Ainda bem que eu não tenho arma

Este não é um blog político. Este não é um blog de troço chato. Mas como está escrito aí ao lado é um blog para as coisas extraordinárias e também para as ordinárias.
Vemos muita coisa extraordinária aqui, é verdade mas de ordinária aqui está uma pérola:

A DANCINHA DA VITÓRIA!
—> Antes de clicar, deixa eu explicar:

È uma coisa ridícula e tão ultrajante como alguém comendo cocô. A cena se passa na câmara dos deputados e aparecerá nos jornais todos ainda hoje.
A festa era da comemoração da PIZZA do safad… Ops, do deputado João Magno – mais um Mensaleiro. que escapa da prisão que deveria ser seu destino por uma conivência safada, calhorda, (adicione aqui o seu próprio adjetivo pejorativo) e etc.
Então surge uma maluca vestindo uma esscrota roupa amarela, bem inadequada para o porte físico dela, digamos, avantajado. O nome da figura? Ângela Guadagnin (SP).
Passava da meia-noite quando ela se levantou da poltrona e, para espanto dos deputados que ainda assistiam à apuração dos votos, fez uma espécie de “dança da vitória” desrespeitando o plenário da câmara dos deputados – Que convenhamos, faz tempo que não é um lugar respeitável graças à raça de pestilentos que chafurda na roubalheira ali.
Geralmente séria e até carrancuda, a petista dos múltiplos pedidos de vista no Conselho de Ética se soltou. Caminhando entre as poltronas, agitava os braços e rebolava. Quando alcançou o meio do plenário, deu uma sambadinha, rindo sem parar. Depois deu um beijo em Magno.
Ontem, a petista era festejada por correligionários. Vai concorrer ao óscar gump como a cena política mais ridícula do ano.
VEJA AQUI

Receba o melhor do nosso conteúdo

Cadastre-se, é GRÁTIS!

Não fazemos spam! Leia nossa política de privacidade

Philipe Kling David
Philipe Kling Davidhttps://www.philipekling.com
Artista, escritor, formado em Psicologia e interessado em assuntos estranhos e curiosos.

Artigos similares

Comentários

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Últimos artigos

Gripado

O dia da minha quase-morte

Palavras têm poder?