Professores inesquecíveis

Professores são pessoas que fazem parte de nossa vida por um longo período. Muitos deles passam pela nossa vida durante um ano inteiro. Alguns são péssimos, intragáveis, criaturas detestáveis que desejamos ver queimando na banheira do capeta. Outros, tornam-se marcas indeléveis em nossa vida. Suas aulas nos inspiram e seu conhecimento transborda e constrói. Estilos de professores existem aos montes. Os libertários, os exigentes, os paternalistas, os torturadores, os velhos, os jovens, os malucos e os esquisitos.

Eu posso dizer que vivi e convivi com muitos deles. E embora a grande maioria deles tenha passado incólume pela minha fugaz existência, alguns realmente ficaram tão marcados na minha mente que eu posso recarregá-los em pensamento como só o Spock poderia fazer num Holodeck.

Seria extremamente difícil pensar qual  professor que mais me marcou. Eu convivi com estas pessoas que possuem uma profissão tão bonita durante a maior parte da minha vida, o que gerou um numero bastante grande deles. Chega a ser impossível lembrar de todos. Os que eu me lembro tem um motivo para estarem registrados na minha caixola. Eles me marcaram por uma ou outra razão. Mas vou fazer um esforço de lembrar de alguns.

AS MALVADAS

Quem nunca teve um professor malvado aí levanta o dedo. Aliás, levantar o dedo é coisa dos meus tempos de escola. Será que isso ainda existe hoje em dia? Não sei. Naquele tempo, eu tinha professores que decidiam quem ia para o recreio. Então o que a gente fazia era cruzar os braços sobre a carteira e deitar a cabeça, de modo quase teatral, parecendo mais bonzinho que cachorro com fome. A gente ficava lá, intacto, torcendo para ser chamado e desfrutar daquela rápida sensação de liberdade que dava ao ouvir seu nome e poder disparar como um foguete pelos corredores em direção ao pátio.

Eu percebia claramente uma expressão contida de prazer naquela mulher, que já não me lembro mais o nome dela. Tia qualquer coisa. Eu detestava ela. Eu tinha vontade de dar um tiro nela. Mas eu fingia ser bonzinho para poder sair do campo de concentração.

Não sei bem porque mas os professores malvados foram os que deixaram as marcas mais profundas. E talvez aquela professora, a maldita desgraçada, foi a que mais marcou, por ser a mais maldosa.

A mulher ficava ali, do alto de um tablado olhando para a nossa cara com visível desdém para com a nossa reles existência. Para ela crianças são pessoas em formação, portanto, imperfeitos. Pessoas inconclusas, defeituosas e portanto, menores e menos importantes. Ela era uma cobra.

Escolhia primeiro as meninas. Sempre tem uma menina CDF com cara de retardada que leva borracha cheirosa no estojo do Paraguai que ninguém tinha, com cem mil compartimentos. Essa menina tira notas boas, é meio infantilóide e tem uma mãe rica. Ela usa canetas de 20 cores e SEMPRE, eu disse SEMPRE sai primeiro para o recreio. Que ódio, cara.

A babaca da professora vai chamando um a um e eu percebo que metade da sala já saiu e eu ainda estou lá. Congelado naquela posição. Minhas costas já estão doendo e eu estou quase dormindo e a filha da mãe não fala o meu nome. Quando ela finalmente me chama, faltam uns cinco na sala. Eu vou para o recreio meio feliz e meio puto, por ter perdido um bom pedaço do meu tempo naquela porra de teatrinho de bom aluno.

Essa mesma maldita ficou registrada na minha cabeça porque um dia, na segunda série turma B, ela estava ensinando Matemática.

O que ela fez foi me chamar no quadro para resolver um exercício. Eu fui me tremendo todo, porque eu não sabia resolver. Ela viu que eu não sabia mas mandou que eu resolvesse mesmo assim. Era como se ela pensasse que sob a pressão dela e dos colegas, o conhecimento se cristalizasse magicamente no meu cérebro e eu virasse um gênio bem ali. Mas o efeito foi inverso. Eu não só não sabia resolver aquele arme e efetue como me senti oco. Eu comecei a pensar que não tinha nada dentro da minha cabeça.

Ela não fez nada. Ficou na cadeira dela esperando que eu resolvesse. Eu olhei pra ela com aquela expressão de “me fudi!”. E ela nem estava aí. Ela queria o exercício resolvido. Pra ela, minha obrigação era saber.

Eu sentia aquele monte de gente olhando pra mim. Eu lá na frente e as coisas começaram a ficar ruins.Eu olhava os números e não sabia o que fazer com eles.

Eu falei baixinho pra ela: -Tia eu não sei…

-O que? – Ela gritou. A filha da puta gritou porque queira fazer daquilo um espetáculo. Ela levantou agressivamente e veio na minha direção. Eu senti que estava ficando cada vez menor. Ela me agarrou pelo braço e me sacudiu umas duas vezes. Meus “amigos” começaram a rir.

Ela agarrou a minha mão e resolveu o exercício com a minha mão sendo esmagada na mão dela. Eu não entendi porra nenhuma do que ela fez, mas disse que sim quando ela falou:

-Entendeu agora?

Eu balancei a cabeça porque pensei que seria minha chance de ser liberto daquela predadora de almas e voltar para minha insignificante parcela de espaço em meio aos demais.

– Volta pro seu lugar. – Disse ela, me libertando.

No dia seguinte, eu estava lá desenhando no caderno quando ela viu. Esta mulher tinha uma clara predileção por me torturar. E algo que ela não admitia durante uma aula dela é o prazer do aluno. Pra ela aula boa é aula que faz sofrer. Então não podia mascar chiclete, não podia olhar pela janela, não podia pensar na morte da bezerra. Só podia sofrer e ser torturado naqueles montes de arme e efetue que ela passava.

Daí que quando ela me viu desenhando, foi como uma ofensa pessoal ao modo dela de ser. Ela me agarrou pelo braço, levantou meu desenho para que todos vissem. Todo mundo olhou pra mim. Um ou outro percebeu que eu ia me ferrar novamente e já começou a rir por antecipação.

A mulher me carregou aos safanões até o quadro negro. Ela estava ensinando ver as horas num relógio de ponteiro. Então ela desenhou uma posição um relógio no quadro e perguntou:

-Que horas são?

Óbvio que eu não sabia. Eu tinha passado a aula dela desenhando o He-Man.

-Que horas são? -Ela repetiu nervosa. Eu pensei que ela ia me bater. Então resolvi chutar.

-Duas e meia. – Eu disse.

Errei feio. Era nove e quinze. A mulher começou a gritar que eu era burro, que eu não sabia nada, que ela não sabia o que eu estava fazendo lá. Ela desenhou outra hora no quadro e perguntou novamente.

Sem saber como aquilo funcionava, eu chutei outra vez.

A turma caiu na gargalhada. Todos riam de mim.

Hoje eu sei que muitos ali talvez estivessem rindo de nervoso, porque a situação ficou paulatinamente tensa.

A mulher voltou a me agredir verbalmente dizendo que eu era um completo retardado. Ela conclamou a turma para cantar uma musiquinha depreciativa pra mim e eu fiquei lá na frente sendo ridicularizado pela professora.

Ser ridicularizado por vinte crianças é uma experiência desagradável o bastante para te fazer chorar. Mas você tenta se conter, porque sabe que chorar exporá aquilo como uma fraqueza e todos, sem exceção, irão usar aquilo para te torturar mais tarde, talvez pelo resto do ano letivo. Então o que você faz é engolir o choro e ficar firme. Eu comecei a tentar desfocar a minha visão, para não ver as demais crianças. E foi assim que eu descobri que conseguia fazer isso. Desfocar a visão e ver tudo embaçar sob a minha vontade. Até hoje não sei se isso é um poder exclusivo meu ou se todo mundo pode fazer isso.

Dessa mesma desgraçada, eu lembro do dia que ela estava passando um ditado. Enquanto todo mundo se esforçava para escrever, ela ia passando entre as carteiras olhando como a gente escrevia.

Quando ela passava do meu lado, eu suava frio. Eu senti os olhos dela percorrendo o meu caderno. E então eu vi uma mãozona pegar o meu caderno e arrancar ele da minha carteira. Ela sacudiu o meu caderno no ar.

-Olha só pra isso! Limpeza com”s”! Limpeza é com “s”??? Onde já se viu? É um analfabeto de pai e mãe mesmo!

Eu, que já me sentia burro em Matemática, tive certeza da minha desgraça em todo o resto bem naquele momento. Tudo passou a fazer sentido. Então era isso!

Eu era um analfabeto de pai e mãe. Naquela hora eu escutava pela primeira vez aqueles termos e percebia com certa vergonha, que meu problema mental só podia ter origem genética. Estava claro pra mim que se a professora sabia que meu pai e minha mãe eram analfabetos, eu não podia ser melhor. Eu era o resultado de dois analfabetos. Eu só não sabia o que era um “analfabeto”. Então eu pensei que analfabeto era um tipo de débil mental. Percebi que meus pais podiam ser retardados e fingiam ser espertos para me agradar durante todo o tempo…

Desa forma,  como produto de dois débeis mentais, eu seria um débil mental ainda mais débil mental.

Um débil mental mega super plus.

Aquela mulher maldita foi a professora mais malvada que eu tive. Mas em termos de torturar aluno, aquela não foi a única. Na quarta série, eu testemunhei uma professora pegar um amigo meu, fazer orelhas de burro com jornal e colocar o garoto lá na frente, usando as orelhas de burro, para que todos da turma jogassem bolinhas de papel nele. Eu não joguei, não cantei musiquinha, e achei aquilo muito ruim. Eu sabia como era estar lá na frente. Eu sabia o que ele estava sentindo. Felizmente, o cara fez o que eu não tive coragem de fazer na segunda série. Ele contou para os pais. A estúpida professora foi demitida da escola. E eu me senti  vingado de tabela por aquilo.

PARAGÓ

Paragó era o nome dele. Ele foi um dos professores que conseguiram ficar marcados na minha memória. Eu não sabia quantos anos ele tinha, mas era velho. Velho, sério e carrancudo. Paragó era famoso por dar provas bem difíceis e ser super exigente com presença, com silêncio e tudo mais. Todo mundo tinha medo dele. Eu estava na sétima série. O Paragó era professor de Português. Ele passava um monte de análise sintática pra nós fazermos. Todo dia eram vários quadros de exercícios. Eu fecho os olhos e consigo lembrar da aula do Paragó com absoluta clareza.

Um dia, o Paragó mandou a gente fazer uma redação. Tema livre.  Mínimo de vinte linhas. Porque tinha disso, de número de linhas. Não podia ser menos do que ele estipulava.

Aí eu resolvi inovar e escrevi uma redação que gradualmente foi saindo do controle. Quando eu vi, estava escrevendo um livro. A redação deu sete páginas de caderno. Eu tive vergonha de mostrar pra ele. Achei que ia levar esporro. Quando ele chamou meu número (eu era um número, não tinha nome) fui todo sem graça levar a redação pra ele. O Paragó olhou aquele bolo de folhas de caderno escritas dos dois lados, presas com um clipe.

Era uma história do Conan. Eu sei que parece meio estranho escrever uma história de um cimério bárbaro lutando com criaturas de pedra numa ilha perdida nos confis do Mar Vilayet, mas era o que saiu e eu não podia fazer nada.

O Paragó ficou olhando sério pra minha cara. Ele olhou cuidadosamente a redação. Depois voltou a olhar pra mim e ficou assim. Vários minutos. Eu me cagando quase literalmente.  Nisso, todo o pessoal da turma sacou que tinha algo errado. Então se fez um silêncio constrangedor na sala.

O Paragó ali, impassível, olhando pra minha cara. Ele era naturalmente muito sério em sala de aula. Eu me sentia sob o olhar acusatório de um Juiz, um delegado, um torturador do DOPS.

O Paragó tinha uma verruga gigantesca na lateral do Nariz. Eu tenho este defeito escroto de não conseguir olhar para outra coisa senão para o defeito do sujeito. Eu não tirava o olho daquele verrugão, daquela pelota gigante que parecia que ia explodir na minha cara. E então ele falou:

-Sete páginas?

-…É.

-…

-Muito bom! Foi você mesmo que escreveu isso?

-F..F…Foi.

-Parabéns, 25, você tem jeito pra ser escritor. Se continuar assim, você vai acabar escrevendo livro. Deixa aqui que eu vou ler com cuidado depois. E te digo o que eu achei.

Nossa, meu. Me senti como um jogador que faz o gol na final da copa. Sabe aquele gol da prorrogação que vira o placar e te transforma o cara em herói no último segundo?

Paragó me elogiou. Eu estava nas nuvens. Eu pensei que ia desmaiar.

O Paragó era famoso em alegar que ele dava “O” pra Deus, “B” pra mãe dele, “S” pra ele e o resto era “I” para nós os alunos.

(a escola funcionava num sistema de conceitos, sendo O=ótimo, B=Bom, S=Suficiente e I=Insuficiente.)

Daquele dia em diante, o Paragó passou a me chamar de “garoto da ilha do tesouro” e não mais de 25. Até hoje eu não entendi o apelido, já que o Conan não achava nenhum tesouro na ilha e sim gigantes de pedra, sobreviventes de uma magia negra criada por um rei atlante já morto.

Continua…

Artigos relacionados

Comments

comments

80 comentários em “Professores inesquecíveis”

  1. Haha, ótimo post, Philipe.Estou na 7a série, e tenho uma professora de geografia que…Eu simplismente odeio (uma mistura de medo e ódio).Tambem uso a tática de me fingir de bonzinho pra nao entrar na “lista negra”…Senao…As coisas nao ficam bonitas pro meu lado!

  2. Nossa, essa sua professora foi malvada mesmo! Eu tive um assim. Ela dava um tapa forte na orelha quando a gente errava alguma coisa. Ela era brutamontes igual um homem. Sorte que ela foi despedida 😀

  3. oh droga! como assim “Continua…”??? [2]

    Cara, demais. Realmente essa sua histórial, acho que bastante gente vai se identificar com ela.
    Lembro que entre a primeira e sexta série, muitas professoras minhas adoravam me perturbar também. Elas me viam com defeito. Lembro de uma professora, a Noemi. escrevi uma redação, e minha letra até hoje ainda não é lá aquelas coisas (deve ter ficado um bloqueio na minha mente). Nossa, ela me humilhou na frente da sala toda. E o pior que ela só fazia comigo. Ela e mais uns 3 professores. Acho que toda manha, eles se encontravam e combinavam um com o outro como iam me sacanear. Tinham prazer naquilo. ehehe, teve uma época que eu não aguentei. Comecei a esplodir, joguei um furador de papel na Noemy.

    Kling, quanto a traumas com o relógio não se preocupe, até hoje , com 22 anos não sei ver horas em ponteiros (apesar de usar um relogio com ponteiros). Sem falar que escrevo CamiZeta, AnaliZar, malditas professoras.

  4. Eu era a menina de estojo do paraguay >D
    Só que eu não tinha cara de retardada (eu acho)
    Qq vc tem contra nós meninas certinhas? Mimimi

    Professores como Paragó são os que marcam a vida da gente. Eu tive um na facul assim.

    Termina logo a história!

    • Não tinha nada contra. Eu era apaixonado por elas desde sempre. Inclusive eu casei com uma legítima CDF puro sangue! (acho que a Nivea vai ficar puta quando ler isso, mas quem conhece ela sabe que é verdade. O maior CR da Uff, zero um de turma…)

  5. Haha, já vivi uma coisa parecida! Quando eu estava na sexta série, a professora de português pediu para escrever um conto, de tarefa, mínimo de 20 linhas. No outro dia, apareci com um de 4 páginas. Virei a heroína da turma. :B

  6. Pois bem Philipe…
    Nunca tive nehum professor fora dos conceitos normais que merecesse alguma menção honrosa.
    Porem conheço um professor de Historia que consegue fazer uma classe inteira se interessar pela Participação “Pifia” brasileira na 1ª Guerra Mundial.
    Sério…
    De uma olhadinha nesse video no Youtube.
    http://www.youtube.com/watch?v=H5VraSYANsg
    Ele chegou adar entrevista no Jô Soares depois dessa

    Tive a felicidade de conhecer essa peça

  7. ** Outro mundo **

    O papel
    Vitor se encantava com surpresas. Adorava curiosidades, astronomia e passava horas olhando pelo telescópio. Ele adorava ciências, gostava de observar também pequenos seres pelo microscópio. Cada lâmina era uma surpresa diferente.
    Aquelas novidades sempre o encantavam. Ele adorava também estar envolvido em mistérios, por isso gostava de filmes e livros de ficção científica e suspense.
    Gostava também de ufologia e sempre corria com um binóculo a mão quando via alguma luz diferente no céu – mesmo que a maioria das luzes fossem apenas aviões, rastejando pelo céu, levando consigo nuvens.
    Aquele dia parecia tedioso. Chovia lá fora e as nuvens cobriam o céu, impedindo-o de observar algo pelo telescópio.
    A tempestade também tirara a eletricidade um pouco mais cedo, fazendo dona Maíra, mãe de Vitor, ser impedida de ver a novela na televisão.
    Glauco, pai de Vitor, estava irritado, pois tinha acabado de lavar seu carro, um Uno 97 verde, mas que já estava na hora de ser trocado.
    Aquela chuva estava enervando a todos.
    – Glauco, liga para a companhia de luz, pergunta se vai demorar! Eu quero ver minha novela. – Maíra falou, sem desgrudar os olhos da televisão desligada, com esperança que a eletricidade voltasse.
    – Já liguei, Maíra. Falaram que já volta. Espera um pouco. – Respondeu Glauco.
    – Minha mãe está irritada – Disse Vitor, em tom baixo, para o pai.
    – Eu que o diga.

    * * *

    Enfim a eletricidade voltou. Mas já era tarde, era 3 da madrugada. Todos já estavam dormindo.
    No quarto de Vitor, pairava o silêncio no ar. A luz acendeu, conseqüência da volta da eletricidade. Provavelmente ela já estava pra ser acesa, mas como não havia energia, ela permanecia apagada.
    O computador também ligou-se. Vitor não sabia do que acontecera. Ele estava dormindo, profundamente, e não estava importando se o computador ou a luz estavam ligados.

    * * *

    Era sábado, não tinha motivo para Vitor acordar cedo como de costume para ir ao colégio. Estava na última série do ensino fundamental. Seu colégio só tinha ginásio à manhã, pois a tarde ficava exclusiva para o primário.
    Quando acordou, ainda com os olhos embaçados de sono, olhou em volta e percebeu uma luz verde vindo de algum lugar. Esfregou os olhos para ver com mais clareza e percebeu que a luz verde vinha do seu computador.
    [Continua no próximo]

    ===========================================

    É, philipe. Consegui fazer algo legalzinho e com sequencia, pra vc postar no seu blog.
    Espero que goste e que publique, pois fiz pensando nesse blog.
    Abraços.
    Ps.: não esquece de citar as fontes: Guilherme Augusto, RJ 😎

  8. Rapaz, lembrei de uma professora que todos os pais classificavam de “nojenta”. Meu pai mesmo, que sempre foi um poço de calma, apelou com ela. Eu estava no que se chamava “quinta série” (sei lá como é o nome hoje).
    De tanto os pais reclamarem, a direção tentou mudar ela pra oitava série, mas ela recusou. Aí a direção tentou de novo, e ela explodiu “EU NÃO TENHO COMPETÊNCIA PRA LIDAR COM CRIANÇAS MAIORES QUE EU”. Ela era um gnomo, que não chegava a metro e meio.
    Enfim, ela torturava alunos pra esconder a própria incompetência. Sempre que eu via o clipe do “The Wall”, do Pink Floyd, eu só lembrava dessa praga.

  9. Legal, fazia tempo que você não postava suas histórias gumps. Hoje mesmo tava relendo aquele sobre sua primeira experiencia sobrenatural. se tiver outra nesta linha, posta aí pra gente. valeu.

  10. pelo jeito voces nâo viram nada ,,,oque voces acham de ter uma professora de latim ,(isso mesmo latim, pois sou do tempo do ginasio, e do latim , e aula de musica tambem), que perssegue , nao somente voce , no caso eu , e seu irmao tambem? Foi meu caso, ela virou um pesadelo na minha vida, e na vida de meu irmao mais novo ,, eu tinha que me defender e defender meu irmao tambem ,,,,mas em compensaçao, fui aluno de um professor de matematica de nome de Luiz Barco ,, voces devem de conhece.lo na tv, ele sabe tanto que nao sabia ensinar,,,srsrsrsrsr

  11. Puxa meu filho, que tristeza eu sinto quando vejo as
    dificuldades que vc enfrentou naquele colégio conceituadíssimo.
    E eu que só queria o melhor pra vc …
    Pena que na vida nao podemos dar um reset e comecar de novo… bjos

  12. Muito bom o post,quero logo a segunda parte 😀
    Realmente tem professores que marcam mesmo.Tô na 8ª série/9º ano,e acho que,até agora,os professores que mais marcaram foram os melhores mesmo,e não os mais carrascos(nunca tive professores tão carrascos assim,pelo menos por enquanto o/).Acho incrível a forma como o professor faz uma gigantesca diferença no modo como gostamos de certos assuntos,e até como escolhemos a profissão que queremos ter.É uma profissão extremamente importante,pena que tão desvalorizada :/

  13. Olá Philipe! Há tempos sou visitante assídua do seu blog, mas é a primeira vez que comento. O motivo é que sou professora e me identifiquei muito com esse post. Calma! Eu não sou como a sua ex-professora. Mas como você eu tive professores que marcaram muito negativamente. Óbvio que tive bons professores também, mas como diz você: “…os professores malvados foram os que deixaram as marcas mais profundas.” Talvez essas pessoas não saibam, mas me ensinaram uma importante lição: são um exemplo a não ser seguido.

  14. hahaha, essa história do minimo de 20 linhas também aconteceu comigo. Na época, escrevia naqueles caderninhos pequenos. a historia se dividiu em 3 capitulos e deram 17 paginas no total. A professora nem leu, aposto.

  15. Philipe, eu tb sou capaz de desfocar a visão e fazer tudo embaçar. hehehehe Tô adorando os casos dos professores. Aliás, adoro seu blog, especialmente as “aventuras”. Termina a história logo, hein?

  16. mto bom texto!

    eu tive varias peças assim, tipo um de biologia no colegial que era o estressado em pessoa…bom professor, mas nao podia se dar um pio na classe, ele pegava e falava…da 3ª fileira pra trás, td mundo fora…

    independente de quem tivesse falado…mas o cumulo era o apelido dele, o cara só era chamado de “Bacana” :omg:

  17. Nossa…….!! Ficar de cabeça baixa e esperar chamar o nome??????? Cara, vc me fez lembrar de uma coisa que eu tinha esquecido totalmente! rsrsrsr
    Eu já fiquei de cabeça baixa, mas logo saia, pois a coitada da professora achava que eu era santa! Coitada, mal sabia ela, quando virava as costas…
    Deixa eu contar uma história?

    Eu tava na 3ª serie acho… Estava eu e uma amiga, adivinha do que brincavamos?? De correr em cima das carteiras! Isso mesmo, a galera saia da sala pro lanche e a gente ficava na sala zoando. Faziamos tipo um corredor, e saltavamos alegremente nas carteiras! Bom pra cair de cara do chão e machucar feito né? Porém, teve um dia que acabamos derrubando uma das carteiras e quebrou o lápis de uma chata, que quando voltou e viu começou a chorar..
    Quando a prof chegou, disse assim: Ahhhhh mas deve ter sido vc mesma que quebrou sem querer pq na sala so estavam a Renata e a Bárbara.. e eu sei que elas jamais fariam isso!!
    HAUHAuahuahuhauahuH Acredita?! Eu sempre saia como a coitada da historia! rsrsrsr
    Se eu lembrar de mais alguma, te conto.

  18. Pessoas como essa mulher eu também infelizmente já conheci. Não são professores, sequer merecem esse título, são assassinos morais, canalhas desprezíveis.

  19. Cara,eu leio teu blog a um puta tempo mas nunca comentei,só comentei essa agora porque eu também consigo desfocar a visão,depois descobri que tenho q usar óculos ,não lembro o nome do problema mas é ter o globo ocular ovalado pra dentro que faz a visão ficar desfocada,alguma coisa assim eu acho.
    Puta bagulho estranho,depois que eu ouvi que quem fica vesgo e pegar vento fica vesgo pra sempre eu fiquei com medo de fazer,mas depois q eu descobri q era mentira perdi o medo denovo ‘-‘
    E nunca tinha encontrado nenhuma utilidade pra isso,legal saber…hum…É isso,fui-me.

  20. acabei de ver a minha história escolar com outro protagonista e professores diferentes!

    incrível como me identifiquei com a professora carrasca da 2ª série! Eu sempre achei que ela era do outro planeta pra ser tão ruim assim com os outros!

    :curious:

  21. Eu era de certa forma a queridinha das professoras (não era a melhor aluna, mas eu era [e ainda sou] pequena e quietinha, com cara de índia, e consequentemente chamava a atenção por esses dois detalhes ^^
    De professoras q eu ainda me lebro, das malvadas, tive uma a Sueli, que me deixou passando mal de fome por que não havia feito a lição, e me deixou sozinha na sala, enquanto todos estavam no intervalo, no final qdo ela voltou eu estava chirando e passando mal, e ela ficou arrependida, mas tentou se safar dizendo “Por que você não foi pro intervalo???” eu falei “Foi você que me deixou aqui de castigo!*voz mental:sua bruxa!*”, bem professora Sueli, um dia vamos tomar um café e conversar muito sobre aquele dia…
    Uma outra que professora de Literatura e Gramática, a professora Isabel, uma perfeita carrasca *não posso reclamar muito que a carrasquice dela é proporcional à sua inteligência, foi a mais competente que ja vi* ela é grossa, exigente, e se aproveitava do fato de nós não podermos responder à alturs, certa vez ela disse a um colega meu que “parasse de passam batom *de côco* que isso é coisa de menininhas!” , e todos nós da sala, ficamos indignados, o cara q estava passando batom de côco *se não me engano ele estava doente, e o remédio dele estava fazendo rachar os lábios* disse: isso é apenas batom de côco professora! ela “então pare, que isso é coisa de gay”, em sguida esse garoto se levantou e foi à diretoria, todos nós o seguimos e fomos fazer a reclamação, aproveitando para dizer o quanto ela é abusada durante as aulas, ela se sentiu tão confrontada já que foi a primeira vez que ela recebera uma advertência que ficou registrada e nas referências do trabalho dela naquele colégio, que logo que todos voltaram à sala ela nos deu um sermão xD, tá nem ligo mais, mas foi a única professora que me deu medinho *mimimi*, infelizmente o filhinho dela não terá a valentia dela, ela o está transformando num coitadinho, ela o veste com as calças na linha do sovaco, a camiseta por dentro da calça e para piorar o garoto usa óculos funde de garrafa, deve ter sido a amação mais barata q ela achou na loja *meu avô provavelmente já usou o mesmo modelo*

    Enfim, mesmo tendo passado maus bocados com aquela professora, ela foi a mais competente de todas as professoras de português que eu tive! Um dia quero tomar um cafezinho com ela ^^

    Ah! eu também sei desfocar a visão, e também pensei se isso era uma habilidade única xD, ae somos 2 com essa habilidade o/

  22. O que ela fez é totalmente errado.
    O professor deve dar um apoio e ensinar novamente e não xingar e ridicularizar o aluno.
    Eu acho que isso poderia acabar no Conselho Tutelar,Hein.

    Falou :lol2:

  23. Muito bom o post.

    Eu também tive uma penca de professores carrascos.

    Um dos fatos memoráveis é o seguinte (e também se deu com um professor de matemática – só podia ser):
    O professor estava escrevendo algo na lousa e a sala toda na maior algazarra. De repente, ele vira para a turma e bate os olhos logo em mim, que não fazia nada demais além de conversar, como todos os outros.
    Ele, aos berros ensurdecedores, começa a gritar comigo e a me expor na frente de todos os alunos. Ele arranca uma folha do meu caderno (com aquela típica delicadeza) sobre a carteira e escreve algo assim: “Eu, Gabriela * *, assumo que estou baguçando e desrespietando a aula, pois não tenho o mínimo de educação…”, alguma coisa bem degradante.
    Aí ele pede que eu ASSINE para que ele pudesse entregar ao meus pais na reunião de pais.

    Pode imaginar o grau de ridicularização ao qual eu fui exposta?

    No mínimo, traumzatizante.
    GUMP!

  24. Eu Tambem consigo desfocar a visão :B
    Eu também tenho a mania de ficar olhando para os defeitos da face das pessoas, principalmente quando é uma verruga ou algo assim(falei isso sem querer pagar pau,é verdade mesmo)
    Muito bem feito e um outro ótimo post do Mundo Gump 😆

    Abraços

  25. Ja passei por momentos bem dificeis tbm.
    Minha professora na 3ªsérie me fez escrever uma redação ajoelhado(a turma toda).
    Outra falou pra minha mãe q eu era um deliquente(isso porque eu n era bom em artes xD).
    kkkk mas tem muitos q lembro como bons amigos.

    Fui xD

  26. Gostei muito do estilo de escrever do autor. É a primeira vez que vejo o blog. Também desfocava a visão, mas como fazia muito tempo que não realizava isso, fui tentar agora mas não desfoquei tanto como antes. Acho que só quem é capaz de fazer isso é quem tem algum problema na visão(inclusive o autor também usa óculos). Mas caso alguém não tenha problema nenhum e desfoque, por favor, avise.
    Ah, sim! Quanto a professores malvados não tenho recordação de nenhum.
    Um abraço a todos.

  27. Cara, pensava que EU fosse o único a desfocar a visão!

    Na verdade eu nunca falei pra ninguém dessa habilidade, agora que eu descobri que não estou sozinho!

    \o/

    Abraços, adoro o blog.

  28. Qualquer pessoa consegue desfocar a visão. Não querendo desanimar a todos, mas isso não é nenhuma “habilidade” especial. mas voltando ao posto eu tive muitos professores que me marcaram e agora me lembrei de um fato que ocorreu na faculdade. Eu fazia uma matéria que tinham cinco alunos na sala, com uma professora meio casaca grossa, mas uma das maiores especialista naquela matéria do Brasil. Um dia eu estava esperando no corredor o horário da aula dela e ninguém apareceu, a não ser a professora. Ela me chamou “Vamos para a aula?”. Eu, meio sem graça fui e assisti duas horas de aula sozinho, sem nenhum colega, eu e a professora, foi muito estranho, mas valeu a experiência!

  29. Eu também tive uma professora de mamática assim,eu odeio matamática por causa dela.Ela era professora da terceira e quarta séries no colégio,fiquei de recuperação nas duas séries, a minha sorte é que a professora da recuperação era outra (D.Lourdes), com ela eu entendia tudo !!!!Um doce de pessoa.
    Ah! mas o nome da outra, a amarga e infeliz eu não vou esquecer nunca. Oraida. Que tal? Vai ver era raiva do próprio nome.Eu e
    mais alguns alunos e alunas sofremos nas mãos daquela bruxa.

  30. Não tive nenhuma professora bruxa, carrasca e torturadora que nem a sua, mas, esse ano, conheci a professora mais chata da minha vida… Professora de português. Nome: Liete. Ela começava a aula falando uma coisa e falava, falava, falava… Ao final dos 45 minutos de aula, já estava falando algo que não tinha nada a ver com os assuntos anteriores, e ainda alegava que era tudo relacionado com isso e aquilo… E ela tinha uma verruga. Uma verruga assustadoramente nojenta na pálpebra. Quando explicava alguma coisa, levantava o óculos e colocava na cabeça. E fazia isso várias vezes. Uma vez, eu passei uma aula contando quantas vezes ela fazia aquilo… Foram 25. Ninguém, absolutamente ninguém da minha classe gostava dela… E o mais importante: não podia ser feliz na aula dela. Descobri isso quando eu e alguns amigos estávamos rindo durante uma explicação, ela parou a aula e disse: “Olha, gente… Eu adoro alegria. Mas não na minha aula.”
    Essa foi a pior professora que eu tive, por enquanto. 😐

  31. kkkkkkkkkk
    eu sou orrivel na minha sala di aula i os professores ainda min chama de inteligente kkkk
    eu to apaixonado por uma CDF :love: (mintira ela e muito legal )que parece que tem vergonha de converssa com migo :B porque sera ?

  32. Estou vendo teus posts pela primeira vez. Cativante! E sou professor também. Lendo o relato vejo o quanto havia de gente despreparada para a profissão. Mas, o importante é que você deixou isso no passado! (espero né… rs)
    Sobre “o garoto da ilha do tesouro”, veja a sinopse do livro: O livro ‘A Ilha do Tesouro’ é narrado em grande parte por um jovem, pouco mais de um menino, que se vê envolvido meio sem querer numa aventura de pirataria, cheia de perigos e emoções. Esse menino é Jim Hawkins, mas bem poderia ser o jovem escritor escocês Robert Louis Stevenson, desde cedo um garoto astucioso cheio de imaginação.

  33. cara, tem professores que são uns desgraçados mesmo.
    o episodio de ela pegar o caderno e fazer o maior escandalo por causa de uma letra escrita errada tambem me aconteceu.
    essa mesma professora era tão fdp que levantava os alunos pelos cabelos quando algo não estava do jeito que ela queria!!!:X
    é como vc disse, se pudesse dava um tiro nela.

  34. Hahaha, todos nós tivemos experiências bizarras com professores!!! E não é que me tornei uma professora? Só que o trauma é tanto, que não faço com meus alunos aquilo que me fizeram passar nos tempos de escola, principalmente em termos de conteúdo e deixar o aluno respirar! Só que dou aula onde estudei, voltei pra lá 9 anos depois de ter estudando por 11 anos lá, da 1º série ao 3º ano… dá pra acreditar? Pois é… o diretor da escola foi meu professor de inglês na época que estudei… ele se sente honrado de ter uma das melhores alunas dele (ah, eu era a menina do estojo do Paraguai com borracha cheirosa, literalmente, pois tive um estojo desses! rsrsr) de volta assumindo o posto que ele deixou quando se tornou diretor, mas ele mantém o conservadorismo da época que estudei e quer que os professores também mantenham isso! Nesse ponto, quebro as regras, sem medo! Adorei o post e me identifiquei demais com os relatos, tive professores endiabrados mesmo, não vou citar aqui, senão daria um livro, só adianto que um deles era chamado de Buldog… adivinha por que? Hahahaha

  35. noooossa, todo dia eu leio algumas de suas histórias, essa aqui me chamou a atenção porque eu tive muito problema com professores terríveis que eu tive! assim como aqueles que eu tenho o maior respeito, admiração e exemplo. esses teus professores eram muito parecidos com alguns que eu tive. esse negócio de humilhar na frente dos colegas foi feito comigo também, mas eu não fiquei quieta, humilhei de volta e ainda contei para os meus pais. no final me ferrei um pouco porque respondi pra professora, mas eu falei a verdade e expliquei o que aconteceu e ela acabou levando sermão! bem feito, jamais esquecerei dos meus professores… lembro de todos eles, não os nomes, mas lembro do que aconteceu! esse tipo de coisa é inesquecível… não para de escrever ai, suas histórias são o máximo, especialmente pelo jeito que tu escreve!! do jeito que todo mundo entende e fala o tempo todo, assim mostra verdadeiramente o que aconteceu e nos põe dentro da história também! hilário!!

  36. eu tbm consigo desfocar a visão!! e tão facil,mais assim existem msm os professores bonzaços mais tbm existem os malvados bom eu ñ lembro de um mto malvado por q não tive mais não tive uns q são um amor bem so tive meia-boca rsrs

  37. Eu também consigo desfocar a visão, também queria saber se era só meu poder mesmo. =P

    Putz, cara, eu não sou que nem você, eu tenho sangue nas veias. Se aquela professora tivesse feito aquilo comigo, eu não teria ficado quieto. Eu era uma criança questionadora, já discuti muito com as professoras. Medo de vergonha? Quem devia ter isso eram elas. Eu sempre tinha a resposta na ponta da língua. Além do mais, eu me assegurava de estar certo nesses casos. A minha mãe também tentava ser justa e me protegia, às vezes.

  38. Passei por algo parecido quando estudava na terceira série do primário (não sei como chamam este nível hoje). Tive uma professora que era enviada de satanás na terra para torturar a vida de crianças especiais como eu. Eu era uma espécie de enciclopédia quando estudava e não precisava de professor para aprender, porque era auto didáta, ou sejam, o terror dos professores. Sabia mais que muitos deles. Bem a professora em questão, era o demônio reencarnado e só sabia torturar. Imagine como é estudar na época da ditadura militar com aqueles asquerosos que se formaram na época do nazismo. Esta desgraçada me submeteu a pior das vergonhas que uma criança poderia passar simplesmente porque eu não estava prestando atenção na aula sobre horas com aquele maldito relógio de papelão com uma rosca e agulhas que mostravam as horas (assim como no seu caso). A megera percebeu que eu não estava prestando atenção, então ela me pegou para cristo e perguntou se “entendi” a aula (claro que este “entendeu” era a senha para inicio da tortura, visto que é claro que não entendi porque não estava prestando atenção). A maniáca me fez a pergunta e eu cai na bobeira de dizer que já sabia o assunto. Uma cólera tomou conta da diaba e ela me fez ir na frente explicar a matéria para classe, só que ela se fudeu, porque eu já sabia mesmo e consegui explicar melhor que ela, alguns amigos vei depois me cumprimentar porque com aquela vaca explicando, eles não entendiam nada…. Esta professora era tão ruim, que morreu da pior forma que uma pessoa poderia morrer… qualquer dia destes eu conto como a puta morreu…. Abraços…

  39. Eu nunca tive uma professor(professora) assim , mas se eu tivesse no seu lugar naquele momento de ”resolver as horas da droga do relógio” eu faria bem assim pra ela :
    -Eu não sei , não vou dizer , pode me mandar pro diretor que eu prefiro isso doque ser humilhado por um monte de pestinhas CDFS.
    To nem aí , ó minha cara de preocupada com isso TT .
    Beijos Malu
    PS: ARME E EFETUE É FACIL PRA CARAMBA , MEU!!

  40. Nossa cara, vi tua entrevista no jo, dia 19/08/2010, fiquei super curiosa e vim da uma olhada no teu blog…Muito bom, super, hiper, mega plus mesmo!!! Adoooooro ler, começei a ler tuas historias, meu Deus… Não consiguir parar de rir!!! Essa do professor entao, são quase 3:00h da manha e eu estou gargalhando no meu quarto!!! Muito bom, adorei!! 😀 :love:

  41. Gente!!! Como a Internet é Bárbara, né? Vejam só… Estavamos Eu e meu Marido em casa com meu filho de 7 anos fazendo um trabalho escolar de História e a pergunta que tinhamos que responder à ele era sobre nossas lembranças do nosso passado Escolar…. Bem eu Falei das minhas Lembranças e meu marido as dele. Aí resolvemos pesquisar na Net se existia alguma coisa sobre o professor mencionado pelo meu marido… e qual foi nossa surpresa?? Esse Texto Maravilhoso do Philipe, que veio confirmar tudo que meu Marido havia contado pro meu filho e pra mim sobre o professor que marcou sua vida… PARAGÓ!!! Professor que lecionava no colégio SALESIANOS- SANTA ROSA- NITERÓI, que como podem ver Marcou muitas Vidas!
    Quem não se lembra da PROVA ORAL DE VERBOS??? A propósito…Meu marido era o Número 2..rsrrs

    bJS,à todos =D

  42. Falando em professores malditos, a minha professora de Matemética do 2º sem da 5ª série, e as 2 primeiras semanas da 6ª, foi uma capeta total, ela inventava q os alunos faziam merda, eu fui pedir uma borracha emprestada e a maldita falô q eu tava conversando demais e me deixou sem recreio, nesse dia eu joguei uma praga ferrada na bruxa, no meu inconsciente eu pensei assim “um dia tu se fode tua bruxa, tu vai cair do ônibus”. no ano seguinte ela caiu do ônibus e kebrou a perna.

  43. Parabéns, amei seu blog!
    (Falando baixinho–>) Sou professora também… me formei este ano.
    Mas é verdade essa de todos termos tido um dia, um professor cretino!! Eu tive vários…
    Vou ler seu post e alguns comentários na formatura, ressaltando o quanto devemos nos empenhar em não ser o tipo do professor carrasco… posso? rs
    Abraços
    Ah sim…. sou do Instituto de Educação Carmela Dutra – formandos de 2010. “)

  44. poxa cara, eu pensei q soh eu e meu irmão podia desfocar a vista.
    ei, kuando eu tava na segunda série, a professora mandou fazer um texto de 25 linhas sobre
    alguma historia qualquer. Eu e meu colega fizemo o texto, mas ficou mêi paia, aí a
    gente fez uma historia de 10 folhas. foi massa

  45. ¬¬ eu sei bem
    tenho uma q tem prazer em humilhar os alunos
    sério mesmo, a mulher é de uma crueldade incrível
    uma vez, eu n tava ligada na hr q ela fez a chamada [ou eu n tava na sala, n lembro mais]
    no final, fui praticamente implorar pra ela n dar falta em mim. mas ela deu
    o pior foi q na hr q eu tava com ela, chegou outra aluna dizendo a mesma coisa
    e a maldita FDP dá presença pra outra >_<

  46. eu tenho uma professora na faculdade, ela deve ser o capeta na forma humana, não tão humana assim pois e feia de dar calos nos olhos, e eu estou na lista negra dela.

     
    ótima historia.  

  47. cara, eu nao sei como cheguei nesse blog (acho que é assim que chamam esses posts…) mas eu to com dor na barriga de taannnto rir. seu texto é maravilhoso, cara. é sempre reconfortante saber que nao fomos os únicos a passar por essas torturas. lavou a alma! parabéns! (só para ilustrar: fui à festa de 20 anos de formatura do ginásio e uma dessas ‘adoráveis’ estava lá; guardados alguns fios brancos na cabeça, estava lá, intacta. é o chamado vaso ruim num quebra, né?! mas sabe…foi bom ter voltado lá!…) abraço! 

  48. Nossa! Ótimo texto!!! Estou virando sua fã.

    Professora fdp!!!!!!!

    Eu sou professora em uma Universidade. Leciono, entre outras disciplinas, Conteúdo e Metodologia do Ensino de Ciências.
    Acredito que atualmente as coisas estão um pouco mais “lights”, mas pelo relato de meus alunos, que fazem estágio no ensino fundamental e médio, ainda temos alguns professores do tipo “malvadas”.
    É o tipo de Educação, tradicional e repressora, totalmente distante da proposta que trabalho com meus alunos (fututos professores) em sala de aula.
    Gostaria de te pedir licença para usar os seus dois relatos com eles em uma das minhas aulas. Poderia?

    Obrigada!

    • Fique à vontade.
      Meu problema com professoras malditas é tão clássico que até foi usado em uma tese de doutorado da UFF sobre a baixa qualidade da formação dos professores.

  49. Eu adoro seus relatos,com certeza esse é um dos melhores blogs que já acessei,foi bom saber que eu não fui a única a sofrer com professoras malvadas xD
    Quando eu tinha 15 anos eu tive que fazer uma apresentação de um trabalho para a turma,como eu sempre fui tímida demais eu falei a minha parte,mas acho que não foi o suficiente para a professora,pois ela me ridicularizou na frente de toda a turma (minha turma era do segundo ano e todos ali eram de 1 a 3 anos mais velhos do que eu,o que piorou bastante a minha situação),tentou me obrigar a deixar de ser tímida e ser extrovertida ali,na frente de uns 30 e pouco alunos,e como (é óbvio) eu não consegui ela ficou fazendo piadinhas de péssimo gosto e  me chamando de apelidos carinhosos tipo mosca morta e outras coisas agradáveis de se ouvir de alguém que você deveria admirar e respeitar.O pior é que a sociopata devia estar achando que dessa maneira me ajudava.
    Hoje eu já terminei o ensino médio e estou escolhendo um curso para fazer na faculdade,evito ao máximo ser professora,mas se por acaso um dia eu acabar sendo vou me esforçar ao máximo para ser ótima nisso,e jamais fazer com que alguém passe pelas coisas que eu passei.

  50. po pessoal eu pensei que era o unico tbm que podia desfocar a visão,as veses eu falo isso e as pessoas riem da minha cara pois,sabem que eu só falo besteira.
     Adorei o blog vou postar em outras histórias tbm vlw cara…

  51. Eu tive uma professora q até hoje ninguem pode pegar no meu rosto porq me da gastura. Essa filha da puta apertava as nossas bocas apertando com o dedao e o indicador entre os dentes ate as paredes da boca se tocarem. (deu para entender?) SE N. DOI PRA CARALHO RESOLVE.  E pra finalizar nos proibia de ir ao recreio e rangava o nosso lanche. Ela me odiava por dois motivos e depois de um certo dia passou a ter tres. os dois motivos era um q eu era uma peste e a outra poq eu nunca levava lanche e a terceira é que rolou um dia de furia… Eu tinha 10 anos

  52. Cara, muito bom o site, uma historia melhor que a outra.

    Só para esclarecer, acho que o paragó se referia a voçe como
    “o garoto da ilha do tesouro” em referencia a um clássico da
    literatura infanto-juvenil escrito por Robert Stevenson, onde
    conta a historia de um garoto que vive diversas aventuras de
    piratas e o proprio garoto também é narrador da historia.

    fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Ilha_do_Tesouro

  53. “Sempre tem uma menina CDF com cara de retardada que leva borracha cheirosa no estojo do Paraguai que ninguém tinha, com cem mil compartimentos. Essa menina tira notas boas, é meio infantilóide e tem uma mãe rica. Ela usa canetas de 20 cores e SEMPRE, eu disse SEMPRE sai primeiro para o recreio. Que ódio, cara” – Buaaaaa eu era essa menina nos tempos do ensino fundamental >.<

    Adorei seu blog, principalmente pela forma como você conta as coisas =D

  54. É incrível como um professor marca um aluno, lembro de uma que dava matemática na 1ª série, eu errei uma simples conta de somar e ela me chamou de vagab… na frente de todo mundo.

    Lembro-me que eu nem sabia o significado da tal palavra, mas o instinto de uma criança é mais poderoso do que se imagina, no fundo eu sabia que era algo ruim, contei para a minha mãe e ela ficou indignada. Infelizmente na época não havia muito o que fazer com esses tipos de profissionais.

    Quem escolhe educar tem uma grande responsabilidade nas mãos, nunca deve-se expor uma criança à humilhação, sempre fica uma cicatriz, mesmo que a pessoa não perceba ela sempre estará lá. E muitos talentos são desperdiçados porque a criança fica intimidada diante do estudo e dos professores.

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.