Raio trator: Cientistas conseguem mover objetos com raio laser

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Quem não se lembra do famoso raio trator de Star Wars, capaz de agarrar e mover naves que pesavam milhares de toneladas em pleno espaço com a facilidade de quem joga um videogame?

Pois embora ainda estejamos longe desse poder se tornar realidade, já demos o primeiro passo. Pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália conseguiram realizar em laboratório experiências bem sucedidas de raios tratores. Em sua pesquisa eles foram capazes de mover partículas a uma distância de um metro e meio usando o poder da luz.

Mover microscópicas partículas do tamanho de bactérias com o laser já era possível há alguns anos. Mas segundo o periódico Inside Science, a inovação se dá por conta da capacidade do raio trator de mover partículas cem vezes maiores, por uma distância substancialmente maior.

O dispositivo funciona por um feixe de laser em forma de tubo, que brilha em torno de partículas de vidro minúsculas.

Se um outro dispositivo de laser está alinhada no lado oposto do feixe principal, a velocidade e a direção dos movimentos das partículas podem  ser facilmente manipuladas, apenas alterando a intensidade dos focos.

Andrei Rode, um dos cientistas envolvidos na pesquisa dos raios tratores disse que a técnica poderia funcionar a distâncias provavelmente ainda mais do que eles testaram.

Raio trator: Cientistas conseguem mover objetos com raio laser

“Com as partículas e que o laser que usamos, eu diria que até 10 metros no ar não deve ser um problema. A distância máxima que tivemos foi de 1,5 metros, que foi limitado pelo tamanho da mesa óptica no laboratório”, Rode afirmou.

Infelizmente, devido a esta técnica necessitar de algum tipo de gás, que é  aquecido pelo laser para empurrar as partículas, não se pode trabalhar no vácuo do espaço sideral, como o raio trator em Star Trek.

Mas na Terra há muitas aplicações possíveis para a tecnologia. A pesquisa que mostrou ser possível mover as partículas com o poder da luz  poderá abrir novos caminhos para a pinça laser no transporte de substâncias perigosas e micróbios, e para a recolha de amostras e investigação biomédica.

Na leitura da notícia me lembrei que muitas testemunhas de ufos, sobretudo abduzidos relatam terem sido agarrados e movidos por poderosos feixes de luz.

Um dos casos mais interessantes sobre raios tratores emitidos por discos voadores provém da farta casuística nacional. O caso em questão ocorreu em janeiro de 1979 e foi pesquisado por Bob Pratt no nordeste brasileiro e publicado na coletânea de casuística “Perigo alienígena no Brasil”. No caso em questão, um fazendeiro chamado Francisco Henrique de Souza, mas conhecido como “Janúncio de Souza” de 75 anos  foi surpreendido por uma nave que surgiu a apenas três metros sobre ele quando voltava da casa do vizinho, às 20:00. Januncio só viu a nave quando ela já estava bem em cima dele. Ele descreveu o objeto como um silo enorme, de seis ou sete metros de altura e cerca de 4m de comprimento.  Uma espécie de escotilha se abriu no fundo e do ponto em que estava ele viu dois tripulantes com formas humanas sentados em poltronas parecidas com a dos carros atuais no interior na nave. Era um homem e uma mulher. A mulher parecia usar um vestido. Janúncio disse que durante todo o tempo que passou, não notou nenhum movimento por parte dos dois tripulantes, que estavam estáticos como manequins, sem falar ou aparentar emoção.Logo após abrir a tal escotilha, saiu dela um jorro de luz intensa.

A nave lançou um raio potente, que iluminou tudo ao redor.

Desesperado, o agricultor sentiu como se um grande ímã estivesse atraindo-o para a direção do “aparelho”. Ele tentou correr e saltou na direção de uma palmeira com os braços e pernas e sentiu que a luz estava queimando-o. Januncio pesava 70kg na época e a luz começou a puxá-lo com tamanha força que ele saiu do chão e começou a deslizar agarrado na palmeira na direção do topo da árvore.  Mas Januncio não largou.

Por alguma razão que ele desconhece, o operador do “aparelho” pareceu intrigado por não conseguir atraí-lo e iniciou-se uma espécie de contenda entre o Ufo e a vítima. Quanto mais ele se agarrava na palmeira, mais o ufo tentava atraí-lo. O ufo iniciou então uma série de puxões sucessivos em pulsos de luz, suponho que para cansá-lo ou tentar desgarrar o brasileiro do tronco.

A nave desligava o foco intermitentemente, o que fazia Januncio descer pelo tronco. Ele disse que o suplício do “sobe e desce” ocorreu ao todo cinco vezes, provocando inúmeras escoriações em seu peito e braços. Certo de que ia morrer, ele que até então não temia nada nem ninguém, começou a chorar como criança. O que ele não sabia é que tudo iria piorar.

Raio trator: Cientistas conseguem mover objetos com raio laser

A experiência traumática ficou ainda pior quando da nave uma espécie de óleo quente foi lançado sobre ele. Januncio acredita que a nave jogou o fluido sobre ele na tentativa de desagarrá-lo do tronco.

A substância ardeu e queimou sobre a pele dele. Mas ele não largou. Não estava disposto a entregar os pontos. A luz ficou insuportavelmente quente. Mas não durou mais que dois minutos. Januncio contou ao Bob Pratt que se a experiência durasse mais ele certamente teria morrido devido ao calor da luz.

Achou que iria desmaiar. Mas a adrenalina e o medo da morte foram maiores e o fazendeiro buscou forças que desconhecia para se manter agarrado ao tronco. Subitamente, a nave desligou os fachos de luz. E partiu em silêncio para longe. Janúncio viu a nave subir rapidamente, até sumir no céu.

Assim que se sentiu seguro, o homem largou a árvore e correu para casa. Quando chegou sua mulher notou as fortes marcas de queimadura nas costas e braços do marido, decorrentes da intensidade do facho de luz ao qual foi exposto e o estranho óleo que besuntou seu corpo.

Após o episódio, ele perdeu o apetite e teve fortes dores de cabeça. Os braços do fazendeiro tinham queimaduras como as de cigarro.

Januncio passou a ter receio de sair à noite. Morreu aos 91 anos, em 1991.

O caso de Janúncio, ocorrido em uma fazenda a 19 Km de Santa Cruz no Rio Grande do Norte,  foi durante muitos anos, um caso único na ufologia brasileira, devido a violência com o qual a vítima foi tratada por seus algozes de aparência impassível. Porém, anos depois, Bob Pratt descobriria um caso intrigantemente similar, ocorrido justamente numa localidade vizinha. E a mais estranha das peculiaridades: O caso se repetiu com um dos FILHOS de Janúncio. Seria coincidência?

O fazendeiro teve ao todo 20 filhos, e um deles, de nome   Benedito Henrique de Souza, também conhecido como “Beato”. O contato de beato com o aparelho se deu poucos meses depois, e cerca de 1km do local onde se deu a tentativa frustrada de abdução de Janúncio.

Da mesma forma que seu pai, Beato agarrou-se a uma árvore para não ser puxado pelo aparelho. Beato é pai de 8 filhos e  tinha 39 anos quando a nave surgiu pra ele. A nave surgiu por volta das oito da noite na mesma faixa de horário e com uma ação típica como aparecera para seu pai. Apareceu silenciosamente, de surpresa, descendo de uma altura de 8 metros sobre ele. Do fundo abriu uma escotilha e uma forte luz brilhou. Beato não tinha árvore para se agarrar, e desesperado, agarrou-se a uma catingueira, um arbusto típico que atinge uma atura de 3m.Segundo o relato de beato, a luz “Era uma luz incrível e parecia um aspirador de pó tentando me sugar. Acho que queria me puxar para aquele buraco”.

Raio trator: Cientistas conseguem mover objetos com raio laser
beato simula o encontro com a nave

A luz era tão intensa que Beato não conseguia olhar na direção dela. Em um momento, beato conseguiu ver que no interior da nave estavam dois homens e uma mulher, com aparência humana. Um deles era ruivo e tinha cabelo comprido.

Beato se agarrou na planta e do mesmo modo que fizeram com seu pai, gotejaram uma espécie de ácido oleoso sobre ele, que queimou sua pele. O líquido era escaldante.

Beato se agarrava no arbusto o mais que podia e de uma hora para outra, a luz apagou. O puxão cessou e não havia mais nenhuma nave sobre ele. Ele não conseguiu ver o que aconteceu, pois a luz era intensa e ele estava tampando o rosto olhando para o lado oposto do foco luminoso.

Quando chegou em casa, estava queimado e com cerca de dez queimaduras circulares espalhadas pelas costas. Posteriormente, Bob Pratt compilou cerca de 40 casos ufológicos marcados por violência, ocorridos no Brasil e que guardam certa similaridade com os casos de Janúncio e de Beato.

Raio trator: Cientistas conseguem mover objetos com raio laser
região do Brasil onde Bob Pratt catalogou incidentes violentos com ufos

Deste caso peculiar, sobram indagações. Mas surgem alguns pontos interessantes:

  • A nave não usou toda a potência do raio à primeira vista.
  • A nave ligou um segundo raio, como apoio ao raio principal, ou ampliou a potencia do raio no decorrer da operação.
  • A nave derramou uma espécie de líquido oleoso e quente sobre as vítimas, o que provocou marcas.
  • O raio foi de tamanha intensidade que provocou morte celular, atravessando a camisa que eles usavam, causando um bronzeamento em sua pele.
  • A julgar pelo relato de Janúncio que temeu que morreria queimado pelo calor, a potência do raio, creio que devido a intensidade, o consumo energético tenha chegado num grau que comprometeria a segurança da operação. Ou poderia destruir a amostra (as vítimas) dessa forma, a operação de abdução foi abortada.
  • A nave abandona a operação e parte. Talvez eles tenham obtido os dados que buscavam sem a necessidade de atrair o individuo para dentro da nave. E é possível que as marcas circulares de queimaduras tenham relação com isso.
  • Janúncio viu dois tripulantes, seu filho, viu três. Em ambos os casos, havia um casal em poltronas similares a de carros, não aparentando emoção ou reação.

Voltando a falar dos raios tratores, eu creio que conceber este tipo de conceito fosse algo bastante improvável para lavradores e pessoas do campo, sobretudo em 1979, quando mal havia luz elétrica nessas regiões distantes dos grandes centros urbanos.

Hoje, o que parece mágica ou ficção científica vai gradualmente se tornando uma realidade palpável pelas mãos da Ciência.

Até então estes dados peculiares eram algo que estavam na obscuridade da incompreensão humana. Embora seja uma precipitação sem tamanho dizer que estamos nos aproximando do conhecimento tecnológico de outra suposta civilização, eu não me surpreenderia se com o desenvolvimento dessa pesquisa nos próximos séculos chegássemos a algo próximo do que as testemunhas de ufos reportam desde a década de 50. Talvez em algum ponto do insondável futuro, sejamos capazes de mover carros e até pessoas com o poder da luz.

fonte

fonte: PRATT, Bob. Perigo Alienígena no Brasil. Tradução de Marcos Malvezzi Leal. Campo Grande: CBPDV, 2003.

Obs: No livro tem uma discrepância na idade de Janúncio. Reproduzi a discrepância aqui. Creio que seja fruto de um erro de digitação.

Ufos,mistérios,curiosidades e muito mais
Luminária Ufo

20 comentários em “Raio trator: Cientistas conseguem mover objetos com raio laser”

  1. Ruivo e Cabelo, se fosse loiro eu dizia que era Axl Rose! xD

    Mas cara se conseguem mover celular com ráios em breve iremos mover grãos de areia!

    Ai quem sabe carros, humanos, aviões e etc.

    Isso seria útil em aeroportos que identificassem aviões em pouso forçado, assim segurando eles e pousando em segurança.

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  2. Verde agora é cor de boiola putz, daqui a pouco esse vai falar q macho q é macho usa preto e branco.

    Rumo ao futuro a idéia do cara nos aéroportos foi muito boa.

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  3. SAbe o que me impressiona? Na casuística de outros lugares os UFOS levam a pessoa durante o sono, pedem por favor e até servem cafézinho. Agora com o caipira brasileiro o lance é na ignorância! Jogaram até óleo fervendo nos caras!

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    • Pois para voce ver, como o povo por aí respeita brasileiro1 O pior é que se fosse o contrario, tem brasileiro chamando et para tomar umas breja e comer “sarsicha”

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  4. Philipe, muito legal esse post.
    Fiquei muito curioso sobre este livro: Perigo Alienígena no Brasil.
    Moro em Natal/RN e nunca tinha ouvido falar desses casos aqui do interior.
    O livro é bom? Você recomenda?
    Abraços

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  5. Caso essa tecnologia venha a existir realmente, irá contrariar o interesse de muitos gigantes. Quero estar vivo para presenciar essa maravilha!!!!!

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