Se fosse garantido os americanos usavam

Eu sempre desconfiei que esse lance de urna eletrônica e “o processo eleitoral mais moderno do mundo” era putaria. Agora eu tenho certeza. Eu vi no blog da Irmandade do Veio Rosa
este video que mostra que com toda certeza, esse lannce de urna eletrônica é pra facilitar a fraude. Ganha a eleição quem pagar mais.
Só pra começar, uma urna eleitoral custa 800 dólares.
Por aí vc já clcula a fábula de dinheiro pra colocar urna em um país do tamanho do Brasil.
Nessa eleição, 100% do território será coberto pelas urnas eleitorais. Ou seja, não tem nenhum voto de papel mais. Só voto virtual.
A fabricação da urna de votação brasileira, protegida por patente em todo o mundo é uma indústria de arregalar os olhos. Com faturamentos na casa dos milhões, a estimativa para a primaira venda da urna, que será para a República Dominicana é de nada menos que 62,4 milhões de dólares. E estão na fila as exportações para outros países.Três deles da América Latina e um da África, além de um outro país da Europa, que vai pagar mil dolares por cada unidade.
Então, segurança é algo secundário numa parada onde as vendas governamentais mastodônticas é que realmente importa.

Em 1998 foi comprometida a segurança do sistema, ao eliminar-se o comprovante impresso que existia em 1996. Desde então, deixou de haver qualquer possibilidade de recontagem, tornando o resultado produzido pela urna verdade absoluta. Isto abre o risco de que, por erro ou fraude, o resultado da urna possa ser diferente dos votos colhidos, sem que haja qualquer possibilidade de detectar-se ou corrigir-se esta situação.

E o voto virtual seria algo extremamente vulnerável a ataquels de “hackers”.
Acho errado dizer que quem faz isso são hackers. O povo não sabe o significado do que é Hacking e sai falando merda por aí.
Mas o fato é que estas urnas são parte de um sistema safado criado para manipular e controlar o processo eleitoral do país. Ou vocês são ingênuos o suficiente pra achar que os Estados Unidos, a maior superpotência do planeta, o país mais lotado de tecnologia, dinheiro, computadores e cientistas de todo o nosso sistema solar, usa voto em papel porque são manés? Ou porque são pobres demais para comprar maquinhinhas de computar votos?
Na verdade, os americanos usam urnas eletrônicas sim, mas elas são e funcionam diferentes das nossas. E nem assim são seguras. veja só.
Voto em papel é voto real. Passível de recontagem. O sistema é transparente. E por isso mesmo, lento. Agora voto virtual, meus amigos… É o que o nome diz. Virtual não é de verdade.
O seu voto virtual na verdade é um monte de zero e um. Basta a mudança de um zero ou a troca de lugar de um número, pra ele cair no outro candidato.
Essa safadeza eu já tava sabendo fazia tempo. Tenho amigos que trabalharam nas últimas eleições para governador aqui no Rio e que me pediram para nunca contar isso que eu vou contar agora sem revelar os nomes:

Durante o processo de votação, houve um apagão, atingindo varias zonas eleitorais. Quando a luz voltou, dezenas de zonas eleitorais computaram votos apenas para a Rosinha Garotinho. O que na minha opnião de cidadão é prova de putaria. Como é que pode uma zona eleitoral inteira computar voto pra apenas um candidato?
Isso teria acontecido com várias. Algum tempo depois, eu sondei isso com um amigo meu que trabalhava na parte de computadores de uma prefeitura do estado do Rio e ele falou que viu isso de perto e confirmou tintim por tintim. Mas disse que ele não poderia falar tudo o que sabia, pois temia por sua segurança.
Ainda investigando este caso movido por pura curiosidade, ouvi de uma conhecida que é mesaria que ao computarem votos apenas para a Rosinha Garotinho, foi convocada a presença do juiz eleitoral da região, que determinou claramente que ninguém ali abriria a boca e o misterioso caso morreria ali, sob forte ameaça para quem ousasse abrir a boca.
Desde então, eu passei a ter certeza que havia um esquema secreto por trás do sistema de urnas eleitorais. Não estou dizendo que 100% do país esteja ligado a um perverso comando de fraudes eleitorais, mas não há sombra de dúvida que se fosse bom como os políticos afobadamente arrotam, os americanos usariam as urnas da Procomp que usamos. Sabe por que eles não usam? Porque eles dizem que NÃO É SEGURO.
Outra coisa, se o sistema fosse absolutamente a prova de falhas e seguro os bancos, instituições multimilionárias que exploram e realizam lucros inigualáveis no país não adotariam o sistema para evitar as fraudes eletrônicas nos caixas automáticos? E por que eles não fizeram isso? Pense.
Assista:

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6 comentários em “Se fosse garantido os americanos usavam”

  1. Isso é uma puta palhaçada com o povo brasileiro. Primeiro eram os votos de cabresto, depois as fraudes e falsificações nas cédulas eleitorais e agora troca dos chips de memória. Aonde isso vai parar! (se vai parar).

  2. É muito mais fácil vc manipular votos eletrônicos, quanto mais agora que não há mais prova material do que realmente é verdadeiro.
    Entendam:
    Existem três maneiras básicas de fraudar:
    São distribuídas pelo TSE urnas com chips únicos, cada um com código de série, tipo “ABCDE”.
    Neste chip, existiram X+Y+Z votos.
    1. Vpcê substituí o chip de série ABCDE por um ABCDE, claro, faz uma cópia idêntica, mas com votos só para X, por exemplo.
    2. Através de um programa de computador, os votos de um determinado candidato são transferidos para outro.
    3. Inseri-se mais chips que os existentes.

    Repito: como não existem provas materiais de quem votou em quem (voto secreto e virtual), não há questior uma eleição, EXCETO SE OS CARAS FORAM BURROS PRA CARALHO E FIZEREM MAL FEITO, COMO EM GUARULHOS.

  3. Quanta besteira!

    Algum de vocês já olhou a especificação técnica da urna? Já trabalhou com ela? Acho incrível como as pessoas concluem algo sem o mínimo de conhecimento.

    As urnas eletrônicas tem uma bateria interna que aguenta tranquilamente o dia inteiro de votação. Ou você acha que a urna lá numa tribo no meio do amazonas teria que funcionar na eletricidade? Todas as urnas são assim, então vai por água abaixo essa teoria do apagão. Quanto a essa troca de votos X+Y+Z: a troca de arquivos é feita via criptografia de chaves publicas, não existe meio de quebrá-las facilmente. Não tem como neguinho pegar o disquete e no caminho da seção eleitoral até o tribunal eleitoral trocar os votos. Não troca até porque no fim da votação, a urna imprime um extrato dos votos e esse extrato é colado na porta da seção. Os partidos já pegam e esse valor e somam, se alguem trocar no meio do caminho vai dar furo. Durante a votação tbm não se mexe na urna, inclusive tem um fiscal de partido o dia inteiro dentro da seção.

    Agora, se a fraude acontecer antes, como foi esse caso aí, até pode ser, mas no dia da votação, não ocorre mesmo.

  4. Eu não acho que seja besteira. Basta abrir qualquer jornal que pularão sobre você dezenas ( talvez centenas) de denúncias, escândalos, propinas, estelionatos, peculato. O Brasil está podre e isso deixa o brasileiro pronto para desconfiar até da própria sombra.
    A urna pode até ser segura. De fato nunca trabalhei com uma, mas especialistas que sabem bem mais do que eu alegam que ela não é segura. E aí?
    Quem sabe mais? Alguém que trabalhou com a urna ou um pesquisador que entende como ela opera?
    Eu acho que me expressei mal quando contei do caso do apagão.
    O apagão afetou apenas as zonas eleitorais. O apagão pode não ter nenhuma relação com o fato. O que de fato é bizarro são várias zonas eleitorais computarem voto para apenas um candidato. Isso é suspeito.
    POde ser papo furado de neguinho querendo me ver ficar bolado? Pode. Mas duas pessoas que não se conhecem confirmar a mesma história estranha também é suspeito. POde ter sido um defeito que beneficiou um candidato? è possível, afinal nenhum partido tem acesso amplo ao programa da urna, e o fato que se baseia em uma tese de “segurança” ao esconder as informações do público gera um sistema pouco seguro “safety” e não “security”.
    Sobre a chave criptográfica, de fato é algo bem difícil de quebrar. Este tipo de ataque também á conhecido como ataque de força bruta. Sobre este detalhe eu achei um trabalho acad~emico sobre isso que menciona o ataque de força bruta às urnas nacionais:
    “É o ataque a um sistema de criptografia ou de bloqueio lógico de acesso no qual que tenta descobrir a senha ou a chave por tentativa e erro de todas as combinações possíveis. Quando se fala que existe “prova matemática” que um dado sistema de segurança resiste a um ataque por tanto tempo, normalmente está se referindo a Ataque de Força Bruta. Assim, esta “prova matemática” não garante a inviolabilidade do sistema pois outras formas de ataque, que se valham de características particulares dos sistemas ou do vazamento de informações podem, eventualmente, obter sucesso em tempo menor.”
    Assim sendo:
    “Conforme fica claro na Resolução 20.714, de 05/09/2000, do TSE, não é permitido aos partidos políticos conferirem as assinaturas digitais dos programas carregados na urna, “por se tratar de dispositivo de segurança! Esta é uma decisão totalmente contrária às técnicas de assinatura digital, na qual se publica o algoritmo e a chave de deciframento justamente para permitir à outra parte conferir a assinatura. De nada adianta se afirmar que os programas estão assinados se não se permite a conferência desta assinatura.”
    Há ainda o argumento de que sem conhecer a estrutura de dados que é definida no programa aplicativo de votação não seria possível introduzir um vício no programa. Isso não é verdade.
    Segundo a pesquisa: “É perfeitamente possível desviar votos sem conhecer a estrutura interna dos dados. Basta que o Sistema Operacional interfira nas chamadas de leitura de teclado e de escrita na tela para gerar um pequeno banco de dados com os números dos candidatos e a respectiva tela. A partir da construção deste banco de dados o programa viciado poderia apresentar ao eleitor a tela solicitada e enviar ao programa aplicativo um número adulterado do candidato. Todas as rotinas de criptografia e segurança internas do aplicativo seriam inúteis contra este tipo de ataque. Além do mais, a empresa Microbase, que fornece o Sistema Operacional da urna, também assessora a Procomp, empresa que produz o programa aplicativo, não havendo uma clara e evidente separação entre tais equipes de programadores.”
    Assim quando a urna emite o boletim, este já sairia adulterado sendo pregado na porta para os partidos conferirem completamente adulterado.
    E tem mais. Os partidos são chamados para “auditar” as urnas. Uma piada.
    “Durante a carga e lacração das urnas, antes do dia de votação, os partidos são chamados à auditarem o processo.
    Mas tal auditoria não é feita em quase nenhum local de carga espalhado pelo país e nos pouquíssimos casos em que algum fiscal compareceu, a auditoria não passou de um acompanhamento visual de tudo que é feito pelos operadores contratados pela Justiça Eleitoral.
    O TSE entende que o papel dos fiscais durante a carga das urnas deve-se restringir ao acompanhamento visual dos atos dos técnicos e não é permitido que os fiscais verifiquem se os flash-de-carga contém os programas previamente aprovados, o que também deu ensejo ao pedido de impugnação (http10) feito pelo PDT.
    Assim, nenhum fiscal de nenhum partido político, em 1996 e 1998, em todo o Brasil, jamais fez uma análise do conteúdo dos discos de carga das urnas, para verificar se a assinatura digital dos programas conferia com o que seria devido. Nenhum relatório formal de tal auditoria existe.”

    Para saber mais sobre o problema da confiabilidade mecânica e lógica das urnas eleitorais, visite o http://www.votoseguro.org
    O trabalho acadêmico ao qual me referi está em:
    http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/SSI99.htm

  5. Essa de várias seções terem computado votos para apenas um candidato eu duvido, mas duvido MUITO, mesmo tendo sacis, ops, digo, juízes eleitorais, etc etc etc.
    Eu trabalho como presidente de seção aqui em Copacabana há mais de 6 anos, e estou para ver algo parecido (e olha que desde urna pegando fogo a eleitor dando tapa na cara de mesário, eu já vi).

    Vi o vídeo de demonstração de falhas na segurança das urnas utilizadas nos Estados Unidos (ou algo do gênero), e qualquer um que já tenha trabalhado aqui no Brasil pode dizer que elas operam (e são, em essência) de forma relativamente diferente.

    Quero deixar claro que não considero as urnas (que tem modelos diferentes, desde 1998 até agora) mecanismos “completamente confiáveis” para um processo de tamanha importância. Acho, sinceramente, que o que nego mudava de lote já totalmente preenchido na eleição de papel, podem fazer a alteração do sistema da própria urna, antes da mesma chegar aos locais de votação, fazendo a alteração passar “despercebida”. Pularei a parte sobre a assinatura digital das referidas urnas pois você já o fez devidamente.

    Agora, essa história do “diversas seções da zona-apagão terem computado para o mesmo canditado a totalidade dos votos”, é óbivio, que, se essa informação procede, teve treta na bagaça (rsrsrs), mas provar isso é fácil, até demais.
    Me explica um juiz eleitoral, no meio da seção (quem já trabalhou sabe a zona LITERAL que qualquer zona é – e a redundância impera), no meio da votação, falar, para todo mundo, que “essa história morre aqui”. Tudo bem, tudo bem; em algum devaneio mas profundo, eu posso até imaginar, mas eu quero a prova (eu quero é ótimo, até parece que eu posso querer alguma coisa hahaha)! Po, desde sei lá quando eu, por total e absoluta inutilidade, guardo comigo um BO (boletim de urna) de todas as eleições e referendos e etcs desde que comecei a ser escravizado pelo TRE (e espero que um dia isso ainda me renda algum fruto). O presidente de seção pode imprimir quantas vias desejar, ao final da votação. O padrão, como todos sabem, são 5 (até onde eu me lembre uaheuaheuh), para o comite interpartidário, para fiscais, para colocar na frente da seção/zona, para os envelopes a serem encaminhados de volta ao TRE, etc etc etc.
    Se essa galera que você conhece trabalhou na “zona-apagão”, é só pedir um BO para eles, e postar ele aqui 😀
    Fique curioso hahaha…

    Anyway, essa é a primeira vez que eu escrevo aqui (conheci teu blog através de um dos teus alunos em algum curso de 3D). Gostaria de dizer que acho extremamente “digerível” sua forma de escrever, e também muito engraçada (entre vários e vários posts).

    Grande abraço,

    Campbell

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