O micro esqueleto descoberto na floresta: Esqueleto de uma fada?

O micro esqueleto descoberto na floresta: Esqueleto de uma fada?

A floresta de onde ele aparentemente provém se localiza no sudoeste do país. As imagens indicam ser um esqueleto de verdade, aparentemente humano mesmo. O grande impacto está no tamanho: São os restos mortais de um ser minúsculo, semelhante a uma micro-pessoa. As fotos foram tiradas por um sujeito que decidiu não se identificar, talvez com medo de ser ridicularizado, pois ele acredita que a ossada seja a de uma fada!

Demônios da madrugada – os assustadores encontros noturnos

Demônios da madrugada - os assustadores encontros noturnos

Meu pai conta que foi dormir como de costume, mas lá pelo meio da madrugada, começou a se sentir estranho. Era uma sensação ruim, uma angústia enorme que havia se abatido sobre ele como uma sombra tenebrosa que o engolfou. O mal estar só aumentava e era como se colocassem uma pedra em seu peito.
Lá pelas tantas, meu pai tentou se levantar, mas surpreso, deu-se conta de que não podia se mexer. A coisa era ruim mas ficou realmente sinistra quando ele abriu os olhos e no quarto escuro deu de cara com um homem, careca, pelado, sentado em cima dele!
Meu pai quis gritar, mas estava petrificado. Só restou olhar aquela horrenda figura de um homem velho e careca, sentado no peito dele, olhando direto para ele com seus olhos injetados, mas sem expressão. Parecia pálido como uma vela e de cara meu pai percebeu que aquilo ali no quarto com ele “podia ser tudo, menos gente”.
Poucos segundos depois que meu pai ficou olhando a coisa, ele se levantou, como que surpreendido. Saiu de cima do meu pai causando um certo alívio -afinal o velho careca era pesado! – e seguindo na direção da janela, pulou lá em baixo.
Logo depois que o velho pulou pela janela do 14 andar (!) meu pai recobrou os movimentos. Correu para a janela para ver se o cara estava estatelado lá em baixo e para sua surpresa, não havia absolutamente nada. Somente o vento frio da madrugada.

Crânios bizarros – Encontrado o crânio do pé grande?

Crânios bizarros - Encontrado o crânio do pé grande?

Estava vagando a esmo pelo Google quando me deparei com este crânio incomum:

bigfootskull
Segundo apurei, seria este um crânio de um Pé grande, a mítica criatura (até onde se sabe) que habita um longo pedaço da dos Estados Unidos, sobretudo Alasca e também é visto todos os anos pelo Canadá.
É difícil dizer se este crânio é de uma pessoa que certamente teria deformidades faciais sérias, ou de um pé grande, ou sasquatch como ele é chamado pelos indígenas norte-americanos.
Debbie D. diz-nos o crânio desse suposto Pé Grande foi descoberto nas montanhas rochosas há um bom tempo, cerca de 4 anos atrás, mas foi mantido em sigilo desde então, porque quem encontrou aparentemente não estava querendo muita repercussão.

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Cientistas russos descobrem monstro no Artico: Acharam o Kaiju?

Cientistas russos descobrem monstro no Artico: Acharam o Kaiju?

Segundo a Wikipedia:

Kaiju é uma palavra japonesa que significa “besta estranha”“animal incomum”, mas que costuma ser traduzida como “monstro”. Especificamente, é usada para se referir a um gênero de tokusatsu.

O Daikaiju (monstro gigante) Godzilla dofilme Godzilla de 1954, um dos primeiros filmes japoneses em que participa um monstro gigante.

Termos relacionados incluem “kaiju eiga (filme de monstro), um filme com kaiju, “kaijin” (referindo-se a monstros vagamente humanóides) e daikaij (monstro grande), especificamente se referindo a uma variação maior de monstros.

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Mistérios e lendas urbanas da minha infância

Mistérios e lendas urbanas da minha infância

Todo mundo que eu conheço cresceu ouvindo certas lendas urbanas. Quando a gente era pequeno, ouvia esses casos e depois na hora de dormir era um cagaço só.
Eu morei em Juiz de Fora, em Três Rios e em Niterói.
Em JF, eu era muito pequeno para me impressionar com histórias de fantasmas e lendas urbanas, mas de Três Rios pra frente, sempre ouvia umas histórias assustadoras que “o povo conta”.
As histórias de medo em Três Rios nunca me causaram medo realmente. Basicamente, a única figura que realmente me aterrorizava, era o “Mijado” (tente não rir).

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