O dia em que eu me caguei 2

Todo mundo já se cagou na vida, é verdade.

Difícil é achar por aí uma pessoa que nunca tenha enchido a fralda da mais natural das massas de escultura. Porém, a ampla maioria das pessoas não gosta de comentar de pequenos incidentes que podem ocorrer na vida adulta.

Encher a fralda tudo bem, mas a cueca? Aí não é “apropriado”. Cagar nas calças depois de burro velho é foda.
Eu não sei explicar porque tanta gente começa a rir quando eu conto deste pequeno incidente ocorrido no interior da minha cueca.
Eu tinha ido na defesa da tese de um grande amigo meu dos tempos de escola, o Paulo Rogério. (ele aparece aqui em posts como o dia do meu pior veto)
No dia marcado, botei uma roupa nova, peguei meu carro e fui para a Puc. Antes de tentar achar uma vaga, coisa cada dia mais impossível nas grandes cidades, parei meu carro no estacionamento do Shopping da Gávea e fui andando até a PUC.
Cheguei no prédio marcado, e encontrei com o Paulo, a esposa e o pai dele. E então começou a defesa que durou muito mais tempo do que eu poderia imaginar. Lembro que no meio da defesa, meus sensores do roskoff emitiram um alerta de que havia uma merda prestes a ser parida, mas no meio da defesa, não dá. Ia ser inconveniente, até porque eu estava incumbido de filmar. Assim, meu cérebro emitiu uma ordem de travamento hermético de furingo a todo custo, que prontamente foi recebido e acatado. A vontade passou e retomei a atenção na defesa da tese, coisa aliás que era muito necessária, pois eu não estava entendendo absolutamente porra nenhuma que o Paulo e a Banca debatiam.
Quando finalmente, depois de deliberarem e o aprovarem, os membros da banca declararam encerrada defesa, os sensores do roskoff novamente voltaram solicitar um pedido de deferimento de liberação de dejetos, que prontamente indeferi, já que estávamos agora nos direcionando para o Shopping da Gávea, onde iriamos fazer um rango comemorativo do novo doutor.
Ora bolas! Quem vai se preocupar com merda sabendo que está prestes a encarar um filé mal passado gigante com batata rostie?

Eu que não sou. E assim, soquei mais comida para dentro, forçando tudo no meio das tripas, e produzindo o que posteriormente seria uma “tragédia anunciada”.
Acabado o rango, conversa vai, conversa vem… Chegou a hora de ir embora.
Nesse momento, após pagar a conta, me despedir dos amigos, me dirigir ao estacionamento e efetivamente pagá-lo, só então, o roskoff emitiu um novo alerta de gravidade média. Alerta laranja!

Mas eu já tinha pago o estacionamento. O período de vigência era de apenas 5 minutos e na hora do rush estava com fila para sair do Shopping da Gávea. Novamente indeferi o pedido do furingo para libertar o kraken. Mentalmente, calculei todo o trajeto que faria de carro até minha casa em Pendotiba, Niterói. Medi quanto tempo havia levado de casa até lá e estimei que com alguma folga poderia soltar a monstruosidade no conforto higiênico da minha própria privada.
Sai com o carro e ao cair na rua, constatei que havia errado nos cálculos. Aquela era a hora do rush, e as vias todas engarrafadas. Perambulei com o carro de retenção em retenção, de engarrafamento em engarrafamento, sempre buscando algum lugar que parecesse viável para dar uma cagada discreta. Mas não havia nada além de bares do baixo gávea, restaurantes com filas nas portas e locais obscuros onde é preferível uma borrada heróica a adentrar.
Finalmente, achei um lugar onde eu poderia dar a luz ao rebento de satã, mas ali também seria inviável, já que não havia vagas. A urgência interna me fez optar por pegar atalhos e fazer algumas proezas heróicas no trânsito (leia barbeiragens horríveis) na busca por recuperar os minutos perdidos no trânsito repleto de carros.
“A solução é o aeroporto!” Pensei. Eu pisei fundo, ignorando pardais e o próprio risco de vida. A cada segundo que passava a pressão interna era maior e pensei desconcertado, que talvez eu acabasse explodindo em uma montanha de merda.
O aterro cheio de carro. Mas pelo menos estava andando. Mais de uma vez torci para engarrafar completamente, de modo que eu pudesse dar uma corridinha deselegante até uma moita do Burle Marx e contribuir para o paisagismo com uma camada generosa de adubo. Mas os carros estavam andando lentamente. Para quem está vivendo o desespero de se cagar, os carros andando devagar eram muito piores que tudo parado.
Tentei pensar em outra coisa, distrair minha mente. Os monges sabem como fazer essas coisas… Dizem que os ninjas e os mestres shaolin conseguem até parar o coração. Talvez com uma boa mentalização eu conseguisse parar o charutamento do cocô. Liguei o radio na esperança de ouvir notícias, mas não deu certo. Mudei para musica e piorou.
Abri as janelas, na esperança que uma lufada do vento gelado da noite me livrasse da sensação de que eu vomitaria merda em poucos minutos.
Eu estava suando frio e me senti encabulado de imaginar que se continuasse sentindo as tripas dando nós eu iria acabar tendo que fazer uma promessa ou rezar para algum santo das causas impossíveis. Já imaginei minhas orações chegando no céu e uma porrada de anjos burocratas rindo da minha cara.
Lembrei de uma macumbinha que a gente fazia na infância quando via um cachorro de rua tentando cagar. A gente trançava os dedos mindinhos e puxava um contra o outro com força, e quanto mais forte fazíamos isso, mais o cú do cachorro trancava e não saía nada. Finalmente, depois de mais de trinta anos, descobri a razão real daquela parada e vergonhosamente tive que apelar para a macumbinha do dedo mindinho.
Talvez funcionasse apenas com cachorros, porque não mudou nada. Aliás, fazendo força a vontade aumentou, e pra piorar, notei que distraído em pensamentos imbecis de como fazer travar o cocô do cachorro, eu havia perdido a entrada do aeroporto e até já tinha subido a perimetral.
“Puta que pariu. Vou me cagar! Puta que pariu, vou me cagar!” Eu só pensava nisso.
A perimetral parada como sempre.
O desespero estava chegando ao clímax quando comecei a dirigir feito o Ayrton Senna. Passei em espaços que até agora me pergunto como não resultou em tragédia. Fiz ultrapassagens que só com o patrocínio do KY seria possível.
Caí finalmente na ponte.
A cada minuto eu consultava meu roskoff na esperança de que todo aquele pandemônio nas minhas tripas fossem um pum fora do lugar. Mas não.
Pnesei em dar uma de louco e parar na ponte. Apontar o brioco para o mar e dar de comer aos peixes. Mas ali não tem acostamento, e já imaginei a cena do meu carro sendo atingido por um caminhão e no dia seguinte a notícia:

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Desesperado, vi a ponte repleta de carros e caminhões. Quando o carro já estava se aproximando do vão central, senti um estranho alívio que me renovou as esperanças de que talvez a merda tivesse dado ré.
Me concentrei no ato de dirigir. Eu precisava chegar em casa rápido e cada milésimo de segundo contava. Algo me dizia que aquela súbita aliviada na pressão intestinal não duraria para sempre. Foi quando eu estava na descida do vão central, quase chegando na praça do pedágio que tive uma sensação incomum de que eu estava prestes a parir um sumô.
Só tive tempo de gritar um “puta que pariu!” e senti uma bengala gigante de merda sólida escapulir para minha cueca. Porra como é difícil dirigir e cagar ao mesmo tempo!
Me assustei ao sentir que não era uma diarréia líquida, mas sima um mastro de bosta fossilizadamente dura. Eu estava agora na praça do pedágio. E não parava de sair merda do meu rabo. A minha cueca foi enchendo e eu senti uma pasta de cocô quente inundar meu saco. Já havia esquecido como era assustadoramente quente o cocô. Minha mente enviou uma ordem de fechar as comportas, mas aquilo parecia impossível. O merdelhê era tamanho que o esfíncter não consegua nem cortar ele no meio. Então joguei todo o meu centro de gravidade para o meio do banco do carro, tentando conter a pressão.
Quando chegou minha vez de pagar o padágio, só então notei que o dinheiro estava na carteira, no bolso de trás. Tentei ser rápido, tirar a carteira do bolso sem provocar um maremoto de bosta dentro do carro. A moça do pedágio ficou olhando para a minha cara, enquanto eu praticava aquele estranho contorcionismo, ao mesmo tempo que fazia uma expressão facial que lembrava a do Dedé Santana:
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Eu temia que o cheiro de merda denunciasse minha constrangedora situação, e assim, abri uma pequena greta no vidro por onde estendi a notinha. A moça pareceu levar décadas para me dar o troco. Talvez ela tivesse percebido a situação.

Ah, as mulheres e sua maldade sádica nata…

Tão logo a cancela levantou, acelerei meu bólido com sabor de esgoto na direção da minha casa. Agora o pior ja havia acontecido e não haveria mais solução. Calculei que iria dar PT (Perda Total) no banco do carro. Mas então, ao descer a ponte, novamente senti a dor nas tripas.
- Puta que pariu! Não pode ser… Ah, não!!! – eu berrei dentro do carro.

Mas era.

Uma diarréia dramática ameaçava explodir tudo dentro da minha cueca.
Peguei o telefone desesperado e liguei pra casa.
“Amor… Eu me caguei!” – Eu disse quando a Nivea atendeu.
Ela custou a entender o que eu estava falando. Depois custou a me responder, pois quando ela finalmente entendeu que eu tinha cagado nas calças, começou a rir descontroladamente e não falava mais nada comigo.
Eu pedia, em completo desespero que ela providenciasse uma operação de guerra na casa, forrando com jornais, lona, plástico ou seja la que merda que fosse, um caminho direto da porta até o vaso.
Disparei com o carro feito um foguete. Passei em sinal vermelho, ultrapassei pela direita, subi em paralelepípedo com a roda…
Finalmente, dali a poucos minutos, eu chegava no prédio.

Ao chegar no meu bloco, notei que havia uma festa no salão gourmet, bem onde eu teria que passar pra ir pra casa. Estava cheio de gente, a maioria vizinhos.
-Puta merda. Todo mundo vai ver que eu me caguei. E agora?
Parei o carro e iniciei o protocolo de ejeção. Eu precisaria usar toda minha habilidade jedi, afim de evitar que a cueca transbordasse de bosta e piorasse a situação do carro.
Aquela era literalmente, uma situação de merda.
Andei apressado com a merda charutando no rabo.

A diarréia já dava anúncios que vinha sem freio. Eu temi que uma copiosa cornucópia de cocô eclodisse pelas pernas da minha calça bem na hora que eu passasse na frente da festa dos vizinhos. Assim, fui pelo outro lado do prédio, andando como um daqueles caras que disputam marcha atlética nas olimpíadas. Eu me sentia a Charlene balançando a cauda. A chegar perto do elevador, notei varias pessoas ali esperando para subir, incluindo aquele senhor distinto do sexto andar. Temi virar a piada do condomínio e então recuei. A solução era subir pelas escadas.

Após os três primeiros degraus, eu notei que talvez tivesse sido mais inteligente segurar firme e esperar para subir sozinho no elevador. A cada degrau, um pouco de bosta ejetava do meu rabo, e a cueca que estava repleta de concreto marrom começou a molhar. Nunca cinco malditos andares foram tanto. Eu sentia que ia explodir. A porta trancada!
Atochei o dedo na campaínha.
A Nivea demorou eras para abrir a porta. Pensei que ela estivesse realizando o procedimento de emergência que eu pedi. Quando ela abriu a porta, ainda estava se mijando de rir, e o que é pior, no telefone, contando para minha sogra que eu tinha me cagado nas calças. Pra piorar, ela não havia colocado plástico nem jornal nem nada no caminho e os tapetes do banheiro ainda eram os brancos! Eu fiquei puto mas não deu tempo nem de chiar. Corri como “The flash” para o vaso, e tão logo arriei as cuecas, espalhando merda por todo o banheiro, explodi num jato nauseabundo, um chafariz de dejetos entremeados com profusões de bombas e explosões. A Nivea não parava de rir de mim. Quando consegui reunir forças para levantar, vi consternado, a imagem do maior looser de todos os tempos, nu, combalido e com merda até no umbigo. Era a perfeita materialização da escrotice humana. Tinha um milho no meu pinto!
Joguei a calça fora, junto com a cueca. Depois de tomar banho, tive que dar uma geral no banheiro que precisou de três dias e duas faxinas sérias para ser descontaminado.

O homem que casou com o cadáver

O título do post parece até nome de livro da coleção vaga-lume, mas é verdade mesmo! Um tailandês casou em circunstâncias altamente gumpescas quando sua noiva morreu e ele resolveu levar o casório em frente, unindo-se “até que a morte os separe” com um defunto.

marries dead girlfriend O homem que casou com o cadáver

Parece algo somente mórbido, mas eu achei uma coisa bem triste isso.

Chadil Deffy marries Sarinya Kamsook2 O homem que casou com o cadáver

Chadil Deffy e Ann estavam com casamento marcado quando no dia do Reveillon, Ann morreu num acidente de trânsito. Mesmo sabendo que a sua noiva estava morta, ele não mudou nada nos planos do casamento e casou com o cadáver dela. A união de Chadil Deffy e Ann, que foi vestida de noiva, aconteceu na província de Surin, em cerimônia budista. “Nosso amor foi algo muito grande, mas por lástima não podemos viajar ao passado e mudá-lo. A vida é curta, e hoje realizo meu desejo”, disse o namorado.

O jovem de 28 anos enviou um convite a todos seus conhecidos através de sua página no Facebook para o evento, que foi celebrado quatro dias depois do acidente, ocorrido na noite de Réveillon.

Para Chadil, o melhor presente de casamento será ver cumprido seu desejo de reencontrar a amada em sua próxima vida.

As imagens do casamento foram transmitidas pela televisão tailandesa, enquanto quase 30 mil pessoas as viram pelo Facebook. Aqui está o noticiário local falando do casório:

Será que teve lua-de-mel?
fonte

Escolha seu zumbi 2 (primeiro pacote de conceitos)

Bom, conforme disse que faria, aqui estão os três primeiros concepts. (desculpa a qualidade sofrível. Estou sem tempo de ficar detalhando muito o desenho. Como vocês já conhecem, sabem que a escultura sai bem melhor que esses concepts fajutos daqui)

Eu selecionei para fazer três sugestões dos leitores.

OS ZUMBIS

O Padre zumbi com vermes ao molho de pus:
490321padre zumbi Escolha seu zumbi 2 (primeiro pacote de conceitos)

Padre Jonathan era um pároco que veio transferido do interior. Homem de grande e inabalável fé, ele se refugiou numa igreja quando as coisas ficaram feias. Jonathan acreditava que aquele era o dia do juízo final. Os mortos estavam se levantando e ele acreditava que em poucas horas trombetas soariam e Deus surgiria para julgar a alma dos ímpios. Do lado de fora da igreja, era uma correria, gente berrando pra todo lado. Jonathan levou vários feridos para a sacristia e protegeu seu rebanho o mais que pôde. Quando tudo parecia terminado, ele foi rezar a missa.  E foi assim que ele acabou desse jeito.

Soldado zumbi com cérebro exposto:

zumbi soldado Escolha seu zumbi 2 (primeiro pacote de conceitos)

Esta escultura tem o capacete separado, podendo ser montada com ou sem.

Sargento Gomes era um soldado experiente. Já havia combatido em diversos locais, além de participar de forças de apoio às tropas das Nações Unidas. Habituado a ver morte, sangue e sofrimento, ele não estranhou muito  quando as coisas realmente saíram do controle. Seu destacamento visava conter uma horda imensa de mortos que avançava de leste para oeste na cidade. Ele estava na linha de frente, junto às barricadas de contenção quando os mortos começaram a cair das janelas dos prédios e rastejar para cima dos últimos soldados vivos. Quando os homens da sua própria tropa, contaminados, se voltaram contra ele, não houve muito o que pudesse ser feito e ele foi mordido, mas moeu todos os seus homens antes de finalmente ficar sozinho junto às barricadas. Gomes já havia pedido reforços e acabou sendo atingido por um disparo de fogo amigo na cabeça. O tiro o atingiu de raspão e estourou parte da sua caixa craniana. Ele caiu morto numa poça de sangue. Mas algumas horas depois, já estava de pé, cambaleando em meio à multidão.

O Zumbi sem maxilar
157384sem maxilar Escolha seu zumbi 2 (primeiro pacote de conceitos)

Carlito era um zelador de prédio. Ele acordou no meio da madrugada com alguém socando sua porta. De cueca, ele foi ver o que era, mas ninguém respondia. Carlito cometeu seu maior erro da vida: Abriu a porta. Dona Ana, uma viúva do andar de baixo saltou sobre ele com fúria. Os dois caíram no chão da cozinha. Ele socava a cara da velha que parecia não sentir os socos. Antes de ser mordido na boca, Carlito ainda teve tempo de pensar se aquilo não era uma possessão demoníaca. A velha bateu com sua cabeça contra o chão e ele apagou. Antes que ela terminasse de comê-lo, Lena, a esposa de Carlito veio ver o que era aquele barulhão na cozinha. Ela gritou e correu. Dona Ana correu atrás de Lena e Carlito ficou por varias horas no chão da cozinha. O dia já amanhecia quando os primeiros espasmos ocorreram. Ele se levantou e caminhou pelas escadas, na direção da rua. Do que restou de sua boca, somente alguns dentes e a língua que pendia em meio à carne rasgada, pingando o sangue ainda fresco na calçada.

VOTE

Vote aqui em qual desses você quer ver esculpido (e se possível) aparecendo no filme:

Somente um desses três zumbis será esculpido. O esquema será: Um deste pacote e outro do próximo pacote, que o Diogo vai fazer. Em breve postarei o próximo pacote de referências.Uma vez selecionados os dois zumbis, eles serão fabricados e vendidos simultaneamente. Toda a renda será revertida para o nosso curta metragem. Todas as peças são na mesma escala e e terão aproximadamente 15 cm de altura. A votação do primeiro lote se encerra terça-feira.
Todas as sugestões foram anotadas e algumas delas poderão aparecer nos próximos lotes de zumbis, ok? Vote sem compromisso, você só vai comprar se gostar da ESCULTURA.

 

É nóis no Walking Dead Brasil

O Site Walking Dead Brasil está falando do nosso filme hoje, galera!

WDBR É nóis no Walking Dead Brasil

Olha aí!

Meu agradecimento ao Rafa que deu o maior apoio aí pra nós na divulgação.

Olhar 43: Garoto chinês nasce com olhos capazes de ver no escuro

Essa é uma curiosa notícia sobre um menino chinês chamado Nong Youhui que nasceu com estranhos super poderes.
Ao nascer, seu pai observou que o bebê tinha os olhos profundamente azuis. E segundo afirma, os olhos brilhavam no escuro!
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O pai pensou que à medida em que crescia, o menino perderia a estranha característica, mas não foi o que aconteceu. Hoje, o jovem consegue enxergar perfeitamente bem na completa escuridão. Agora essas características bizarras intrigam os médicos do hospital de Dahua, no sudoeste da China.

Incrédulos a princípio, buscando desmascarar as alegações, ou confirmar as afirmações do pai do garoto, os médicos fizeram um teste de leitura no escuro, o que Nong Youhui tirou de letra.
Nong Shihua, o pai dele, disse em entrevista à CCTV que os médicos acreditavam que a cor dos olhos de seu filho mudaria com a idade. Mas o que se vê ainda hoje é Nong com os “olhos de gato” e brincando ao ar livre, como uma criança normal. Como podemos ver, nem toda mutação é ruim. Talvez, ao estudar a genética do menino, seja possível determinar o que faz com que ele tenha a super visão, de modo que no futuro possamos eventualmente incorporar essas características nos bebês transgênicos que inexoravelmente virão aí.
Pessoalmente, eu não vi o olho do moleque brilhar no escuro. Como os jornais da China tem uma leve tendência ao sensacionalismo barato, não duvido que tenham inventado isso para dar um gás na notícia.
Em todo caso, achei uma referência ao menino quando ele ainda era bem mais novo e também uma foto. O tal do olho que brilha é uma estranha característica, presente em animais como o gato e o cão, que faz com que o fundo dos seus olhos emita uma luminescência de reflexão quando iluminados diretamente. O olho humano não faz isso, mas aparentemente o do menino sim. Veja:

imagen 300x198 Olhar 43: Garoto chinês nasce com olhos capazes de ver no escuro

Nada mal para um humano híbrido, né? O que você acha? É brilho mesmo ou um photoshop tosco?

Seja como for, a característica dos “olhos de gato” é rara, mas olhos que refletem a luz  não são raros.  Aqui podemos ver um caso de retinoblastoma  (câncer) em um menino nascido na Índia.
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Mais novidades dos zumbis

Hoje eu começo a remeter o zumbi C das pessoas que pagaram. Se você estava na fila para comprar o zumbi C, OLHE SEU EMAIL!

fabrica de zumbis final1 Mais novidades dos zumbis

Um desses pode ser o seu!

Se tudo correr bem, até sexta, eu já postarei aqui os seis concepts dos próximos dois bonecos de zumbi. Pra recuperar o tempo perdido e atrasos na entrega com os rolos de fim de ano, vamos colocar a venda dois zumbis de uma só vez. Eles serão produzidos no mesmo esquema de edição limitada.
Lembrando que serão bustos numerados e todos na mesma escala em versão pintada e sem pintura. Como ainda não desenhei nada, deixo aqui aberta a caixa de sugestões. Hoje a noite farei os concepts, então esta é sua chace de dizer como acha que ficaria legal o seu zumbi. Eu, o Diogo e meu amigo Rafael faremos a seleção das ideias que acharmos mais legais.

Lembrando que é apenas através da venda dos zumbis que estamos financiando a compra de equipamentos para o curta metragem de zumbis aqui do blog.

Como fazer as flores durarem mais? Com Viagra!

Um problema comum de quem recebe flores é que elas tendem a durar pouco nos vasos. Mesmo colocando em recipientes com água, é triste ver as flores lentamente murchando e morrendo.

ork DSCF6814 flores murchas Como fazer as flores durarem mais? Com Viagra!

Existem soluções comerciais que prometem aumentar a durabilidade das plantas, mas esses eu nunca testei. Agora, apareceu uma notícia que parece dar uma luz ao que faz uma planta durar.

É possível fazer as plantas durarem cerca de uma semana a mais usando um comprimido do famoso remédio para impotência masculina diluído em água. Segundo o horticultor David Domoney, as plantas precisam apenas de 1mg de viagra, e um comprimido contém pelo menos 50mg!

viagra Foto imagem pilula medicamento impotencia sexual masculina Como fazer as flores durarem mais? Com Viagra!
A explicação para o curioso uso do medicamento objetivando manter saudáveis e duráveis as plantas cortadas (eu suponho que isso funcione também hortaliças, o que poderia – em tese- afetar milionariamente a produção agrícola brasileira, uma vez que um percentual gigantesco da produção se perde em decorrência da perecividade dos vegetais depois de colhidos associados à lentidão crônica na logística nacional) é que um dos componentes do remédio é o óxido nítrico.
Para dar jeito na falência do bingulim do sujeito, o oxido nítrico relaxa certos músculos da região do períneo, permitindo que um volume grande de sangue seja armazenado no tecido do corpo cavernoso do pênis, e assim se dá a ereção.
Segundo o horticultor que tem um programa na tv americana, nas plantas, 1mg do viagra faz com que elas durem cerca de uma semana a mais.
Outro remedinho que faz as plantas durarem mais é uma aspirina. Coloque uma aspirina na água das plantas e elas vão durar bem mais.
É curioso notar como certos produtos que afetam nossa saúde também podem afetar as das plantas.
image16 Como fazer as flores durarem mais? Com Viagra!

Se há uma planta que poderá se beneficiar do tal viagra é a famosa flor de Jorge Tadeu.

Curiosamente, este não é o único uso não ortodoxo do Viagra. Parece que ele poderá ser usado para ajudar pessoas portadoras de doenças bem mais sérias que a paumolescência.

  Pesquisadores liderados por Christine Des Rosiers, do Instituto do Coração de Montreal (Canadá), verificaram que a molécula tem potencial para reduzir os danos às células do coração em pacientes com distrofia muscular, doença degenerativa hoje incurável.

Na pesquisa, que está na edição desta semana da revista científica “PNAS” , os cientistas canadenses estudaram o problema em camundongos que possuem uma forma da distrofia muscular de Duchenne. Nesse tipo de doença, ocorre uma inutilização progressiva dos músculos, que atinge primeiramente os que podem ser contraídos de forma voluntária (como os dos braços e pernas) e acaba chegando aos músculos involuntários, como os que controlam a respiração e os batimentos cardíacos. Com isso, o paciente acaba morrendo.

Segundo a pesquisa, o sildenafil melhora a função cardíaca dos roedores com distrofia ao impedir a degradação de uma substância sinalizadora produzida pelo organismo, a cGMP. É a mesma molécula que relaxa os músculos involuntários e aumenta o diâmetro dos vasos sangüíneos do pênis em pacientes que tomam Viagra. Os pesquisadores esperam que esse mesmo efeito impeça ou, pelo menos, retarde paradas cardíacas nas pessoas que têm o problema.

Nada mal para um remédio que descobriu seu lugar no mercado por puro acaso. A história do Viagra é um belo exemplo de solução fora do lugar. Em 1985, dois investigadores dos laboratórios farmacêuticos Pfizer, Simon Campbell e David Roberts trabalhavam num remédio para o coração – até que descobriram que ele dilatava os vasos sanguíneos do pênis. Aí alguém da Pfizer olhou e disse: Ei! Isso não é um efeito colateral, isso é uma máquina de fazer dinheiro!!!

O citrato de sildenafil era um poderoso agente eréctil, pois inibia um enzima que limitava a produção de oxido nítrico. A Pfizer patenteou o produto em 1996 e comercializaram-no com o nome de Viagra. Parece que o nome do medicamento deriva da antiga palavra oriental vyaghra que significa homem com força de tigre. Jorge Tadeu que o diga!
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Mais um ano de blog, de vida e de casamento

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Hoje é meu aniversário, pessoal. Completo hoje nada menos que 36 anos, e também por tabela 13 anos de casório e o Mundo Gump entra em seu sétimo ano de existência.

Então é isso. Desejo parabéns aos meus pais que me fizeram, parabéns a minha esposa que me fez feliz este tempo todo de casado e parabéns aos leitores, que junto comigo, fazem este blog crescer cada vez mais.

Se alguém aí quiser me dar um presente, fique à vontade, hahaha. Só não quero carta-bomba.

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