Pintando com sangue

Vinicius Quesada é um artista brasileiro que pinta com sangue. Abaixo está uma seleção de obras de uma série que ele intitulado “Blood Blues Piss”, que não é um título deliberadamente chocante para provocar controvérsia, e sim a simples e verdadeira referência dos materiais com os quais ele criou sua arte. O cara diz que nunca considerou usar o sangue de outra pessoa e eu nunca causou qualquer dano a outra criatura viva. Segundo ele, o uso do sangue em sua arte não é algo satânico ou muito menos espiritual, uma vez que ele mesmo é ateu.

Para cada cor, eu adiciono uma quantidade específica de sangue, dependendo do tom. O verde e o amarelo recebem menos sangue e eu também adiciono minha urina. Já o vermelho, precisa de muito mais sangue, mas também uso tinta real. Faço assim porque é difícil obter sangue, de modo que eu uso só meu. Eu posso começar com 450ml de sangue obtidos a cada dois meses.

A temática da série são mundos apocalípticos escuros habitados por chimpanzés com charutos e com toques psicodélicos e alucinatórios.
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Para mais imagens dê uma olhada aqui.

 

É um trabalho legal, com estética que lembra bastante aqueles posteres serigráficos de circo. Pintar com sangue deve dar um certo fusuê que divulga bem o trabalho do cara, mas não é exatamente uma novidade. Os homens das cavernas já pintavam com sangue nas paredes das cavernas. O sangue sem dúvida alguma foi o primeiro grande pigmento vermelho a ser usado nas artes. Hoje em dia há muitos outros artistas que pintam com sangue, urina e dejetos. Acho que já contei aqui da artista que pinta telas engolindo as tinhas e vomitando sobre os quadros em branco, né?

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3 comentários em “Pintando com sangue”

  1. Pode até não ter nenhuma ligação satânica, mas que é uma arte macabra isso é!
    Eu jamais teria um quadro pintado com sangue na minha casa. Os quadros do Dexter, que nem são de sangue real, já me dão calafrios kkkkkkk

  2. Reconheco que os artistas costumam ter algums vícios e costumes bizarros. Msse tipo tipo de bizarrices eu acho desnecessário, Afinal há uma infinidade de outros tipos materiais que transmitem sentimentos bem mais inocentes embora também bastante expressivos.

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