exercício do poder, do MESMO poder opressor que você inocentemente supõe só existir no homem. A prostituição é um mecanismo social. Está presente em primatas diversos, e não se restringe a apenas um sexo, até porque o poder não se limita a apenas um sexo.

      Entenda uma coisa: Eu não sou beneficiário da prostituição. Não como GP, não pago por sexo, não tenho pagina de sacanagem, não tenho como ser beneficiário de porra nenhuma. Talvez justamente por isso minha opinião seja libertária. Ter um pau não me faz seu inimigo e muito menos o alvo que você deve combater com seu ativismo.

  4. Philipe Kling David
    ''A mulher ruiva era uma ex-prostituta que largou a mais antiga das profissões e agora está lançando um livro contando suas aventuras. Qualquer semelhança com a Bruna Surfistinha é mera… copiação mesmo.

    O brasileiro tem a franca habilidade de “ir no vácuo”. Deu certo pra Surfistinha, deve dar pra tudo quanto é puta. ''

    Cara, que bela forma você tem de defender garotas de programa hein, se isso pra você é defender, eu estou muito mais do que certa de criticar antes de ler um provável texto hipócrita desses. ''puta, puta, puta, puta, puta'' se eu dar ctrl + F, quantas vezes ''puta'' estará no seu texto?
    Incrível que ela tem o direito alienável de ser puta, mas não tem o direito de escrever um livro. Eu lia o seu blog, quando eu era adolescente. Hoje que eu tenho um pouco mais de noção de respeito e direitos humanos, passo reto e se permite eu vou te deixar um conselho: pára com essa merda e vai ler um livro. Ou escrever né, não vá no vácuo

    1. Pra quem gosta tanto de falar que não lê, que só tem merda e que passa reto vc me parece bem assídua.

      Reconheço que há muitas menções ao termo puta neste texto. Como ele é de 2006, portanto, numa época que não sei mais o que eu estava monetizando devo ter usado a palavra porque ela estava rankeando bem em SEO, para subir no ranking dos buscadores (vc há de convir que a palavra puta deve ser mesmo muito buscada na internet). Era como se fazia um SEO bem tosco antigamente, hoje isso seria um puta(ops!) tiro no pé!

      Você me sugere parar com esta merda, mas essa merda é de 2006! Eu já parei. Se você se refere à “merda” que considera todo os quase 5000 posts de conteúdo e acha que eu devo parar de escrever (logo, parar de trabalhar) e somando com seu último conselho para que eu “parasse de respirar para poupar o ar para as novas gerações”, posso prever que você é uma sumidade em Direitos Humanos, praticamente uma forte candidata ao prêmio Nobel da Paz.

      Falar que uma puta é puta não é hipocrisia, querida. Vai ler no dicionario o que hipocrisia significa antes de escrever sobre o assunto, sim? Não sei se sou mesmo eu que preciso de um livro aqui.
      O meu texto (review, já que você demonstra ter problemas de alfabetização) diz que eu NÃO USO o serviço, NUNCA USEI, mas que DEFENDO o direito da mulher exercer esta PROFISSÃO que não tem o devido reconhecimento social, nem é amparada legalmente como poderia ser. Não sei dizer em que parte desse discurso eu me torno um Opressor sob a ótica feminista. Talvez por ter um pau dentro da minha cueca.
      Eu digo que toda mulher é puta? Não. Eu digo que toda puta deve ficar dando e não escrever livro? Não. Eu digo que o livro é ruim porque a autora era ou foi uma GP? Não.
      O que eu digo, e é a real dos fatos, é: A Bruna Surfistinha inovou escrevendo as histórias de seus clientes. O livro bombou, logo depois veio essa dona lá, com um livro – que não sei se é bom ou não, porque este tipo de literatura não é o que mais me interessa – que pela descrição feita na Tv era basicamente um genérico do Doce Veneno do Escorpião. Aí eu disse que o brasileiro tem mania de ir no vácuo. Tem mesmo! Mas não é só o brasileiro, lógico. Entre em qualquer livraria e você vai ver quantas imitações do 50 tons de cinza existem!

      São negócios. Negócios são opressores. A industria da literatura é opressora.
      E é por isso que eu tenho um blog onde eu escrevo o que eu quero e não o que o editor quer. Mas você me diz para abandonar minha via de liberdade e expressão e entrar na via dos oprimidos.
      Aliás, se tudo fosse na base dos livros, você não estaria tendo a minha atenção.

  5. Phillipe!!
    Heuhueuheuhe cara preciso bater palmas e te dar um abraço agora!
    Sempre acesso seu blog..á anos mas nunca tinha visto esse post.

    Adorei o seu debate com essa feminista ranhenta vítima do mimimi feminino da internet. Cara, sou mulher e esse tipinho aí é altamente irritante. Não sei o que falta na vida delas. Normalmente são barangas ou frustadas em suas relações sociais, de repente até vítimas de abuso que não souberam encontrar formas de superar o trauma…ou são ex adolescentes que sofreram bullyng por serem gordinhas e passam a ter ódio não apenas dos homens, mas de qualquer mulher que seja mais bela, inteligente ou que tenha bom relação social com ambos os sexos do que elas.Isso sem falar da vaidade…esse tipo parece abominar o fato das outras mulheres serem vaidosas ou gostarem de cultuar a própria imagem pelo simples fato de que ela, tão feminista, decide ser um bagulho e forçar as mulheres a não cuidarem da aparência porque assim “as chances de elas fazerem mais sucesso do que eu não existirá”. Já vi muitos tipos assim. E já me confrontei com esse tipo (no meu caso, eu não tive culpa se superei a baranguinha feminazi mal amada sendo mais bonita do que ela tanto vestida de mulher quanto vestida de homem – faço crossplay, quem conhece o meio cosplay, sabe do que se trata).
    No mas a guria é tão retardada que não consegue sequer interpretar o seu texto de forma correta. Ai, essas falsas feministas de facebook é um saco!

    Eu até ia comentar no seu post que tenho mais respeito pelas prostitutas do que por essas mulheres que praticam sexo casual com pessoas que nem conhecem. Pelo menos a prostituta ganha alguma coisa ao se expor á riscos de cair nas mãos de um sádico ou pegar DST. Agora as fanáticas por sexo casual estão abrindo as pernas e se expondo aos mesmos perigos sem ganhar nada exceto um prazer momentâneo e status de “sou uma mulher livre e liberal”.

    Finalizando..cara, tu tem uma paciência samaritana! Ela mandando você parar de escrever e achando que você é um idiota? Por favor! Olha o tanto de conhecimento que você tem e mostra no blog, olha os livros que você tem publicado, as artes que você faz! Só isso é o suficiente para calar a boca dessa menina. E se ela diz que era adolescente quando lia seu blog, ela tem quantos anos? É uma guria metida á rebelde que não tem maturidade e finge ter.

    abs!

    Adendo nada á ver com o post: você bem que poderia fazer uma matéria sobre os Annunaki hein? Pesquisei na net e não achei nada muito legal, cético e histórico sobre.

Deixe um comentário para Anonymous Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

© MUNDO GUMP – Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução sem autorização.