Cabelão

woman long hair CabelãoParece até o Capitão Caverna!
Xia Aifeng, uma jovem de 36 anos , posa sobre uma cadeira e sua filhinha verifica o comprimento de seu cabelo. A cena ocorreu em Shangrao, no leste da província chinesa de Jiangxi. Xia não corta seu cabelo desde os dezesseis anos e ele agora já passa dos dois metros de comprimento. Ela leva mais de 90 minutos para lavar o cabelo um vez por semana.

A resolução do olho humano

olhobionico A resolução do olho humano
Quantos megapixels sua câmera digital possui? A minha é de 7 megapixels. Já a câmera do meu celular é de 2 megapixels.
A pergunta escalafobética é: Quantos megapixels tem o seu olho?
Graças a um post do sensacional blog associado É Massa, já sabemos que o olho humano tem nada menos que 576 mega pixels, ous seja, 576 milhões de pixels.
O É massa indica o link para a pesquisa que chegou a estes valores.

Não sabia que meus olhos eram tão potentes. Imagina só o poder de processamento da “placa gráfica cerebral” pra lidar com isso em tempo real, né?

Doris Giesse caiu da janela ou foi jogada?

03doris Doris Giesse caiu da janela ou foi jogada?
Acaba de sair a notícia de que Doris Giesse, uma atriz e bailarina que acabou virando apresentadora de telejornal chegando a dividir a apresentação do programa Fantástico com Fátima Bernardes e em seguida ganhou fama ao ponto de ter um programa próprio, o Dóris para maiores, teria caído do oitavo andar de um prédio ao subir no telhado para pegar um gato.
Já ouvi muita gente contar que o marido de Doris seria possessivo e doentiamente ciumento. Não sei se isso é verdade ou não. O fato é que as fofocas dizem que Doris foi praticamente obrigada a deixar a profissão no auge da fama em função disso. Ela teria tentado sem sucesso retornar ao estrelato durante algumas vezes, e isso acabou deixando-a em depressão. Mas a boa notícia em meio a desgraça é que Doris despencou do alto do prédio mas não morreu.
A história é de fato estranha. Não conheço nenhum dono de gato que trepa no parapeito da janela pra buscar o bicho. Mas histórias de maridos malucos que matam suas mulheres são comuns na história policial em todo o mundo. Claro que eu não estou afirmando nada disso.
Doris tem um blog. E agora estava trabalhando com consultoria de jornalismo ligado à área de moda.
Há ainda a possibilidade de que Doris teria tentado o suicídio.
Quando esteve no programa sensacionalesco-mundo-cão de Marcia Goldshimith, Doris disse que já pensava em cometer suicídio como modo de voltar para o seio da mídia em grande estilo, cometendo alguma maluquice. Veja só:

dorisgiessereptv Doris Giesse caiu da janela ou foi jogada?
“Não deveria dizer que já tentei me matar, porque sei que isso chocaria. Mas tem muito ator na Globo que já fez loucuras e agora está empregado. Será que vou ter que recorrer à uma loucura para conseguir um trabalho?”, perguntou.

O caso ainda vai dar o que falar.

A notícia na íntegra segundo o site de fofocas O Fuxico:

Atualizada às 20h35

A jornalista Doris Giesse caiu do oitavo andar do prédio, onde mora, no bairro do Sumaré, Zona Oeste de São Paulo, neste domingo (15). Ela está internada no Hospital das Clínicas, na mesma região. Segundo informações da assessoria do HC, apesar da altura da queda, ela está lúcida. Porém, sofreu fratura exposta na perna e um trauma de coluna cervical, que está em observação. Por este motivo, ainda não dá para saber se o problema poderá impossibilitá-la de andar. “O estado dela é estável, clinicamente”, concluiu a assessoria. A causa da queda ainda não foi informada. Ao despencar, Doris caiu no teto do estacionamento do edifício. O caso foi registrado no 23º DP.

A assessoria do HC informou ainda que nenhum boletim médico deverá ser emitido na noite deste domingo.

Doris, 46 anos, tem dois filhos gêmeos, Daniel e Débora, de 10 anos. Há há alguns anos ela já não faz televisão. Uma de suas últimas aparições na mídia foi numa entrevista com Luciana Gimenez, no programa SuperPop, da RedeTV! Lá, a jornalista falou dos problemas pelos quais passou e garantiu já ter superado em sua vida.

Doris ficou conhecida por apresentar o Fantástico, da TV Globo. Mas iniciou sua carreira na televisão nos anos 80, aparecendo pela primeira vez como uma das modelos da abertura da novela Brega e Chique, em 1987. Seu primeiro destaque foi na apresentação do Jornal de Vanguarda, em 1988, na TV Bandeirantes. Dona de uma beleza incomum, o que lhe deu o apelido de ‘andrógina’, em 1990 foi contratada pela Globo, como apresentadora do Fantástico.

Em 1991, ela ganhou um programa solo, o Doris Para Maiores, embrião do que seria no ano seguinte o Casseta & Planeta, Urgente!.

Depois de uma breve passagem pelo SBT, entre 1994 e 1995, na qual apresentou o SBT Repórter e o TJ Brasil, em 1997 ela teve os filhos gêmeos e em seguida foi contratada pela Record, onde apresentou, em 1998, a primeira fase do Fala Brasil.

Vera Jardim

A mulher pelada sob a cama da minha avó

Eu tinha uma namorada lá em Três Rios. Acho que já comentei isso aqui naquele post em que as malucas falavam no ônibus, não?
Então, eu namorava esta menina que chamaremos de J* para preservar sua identidade, afinal ela está casada e não é muito legal contar coisas íntimas assim das pessoas, sobretudo se o marido delas nem imagina isso.
O fato é que eu ia periódicamente para Três Rios, uma cidade do interior do estado do Rio, que é divisa com Minas Gerais encontrar a minha namorada.
Sabe como é, cidade pequena é uma merda. Namorar em cidade pequena é um problema porque sempre tem um maldito que está de olho em você. Esteja você fazendo o que estiver, sempre haverá alguém com aqueles olhos incriminadores apontados em sua direção.
Nós já namorávamos a um certo tempo, e um dia bateu aquele tesão típico. Mas neste dia eu não tinha grana para ir a um motel. Sem grandes opções, tivemos que segurar o fogo até onde deu.
Fomos num churrasco na casa do meu tio e entre asinhas de frango e coxinhas, eu só pensava em enterrar a linguiça. ( nossa senhora, Só mais um trocadilho infame como este e eu vou parar no Zorra Total!)
O lance é que nós tivemos a idéia sensacional ( ao menos naquele momento, parecia sensacional) de irmos para a casa da minha avó resolver a situação.
Demos o perdido no churrasco e fomos.
Foi aquela coisa, um fogo danado, sabe como é. Estávamos no maior rala e rola quando ouvi o barulho do portão.

- Ferrou! – Eu pensei. Imediatamente imaginei que a minha avó sacou qual era a idéia e resolveu dar o flagrante.
Levantei rápido e nisso a chave já girava na fechadura. J* olhou pra mim assustada.
- Rápido se esconde. Corre!
Estávamos no segundo andar, de onde não havia nenhuma saída que não passasse pela escada da sala. Minha avó entrou em silêncio. Eu pude ouví-la subindo as escadas de madeira que estalavam. Empurrei a J* para debaixo da cama da minha avó.
- Porra! Pelada? – Disse ela assutada.
- Cala a boca e entra aí! – Eu falei sussurrando enquanto socava as roupas dela lá pra baixo.
Os passos seguiam-se dos estalidos da madeira antiga e eu sabia que faltavam poucos segundos para o caos se instalar.

O problema todo estava no fato de que seguindo o preceito “familiar” das cidades pequenas, não era de bom tom desvirginar uma moça sem casar com ela. Na verdade isso seria digno de morte a pedradas, e a família dela mal imaginava que a menina era o que minha avó classifica como “mulher furada” até hoje. A J* já tinha mais de 20 anos e ainda contava pras tias e mãe que era virgem. Isso propiciava um enorme empecilho para nossos encontros amorosos, uma vez que cada uma escapada era precedida de um meticuloso plano para determinar as melhores condições físico-químico-geopolítico-eróticas.

Por causa desta mentira, a tia dela, uma beata, cobrava da minha avó uma vigilância enorme sobre nós dois. E minha avó não iria querer sair dessa história como uma “libertina”.

Voltando ao caso:
Minha avó subia as escadas e eu corri para o banheiro carregando precáriamente a minha roupa. Abri o chuveiro e em dez segundos depois minha avó gritou:

- Philipe?
- Quê vó?
- Está sozinho?
- Claro ué.
- Então abre aí.
- Calma aí, vó tô tomando banho.
- Não quero saber. Abre logo essa porta. Tá pensando que berimbau e gaita? – Eu nunca mais esqueci esta frase.

Eu imagino o nível de cagaço sobre-humano que J* sentia deitada, nua sob a cama da minha avó naquele momento.
Eu fechei o chuveiro e me enrolei na toalha. Abri a porta e vi minha vó dar aquela geral a la delegado de polícia pelo banheiro. Só faltou olhar nas gavetas pra ver se achava minha namorada. Não achou nada e falou meio sem graça:

- Achei que você tinha vindo com a J*.
- Não vó. Ela tava com dor de cabeça e eu vim tomar banho para ir tomar sorvete com ela ( essa do sorvete sempre colou)
- Ah, tá. Então tá.
- Ei vó. Onde que a senhora vai?
- Vou dormir ué.
-…
-Por que?
- Nada não vó.

Depois a J* me contou que a minha vó tinha ido no quarto antes de bater na porta do banheiro. Ela viu os pés da minha vó rodearem a cama e mexerem na cortina.
Minha vó então entrou no quarto e fechou a porta. Ficou tudo escuro. Logo depois a cama estalou e formou-se uma barriga que imprensou a pobre coitada da J* no chão cheio de poeira.
A J* era alérgica a poeira e teve que segurar o espirro para não passar o maior vexame de toda sua vida. (e da minha, claro).
Minha avó, movida a umas cervejas dormiu umas três horas. Tempo em que eu fiquei com o * na mão esperando que J* não soltasse um daqueles mil espirros. Ela contou que minha vó roncou feito uma moto-serra.
Aí depois de um tempo que parecia que nunca iria acabar, minha vó acordou. Ela foi comprar pão para o café. Neste momento eu corri lá e vi a infeliz da J* ainda nua, meio trêmula. Parecia um defunto.
Puxei a J* da cama e ela vestiu a roupa. Corremos para o andar de baixo onde ela se escondeu no outro quarto. Fui até a rua para ver se havia algum sinal da minha avó. Nada.
Corremos para a rua e demos a volta no quarteirão.
Então chegamos como se nada tivesse acontecido.

Uma história de amor

0,1020,633556,00 Uma história de amor

Muita areia para o meu caminhãozinho
Esta é a história de Petra, uma cisne negra, e… um pedalinho em forma de cisne.

O ‘casal’ se conheceu na primavera, no lago Aasee, em Münster, na Alemanha. Apaixonada, há meses Petra vem demonstrando seu amor ao pedalinho seguindo-o por toda a parte (quando tem gente nele, claro), nadando ao seu redor, acariciando-o com o bico e dormindo com ele (há uma parte oca em sua estrutura). E nem com a chegada do rigoroso inverno do hemisfério norte, a ave se desgrudou do ‘namorado’.
EL CISNE2 Uma história de amor
Ao contrário de todos os cisnes, que costumam migrar para o sul, Petra continuou ao seu lado. Preocupada com o estranho caso de amor, a companhia dona do pedalinho decidiu retirá-lo do lago para guardá-lo em terra firme. Mas a insistência de Petra em permanecer junto ao bicho de plástico forçou a adoção de outra medida: transferir os dois para o zoológico de Münster. O casal chegou lá em novembro, onde passaram juntos o inverno, em meio a outros cisnes africanos.
Hoje, a ave e o pedalinho retornaram ao lago no qual começaram essa linda história de amor impossível, que cativou a Alemanha. Petra foi levada até o local ao mesmo tempo em que um barco a motor rebocava o pedalinho. Logo após entrar na água, a cisne nadou em direção a seu amado, chegando a persegui-lo por mais de um quilômetro, quando alguns turistas subiram nele para um passeio no lago.
E parece que será difícil para que Petra se interesse por algum cisne de carne e osso. Isso, porque há um detalhe muito especial no comportamento dessas aves: são monogâmicas, ou seja, fiéis a um único parceiro. Tudo o que Petra quer agora é ficar ao lado de seu pedalinho para sempre.

Fonte O Dia on line

Crocodilo come a mão do tratador

lanchinho Crocodilo come a mão do tratador
Chang Po-yu, 38 anos, o veterinário do zoológico Shaoshan, de Kaohsiung, em Taiwan, que teve seu antebraço arrancado por um crocodilo do Nilo, foi submetido a uma cirurgia de mais de sete horas para reimplante do membro. Os médicos estão otimistas quanto a sua recuperação. O incidente ocorreu ontem, quando o veterinário lançava dardos com tranqüilizante no animal. Achando que o crocodilo já estava sob efeito do medicamento, Chang Po-yo aproximou-se do bicho, que num golpe inesperado, virou-se e abocanhou o antebraço do veterinário. Atenção a esse detalhe: o tranqüilizante foi aplicado no réptil, por conta de um procedimento médico que seria feito nele, pois o bichinho NÃO COMIA há uma semana.

(bem, acho que era falta de um bom estímulo)
croco1 Crocodilo come a mão do tratador

Os funcionários deram dois tiros no réptil, que sobreviveu.
Eles precisaram atirar no animal para que pudessem recuperar o braço arrancado. Foram tiros no pescoço do crocodilo, que não morreu e passa bem.

croco2 Crocodilo come a mão do tratadorE não é que depois desse incidente ele virou atração por lá? O réptil de 17 anos é um dos dois crocodilos do Nilo – uma espécie em extinção – mantidos no zôo de Taiwan.
Este foi o segundo ataque de um animal no zoológico ocorrido este mês. Em março, um chimpanzé arrancou o dedo de uma criança de 4 anos.

Lembra do Tatuí gigante?

Há algum tempo atrás circulou na net a informação de que um tatuí gigante havia sido capturado por técnicos da Petrobrás que trabalhavam em águas profundas.
Obviamente o tal “tatuí gigante” nada mais era do que um animal inteiramente diferente.bathynomus Lembra do Tatuí gigante?tatui Lembra do Tatuí gigante?O bicho se chama bathynomus e é uma espécie de barata submarina que vive em altas profundidades se alimentando de peixes e animais mortos.
Pois bem, este incrível invertebrado nunca havia sido filmado até que um submarino japonês de alta profundidade capturou em vídeo o que acontece com um peixe morto que vai parar no fundo.
A filmagem de um frenesi alimentar mostra os bathynomus se alimentando do peixe. Vemos também caranguejos gigantes enguias e coisas criaturas. A filmagem foi feita a 1500 metros de profundidade.
Veja só:

Veja também estes incríveis animais das mais altas profundidades:

Em homenagem ao Spoleto – o poste!

Wind3 Em homenagem ao Spoleto   o poste!
Aqui está um design de poste urbano em que eu não pude deixar de reparar a similaridade com o chapeuzinho escroto das funcionárias do Spoleto.
A idéia do design é baseada nas usinas eólicas, onde o vento gira as pás do “pirocóptero” gigante no topo do poste, gerando energia por um dínamo no interior dele. Esta energia é armazenada em baterias e elas são usadas para alimentar a lâmpada quando chega a noite.
Interessante, mas feio pra caramba.

Fonte

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