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Vem aí os Oleds transparentes e coloridos

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Tá. Vamos do início. Um Oled é uma nova tecnologia conhecida como Diodos orgânicos emissores de luz. Eles substituirão com (uma lista enorme) de vantagens os leds comuns, a base para os monitores de LCD carésimos.
O Oled promete telas planas muito mais finas, leves e baratas que as atuais telas de LCD. A ideia é usar diodos orgânicos, compostos por moléculas de carbono que emitem luz ao receberem uma carga elétrica. A vantagem é que ao contrário dos diodos tradicionais, estas moléculas podem ser diretamente aplicadas sobre a superfície da tela, usando algum método de impressão. Acrescentados os filamentos metálicos que conduzem os impulsos elétricos a cada célula, está pronta uma tela a um custo extremamente baixo.

Inicialmente os OLEDs devem ser usados em celulares, palmtops e outros aparelhos com telas pequenas e de baixa densidade, apesar de não estar descartado o uso em monitores no futuro.
A novidade é que a empresa de alta tecnologia Fraunhofer desenvolveu uma nova linha tecnológica que permite a criação dos oleds transparentes. Isso abrirá todo um novo leque de possibilidades de design futuro.
Em termos gerais acredito que teremos carros com monitores transparentes no lugar do pára-brisa. Imagina só, ao invés de ficar perdido o carro se liga por gps ao satélite e traça como num videogame em tempo real a rota que você deverá seguir para chegar ao seu destino.
O mundo hoje ainda não é um videogame, mas caminha irremediavelmente para isso. (ALELUIA!)

Scanner 3d – Lista de desejos

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Esqueça seu velho scanner de mesa da genius. Nada de ficar escaneando fotografias e resolvendo problemas de moiré. A onda agora é esse sensacional scanner tridimensional de mesa.
Provavelmente o menor do mundo, tem o tamanho de uma caixa de cereal e se liga ao computador por interface USB2. Ele vem um uma bandeja giratória que se liga via rádio à base do scanner. Ele usa um laser denso e está equipado com duas câmeras de três megapixels internas que permitem registrar as texturas fograficamante enquanto o modelo é escaneado. Ideal para empresas de 3d e amantes dos hobbies, como eu!
Por apenas U$2500. Ligue DJÁ!

Casou com 4 e foi parar no hospital

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Sempre tem um fominha, né não? CAra, casar com uma pessoa só já é uma tarefa dificílima. O casamento deveria vir com bula e caixas de remédio para aumentar a paciência de ambos. MAs tem gente que acha uma só muito pouco. Esse cara casou com quatro mulheres no período de seis meses. A história é ridícula e vale a pena dar uma olhada.

O link está aqui.

O dia em que eu roubei um cadáver

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Hesitei em escrever este caso real e um clássico do GUMPER way of life, porque é crime. Posso ir pro xilindró ver o sol nascer quadrado e usar aliança de barbante, chamar um cara gordo e melequento de “Totonhinho” ou pior, marido hehe.

Na época eu tinha 15 anos e era um imbecil completo. Bem, um imbecil semi-completo, pois naquele tempo eu tinha a metade da minha idade atual. Eu estava em Cabo Frio pensando em agarrar alguma mulher (só pensando, pois naquele tempo eu era um zero à esquerda no quesito mulheres) quando meu primo Guilherme surgiu com a brilhante ideia de arrumarmos uma cabeça de caveira no cemitério para enfeitar o quarto -Guns n´Roses temático – dele.
Dito e feito, fomos ao cemitério de Cabo Frio e logo de cara meu primo achou um osso no chão.
Aquele treco, que na maioria das culturas humanas seria um mau presságio, pra nós soou como “Cabeça fácil. Pegue a sua aqui!”
Fomos entrando e vimos que o coveiro exumava algumas gavetas para esvaziar. Na maior cara de pau, 100% óleo de peroba do campo, eu pedi um crânio.
Tomei o maior esporro. Saímos vazado do cemitério. Mas o Guilherme conseguiu malocar no bolso um osso do dedo que ele achou no chão e um radio ( ou cúbito, não lembro) – um osso do braço.
Dali fomos para casa e sabe como é. Papo vai, papo vem, íamos no dia seguinte para Macaé. Tramamos um plano escalafobético para pegar um corpo inteiro, afinal, se uma cabeça enfeita, um corpo real, um cadáver pendurado na parede seria algo suuuper bacana.
E lá fomos nós, agora em Macaé. Primeiro aquela entrada tática de levantamento. Demos um passeio por todo o cemitério em busca de algum “brinde” como aqueles lá de Cabo Frio. Nada. Mas eu achei um túmulo lá que tinha um cadáver dentro. Tava todo arrebentado, com uns pedaços de pele ligando ainda os ossos. Parecia ter sido mal exumado e largaram lá. Eu vi que a tampa do crânio, a calvaria, estava cortada, o que indicava que o corpo havia sido necropsiado.
Naquele dia combinamos que iríamos invadir o cemitério e pegar os ossos.
De tarde, todo mundo foi dormir depois do almoço e fui eu e o Guilherme com uns sacos pretos. Entramos malocados no cemitério. Eu entrei no túmulo e peguei os ossos. Enchemos dois sacões com tudo que tinha lá.
Saímos sem que ninguém nos visse. Ao chegar na porta do cemitério, dou de cara com a minha mãe espumando de ódio dentro do carro.
O plano tinha ido pro saco. Alguém dedou. Aliás, o saco eu tive que ir lá no túmulo devolver e depois voltei até Niterói levando um esporro duplo de mais de 2h, porque minha mãe não queria dar bronca no meu primo e deu dobrado em mim pra ver se de tabela pegava nele.
Mas ninguém sabia, ele tava ainda com um fêmur dentro da calça. UM spouvenir do defunto. Tá com ele até hoje, eu acho.
Pior foi que eu tive vários pesadelos depois. Sempre iguais… Era eu num BNH vazio, de noite e uma coisa ia cambaleando no escuro atrás de mim gemendo – Me dá meu osssssssssssssooooo… – Puts, deu um calafrio agora só de lembrar. Eu acordava pingando. Aconteceu seguido umas seis vezes aí parou. Mais ou menos quando começaram os fenômenos paranormais no meu quarto. Mas isso é coisa para outro GUMP-POST
Alguns anos mais tarde, o Guilherme foi fazer medicina e hoje é médico. Eu continuo psicopat… quero dizer, designer.

———–Esta história pode não ser real———————
—Ou pode, mas é bom deixar a dúvida já que é crime, hehe ——

Quando o impossível acontece

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Na noite que precedeu o vôo, Nicholas Alkemade estava tenso. Pensativo. Seria aquele sua décima terceira missão de bombardeio sobre a Alemanha. Nicholas nunca tivera muita preocupação com o número 13, o tal “número do azar”.
Nicholas tinha então vinte e um anos de idade e estava encarregado de uma das mais perigosas atividades a bordo do bombardeiro Lancaster. Era o artilheiro de base, uma posição que não só era perigosa como incômoda.

O cockpit da artilharia ficava numa pequena bolha de fibra de vidro ligado à cauda do avião, num espaço minúsculo que ele teria que dividir com um canhão, a munição total da missão e ainda quatro metralhadoras de porte médio. Em função do pouquíssimo espaço, o pára-quedas do artilheiro precisava ficar fora da torre.
O Lancaster voava a 6000 metros de altitude, uma altura que geralmente é absolutamente fria, mas naquela noite de primavera, o tempo estava particularmente mais frio que o de costume.

O esquadrão 115 era relativamente sortudo na Guerra. Havia participado de inúmeros combates e saído ileso.

Naquela noite, o vôo teve poucos percalços, com algum fogo antiaéreo em Frankfurt. O piloto subiu com a aeronave afim de livrar-se da altitude de risco. Ao chegarem a Berlim, Nicholas viu de sua minúscula cabine as luzes dos esquadrões alemães prescrutando o céu em busca de um dos 300 aviões aliados que vinham destroçando a capital inimiga.
Finalmente, Nicholas ouviu soar no rádio em meio ao zumbido e ruído de motor a ordem de liberar bombas. O Lancaster abriu sua comporta de bombas e despejou uma chuva de bombas sobre a cidade escura, gerando uma minúscula linha de clarões amarelos lá em baixo. O pioloto, Jack Newman deu a volta com o avião rumo à base.
Nicholas respirou aliviado.
Foi quando uma súbita explosão aconteceu.

Então, alguns estampidos de metralhadora rasgaram a fuselagem do Lancaster, com projéteis passando muito perto da torre de artilharia, onde Nicholas, atônito, tentava se encolher.

Imediatamente ao se recompor, Nicholas viu um enorme buraco bem na sua frente, e através dele pôde ver o inimigo.
Era um Junker 88 solitário que havia decolado para interceptar o esquadrão 115. Montado no enorme canhão giratório do Lancaster, Nicholas mirou do motor do Junker e disparou pesadamente. O junker explodiu apenas 45 metros de distância do Lancaster.

O motor do Junker foi destroçado na explosão e o que restou do avião mergulhou na escuridão em meio às chamas.
Alkemade estava nervoso, porém eufórico. Havia enfim visto a morte bem de perto naquela noite. Mas aquela euforia não durou muito.

Chamas brotavam de todos os lados, sacudidas e alimentadas pela enorme corrente de vento que agora penetrava a cabine de tiro danificada.

Na confusão, ele ouviu a voz de seu amigo Jack Newman aos berros em meio a estática:

– Você vai ter que pular!

Alkemade sentiu o frio na espinha. Ao olhar para cima, no compartimento onde deveria pegar o pára-quedas, só haviam chamas.
Nicholas abriu então a porta de acesso com a fuselagem e observou o fogo. A fumaça negra invadiu todo o cockpit. Ali se esvaía a única chance de sobrevivência dele.

O paraquedas se desintegrou em meio ao fogo.
Nicholas sentiu um aperto no estômago. Era o fim. Mas ele não iria morrer queimado e decidiu saltar para a morte.

Ele achava melhor uma morte limpa do que morrer assado, lentamente.

O fogo avançava feroz pela cabine. Nicholas correu para trás da aeronave, esgueirando-se pelo estreito caminho que levava ao cockpit de artilharia. Pegou a máscara de oxigênio parcialmente derretida e inalou profundamente.

Meteu o pé no buraco causado pela artilharia inimiga e expandiu-o até que pudesse passar. Os estilhaços voaram, sumindo na noite. O ruído do avião agora era aterrador.

Nicholas sabia que seus companheiros já haviam abandonado o Lancaster, que voava descontrolado. O fogo chegaria aos tanques de combustível em poucos segundos.
Alkemade fechou os olhos e se lançou ao vazio.
Imediatamente o terror da ventania e frio, deu lugar a uma estranha sensação de paz e alívio. Alkemade sentiu-se tranquilo. Enquanto caía, sentiu-se deitado em uma nuvem.

Não parecia descer como uma bala, verticalmente, em direção à morte.
Nicholas estava tão tranquilo, que calculou o momento do impacto.

Se a aeronave tivesse se mantido em 6000 metros, ele levaria 90 segundos para atingir o chão. À sua mente, veio a imagem de Pérola, sua namorada. Enquanto caía, Nicholas pensou sobre as brigas, as guerras da humanidade e tudo lhe pareceu sem sentido. Foi quando ele perdeu a consciência.
Alkemade não entendeu porque sentia tanto frio. Supôs que estivesse morto.

Ele abriu um olho. Uma estrela despontava à sua frente. Levou a mão até o bolso e sentiu o maço de cigarros. Sentia uma enorme vontade de fumar. Então ele olhou as horas. Seu relógio marcava 3:10 da madrugada. Tinha se passado três horas desde o momento de pânico no avião.

– Meu Deus! – disse ele em voz alta. – Estou vivo!

De alguma maneira, as árvores lhe amorteceram a queda e a grossa camada de 45 centímetros de neve fofa, havia lhe servido de anteparo.

Nicholas Alkemade havia caído de 6 km de altitude e sobrevivera para contar sua história. Mas não só isso. Ele olhou para ver se havia sofrido algum ferimento. Apenas alguns arranhões e queimaduras nas mãos e uma torção forte no joelho, provavelmente fruto de sua tentativa de liberar a passagem para saltar do avião em chamas, estava bem.
Quando tentou levantar-se viu que não poderia caminhar e começou a pensar que tinha escapado da morte para morrer de frio.

A neve caía continuamente, e a noite esfriava rápido. Ele tremia sem parar a pesar do pesado casaco de couro forrado de lã de carneiro da RAF. Neste momento, Nicholas começou a considerar que a perspectiva de ser um preso de guerra não era tão ruim quanto virar picolé.

Sacou o apito de emergência do bolso do casaco e apitou o mais forte que pôde por vários minutos.
Foi quando um grupo de Volkssturm da área escutou o apito e dirigiram-se a ele. A patrulha nazista encontrou um cara sorridente sem paraquedas em meio a neve, e fumando um cigarro. Nicholas foi levado ao hospital da base alemã e interrogado. Lá ele tentou contar sua história ao doutor:
– Pára quedas Non! – Ele anunciou. O médico olhou para os soldados e eles sorriram entre si. Alkemade percebeu que era tido como louco.
No campo de prisioneiros de Dalag Luft, próximo a Frankfurt, as coisas não pareciam melhorar. Alkemade foi sujeitado a três inquéritos e depois isolado em uma solitária por se recusar a falar a “verdade”.

Os alemães acreditavam que era evidente que ele estava mentindo e que naturalmente, isso indicava que ele deveria ser um espião.
Mas Alkemade descobriu que um avião Lancaster havia se espatifado nas proximidades de onde ele havia sido encontrado. Aquele poderia ser o avião dele. E se os paraquedas fossem encontrados nos destroços, confirmariam sua história e o livrariam de ser condenado à morte como espião.
Um homem esperto, Nicholas Alkemade convenceu o tenente oficial alemão Hans Feidal, da Luftwaffe que valia a pena examinar os destroços. Claro que a couraça queimada do pára-quedas da artilharia estava lá. O tenente mandou que retirassem os restos do para-quedas das ferragens retorcidas que restaram do Lancaster e levassem até o campo de prisioneiros.
Alkemade provou ao tenente alemão que os ganchos automáticos e os cintos ainda estavam na mochila, elementos cujo paraquedas, caso tivesse sido aberto, teriam se partido. Então, os alemães acharam queimada a algema da corda de abertura. O comandante do campo, em vista das provas, só poderia concordar que Alkemade tinha escapado por milagre.
Nicholas Alkemade sobreviveu a sua décima terceira missão de bombardeio. O caso foi registrado pelos alemães em livro oficial e atestado por dois sargentos e um tenente. A história incrível deste homem ocorrida na noite de 25 de abril de 1944 ainda está lá até hoje.

Alkemade continuou vivendo uma vida cheia de surpresas após a Guerra.

Depois que saiu da caserna, ele  foi trabalhar em uma fábrica de produtos químicos em Loughborough.

Uma vez, uma viga de aço de 100kg  caiu sobre ele. Os seus colegas acreditaram que ele havia morrido, mas Nicholas sofrera apenas uma pancada na cabeça. Em outra ocasião, estava encharcado de ácido sulfúrico e conseguiu livrar-se das roupas antes que pudesse queimar-se. Ele ainda sofreu uma descarga elétrica que causou uma cratera onde ele estava. Nicholas respirou gás de cloro por um quarto de hora, saindo ileso em meio a morte de seus colegas…
Não há dúvida de que alguém em algum lugar se importa com esse cara.

Gostou dessa história? Pois é um fato real. ( Achei sua história sensacional e totalmente GUMPER. Ela está publicada no livro “O impossível acontece” de Peter Brookesmith que eu vi ontem num sebo por 25 pratas. Bem maneiro o livro. Acho que vou comprar.)

A dama e a galinha II

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Eu dei um trato na imagem.
Algumas coisas na imagem não estavam me agradando. Principalmente o braço esquerdo dela, que tava muito curto e as mãos meio pequenas ( embora mãos pequenas sejam parte recorrente da estética clássica quando se fala em retratos femininos) mas eu dei umas mudadas nessas coisas. Botei um layer de craquelê pra envelhecer e uma moldurinha bem “vovó” na imagem pra dar um look final.
Ficou assim:

moldura

e a versão sem frescuragem

A dama e a galinha

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Acabei de terminar mais uma pintura digital para o forum de sketches quinzenais da central de quadrinhos. Dessa vez eu quis fazer algo mais classico. Levou umas cinco horas pra fazer do zero ao desenho pronto direto no photoshop.
Aqui estão alguns detalhesE mais outros

A imagem se baseia em uma fábula de Esopo que conta a história de uma mulher que tinha uma galinha que botava um ovo por dia. Um dia a mulher teve a ideia de dar o dobro de comida pra galinha botar dois ovos. O resultado é que a galinha engordou e não botou mais ovo nenhum.

Tocha Humana Brasileiro

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Estou escreavendo um roteiro de curta sobre o Tocha Humana. Bem, não o herói do quarteto fantástico, mas um pequeno curta que conta a história de um cara que sofre combustão humana espontânea, um fenômeno que desafia a ciência há anos e ocorre no mundo todo.
No fenômeno, a pessoa pega fogo e carboniza, sem nenhum motivo aparente. Ocorre com gordos, magros, bêbados, abstêmios, velhos e jovens. A parada é assim, do nada a pessoa pega fogo, morre. Cabô.
Bizarro, né? Esse mundo é muito estranho mesmo.