Era uma cerveja de chocolate!

Era uma cerveja de chocolate!

Finalmente ontem descobri o mistério do convite dourado da Bohemia.
A Bohemia lançou ontem, lá em Petrópolis, com a presença (minha claro) e de outras pessoas bem mais ilustres que eu a sua nova cerveja… de chocolate.
Confesso que quando o carinha da recepção, muito simpático e solícito me adiantou o mistério, eu torci o nariz: “Porra, uma cerveja de chocolate não tem como ser boa” – Pensei mas não falei, pra não deixar o cara sem graça.
Após a recepção inicial, entrar na cervejaria e encontrar alguns antigos amigos blogueiros e uma mesa de recepção cheia de pastinhas, frios e pães diversos (que veio bem à calhar, já que eu tava com uma fome sinistra) fomos convidados a entrar para conhecer a cerveja misteriosa de chocolate.

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Se não beber, dirija: Pilotando um carro sobre garrafas

Tá aí uma coisa que não se vê todo dia: Um cara chamado Li Guiwen conseguiu dirigir um carro sobre 1798 garrafas meticulosamente alinhadas na China. O percurso, de cerca de 60 metros levou apenas 28 segundos e nenhuma garrafa foi quebrada. Li, que resolveu bater o próprio recorde disse que a idéia surgiu de …

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A arte da caça – Parte 2

Antes de começar a ler este texto, sugiro que você leia a parte 1.

Um ônibus corta a estrada no entardecer…

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Uma fábrica de brinquedos na China

O tão esperado dia das crianças vem chegando e com ele, o sonho de brinquedo de muitos bacuris se aproxima da realidade, ou da decepção, em certos casos.

É inegável que os pais, pelo menos os da classe média, são altamente afetados por este tipo de marketing que gerou o dia dos pais, dia das mães, dia das crianças, e agora quer implantar o “dia da sogra” como uma data presenteável.

Como se já não fosse suficiente a páscoa e seus ovões de chocolate (a mídia e o marketing querem que você pense que quanto maior o ovo, maior seu amor pelo presenteado) o natal e seus milhões de comerciais com velhinhos de óculos sorrindo com panetones ou chester bolinha nos braços, o ano novo e suas roupas brancas com detalhes em prata, e as cores da moda para atrair de tudo, menos desgraça, o carnaval e a cerveja, e seus pacotes de viagem, seus hotéis com traslados, os ingressos, os abadás e as lembrancinhas de lugares longíncuos o início das aulas e os materiais, cadernos, mochilas, livros. As épocas de gastança se espalham pelo ano.

O fato, meus amigos é que somos engrenagens de uma maquina que não se sustenta. Uma bicicleta gigante que está em permanente pedalar para não cair. Somos forçados pela lei do consumo capitalista. Bem, isso não é necessariamente uma constatação tão ruim, uma vez que, sob certos aspectos, até na natureza o consumo é praticado. Pelos menos nós já saímos da fase de consumir uns aos outros.

Aí vem a pergunta fatídica : Será?

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