A arte da caça РParte 2

Antes de começar a ler este texto, sugiro que você leia a parte 1.

Um √īnibus¬†corta a estrada no entardecer…

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A arte da caça РParte 1

-Nome?
-Laerte Soares Giancarlo Motta
-Idade?
-46
-Estado Civil?
-Casado.

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Ela coleciona sab√£o

Ela coleciona sab√£o

Uma senhora aposentada chamada Carol Vaughn coleciona sab√£o. Ela tem nada menos que 5000 barras de sab√£o em sua cole√ß√£o. Desde 1991 esta mulher que vive em Sutton Coldfield na Inglaterra, coleciona sab√£o de todos os lugares do mundo. A cole√ß√£o surgiu como uma maneira de passar o tempo e n√£o pensar na m√£e dela, …

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Eu desarmei a bomba at√īmica

Depois de passar uns dias com a minha esposa em Long Island, apenas pescando e me divertindo, eu havia esquecido completamente como o deserto √© frio de madrugada. A verdade √© que apenas as lembran√ßas dos √ļltimos dias me mantinham de olhos abertos. Eu estava morrendo de sono e preenchia um irritante formul√°rio de seguran√ßa, …

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O mais caro transplante de face do mundo

OMFG! Olha s√≥ como era a cara da mo√ßa! E olha como ficou. Realmente o transplante ficou √≥timo. Um final feliz para Connie Culp, m√£e de dois filhos com 46 anos de idade. Ela ficou praticamente sem o rosto quando levou um tiro de escopeta na cara, dado pelo marido. Antes do “pequeno incidente dom√©stico” …

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Eles vivem na beira do abismo

Eles vivem na beira do abismo

Existem pessoas que tem medo de altura. Certos lugares do mundo n√£o s√£o, digamos, apropriados para estas pessoas. Isso porque corajosos moradores habitam faixas paralelas a verdadeiros penhascos. Tem que ter uma boa dose de coragem para morar nesses rochedos. Confira:

Monges na beira da montanha

Eles vivem na beira do abismo

Constru√≠do h√° mais de 1400 anos nas montanhas Jinlong, na prov√≠ncia de Shanxi, o monast√©rio √© √ļnico! N√£o somente por sua complexidade arquitet√īnica, erguido na beira de um precip√≠cio , mas tamb√©m por sua riqueza de elementos, misturando detalhes tao√≠stas, confucionistas e budistas.
O monast√©rio √© composto de diversos pavilh√Ķes que se fundem nas forma√ß√Ķes rochosas naturais e que s√£o interligados por passarelas, corredores e escadas.

Eles vivem na beira do abismo
Favorecido pela altura que lhe protege das inunda√ß√Ķes, da chuva e da neve pelas escava√ß√Ķes nas rochas, e do calor pelas montanhas ao redor, o monast√©rio continua erguido por todo esse tempo. fonte

Parece até matte painting!

Eles vivem na beira do abismo

√Č inacredit√°vel, mas isso √© uma foto. Este monast√©rio fica na beira de um precip√≠cio, numa altura de 1000 metros das pontiagudas rochas l√° em baixo. O Monast√©rio da foto fica no But√£o. Segundo a lenda o segundo Buda, Guru Rinpoche foi quem o construiu em 1692. O monast√©rio budista, admite um limitado n√ļmero de turistas para per√≠odos de medita√ß√£o. Pra quem tem sangue frio. Haja medita√ß√£o!

N√£o deixe de conferir o resto do post! Tem muita coisa louca aqui!

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De volta para o futuro e o skate levitador

Quem n√£o sonhou em ter aquele skate que levita do Marty Mcfly? Eu sonhei, e hoje dando uma olhada num dos sites que eu leio, me deparei com o depoimento de um cara que realmente acreditou que aquele skate existia. Na verdade, ele apenas foi mais um dos milh√Ķes de meninos que realmente acreditaram naquela …

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O azarado

Um sujeito chamado Victor Gonzalez foi trabalhar como sempre fazia. Ao chegar no escrit√≥rio, notou um clima estranho. N√£o deu outra, ele foi demitido naquele dia mesmo. Para muitas pessoas, ser demitido √© algo terr√≠vel, que equivale em dor a perder um ente querido. Victor ficou muito desiludido e voltou para casa. E chegou em …

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Uma f√°brica de brinquedos na China

O tão esperado dia das crianças vem chegando e com ele, o sonho de brinquedo de muitos bacuris se aproxima da realidade, ou da decepção, em certos casos.

√Č ineg√°vel que os pais, pelo menos os da classe m√©dia, s√£o altamente afetados por este tipo de marketing que gerou o dia dos pais, dia das m√£es, dia das crian√ßas, e agora quer implantar o “dia da sogra” como uma data presente√°vel.

Como se j√° n√£o fosse suficiente a p√°scoa e seus ov√Ķes de chocolate (a m√≠dia e o marketing querem que voc√™ pense que quanto maior o ovo, maior seu amor pelo presenteado) o natal e seus milh√Ķes de comerciais com velhinhos de √≥culos sorrindo com panetones ou chester bolinha nos bra√ßos, o ano novo e suas roupas brancas com detalhes em prata, e as cores da moda para atrair de tudo, menos desgra√ßa, o carnaval e a cerveja, e seus pacotes de viagem, seus hot√©is com traslados, os ingressos, os abad√°s e as lembrancinhas de lugares long√≠ncuos o in√≠cio das aulas e os materiais, cadernos, mochilas, livros. As √©pocas de gastan√ßa se espalham pelo ano.

O fato, meus amigos é que somos engrenagens de uma maquina que não se sustenta. Uma bicicleta gigante que está em permanente pedalar para não cair. Somos forçados pela lei do consumo capitalista. Bem, isso não é necessariamente uma constatação tão ruim, uma vez que, sob certos aspectos, até na natureza o consumo é praticado. Pelos menos nós já saímos da fase de consumir uns aos outros.

Aí vem a pergunta fatídica : Será?

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