A escultura de ouro da modelo Kate Moss

Veja que coisa mais feia esta escultura de ouro da modelo Kate Moss. Ela foi feita com ouro puro e integra uma exposição de arte contemporânea que será aberta neste sábado (4), no Museu Britânico, em Londres. A mostra vai até 25 de janeiro de 2009. Esta escultura foi feita pelo artista Marc Quinn e …

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Sapato de salto alto, que não tem salto, mas é alto

Sapato de salto alto, que não tem salto, mas é alto

Olha só que doideira estes sapatos de salto-alto que não tem justamente os saltos. Parece até efeito especial. A criação é do britânico Antonio Berardi e custarão nada menos que U$ 3600,00 o par. Absurdamente caro para aalgo que já economiza o custo do salto, né? Os sapatos bizarros estarão nas lojas de Londres em …

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A última moda na savana

Estranhas essas fotos de mulheres africanas de tribos distantes, enfiadas em grotões no meio Quênia, Etiópia e Sudão. Nessas tribos os ritos sociais são bem diferentes e as noções de beleza podem chocar pessoas acostumadas ao universo urbano globalizado da moda. As africanas destas fotos são parte de um livro chamado:    Natural Fashion: Tribal Decoration …

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Uma fábrica de brinquedos na China

O tão esperado dia das crianças vem chegando e com ele, o sonho de brinquedo de muitos bacuris se aproxima da realidade, ou da decepção, em certos casos.

É inegável que os pais, pelo menos os da classe média, são altamente afetados por este tipo de marketing que gerou o dia dos pais, dia das mães, dia das crianças, e agora quer implantar o “dia da sogra” como uma data presenteável.

Como se já não fosse suficiente a páscoa e seus ovões de chocolate (a mídia e o marketing querem que você pense que quanto maior o ovo, maior seu amor pelo presenteado) o natal e seus milhões de comerciais com velhinhos de óculos sorrindo com panetones ou chester bolinha nos braços, o ano novo e suas roupas brancas com detalhes em prata, e as cores da moda para atrair de tudo, menos desgraça, o carnaval e a cerveja, e seus pacotes de viagem, seus hotéis com traslados, os ingressos, os abadás e as lembrancinhas de lugares longíncuos o início das aulas e os materiais, cadernos, mochilas, livros. As épocas de gastança se espalham pelo ano.

O fato, meus amigos é que somos engrenagens de uma maquina que não se sustenta. Uma bicicleta gigante que está em permanente pedalar para não cair. Somos forçados pela lei do consumo capitalista. Bem, isso não é necessariamente uma constatação tão ruim, uma vez que, sob certos aspectos, até na natureza o consumo é praticado. Pelos menos nós já saímos da fase de consumir uns aos outros.

Aí vem a pergunta fatídica : Será?

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